POLÍTICAS CONTRA O ASSÉDIO: PROTEGER VÍTIMAS. RESPONSABILIZAR AGRESSORES.

Assinantes recentes:
Diego Moreira e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

FUI VÍTIMA DE ASSÉDIO NO AMBIENTE CORPORATIVO E QUANDO FINALMENTE TIVE CORAGEM PARA DENUNCIAR — FUI DESLIGADA NO DIA SEGUINTE. PELO PRÓPRIO GESTOR DENUNCIADO!

 

Sou uma pessoa no Espectro Autista (PCD), e fui demitida 1 dia útil após formalizar uma denúncia de assédio sexual ocorrido no ambiente corporativo; no mesmo dia em que retornei de um afastamento médico por burnout — sob a justificativa genérica e controversa de “performance”. Após anos consecutivos de dedicação tão extrema que culminou em estado de burnout, além de diversos reconhecimentos formais e promoções por alta performance.

O desligamento foi realizado em uma reunião gravada e conduzida pelo gestor denunciado, na presença do gerente sênior de RH da empresa e sem a participação do meu líder direto.

Na breve reunião (online), que durou somente 2 minutos, a decisão foi apenas comunicada e justificada de forma objetiva sem que fosse apresentada qualquer evidência do suposto problema ou de acompanhamento de performance, sem advertência prévia, em contexto comprovado de recente adoecimento ocupacional e episódios sensíveis envolvendo saúde e discriminação — e sem nenhuma oportunidade de fala, manifestação diversa ou contraditório.

 

A VERACIDADE E A SEQUÊNCIA DESSES FATOS SÃO FACILMENTE VERIFICÁVEIS ...

Ainda assim, até o momento, não há transparência sobre as medidas adotadas nem sobre a condução da apuração. Passados mais de 2 meses, o gestor denunciado permanece em posição de alta liderança dentro da empresa.

Esse cenário levanta questionamentos graves sobre a efetividade dos mecanismos internos de proteção, apuração e responsabilização — sobretudo nas denúncias que envolvem a ALTA LIDERANÇA, onde há maior potencial de comprometimento da independência decisória em níveis superiores da estrutura organizacional.

Situações como essa não apenas expõem vítimas ao risco e silenciamento, como também comprometem a credibilidade institucional e a segurança psicológica no ambiente de trabalho.


Não se trata de um caso isolado — trata-se de um padrão estrutural que ainda persiste em muitas organizações.


Diante disso, é urgente exigir:

• AFASTAMENTO PREVENTIVO DE GESTORES DENUNCIADOS POR ASSÉDIO SEXUAL DURANTE A APURAÇÃO;

• Investigações independentes, rigorosas e imparciais em denúncias de assédio;

• Políticas institucionais claras, aplicáveis e com responsabilização concreta;

• Proteção efetiva às vítimas, com atenção especial para pessoas vulneráveis, com deficiência, neurodivergentes, mulheres e outras minorias invisíveis.


Ambientes corporativos não podem continuar tratando situações dessa natureza com opacidade ou inércia! É indispensável compromisso real com ética, segurança e respeito à dignidade humana.

 

NENHUMA VÍTIMA DEVE SER PUNIDA!

NENHUM AGRESSOR PODE CONTINUAR EM POSIÇÃO DE PODER!!

Se você concorda com isso, assine e compartilhe agora esta petição. Vamos juntos exigir responsabilidade das empresas e autoridades competentes.

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Voz AtivaCriador do abaixo-assinado

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FUI VÍTIMA DE ASSÉDIO NO AMBIENTE CORPORATIVO E QUANDO FINALMENTE TIVE CORAGEM PARA DENUNCIAR — FUI DESLIGADA NO DIA SEGUINTE. PELO PRÓPRIO GESTOR DENUNCIADO!

 

Sou uma pessoa no Espectro Autista (PCD), e fui demitida 1 dia útil após formalizar uma denúncia de assédio sexual ocorrido no ambiente corporativo; no mesmo dia em que retornei de um afastamento médico por burnout — sob a justificativa genérica e controversa de “performance”. Após anos consecutivos de dedicação tão extrema que culminou em estado de burnout, além de diversos reconhecimentos formais e promoções por alta performance.

O desligamento foi realizado em uma reunião gravada e conduzida pelo gestor denunciado, na presença do gerente sênior de RH da empresa e sem a participação do meu líder direto.

Na breve reunião (online), que durou somente 2 minutos, a decisão foi apenas comunicada e justificada de forma objetiva sem que fosse apresentada qualquer evidência do suposto problema ou de acompanhamento de performance, sem advertência prévia, em contexto comprovado de recente adoecimento ocupacional e episódios sensíveis envolvendo saúde e discriminação — e sem nenhuma oportunidade de fala, manifestação diversa ou contraditório.

 

A VERACIDADE E A SEQUÊNCIA DESSES FATOS SÃO FACILMENTE VERIFICÁVEIS ...

Ainda assim, até o momento, não há transparência sobre as medidas adotadas nem sobre a condução da apuração. Passados mais de 2 meses, o gestor denunciado permanece em posição de alta liderança dentro da empresa.

Esse cenário levanta questionamentos graves sobre a efetividade dos mecanismos internos de proteção, apuração e responsabilização — sobretudo nas denúncias que envolvem a ALTA LIDERANÇA, onde há maior potencial de comprometimento da independência decisória em níveis superiores da estrutura organizacional.

Situações como essa não apenas expõem vítimas ao risco e silenciamento, como também comprometem a credibilidade institucional e a segurança psicológica no ambiente de trabalho.


Não se trata de um caso isolado — trata-se de um padrão estrutural que ainda persiste em muitas organizações.


Diante disso, é urgente exigir:

• AFASTAMENTO PREVENTIVO DE GESTORES DENUNCIADOS POR ASSÉDIO SEXUAL DURANTE A APURAÇÃO;

• Investigações independentes, rigorosas e imparciais em denúncias de assédio;

• Políticas institucionais claras, aplicáveis e com responsabilização concreta;

• Proteção efetiva às vítimas, com atenção especial para pessoas vulneráveis, com deficiência, neurodivergentes, mulheres e outras minorias invisíveis.


Ambientes corporativos não podem continuar tratando situações dessa natureza com opacidade ou inércia! É indispensável compromisso real com ética, segurança e respeito à dignidade humana.

 

NENHUMA VÍTIMA DEVE SER PUNIDA!

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Abaixo-assinado criado em 1 de abril de 2026