Petição para Estradas Seguras e Mobilidade Sustentável em Anadia

O problema

                                🚧 Atualização – 22/01/2026

No dia 22 de janeiro de 2026 foi enviado ao Primeiro-Ministro um pedido formal para a criação de um mecanismo preventivo e rastreável de segurança rodoviária, com aplicação inicial à EN N234 (Mealhada/Luso/Sula) e EN 335 (Anadia).

O Portal do Governo confirmou a receção e o reencaminhamento da mensagem para as entidades competentes.

O pedido propõe:

articulação obrigatória entre MAI, IP, ANSR, IMT, GNR/PSP e Câmaras;
prazos de resposta e de intervenção;
designação de responsáveis;
registo público e auditoria das ações.
O objetivo é simples: garantir que uma denúncia de risco gera ação verificável no terreno, em vez de circular em silêncio entre entidades.

                                🚧 Atualização — Dezembro 2025

A partir desta data, esta petição deixa de funcionar como repositório de comunicados extensos e números de processos.
O essencial mantém-se: prevenção, responsabilidade e proteção de utilizadores vulneráveis — pessoas a pé, ciclistas, crianças, jovens, mamãs com carrinhos de bebé, pessoas com mobilidade reduzida e velhos.

O voto nesta quadra é simples: que o sistema volte a lembrar-se de que as pessoas são pessoas, não estatísticas nem “perceções individuais”.

O trabalho prossegue com método e persistência — e a documentação técnica continuará organizada em arquivo próprio, para que nada se perca e nada seja distorcido.

Entretanto, informo que o livro está concluído:
“Viva a Revolução — A Jornada da Perceção”
Ensaios sobre perceção, consciência e estradas.

Obrigado a quem acompanhou, assinou e partilhou.
A persistência é lenta — mas é assim que o silêncio deixa de ser invisível.

 

                           🚨 Atualização – 14 Novembro 2025 

    SINOPSE — VIVA A REVOLUÇÃO: A JORNADA DA PERCEPÇÃO

“Viva a Revolução — A Jornada da Percepção” é uma obra de não-ficção narrativa que expõe, com clareza documental e voz singular  inconfundível, a relação entre o cidadão português e as instituições que o deveriam proteger. A estrada — lugar físico, psicológico e simbólico — torna-se aqui o palco onde se revela a verdadeira anatomia do país.

O livro nasce de uma experiência real: um atropelamento, um hospital que hesita, entidades que não respondem, a denúncia que se perde em departamentos, e um silêncio administrativo tão sólido que se transforma em adversário. A partir desse ponto, o autor constrói não um desabafo, mas um método de leitura do sistema: como observar, como registar, como intervir e como sobreviver dentro de uma burocracia que, demasiadas vezes, se protege a si própria.

Ao longo da narrativa, episódios vividos na berma do asfalto alternam com análises técnicas, reflexão filosófica e crítica sociopolítica. O autor desmonta, sem dramatismos e sem concessões, os padrões que sustentam a cultura de impunidade rodoviária: ultrapassagens ilegais normalizadas, falhas sistemáticas de sinalização, decisões que nunca chegam, grelhas assassinas, relatórios que contradizem o corpo e uma máquina institucional que, perante o vivo, frequentemente prefere a inércia.

Mas este não é apenas um livro sobre estradas.
É um livro sobre percepção — aquilo que se vê, aquilo que se sente e aquilo que a sociedade desaprendeu a reconhecer. Aqui, a percepção é músculo moral, bússola evolutiva e ferramenta de resistência cívica. É ela que transforma o “cidadão comum” num agente estratégico; é ela que revela como a sobrevivência depende tanto do instinto individual como da ética pública.

Filosofia prática, humor subtil, lucidez cortante e humanismo formam o esqueleto desta obra. A jornada pessoal apresenta-se como espelho nacional: um país onde a estrada revela o Estado, onde a omissão pesa mais do que a responsabilidade, e onde a consciência — individual e coletiva — permanece a ferramenta mais revolucionária de todas.

“Viva a Revolução — A Jornada da Percepção” é, acima de tudo, um testemunho transformado em método. Um mapa de leitura de Portugal feito a partir da berma da estrada. Uma obra que convida cada leitor a abrir os olhos para ver o que sempre esteve à vista — e a descobrir que a revolução começa quando alguém se recusa a baixar a cabeça.

                              🚨 Atualização – 10 Novembro 2025        

Quando se diz “Servimos as Pessoas Primeiro”, mas se Ignora Vidas na Estrada

No dia 29 Outubro 2025, a então Presidente da Câmara Municipal de Anadia, Maria Teresa Belém C. Cardoso,  publicou uma mensagem de despedida onde afirma ter colocado “as pessoas em primeiro lugar”, ter atuado “com transparência” e “com total dedicação ao bem comum”.

Contudo, durante mais de um ano:
-  Ignorou a Petição Pública por Estradas Seguras, já do conhecimento da Câmara Municipal e posteriormente remetida para a autarquia pela Casa Civil da Presidência da República. Não apresentou resposta, nem justificou a ausência de resposta.

- Não respondeu a qualquer um dos pedidos formais de intervenção sobre pontos de risco grave no concelho (Vilarinho, N1, N334, N333-1, N235, vias urbanas sem passadeiras seguras, excessos de velocidades).

- Não se pronunciou perante participações de ultrapassagens perigosas envolvendo menores, idosos e ciclistas recreativos locais.

- Não tomou qualquer medida corretiva após comunicações à ANSR, Infraestruturas de Portugal, Ministério Público e GNR.

A comunicação pública da autarquia e a realidade sentida na estrada não coincidem.

As palavras foram públicas.
As vidas continuam expostas.
E o silêncio também é uma decisão.
As estradas não têm cor política.
Só têm consequência.
E a consequência, essa, um dia bate à porta.          

                           🚨 Atualização – 11 Outubro 2025 

O movimento Estradas Seguras regista, nos últimos dias, tentativas de assédio digital e provocações dirigidas à iniciativa e aos seus apoiantes.
Todos os factos foram documentados, autenticados digitalmente e comunicados às autoridades competentes.

A petição mantém o seu caráter apartidário e cívico.
A segurança rodoviária continua ausente da agenda política de todos os partidos, e em Anadia nem os presidentes de junta — pagos com dinheiro público — se dignaram responder.
Trabalham em regime de part-time, mas recebem por inteiro.
E entre caciques locais, funcionários municipais e serviços dependentes, repete-se sempre o mesmo ciclo: o mesmo poder, as mesmas caras, apenas com nova roupagem.

Ignorar essa realidade seria trair a própria verdade.
Por isso, Estradas Seguras não se cala nem se curva.
A segurança rodoviária é um direito humano, não um favor político.
Num país onde a impunidade continua a matar, o silêncio das instituições é parte do problema.

Estradas Seguras é e continuará a ser um espaço de verdade, integridade e compromisso com a vida.
As estradas pertencem a todos; o silêncio, a ninguém.

🕊️ Nota final:
O trabalho desenvolvido nas plataformas digitais, em especial no X, tem permitido ampliar o alcance da petição Estradas Seguras, divulgar denúncias verificadas e expor o silêncio institucional perante situações concretas de perigo nas estradas.
Cada publicação é tratada como registo cívico, acompanhado de documentação e autenticação digital, contribuindo para um arquivo público de verdade e memória.

