

Por prevenção e atendimento ao abuso sexual infantil em São Gabriel do Oeste – MS
O problema
Quem está sendo afetado?
As principais vítimas do problema são as crianças e adolescentes de São Gabriel do Oeste, que estão expostas, muitas vezes silenciosamente, ao abuso e à exploração sexual. Mesmo com poucos registros oficiais, sabe-se que apenas 10% dos casos são denunciados, o que indica uma subnotificação preocupante. A falta de políticas públicas específicas e de atendimento especializado torna a proteção insuficiente, agravando o sofrimento das vítimas e dificultando a prevenção. Os órgãos atuais, como o CREAS e o Conselho Tutelar, atendem múltiplas demandas sociais e não conseguem dar conta da complexidade e urgência desses casos.
O que está em jogo?
Se nada for feito, continuaremos deixando nossas crianças vulneráveis à violência e ao silêncio. Isso significa mais vidas marcadas por traumas, mais famílias desamparadas e uma sociedade que falha em proteger seus membros mais frágeis. Por outro lado, se políticas públicas forem criadas e colocadas em prática, com programas educativos, capacitação de profissionais e estruturas adequadas, será possível interromper ciclos de violência e garantir um ambiente seguro e consciente para nossas crianças crescerem com dignidade e respeito.
Por que agora é a hora de agir?
Os dados são alarmantes e a urgência é real: o Brasil registra um estupro de vulnerável a cada 6 minutos, e Mato Grosso do Sul está entre os estados com mais casos. Como cidade em crescimento e rota de passagem entre estados, São Gabriel do Oeste precisa se antecipar ao agravamento do problema. A mobilização da comunidade, como demonstrada na Câmara Municipal, mostra que há consciência e desejo de mudança. Agora é a hora de transformar essa mobilização em ações concretas, antes que mais crianças sejam atingidas por uma violência que poderia ser evitada.
O que estamos propondo?
Fomos à Câmara Municipal para reivindicar ações concretas e permanentes, entre elas:
- Implantação de um Programa de Educação Sexual e Prevenção ao Abuso Infantil nas escolas, desde a educação infantil, incluído no calendário escolar anual;
- Formação continuada dos profissionais da educação, com apoio em materiais pedagógicos adequados à faixa etária;
- Criação de um núcleo especializado no atendimento às vítimas de abuso sexual, com profissionais capacitados e parcerias com Ministério Público, Defensoria Pública e Conselhos Tutelares;
- Campanhas de sensibilização comunitária, formação de comitês de proteção e mecanismos de monitoramento com relatórios e indicadores;
- Integração efetiva entre os setores da saúde, educação, justiça e assistência social, garantindo uma rede de proteção eficaz e contínua.
Pedimos o seu apoio para que essas ações deixem de ser apenas propostas e passem a ser realidade. Junte-se a nós por um município que protege suas crianças de verdade.
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O problema
Quem está sendo afetado?
As principais vítimas do problema são as crianças e adolescentes de São Gabriel do Oeste, que estão expostas, muitas vezes silenciosamente, ao abuso e à exploração sexual. Mesmo com poucos registros oficiais, sabe-se que apenas 10% dos casos são denunciados, o que indica uma subnotificação preocupante. A falta de políticas públicas específicas e de atendimento especializado torna a proteção insuficiente, agravando o sofrimento das vítimas e dificultando a prevenção. Os órgãos atuais, como o CREAS e o Conselho Tutelar, atendem múltiplas demandas sociais e não conseguem dar conta da complexidade e urgência desses casos.
O que está em jogo?
Se nada for feito, continuaremos deixando nossas crianças vulneráveis à violência e ao silêncio. Isso significa mais vidas marcadas por traumas, mais famílias desamparadas e uma sociedade que falha em proteger seus membros mais frágeis. Por outro lado, se políticas públicas forem criadas e colocadas em prática, com programas educativos, capacitação de profissionais e estruturas adequadas, será possível interromper ciclos de violência e garantir um ambiente seguro e consciente para nossas crianças crescerem com dignidade e respeito.
Por que agora é a hora de agir?
Os dados são alarmantes e a urgência é real: o Brasil registra um estupro de vulnerável a cada 6 minutos, e Mato Grosso do Sul está entre os estados com mais casos. Como cidade em crescimento e rota de passagem entre estados, São Gabriel do Oeste precisa se antecipar ao agravamento do problema. A mobilização da comunidade, como demonstrada na Câmara Municipal, mostra que há consciência e desejo de mudança. Agora é a hora de transformar essa mobilização em ações concretas, antes que mais crianças sejam atingidas por uma violência que poderia ser evitada.
O que estamos propondo?
Fomos à Câmara Municipal para reivindicar ações concretas e permanentes, entre elas:
- Implantação de um Programa de Educação Sexual e Prevenção ao Abuso Infantil nas escolas, desde a educação infantil, incluído no calendário escolar anual;
- Formação continuada dos profissionais da educação, com apoio em materiais pedagógicos adequados à faixa etária;
- Criação de um núcleo especializado no atendimento às vítimas de abuso sexual, com profissionais capacitados e parcerias com Ministério Público, Defensoria Pública e Conselhos Tutelares;
- Campanhas de sensibilização comunitária, formação de comitês de proteção e mecanismos de monitoramento com relatórios e indicadores;
- Integração efetiva entre os setores da saúde, educação, justiça e assistência social, garantindo uma rede de proteção eficaz e contínua.
Pedimos o seu apoio para que essas ações deixem de ser apenas propostas e passem a ser realidade. Junte-se a nós por um município que protege suas crianças de verdade.
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Abaixo-assinado criado em 29 de maio de 2025