

Pituca tem de voltar para casa! Cumprimento imediato da sentença


Pituca tem de voltar para casa! Cumprimento imediato da sentença
O problema
A Justiça brasileira já decidiu: Pituca, a jaguatirica criada desde filhote na fazenda, deve voltar ao habitat onde cresceu.
O IBAMA apresentou recurso e, poucas horas antes do termo final do prazo para cumprimento da decisão, requereu a suspensão da ordem judicial. A desembargadora Ana Carolina Roman deferiu o pedido.
Neste momento, Pituca permanece apreendida desde 15 de abril de 2025. Está confinada numa cela de dimensões reduzidas, privada do espaço natural onde cresceu e se desenvolveu. Enquanto isso, aguarda-lhe um território amplo, compatível com as suas necessidades biológicas e comportamentais.
O IBAMA não pode decidir quando vai cumprir a lei.
Usar recursos e pedidos de última hora apenas para ganhar tempo atrasa o cumprimento da ordem judicial.
Quando isso acontece, a decisão da Justiça deixa de ser respeitada na prática. E quem sofre as consequências é Pituca, que continua presa à espera do que já foi determinado.
Não se trata apenas de um caso individual. É sobre respeito às decisões da Justiça, sobre bem-estar animal e sobre transparência nos atos de órgãos públicos.
📌 Exigimos:
- O cumprimento imediato da sentença que determina a devolução da Pituca.
- Transparência nos trâmites e data certa para a entrega.
- Garantia de que o local da devolução será o mesmo onde ela viveu e se desenvolveu, conforme fundamentação da decisão judicial.
Cada dia de atraso fere a confiança da sociedade, coloca em risco o bem-estar de Pituca e enfraquece o próprio sentido da palavra justiça.
📣 Assine e compartilhe. A voz da sociedade é mais forte quando é unida.

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O problema
A Justiça brasileira já decidiu: Pituca, a jaguatirica criada desde filhote na fazenda, deve voltar ao habitat onde cresceu.
O IBAMA apresentou recurso e, poucas horas antes do termo final do prazo para cumprimento da decisão, requereu a suspensão da ordem judicial. A desembargadora Ana Carolina Roman deferiu o pedido.
Neste momento, Pituca permanece apreendida desde 15 de abril de 2025. Está confinada numa cela de dimensões reduzidas, privada do espaço natural onde cresceu e se desenvolveu. Enquanto isso, aguarda-lhe um território amplo, compatível com as suas necessidades biológicas e comportamentais.
O IBAMA não pode decidir quando vai cumprir a lei.
Usar recursos e pedidos de última hora apenas para ganhar tempo atrasa o cumprimento da ordem judicial.
Quando isso acontece, a decisão da Justiça deixa de ser respeitada na prática. E quem sofre as consequências é Pituca, que continua presa à espera do que já foi determinado.
Não se trata apenas de um caso individual. É sobre respeito às decisões da Justiça, sobre bem-estar animal e sobre transparência nos atos de órgãos públicos.
📌 Exigimos:
- O cumprimento imediato da sentença que determina a devolução da Pituca.
- Transparência nos trâmites e data certa para a entrega.
- Garantia de que o local da devolução será o mesmo onde ela viveu e se desenvolveu, conforme fundamentação da decisão judicial.
Cada dia de atraso fere a confiança da sociedade, coloca em risco o bem-estar de Pituca e enfraquece o próprio sentido da palavra justiça.
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Abaixo-assinado criado em 15 de agosto de 2025