                              🚨 Atualização – 18 Setembro 2025    

Estradas Seguras & Segurança Digital

1. Resumo factual
Desde o início da petição que temos combinado provas de risco rodoviário com denúncias sobre falhas e práticas de vigilância digital associadas a serviços essenciais. Quando, na fase inicial (iPetition), fomos aprofundando a explicação sobre o funcionamento do que designámos por “terrorismo rodoviário” e, paralelamente, questionámos as permissões e empresas embebidas na aplicação do Novo Banco (NB), a plataforma da petição sofreu um ataque informático.
Atualmente, a pessoa promotora desta iniciativa está a ser alvo de vigilância presencial e de campanhas orquestradas nas redes sociais, demonstrando que a medida do risco deixou de ser apenas física: também é digital e reputacional.

2. Quem subscreve e porque isto importa
A petição conta com assinaturas e apoios de professores, advogados, médicos, engenheiros, comerciantes, empresários, estudantes e cidadãos anónimos — um espectro alargado de profissionais e cidadãos que confirma que esta é uma questão transversal e de interesse público.
A proteção das pessoas e da liberdade de expressão na rua e no espaço digital é condição necessária para a democracia funcionar. O que aqui se confronta não é uma disputa pessoal: é uma questão de segurança cívica.

3. Factos essenciais (documentados)
Ataque ao servidor iPetition após publicação de artigos explicativos sobre o fenómeno do terrorismo rodoviário e menção da app do NB.
Prints e logs que mostram alterações de permissões da app do NB; ficheiros originais preservados e autenticados por hashes SHA-256.
Registos de comunicações enviadas a: Presidência da República (encaminhamento para MAI), CNPD, Banco de Portugal, Procuradoria-Geral da República, OLAF e DECO.
Relatos de vigilância presencial (Monte Crasto e outros locais), incluindo observação de equipamentos (antenas) e presença de indivíduos não residentes locais. Fotografias e hashes guardados.
Campanhas de desacreditação nas redes sociais: interações automáticas e contas coordenadas (bots) que visam diminuir a confiança pública na petição; algumas dessas contas apresentam-se como perfis de mulheres que afirmam prestar serviço público, mas a análise de padrões indica coordenação automatizada.
Nota: todos os ficheiros originais estão armazenados em local seguro e encriptado.

4. Investigação independente e célere das alterações de permissões e das práticas da app do NB
Foram apresentadas provas ao Banco de Portugal, que respondeu afirmando não lhe competir averiguar. A CNPD, por sua vez, nunca deu resposta. O Grupo Parlamentar do PCP informou que iria encaminhar para os deputados.
Neste quadro, resta a preocupação: as chamadas “comissões independentes” que a CNPD costuma mobilizar incluem frequentemente engenheiros e consultores ligados a seguradoras, bancos, multinacionais tecnológicas e empresas do setor. Como pode falar-se em independência quando os avaliadores têm interesses diretos no mesmo ramo?
Se o BdP se declara incompetente e a CNPD se refugia em comissões externas, então perguntamos de forma clara: o SIS e a PJ, que dispõem de especialistas em cibersegurança e análise forense, não têm competências para auditar estas práticas? Porque não foram chamados?
A segurança digital de milhões de cidadãos não pode depender de pareceres de consultores ligados às mesmas entidades que estão em causa.

5. O problema em causa
A resposta das instituições é o silêncio ou o encaminhamento burocrático. Entretanto, a própria aplicação bancária em questão assume textualmente que terá acesso total ao dispositivo móvel. Isto significa que qualquer cidadão — desde um reformado até um magistrado, um advogado ou um jornalista — pode ser sujeito a vigilância intrusiva através de um canal bancário essencial.
Quem controla o dinheiro e os dados controla o país. O risco deixou de ser apenas rodoviário: é também democrático.

6. Proteção e anonimato das provas e dos denunciantes
No início, solicitei à CNPD que garantisse o anonimato das denúncias apresentadas. Esse direito, porém, foi esvaziado após o ataque à plataforma iPetition onde a petição estava inicialmente alojada. A partir desse momento, compreendi que a exposição era inevitável e assumi publicamente a autoria e continuidade desta iniciativa, mantendo a pressão através de atualizações constantes.
Tornei-me, assim, um alvo direto. Desde então, as instituições não demonstraram preocupação com a minha segurança nem com a salvaguarda das provas entregues. Este vazio de proteção institucional não é apenas uma fragilidade individual: é um sinal de que qualquer cidadão que denuncie práticas abusivas pode ficar desprotegido e exposto a retaliações.

7. Garantias legais
Que nenhum cidadão — incluindo ativistas, jornalistas, advogados ou magistrados — seja sujeito a vigilância indiscriminada sem mandado judicial e fundamentação legal.

A opacidade no tratamento das denúncias e o frequente arquivamento sem justificação fundamentada alimentam um problema estrutural de confiança. Quando pedidos de informação sobre processos pendentes ficam sem resposta e quando investigações relativas a infrações rodoviárias graves são arquivadas sem exposição clara das razões, instala-se uma sensação legítima de impunidade.

Exigimos que a Procuradoria-Geral da República e os magistrados responsáveis clarifiquem, de forma pública e documental, os critérios utilizados para arquivar processos relacionados com sinistralidade rodoviária e denúncias de vigilância indevida; que prestem contas do estado dos inquéritos remissos; e que garantam mecanismos de supervisão independente que permitam aos cidadãos acompanhar o percurso processual das suas denúncias.

8. Chamamento à ação
Esta petição não é sobre uma pessoa, mas sobre todos nós. Foi criada em Anadia, mas tem já a assinatura de professores, médicos, engenheiros, advogados, comerciantes, empresários e estudantes de todo o país. Cada nome acrescentado mostra que a segurança rodoviária e digital não é um interesse individual, mas um direito coletivo.

Sabemos que o medo é usado como arma para travar a participação cívica. Mas a verdade é simples: quanto mais vozes se juntarem, menor é o risco individual e maior a força coletiva.

Pedimos, por isso:

a quem ainda não assinou, que assine e partilhe;
a jornalistas e ONG’s de direitos digitais, que exijam transparência e auditorias independentes;
a signatários com formação técnica e jurídica, que colaborem com pareceres voluntários.
O silêncio e a desistência só servem quem beneficia com o estado atual. A assinatura de cada cidadão é um escudo contra a impunidade.

9. Anexos e documentação
Todas as provas relevantes foram já entregues às entidades competentes (CNPD, Banco de Portugal, Presidência da República, Procuradoria-Geral da República, OLAF). Cabe a essas entidades pronunciar-se sobre o que receberam e as medidas que adotaram.
Por razões de segurança, não são aqui publicados os anexos nem as provas originais — estão preservados, autenticados e disponíveis para avaliação em sede própria, caso seja necessário.

