

Plano de Contingência para Surtos de Doenças Respiratórias em Escolas Municipais de Canoas
O problema
Perdemos a professora Carolina Oliveira.
Poucas semanas antes, a comunidade da mesma escola já havia sofrido a perda de um estudante.
Enquanto isso, escolas de Canoas enfrentam um aumento expressivo de casos de Influenza B e outras síndromes respiratórias. Salas inteiras adoecem, professores são afastados, famílias vivem dias de angústia e os serviços de saúde operam sob enorme pressão. E as salas de aula continuam igual: lotadas.
A resposta não pode se limitar a orientações gerais como às do Alerta Epidemiológico de 09/07/2026. Por isso, fazemos um apelo ao Poder Executivo e ao Poder Legislativo de Canoas. Precisamos de um Plano de Contingência claro, público e escalonado, que estabeleça critérios objetivos para proteger estudantes, trabalhadores da educação e suas famílias.
Reivindicamos:
- implantação imediata de um protocolo com níveis de resposta para surtos em turmas, escolas e na rede;
- possibilidade de revezamento de turmas e redução temporária da circulação de pessoas quando houver aumento expressivo de casos;
- previsão de atividades remotas, por tempo determinado, quando indicadores epidemiológicos demonstrarem risco elevado;
- testagem ampliada para síndromes gripais nas escolas com surtos;
- distribuição de máscaras e álcool em gel para estudantes e profissionais;
- intensificação da vacinação por meio de ações dentro das escolas;
- transparência na divulgação dos dados epidemiológicos, dos afastamentos e dos surtos em escolas da rede municipal.
Não estamos pedindo a paralisação das aulas. Estamos pedindo planejamento. Estamos pedindo critérios. Estamos pedindo que nenhuma comunidade escolar precise descobrir, da pior forma, que as medidas chegaram tarde demais.
A educação só cumpre seu papel quando protege a vida.
Por Carolina. Por quem ensina. Por quem aprende. Por todas as famílias.
Assine este manifesto.
Movimento Trabalhista Pela Educação de Canoas.

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O problema
Perdemos a professora Carolina Oliveira.
Poucas semanas antes, a comunidade da mesma escola já havia sofrido a perda de um estudante.
Enquanto isso, escolas de Canoas enfrentam um aumento expressivo de casos de Influenza B e outras síndromes respiratórias. Salas inteiras adoecem, professores são afastados, famílias vivem dias de angústia e os serviços de saúde operam sob enorme pressão. E as salas de aula continuam igual: lotadas.
A resposta não pode se limitar a orientações gerais como às do Alerta Epidemiológico de 09/07/2026. Por isso, fazemos um apelo ao Poder Executivo e ao Poder Legislativo de Canoas. Precisamos de um Plano de Contingência claro, público e escalonado, que estabeleça critérios objetivos para proteger estudantes, trabalhadores da educação e suas famílias.
Reivindicamos:
- implantação imediata de um protocolo com níveis de resposta para surtos em turmas, escolas e na rede;
- possibilidade de revezamento de turmas e redução temporária da circulação de pessoas quando houver aumento expressivo de casos;
- previsão de atividades remotas, por tempo determinado, quando indicadores epidemiológicos demonstrarem risco elevado;
- testagem ampliada para síndromes gripais nas escolas com surtos;
- distribuição de máscaras e álcool em gel para estudantes e profissionais;
- intensificação da vacinação por meio de ações dentro das escolas;
- transparência na divulgação dos dados epidemiológicos, dos afastamentos e dos surtos em escolas da rede municipal.
Não estamos pedindo a paralisação das aulas. Estamos pedindo planejamento. Estamos pedindo critérios. Estamos pedindo que nenhuma comunidade escolar precise descobrir, da pior forma, que as medidas chegaram tarde demais.
A educação só cumpre seu papel quando protege a vida.
Por Carolina. Por quem ensina. Por quem aprende. Por todas as famílias.
Assine este manifesto.
Movimento Trabalhista Pela Educação de Canoas.

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Abaixo-assinado criado em 14 de julho de 2026