Por Novas Audiências Públicas sobre licenciamento da nova- indústria de celulose da CMPC!


Por Novas Audiências Públicas sobre licenciamento da nova- indústria de celulose da CMPC!
O problema
ABAIXO-ASSINADO – Por novas Audiências Públicas sobre licenciamento da mega indústria de celulose da CMPC, prevista para Barra do Ribeiro!
Nós abaixo-assinados vimos solicitar à Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luís Roessler (FEPAM) que reconheça o IMPACTO REGIONAL da nova mega planta industrial e a necessidade de Audiências Públicas em Porto Alegre, Viamão e municípios vizinhos atingidos, além daquela realizada em 29/01/26 em Barra do Ribeiro.
No dia 28/01, esta reivindicação foi formalmente apresentada à FEPAM, em documento assinado por 17 entidades, sem qualquer resposta positiva, apesar dos gigantescos impactos ambientais regionais previstos para a nova fábrica de celulose da CMPC em Barra do Ribeiro.
⚠️ Por que estamos preocupados?
· Está previsto o lançamento de 242 milhões de litros de efluentes por dia no Guaíba, volume superior ao esgoto doméstico de mais de 1,2 milhão de pessoas, contendo compostos organoclorados (dioxinas, entre outros) tóxicos e cancerígenos, que persistem no ambiente;
· Os efluentes apresentam alta carga orgânica, nutrientes como nitrogênio e fósforo e temperatura elevada, criando condições para a proliferação de cianobactérias, que produzem toxinas prejudiciais ao fígado e ao sistema nervoso;
· O emissário de poluentes ficará a cerca de 6 km de pontos de captação de água do DMAE (Belém Novo), responsáveis pelo abastecimento de centenas de milhares de moradores da Zona Sul de Porto Alegre;
· Pescadores artesanais, povos indígenas e comunidades tradicionais poderão ser diretamente afetados, mas não foram considerados na localização do empreendimento e não estão sendo devidamente ouvidos;
· Sua localização implica em grandes impactos sobre ecossistemas naturais de restingas, protegidas pela Lei da Mata Atlântica, afetando dezenas de espécies de flora e fauna ameaçadas de extinção;
· Já existe uma grande fábrica de celulose, da mesma empresa, em Guaíba. Os impactos das duas indústrias somados podem agravar em muito a poluição da água e do ar.
📢 O Guaíba é patrimônio ambiental de todos nós, humanos e demais seres vivos que dependemos das suas águas. Não apenas um corpo receptor de efluentes a bel prazer de empresas exportadoras de celulose, e que não pagam impostos para isso e recebem benesses governamentais. A decisão também deve ser nossa!
📢 Exigimos a realização de novas audiências públicas em Porto Alegre, Viamão e demais municípios afetados, em datas e horários acessíveis, com informação clara e participação efetiva da população.
Sem diálogo, não há licença prévia!
Sem água limpa, não há vida!
Assine e compartilhe pelo nosso direito à informação e à participação!

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O problema
ABAIXO-ASSINADO – Por novas Audiências Públicas sobre licenciamento da mega indústria de celulose da CMPC, prevista para Barra do Ribeiro!
Nós abaixo-assinados vimos solicitar à Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luís Roessler (FEPAM) que reconheça o IMPACTO REGIONAL da nova mega planta industrial e a necessidade de Audiências Públicas em Porto Alegre, Viamão e municípios vizinhos atingidos, além daquela realizada em 29/01/26 em Barra do Ribeiro.
No dia 28/01, esta reivindicação foi formalmente apresentada à FEPAM, em documento assinado por 17 entidades, sem qualquer resposta positiva, apesar dos gigantescos impactos ambientais regionais previstos para a nova fábrica de celulose da CMPC em Barra do Ribeiro.
⚠️ Por que estamos preocupados?
· Está previsto o lançamento de 242 milhões de litros de efluentes por dia no Guaíba, volume superior ao esgoto doméstico de mais de 1,2 milhão de pessoas, contendo compostos organoclorados (dioxinas, entre outros) tóxicos e cancerígenos, que persistem no ambiente;
· Os efluentes apresentam alta carga orgânica, nutrientes como nitrogênio e fósforo e temperatura elevada, criando condições para a proliferação de cianobactérias, que produzem toxinas prejudiciais ao fígado e ao sistema nervoso;
· O emissário de poluentes ficará a cerca de 6 km de pontos de captação de água do DMAE (Belém Novo), responsáveis pelo abastecimento de centenas de milhares de moradores da Zona Sul de Porto Alegre;
· Pescadores artesanais, povos indígenas e comunidades tradicionais poderão ser diretamente afetados, mas não foram considerados na localização do empreendimento e não estão sendo devidamente ouvidos;
· Sua localização implica em grandes impactos sobre ecossistemas naturais de restingas, protegidas pela Lei da Mata Atlântica, afetando dezenas de espécies de flora e fauna ameaçadas de extinção;
· Já existe uma grande fábrica de celulose, da mesma empresa, em Guaíba. Os impactos das duas indústrias somados podem agravar em muito a poluição da água e do ar.
📢 O Guaíba é patrimônio ambiental de todos nós, humanos e demais seres vivos que dependemos das suas águas. Não apenas um corpo receptor de efluentes a bel prazer de empresas exportadoras de celulose, e que não pagam impostos para isso e recebem benesses governamentais. A decisão também deve ser nossa!
📢 Exigimos a realização de novas audiências públicas em Porto Alegre, Viamão e demais municípios afetados, em datas e horários acessíveis, com informação clara e participação efetiva da população.
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Abaixo-assinado criado em 1 de fevereiro de 2026