 

                         🚨 Atualização – 2 Setembro 2025    

— Segurança Rodoviária e Direitos Digitais
A nossa causa é salvar vidas na estrada. Para isso, precisamos de confiança cívica: denúncias seguras, dados públicos e fiscalização séria.
Alertamos para modelos de “segurança digital” que impõem a análise de aplicações instaladas no telemóvel do utilizador como condição de acesso a serviços. Consideramos esta prática desproporcionada e desalinhada com o princípio da minimização de dados.
Enquanto se pede cada vez mais ao cidadão, faltam medidas efetivas na via: linhas contínuas onde a visibilidade é nula, bandas sonoras antes de passadeiras, controlo automático de velocidade em troços críticos, campanhas sobre a distância lateral na ultrapassagem a velocípedes, e publicação regular de estatísticas locais.
A nossa posição é simples: mais prevenção e transparência na estrada; menos intrusão no dispositivo do cidadão.
Pedimos aos decisores que garantam canais de autenticação alternativos nos serviços essenciais, canais de denúncia protegidos, e dados abertos de sinistralidade para que a população e as autoridades atuem lado a lado.
Segurança rodoviária é uma responsabilidade coletiva. Exigimos políticas que salvam vidas — não apenas políticas que recolhem dados.                                     

                                🚨 Atualização – 20 Agosto 2025

Storybuggies.pt e a pedagogia da omissão
Mesmo após envio formal de participação a 14 de Agosto, a empresa Storybuggies.pt optou pelo silêncio absoluto: nem respondeu, nem acusou receção, nem sequer assinou o recibo. Este comportamento replica o padrão já verificado em diversas entidades públicas, incluindo a Câmara Municipal de Anadia — um silêncio cúmplice que procura transformar denúncias concretas em inexistência administrativa. Mas o silêncio não apaga factos: os veículos circulam, os riscos são reais e documentados, e a omissão não exime responsabilidades. Quem não responde, quem não acusa receção, não demonstra inocência; demonstra má-fé e desrespeito pela segurança rodoviária e pela vida humana.

                                                                  ~~

Atualização – Resposta da Câmara Municipal de Cantanhede
Recebemos resposta da Câmara de Cantanhede relativamente à denúncia do caso ocorrido em Leitões (N234).
A autarquia limitou-se a pedir os meus contactos pessoais, mas não respondeu sobre:

A ultrapassagem tangente em traço contínuo (tentativa de homicídio rodoviário).
As grelhas de águas pluviais em desconformidade, verdadeiras ratoeiras para ciclistas.
Além das grelhas de águas pluviais em desconformidade, os lancis elevados dos passeios constituem uma armadilha objetiva para ciclistas.
Em situações de aperto lateral (ultrapassagem tangente ou condução hostil), o ciclista é encurralado contra o lancil, sem rota de escape, aumentando exponencialmente o risco de queda e esmagamento.
Este problema não é abstrato: já fui alvo dessa situação no mesmo local (Vilarinho, N334), num episódio de perseguição rodoviária que poderia ter resultado em homicídio.
A combinação de lancis altos, grelhas perigosas e ultrapassagens ilegais cria um cenário de risco letal por omissão das entidades gestoras.

 
Deixamos claro: não aceitamos que estas situações sejam tratadas como meras infrações administrativas.
Estamos a falar de crimes de perigo comum e de falhas graves na infraestrutura rodoviária.

A Câmara é responsável direta pela segurança da via. A sua omissão poderá ser enquadrada como negligência grave com consequências criminais.

Enquanto isso, a Infraestruturas de Portugal confirmou já a receção da participação, e a Câmara de Anadia mantém-se em silêncio absoluto relativamente a duas ocorrências ainda mais graves, também já comunicadas.

Em nome da segurança rodoviária e da prevenção de novos acidentes, exigimos atuação imediata.

                                 

                                     🚨 Atualização – 19 Agosto 2025

🚨 ANSR, IP e PGR: Documentos, Contradições e Três Novos Casos de Terrorismo Rodoviário em Anadia

Conteúdo:

No seguimento da participação apresentada a 21 de julho de 2025 (Luso), recebemos resposta da ANSR, onde, mais uma vez, a entidade se limitou a reencaminhar a denúncia para terceiros — assumindo na prática o papel de mero “balcão de correios”.

Paralelamente, recordamos que a Infraestruturas de Portugal (IP) possui uma Política de Segurança Rodoviária (em anexo) onde se compromete a prevenir acidentes, corrigir infraestruturas perigosas e garantir a segurança dos utilizadores da rede viária. Contudo, na realidade:

continuam a existir vias sem sinalização horizontal;
infrações graves permanecem sem atuação direta da IP;
a própria ANSR confirma omissões, mas remete responsabilidades.
Ainda mais grave: a Procuradoria-Geral da República (PGR) permanece em silêncio, apesar de ter recebido todos os elementos que demonstram risco objetivo para a vida humana.

📍 No dia 17 de agosto de 2025, registaram-se três novas tentativas de homicídio rodoviário em Anadia (duas) e Leitões — Cantanhede (uma). Estes episódios, documentados em detalhe com imagens, provam que não se trata de casos isolados, mas sim de um padrão de omissão institucional que alimenta a impunidade.

👉 Esta petição não é apenas sobre estradas em Anadia: é sobre a credibilidade do Estado português.
Não basta ter “políticas de segurança” em PDF — é preciso cumprir na prática.

                                  🚨 Atualização – 14 Agosto 2025

13-08-2025, Resposta da Infraestruturas de Portugal à denúncia sobre a N234 (Luso) – e as contradições com a Visão Zero 2030
No dia 13-08-2025, a Infraestruturas de Portugal (IP) respondeu à participação formal que apresentámos sobre a perigosidade da N234 (Luso). Esta via, que é de responsabilidade direta da IP, combina tráfego intenso, velocidades elevadas e ausência de medidas preventivas para proteger ciclistas e outros utilizadores vulneráveis.

A resposta da IP encontra-se disponível neste link: PDF – Resposta da IP.
A nossa contra-resposta, enviada no mesmo dia, pode ser lida aqui: PDF – Resposta do Promotor da Petição.

O que a IP disse – e o que isso significa na prática
A IP invoca que a partilha da via por diferentes utilizadores já está “regulamentada” e que a N234 cumpre a legislação em vigor. No entanto, o facto de algo estar “regulamentado” não implica que esteja salvaguardado na prática.
A regulamentação nacional prevê a partilha da via, mas a inexistência de sinalização preventiva e de medidas dissuasoras numa estrada com histórico de tráfego intenso e velocidades elevadas agrava objetivamente o risco, sobretudo num país onde a ausência de bom senso e de fiscalização eficaz se traduz diariamente em mortes e feridos graves.

A contradição com a Visão Zero 2030
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), entidade com a qual a IP colabora, assume no seu plano estratégico a Visão Zero 2030, que tem como objetivo “zero mortes e feridos graves” até 2030.
Manter estradas como a N234 sem medidas de acalmia de tráfego, sem sinalização clara e sem infraestruturas de proteção para ciclistas e pessoas a pé não é compatível com esse objetivo.
Se o compromisso é genuíno, estas contradições precisam de ser corrigidas – não justificadas com frases feitas.

O silêncio do Ministério Público
A nossa resposta foi igualmente enviada à Procuradoria-Geral da República (PGR), para que houvesse conhecimento oficial das falhas de segurança relatadas. Até à data, não houve qualquer resposta.
O registo público desta comunicação garante que, caso a sinistralidade continue, ficará documentado que as autoridades competentes foram formalmente notificadas.

📎 Anexos e registos públicos,

Pasta com [ Resposta da IP – PDF e Resposta do Promotor da Petição – PDF ]  Publicação no X sobre o assunto

                                                         **

Como se cometem crimes rodoviários em Portugal — e ninguém investiga.
No seguimento das participações formais enviadas às autoridades competentes, vimos tornar público mais um capítulo do que só pode ser descrito como negligência institucional deliberada.

Em julho e agosto de 2025, documentámos várias infrações gravíssimas no concelho de Anadia — ultrapassagens à queima-roupa, curva cega com lomba e traço contínuo, veículos em velocidade excessiva dentro do perímetro urbano, matrículas ocultas e risco de colisão frontal iminente.

As situações foram reportadas com:

Identificação dos veículos e respetivas matrículas;
Imagens e vídeos com data, hora e localização;
Sinais manuais ignorados por condutores;
Descrição factual dos riscos e enquadramento legal.
📁 Toda a documentação encontra-se disponível nesta pasta segura:
🔗 Dossier_ANSR_IP_PGR_Anadia_Infrações_Graves_2025

📬 Respostas (ou a ausência delas)
ANSR: No caso do veículo tipo buggy sem matrícula visível e em velocidade perigosa (18/07/2025, zona urbana de Anadia), foi enviada imagem clara do condutor e vídeo da infração.
➤ Resposta da ANSR: “Não foi possível identificar a matrícula”.
❗ Ignoram o condutor visível. Ignoram o risco. Ignoram o dever de agir.
IP (Infraestruturas de Portugal): Respondeu a uma denúncia séria com um e-mail automático a sugerir que usemos o formulário de "elogios e sugestões".
➤ O que está em causa é segurança rodoviária, não relações públicas.
📌 O que está em causa?
Esta omissão sistemática levanta dúvidas sérias sobre:

Cumprimento do Artigo 66.º da Constituição da República Portuguesa (Direito à segurança e mobilidade);
Violação do Artigo 34.º do Código da Estrada (Dever de prevenir e fiscalizar);
Eventual dolo institucional ou cumplicidade por omissão, no agravamento do risco rodoviário.

🪧 "Anadia Primeiro"?
Só se forem os tachos.
Enquanto as entidades ignoram os nossos alertas, surgem outdoors eleitorais nas rotundas de Anadia, com rostos sorridentes e promessas recicladas.
Os mesmos candidatos que saltaram de partido em partido — MIAP, PS, PSD — agora voltam a surgir como se nada fosse.
O vice-presidente da Câmara, que também ignorou os nossos e-mails, alinha com o novo slogan:

“Anadia Primeiro”.
Sim, claro:
📉 Primeiro nos acidentes ignorados.
🛑 Primeiro na omissão.
🚧 Últimos na segurança de quem vive e circula em Anadia.

A verdade é simples: as pessoas não contam. O que conta é o lugar, o poder, o cargo, a fotografia, o tacho.
Os partidos podem mudar — os vícios não.


🛑 Esta petição continua a ser ignorada por:
Câmara Municipal de Anadia, notificada com propostas técnicas desde 2024 — nunca respondeu.
ANSR, com provas em vídeo e relatórios detalhados — sem autos, sem ação.
Ministério das Infraestruturas, que remeteu os pedidos para silêncio administrativo.
Infraestruturas de Portugal, que responde com chavões e formulários sem consequência.
Partidos políticos com representação local e nacional, que se dizem “defensores do povo”, mas ignoram o povo quando este lhes aponta o sangue na estrada.
Tribunal de Anadia, com denúncias entregues e documentadas — não prestou qualquer esclarecimento, ignorando também os pedidos de acesso a estatísticas de sinistralidade rodoviária e processos judiciais envolvendo seguradoras.
DIAP de Aveiro, com processo enviado sobre as Caves S. Domingos e a promoção abusiva de álcool no desporto — silêncio absoluto.
📌 Todos estes organismos são ocupados por nomeação política. Não investigam, não respondem, não resolvem. Esperam que o tempo varra as mortes para debaixo do tapete.

🗂 Esta omissão sistemática constitui negligência institucional com possível relevância penal e constitucional, à luz dos artigos 2.º, 13.º e 66.º da Constituição da República Portuguesa.

⚠️ Mas a verdade não será silenciada.
📣 Mas não esqueceremos. E continuaremos a expor — imagem a imagem, placa a placa, cadáver a cadáver.

Esta denúncia será enviada à Procuradoria-Geral da República, e continuará a ser exposta nas redes sociais e nos canais adequados.
Porque quando o Estado falha, a cidadania tem de resistir.

🔗 Petição: https://chng.it/PSRF6FZ52Z
🔗 Fios no X: https://x.com/EstradasAnadia
✉️ Contacto: sepolv@proton.me

                                                           ⚠️

 📝 A petição Estradas Seguras e Mobilidade Sustentável em Anadia continua a crescer.
Já estamos no X a expor o silêncio institucional com provas e documentos.
Assina. Partilha. Participa.
📎 Petição: https://www.change.org/seguranca-rodoviaria-anadia
🚴‍♂️ X: @EstradasSegurasPT

11junho 2025, 📢 Feira do Vinho, da Cerveja – e as Estradas da Vergonha

17Julho 2025, 

🕯️ Em memória de José Gomes Simões Ferraz — mais uma vida ceifada na Estrada Nacional 1
No dia 16-07-2025, José Gomes Simões Ferraz perdeu a vida na N1, zona da Malaposta, concelho de Anadia.
Atravessava a estrada com a bicicleta quando foi violentamente atropelado.
Limite de velocidade? 50 km/h.
Velocidade real? Mais de 100 km/h, segundo testemunhos.

Foi mais do que um atropelamento.
Foi mais um assassinato silencioso — como tantos outros — numa estrada onde a vida não vale nada, onde os excessos são regra e a fiscalização é ficção.

Nenhuma entidade local reagiu. Nenhuma autoridade explicou. Nenhum autarca prestou contas.
A GNR esteve presente, mas o problema da velocidade, da reincidência e da ausência de medidas estruturais continua intocado.

José Gomes Simões Ferraz era um cidadão, um vizinho, um ser humano.
Mas neste país, quem morre na berma — ou sobre duas rodas — é enterrado com silêncio e esquecimento.

Esta petição por estradas seguras e mobilidade digna em Anadia nasceu para evitar exatamente isto.
Mas os nossos apelos foram ignorados por todos os níveis de poder:
– Câmara Municipal de Anadia
– ANSR
– Ministério da Administração Interna
– Governo PSD

Todas receberam esta petição. Nenhuma respondeu com ações.
A única coisa que continua a acontecer são mortes.

 Pedimos a todos que partilhem.
Pedimos que assinem.
Pedimos que exijam responsabilidade pública.

Porque o Sr. Simões merecia viver.
E amanhã poderá ser o vosso pai, o vosso irmão, o vosso nome.

✍️ Assine: https://chng.it/dwNdNHGXqf
📨 Denunciamos. Documentamos. Resistimos.

#JustiçaParaSimões #Anadia #EstradasSeguras #MobilidadeHumana #SinistralidadeRodoviária

 📌 Manual_Sobrevivencia_Civica_PT.pdf


                                                            **

23/07/2025,

     🚨 Atualização – Participação Ignorada pela Câmara da Mealhada 🚨
No seguimento da nossa participação enviada à ANSR, à Infraestruturas de Portugal (IP) e à Câmara Municipal da Mealhada, relativa ao ataque a um ciclista ocorrido a 21 de julho de 2025, na estrada N234 (zona do Luso), recebemos finalmente resposta da Câmara.

Mas a resposta não responde.
Ignora por completo os factos relatados, não menciona o vídeo, a matrícula da viatura (38-10-ZX), a hora (18h21), o local (frente à empresa TechnicDoor), nem a nossa solicitação muito concreta:
👉 Que a estrada N234 seja sinalizada como via partilhada com ciclistas e que o limite de velocidade seja reduzido para 50 km/h, dada a perigosidade da zona.

Em vez disso, a Câmara da Mealhada remete para a proteção de dados pessoais (?!), como desculpa para não agir perante um crime rodoviário testemunhado e documentado.

🔴 Relembramos:
A exposição não solicita tratamento de dados pessoais. O que está em causa é a proteção de vidas humanas. Quantos têm de morrer até que alguém se digne a agir?

📌 Esta participação e a resposta (ou falta dela) foram tornadas públicas na nossa página no X:
➡️ https://x.com/EstradasAnadia

🚲 O vídeo do episódio está também disponível, de forma segura, através do link Proton Drive para autoridades e cidadãos que o queiram ver com seriedade. https://drive.proton.me/urls/03WSKDTRH8#AjXSjo9G1jod

❗ Conclusão:
Quando uma Câmara se recusa a agir mesmo com provas em vídeo de tentativa de homicídio rodoviário, está a naturalizar a violência e a tornar-se cúmplice do perigo.

Esta petição não é um pedido simpático.
É um grito coletivo contra a impunidade nas estradas e o silêncio institucional.

Se não acordarmos agora, acordaremos com sangue no asfalto.

                                                            **

🟥 Promoção de álcool em provas de ciclismo: a ignomínia institucional
No dia 5 de junho de 2025, durante o final do Grande Prémio Abimota em Anadia, foi publicada no Jornal da Bairrada uma fotografia que deveria celebrar o desportista vencedor e o ciclismo — mas que o reduziu a fantoche publicitário de uma marca de vinho. O rótulo da garrafa das Caves São Domingos foi estrategicamente colocado em primeiro plano, transformando uma vitória atlética num outdoor de álcool. Esta imagem não só viola a Lei n.º 32/2016 (publicidade a bebidas alcoólicas em eventos desportivos), como constitui uma humilhação pública do atleta (Art. 162.º do Código Penal). A denúncia já foi entregue ao Ministério Público e à Procuradoria-Geral da República, mas como habitual… silêncio.

📌 O tweet fixado com esta denúncia encontra-se em:
🔗 https://x.com/EstradasAnadia/status/1934274429632024595

 

🚴 Segurança Rodoviária em Anadia:      

Factos, Contradições e Urgência de Mudança
Esta petição tem como objetivo pressionar a Câmara Municipal de Anadia a adotar medidas concretas para melhorar a segurança rodoviária. O concelho promove-se como um destino para o ciclismo, mas a realidade das suas infraestruturas conta outra história.

📌 O que está em jogo?
Ciclistas enfrentam riscos diários devido à falta de ciclovias seguras e vias partilhadas adequadas.
Passeios estreitos, irregulares e mal projetados obrigam crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida a caminhar na faixa de rodagem.
Excesso de velocidade e infrações rodoviárias são comuns, sem fiscalização eficaz por parte da GNR.
As autoridades ignoram propostas concretas, mantendo um discurso promocional vazio sobre segurança rodoviária.
🚧 A Hipocrisia das Entidades Públicas
A Câmara de Anadia e a GNR aparecem associadas a campanhas institucionais da ANSR, mas falham em traduzir esse compromisso em ações locais. Um exemplo gritante foi a remoção rápida de pequenos autocolantes com o QR Code desta petição, que haviam sido colocados junto a paragens de autocarro frequentadas por estudantes. Enquanto promovem uma imagem de segurança rodoviária, qualquer iniciativa independente que exija mudanças reais é prontamente censurada.

📢 Apoio e Crescimento da Petição
Esta petição já conta com 224 assinaturas no primeiro livro físico, 53 no segundo, 19 no iPetitions, 29 no Change.org e 105 no terceiro livro. Além disso, já acumulou mais de 3216 visualizações e tem sido partilhada por 67 ações e 4 promotores. Estes números demonstram um crescente apoio da população e reforçam a necessidade de mudanças urgentes. Cada assinatura e partilha fazem a diferença!

🔎 O Que Exigimos?
1️⃣ Infraestruturas seguras e acessíveis: ciclovias, passeios adequados e zonas partilhadas que protejam todos os utilizadores da via pública.

 2️⃣ Redução efetiva da velocidade em áreas urbanas e implementação de sinalização que proíba ultrapassagens perigosas a ciclistas.

3️⃣ Reestruturação do trânsito pesado, afastando camiões das zonas residenciais e escolares.

4️⃣ Campanhas reais de sensibilização e fiscalização rigorosa, para que a legislação de segurança rodoviária seja cumprida.

5️⃣ Atualização dos outdoors da Câmara Municipal, incluindo mensagens educativas sobre respeito aos ciclistas e limites de velocidade.

⏳ Por que agir agora?
O silêncio das autoridades locais reflete uma postura negligente e perigosa. Enquanto a Presidência da República reconheceu a importância da causa e encaminhou as propostas para a edilidade, a resposta da Câmara continua a ser a inação.

Divulgação de E-mails e Documentação de Interesse Público,

Para garantir total transparência nesta iniciativa, irei divulgar e-mails enviados e respostas recebidas ao longo deste processo. Isso permitirá que todos acompanhem o progresso da petição, bem como as dificuldades e obstáculos encontrados. A informação será disponibilizada de forma acessível para que qualquer cidadão possa avaliar o comprometimento (ou falta dele) das entidades envolvidas.

A mobilidade segura não pode ser apenas um conceito publicitário. É um direito básico dos cidadãos. Assine e partilhe esta petição para exigir um compromisso real com a segurança rodoviária em Anadia.

Obrigado pelo seu apoio!

Propostas de segurança e mobilidade: https://cutt.ly/Re86jhcu

Propostas para homologação de sinalética: https://cutt.ly/Ze86khPT

Notas de Apoio:

# Reflexão após a publicação no Jornal de Anadia 

#  Da Presidência da República 19-12-2024:  https://cutt.ly/Ee86xZQw

# of. 7262-resposta Administração Interna-proteção civil 21-11-2024

É com grande orgulho que partilhamos a nota de solidariedade da Climáximo, uma organização comprometida com a luta por sistemas de mobilidade seguros, justos e sustentáveis.

# Apoio do Climáximo: https://cutt.ly/Le86s5Hc

# Governo Reconhece Emergência em Anadia, mas Câmara Mantém Silêncio Mortal -  Hoje, recebemos uma resposta formal do Gabinete do Primeiro-Ministro (Of. 1145/2025) ao nosso apelo por estradas seguras. O Governo reconhece a gravidade da crise de segurança rodoviária em Anadia, mas a Câmara Municipal continua surda, cega e muda.

 # 4-04-205  Resposta do Gabinete do Primeiro-Ministro (2/04/2025) 

Nota de Agradecimento – Apoio à Petição Física

# Nota Pública — Prova de Ciclismo de Estrada Masters em Anadia 

Atualização:

Temos o prazer de anunciar que a página NaBicicleta, conhecida pelo seu compromisso com a mobilidade sustentável e a segurança rodoviária, partilhou recentemente o nosso e-mail e destacou a nossa iniciativa no artigo "Estradas Seguras para Todas as Pessoas".

Agradecemos imenso à equipa do Na Bicicleta por ajudar a dar voz a esta luta, e convidamos todos a visitar a publicação e a continuar a partilhar a petição. Juntos, podemos fazer a diferença!

Reflexões:

11-Junho de 2025, 🚸 Crianças em bicicleta — quando o passeio exige escolta motorizada

🚴‍♂️ Reflexões da Berma, segue o  Fio |   Reflexões da Berma – especial "Desafio Revolucionário" Porque pedalar em Portugal é mais do que desporto — é um ato de resistência civil.  

Progresso da Iniciativa pela Segurança Rodoviária em Anadia:  https://cutt.ly/Ye86cR26

Reflexão para a Petição: A Apatia Institucional e a Luta pela Segurança Rodoviária: https://cutt.ly/ve4QzHNX

# Nota Crítica-Uma Reflexão Sobre os Impactos da Negligência Sistémica: https://cutt.ly/He6gnoMQ

# Doutoramento em mobilidade sustentável: https://cutt.ly/5e6VLf64

# Reflexão sobre a Inação Política na Sinistralidade Rodoviária em Portugal

# Caminhamos ou apenas damos voltas?

10. Divulgação de E-mails e Documentação de Interesse Público: 

               O que está por trás do terrorismo rodoviário
A sinistralidade rodoviária não é fruto do acaso. Existem fatores sistémicos que perpetuam esta realidade e que precisam de ser expostos:

# Nota de Protesto Contra o Silêncio da Câmara Municipal de Anadia:

e-mails: https://cutt.ly/ZrwmqTf6

Atualização: A Presidente da Câmara responde, mas ainda sem soluções concretas:​  Pasta-Emails 

Pedimos à ANSR dados sobre acidentes rodoviários em Anadia. Silêncio total. O que não querem que saibamos? A segurança rodoviária é um direito de todos! https://cutt.ly/ye40Cbaf   e-mail: https://cutt.ly/ze41jm2y 

#Vergonha Administrativa: O Fraco Compromisso da ANSR com a Segurança Rodoviária 

# Emails enviados ao MP e Tribunal de Anadia: https://cutt.ly/Ore4af8G

 # 10-03-2025 - Email a MP e Tribunal de Anadia - URGENTE – Solicitação de Dados e Ação Judicial Sobre Segurança Rodoviária em Anadia Ref Petição 300+ Assinaturas.pdf  

# MANIFESTO: O QUE ALIMENTA O TERRORISMO RODOVIÁRIO EM PORTUGAL

# Anadia em Transição, Sarrabulho político: https://cutt.ly/0rrTEKj7

# Nota Atualizada: Urgência na Melhoria da Segurança Rodoviária e Ambiental em Anadia – Inação e Práticas Perigosas

# Nova Atualização – Pedido de Avaliação à Procuradoria-Geral da República: 

# Caves S. Domingos – Um Compromisso com o Ciclismo? Ou Apenas com a Imagem?

📢 Atualização — Resposta da ANSR (14/04/2025)

📎 Contradições na atuação da ANSR – A verdade dos factos

Estratégia e Exposição: Quem realmente deu xeque-mate?: https://cutt.ly/re86BQoI

# Reflexão Alargada: "Estradas Seguras em Anadia – A Luta Contra a Opacidade e o Lucro Sobre Vidas" 10-03-2025

# ANADIA NÃO PODE SER A CAPITAL DA IMPUNIDADE NO TRÂNSITO! https://cutt.ly/je7L7suR

# Abel Coentrão, LPP (créditos de)  8 breves notas sobre a morte de mais um ciclista em Portugal 

# Reflexão sobre o Impacto dos Camiões Articulados com Atrelado. Um Perigo Diário nas Estradas: https://cutt.ly/2e6hXQTR

# Ficção ou Realidade? : https://cutt.ly/0e6WjlXc 

# Vigilância e Inação, Nota: os links neste texto de momento não se encontram disponíveis:  https://cutt.ly/me6Wxmmn

# Justiça ou Impunidade? 

11 Falta de fiscalização:

# A insegurança rodoviária em Anadia continua fora de controlo - https://cutt.ly/oe7IYvSS

# Exposição sobre perigos das ultrapassagens a ciclistas na EN334.pdf

As imagens: Pasta com os prints

# 2-Exposição sobre perigos das ultrapassagens a ciclistas na EN334

Atualização – Floriano Mendes, brutalmente derrubado na estrada e deixado para trás: 

Floriano Mendes

# Corridas na Avenida Eng. Cancela de Abreu (N235), em Anadia – 13 de março de 2025, às 12:19:22​   imagens: 

# As tampas degradadas tornaram-se um símbolo do desleixo da autarquia. Pequena Vitoria.  Ultrapassagem a menos de meio metro, viatura da empresa Lumarca Hyundai BA78SV

# Segurança Rodoviária: Quando a Vida Vale Menos que um Jacarandá

  ATUALIZAÇÃO: Compromisso da Lumarca com a Segurança Rodoviária

# Estradas Intransitáveis – Lama e Pedras na M608-1, Um Perigo Ignorado!

O trabalho está longe de terminar.

Publicação contínua de atualizações:

O diário de bordo será constantemente atualizado com novas informações, reflexões e ações.

 

 

avatar of the starter
João MartinsCriador do abaixo-assinadoSou um cidadão comprometido com a segurança rodoviária Como ciclista, vivi de perto os riscos diários nas estradas devido à falta de infraestruturas e à negligência das autoridades. Esta petição expõe o "terrorismo rodoviário" que enfrentamos diariamente.

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O problema

                                🚧 Atualização – 22/01/2026

No dia 22 de janeiro de 2026 foi enviado ao Primeiro-Ministro um pedido formal para a criação de um mecanismo preventivo e rastreável de segurança rodoviária, com aplicação inicial à EN N234 (Mealhada/Luso/Sula) e EN 335 (Anadia).

O Portal do Governo confirmou a receção e o reencaminhamento da mensagem para as entidades competentes.

O pedido propõe:

articulação obrigatória entre MAI, IP, ANSR, IMT, GNR/PSP e Câmaras;
prazos de resposta e de intervenção;
designação de responsáveis;
registo público e auditoria das ações.
O objetivo é simples: garantir que uma denúncia de risco gera ação verificável no terreno, em vez de circular em silêncio entre entidades.

                                🚧 Atualização — Dezembro 2025

A partir desta data, esta petição deixa de funcionar como repositório de comunicados extensos e números de processos.
O essencial mantém-se: prevenção, responsabilidade e proteção de utilizadores vulneráveis — pessoas a pé, ciclistas, crianças, jovens, mamãs com carrinhos de bebé, pessoas com mobilidade reduzida e velhos.

O voto nesta quadra é simples: que o sistema volte a lembrar-se de que as pessoas são pessoas, não estatísticas nem “perceções individuais”.

O trabalho prossegue com método e persistência — e a documentação técnica continuará organizada em arquivo próprio, para que nada se perca e nada seja distorcido.

Entretanto, informo que o livro está concluído:
“Viva a Revolução — A Jornada da Perceção”
Ensaios sobre perceção, consciência e estradas.

Obrigado a quem acompanhou, assinou e partilhou.
A persistência é lenta — mas é assim que o silêncio deixa de ser invisível.

 

                           🚨 Atualização – 14 Novembro 2025 

    SINOPSE — VIVA A REVOLUÇÃO: A JORNADA DA PERCEPÇÃO

“Viva a Revolução — A Jornada da Percepção” é uma obra de não-ficção narrativa que expõe, com clareza documental e voz singular  inconfundível, a relação entre o cidadão português e as instituições que o deveriam proteger. A estrada — lugar físico, psicológico e simbólico — torna-se aqui o palco onde se revela a verdadeira anatomia do país.

O livro nasce de uma experiência real: um atropelamento, um hospital que hesita, entidades que não respondem, a denúncia que se perde em departamentos, e um silêncio administrativo tão sólido que se transforma em adversário. A partir desse ponto, o autor constrói não um desabafo, mas um método de leitura do sistema: como observar, como registar, como intervir e como sobreviver dentro de uma burocracia que, demasiadas vezes, se protege a si própria.

Ao longo da narrativa, episódios vividos na berma do asfalto alternam com análises técnicas, reflexão filosófica e crítica sociopolítica. O autor desmonta, sem dramatismos e sem concessões, os padrões que sustentam a cultura de impunidade rodoviária: ultrapassagens ilegais normalizadas, falhas sistemáticas de sinalização, decisões que nunca chegam, grelhas assassinas, relatórios que contradizem o corpo e uma máquina institucional que, perante o vivo, frequentemente prefere a inércia.

Mas este não é apenas um livro sobre estradas.
É um livro sobre percepção — aquilo que se vê, aquilo que se sente e aquilo que a sociedade desaprendeu a reconhecer. Aqui, a percepção é músculo moral, bússola evolutiva e ferramenta de resistência cívica. É ela que transforma o “cidadão comum” num agente estratégico; é ela que revela como a sobrevivência depende tanto do instinto individual como da ética pública.

Filosofia prática, humor subtil, lucidez cortante e humanismo formam o esqueleto desta obra. A jornada pessoal apresenta-se como espelho nacional: um país onde a estrada revela o Estado, onde a omissão pesa mais do que a responsabilidade, e onde a consciência — individual e coletiva — permanece a ferramenta mais revolucionária de todas.

“Viva a Revolução — A Jornada da Percepção” é, acima de tudo, um testemunho transformado em método. Um mapa de leitura de Portugal feito a partir da berma da estrada. Uma obra que convida cada leitor a abrir os olhos para ver o que sempre esteve à vista — e a descobrir que a revolução começa quando alguém se recusa a baixar a cabeça.

                              🚨 Atualização – 10 Novembro 2025        

Quando se diz “Servimos as Pessoas Primeiro”, mas se Ignora Vidas na Estrada

No dia 29 Outubro 2025, a então Presidente da Câmara Municipal de Anadia, Maria Teresa Belém C. Cardoso,  publicou uma mensagem de despedida onde afirma ter colocado “as pessoas em primeiro lugar”, ter atuado “com transparência” e “com total dedicação ao bem comum”.

Contudo, durante mais de um ano:
-  Ignorou a Petição Pública por Estradas Seguras, já do conhecimento da Câmara Municipal e posteriormente remetida para a autarquia pela Casa Civil da Presidência da República. Não apresentou resposta, nem justificou a ausência de resposta.

- Não respondeu a qualquer um dos pedidos formais de intervenção sobre pontos de risco grave no concelho (Vilarinho, N1, N334, N333-1, N235, vias urbanas sem passadeiras seguras, excessos de velocidades).

- Não se pronunciou perante participações de ultrapassagens perigosas envolvendo menores, idosos e ciclistas recreativos locais.

- Não tomou qualquer medida corretiva após comunicações à ANSR, Infraestruturas de Portugal, Ministério Público e GNR.

A comunicação pública da autarquia e a realidade sentida na estrada não coincidem.

As palavras foram públicas.
As vidas continuam expostas.
E o silêncio também é uma decisão.
As estradas não têm cor política.
Só têm consequência.
E a consequência, essa, um dia bate à porta.          

                           🚨 Atualização – 11 Outubro 2025 

O movimento Estradas Seguras regista, nos últimos dias, tentativas de assédio digital e provocações dirigidas à iniciativa e aos seus apoiantes.
Todos os factos foram documentados, autenticados digitalmente e comunicados às autoridades competentes.

A petição mantém o seu caráter apartidário e cívico.
A segurança rodoviária continua ausente da agenda política de todos os partidos, e em Anadia nem os presidentes de junta — pagos com dinheiro público — se dignaram responder.
Trabalham em regime de part-time, mas recebem por inteiro.
E entre caciques locais, funcionários municipais e serviços dependentes, repete-se sempre o mesmo ciclo: o mesmo poder, as mesmas caras, apenas com nova roupagem.

Ignorar essa realidade seria trair a própria verdade.
Por isso, Estradas Seguras não se cala nem se curva.
A segurança rodoviária é um direito humano, não um favor político.
Num país onde a impunidade continua a matar, o silêncio das instituições é parte do problema.

Estradas Seguras é e continuará a ser um espaço de verdade, integridade e compromisso com a vida.
As estradas pertencem a todos; o silêncio, a ninguém.

🕊️ Nota final:
O trabalho desenvolvido nas plataformas digitais, em especial no X, tem permitido ampliar o alcance da petição Estradas Seguras, divulgar denúncias verificadas e expor o silêncio institucional perante situações concretas de perigo nas estradas.
Cada publicação é tratada como registo cívico, acompanhado de documentação e autenticação digital, contribuindo para um arquivo público de verdade e memória.

                              🚨 Atualização – 18 Setembro 2025    

Estradas Seguras & Segurança Digital

1. Resumo factual
Desde o início da petição que temos combinado provas de risco rodoviário com denúncias sobre falhas e práticas de vigilância digital associadas a serviços essenciais. Quando, na fase inicial (iPetition), fomos aprofundando a explicação sobre o funcionamento do que designámos por “terrorismo rodoviário” e, paralelamente, questionámos as permissões e empresas embebidas na aplicação do Novo Banco (NB), a plataforma da petição sofreu um ataque informático.
Atualmente, a pessoa promotora desta iniciativa está a ser alvo de vigilância presencial e de campanhas orquestradas nas redes sociais, demonstrando que a medida do risco deixou de ser apenas física: também é digital e reputacional.

2. Quem subscreve e porque isto importa
A petição conta com assinaturas e apoios de professores, advogados, médicos, engenheiros, comerciantes, empresários, estudantes e cidadãos anónimos — um espectro alargado de profissionais e cidadãos que confirma que esta é uma questão transversal e de interesse público.
A proteção das pessoas e da liberdade de expressão na rua e no espaço digital é condição necessária para a democracia funcionar. O que aqui se confronta não é uma disputa pessoal: é uma questão de segurança cívica.

3. Factos essenciais (documentados)
Ataque ao servidor iPetition após publicação de artigos explicativos sobre o fenómeno do terrorismo rodoviário e menção da app do NB.
Prints e logs que mostram alterações de permissões da app do NB; ficheiros originais preservados e autenticados por hashes SHA-256.
Registos de comunicações enviadas a: Presidência da República (encaminhamento para MAI), CNPD, Banco de Portugal, Procuradoria-Geral da República, OLAF e DECO.
Relatos de vigilância presencial (Monte Crasto e outros locais), incluindo observação de equipamentos (antenas) e presença de indivíduos não residentes locais. Fotografias e hashes guardados.
Campanhas de desacreditação nas redes sociais: interações automáticas e contas coordenadas (bots) que visam diminuir a confiança pública na petição; algumas dessas contas apresentam-se como perfis de mulheres que afirmam prestar serviço público, mas a análise de padrões indica coordenação automatizada.
Nota: todos os ficheiros originais estão armazenados em local seguro e encriptado.

4. Investigação independente e célere das alterações de permissões e das práticas da app do NB
Foram apresentadas provas ao Banco de Portugal, que respondeu afirmando não lhe competir averiguar. A CNPD, por sua vez, nunca deu resposta. O Grupo Parlamentar do PCP informou que iria encaminhar para os deputados.
Neste quadro, resta a preocupação: as chamadas “comissões independentes” que a CNPD costuma mobilizar incluem frequentemente engenheiros e consultores ligados a seguradoras, bancos, multinacionais tecnológicas e empresas do setor. Como pode falar-se em independência quando os avaliadores têm interesses diretos no mesmo ramo?
Se o BdP se declara incompetente e a CNPD se refugia em comissões externas, então perguntamos de forma clara: o SIS e a PJ, que dispõem de especialistas em cibersegurança e análise forense, não têm competências para auditar estas práticas? Porque não foram chamados?
A segurança digital de milhões de cidadãos não pode depender de pareceres de consultores ligados às mesmas entidades que estão em causa.

5. O problema em causa
A resposta das instituições é o silêncio ou o encaminhamento burocrático. Entretanto, a própria aplicação bancária em questão assume textualmente que terá acesso total ao dispositivo móvel. Isto significa que qualquer cidadão — desde um reformado até um magistrado, um advogado ou um jornalista — pode ser sujeito a vigilância intrusiva através de um canal bancário essencial.
Quem controla o dinheiro e os dados controla o país. O risco deixou de ser apenas rodoviário: é também democrático.

6. Proteção e anonimato das provas e dos denunciantes
No início, solicitei à CNPD que garantisse o anonimato das denúncias apresentadas. Esse direito, porém, foi esvaziado após o ataque à plataforma iPetition onde a petição estava inicialmente alojada. A partir desse momento, compreendi que a exposição era inevitável e assumi publicamente a autoria e continuidade desta iniciativa, mantendo a pressão através de atualizações constantes.
Tornei-me, assim, um alvo direto. Desde então, as instituições não demonstraram preocupação com a minha segurança nem com a salvaguarda das provas entregues. Este vazio de proteção institucional não é apenas uma fragilidade individual: é um sinal de que qualquer cidadão que denuncie práticas abusivas pode ficar desprotegido e exposto a retaliações.

7. Garantias legais
Que nenhum cidadão — incluindo ativistas, jornalistas, advogados ou magistrados — seja sujeito a vigilância indiscriminada sem mandado judicial e fundamentação legal.

A opacidade no tratamento das denúncias e o frequente arquivamento sem justificação fundamentada alimentam um problema estrutural de confiança. Quando pedidos de informação sobre processos pendentes ficam sem resposta e quando investigações relativas a infrações rodoviárias graves são arquivadas sem exposição clara das razões, instala-se uma sensação legítima de impunidade.

Exigimos que a Procuradoria-Geral da República e os magistrados responsáveis clarifiquem, de forma pública e documental, os critérios utilizados para arquivar processos relacionados com sinistralidade rodoviária e denúncias de vigilância indevida; que prestem contas do estado dos inquéritos remissos; e que garantam mecanismos de supervisão independente que permitam aos cidadãos acompanhar o percurso processual das suas denúncias.

8. Chamamento à ação
Esta petição não é sobre uma pessoa, mas sobre todos nós. Foi criada em Anadia, mas tem já a assinatura de professores, médicos, engenheiros, advogados, comerciantes, empresários e estudantes de todo o país. Cada nome acrescentado mostra que a segurança rodoviária e digital não é um interesse individual, mas um direito coletivo.

Sabemos que o medo é usado como arma para travar a participação cívica. Mas a verdade é simples: quanto mais vozes se juntarem, menor é o risco individual e maior a força coletiva.

Pedimos, por isso:

a quem ainda não assinou, que assine e partilhe;
a jornalistas e ONG’s de direitos digitais, que exijam transparência e auditorias independentes;
a signatários com formação técnica e jurídica, que colaborem com pareceres voluntários.
O silêncio e a desistência só servem quem beneficia com o estado atual. A assinatura de cada cidadão é um escudo contra a impunidade.

9. Anexos e documentação
Todas as provas relevantes foram já entregues às entidades competentes (CNPD, Banco de Portugal, Presidência da República, Procuradoria-Geral da República, OLAF). Cabe a essas entidades pronunciar-se sobre o que receberam e as medidas que adotaram.
Por razões de segurança, não são aqui publicados os anexos nem as provas originais — estão preservados, autenticados e disponíveis para avaliação em sede própria, caso seja necessário.

 

                         🚨 Atualização – 2 Setembro 2025    

— Segurança Rodoviária e Direitos Digitais
A nossa causa é salvar vidas na estrada. Para isso, precisamos de confiança cívica: denúncias seguras, dados públicos e fiscalização séria.
Alertamos para modelos de “segurança digital” que impõem a análise de aplicações instaladas no telemóvel do utilizador como condição de acesso a serviços. Consideramos esta prática desproporcionada e desalinhada com o princípio da minimização de dados.
Enquanto se pede cada vez mais ao cidadão, faltam medidas efetivas na via: linhas contínuas onde a visibilidade é nula, bandas sonoras antes de passadeiras, controlo automático de velocidade em troços críticos, campanhas sobre a distância lateral na ultrapassagem a velocípedes, e publicação regular de estatísticas locais.
A nossa posição é simples: mais prevenção e transparência na estrada; menos intrusão no dispositivo do cidadão.
Pedimos aos decisores que garantam canais de autenticação alternativos nos serviços essenciais, canais de denúncia protegidos, e dados abertos de sinistralidade para que a população e as autoridades atuem lado a lado.
Segurança rodoviária é uma responsabilidade coletiva. Exigimos políticas que salvam vidas — não apenas políticas que recolhem dados.                                     

                                🚨 Atualização – 20 Agosto 2025

Storybuggies.pt e a pedagogia da omissão
Mesmo após envio formal de participação a 14 de Agosto, a empresa Storybuggies.pt optou pelo silêncio absoluto: nem respondeu, nem acusou receção, nem sequer assinou o recibo. Este comportamento replica o padrão já verificado em diversas entidades públicas, incluindo a Câmara Municipal de Anadia — um silêncio cúmplice que procura transformar denúncias concretas em inexistência administrativa. Mas o silêncio não apaga factos: os veículos circulam, os riscos são reais e documentados, e a omissão não exime responsabilidades. Quem não responde, quem não acusa receção, não demonstra inocência; demonstra má-fé e desrespeito pela segurança rodoviária e pela vida humana.

                                                                  ~~

Atualização – Resposta da Câmara Municipal de Cantanhede
Recebemos resposta da Câmara de Cantanhede relativamente à denúncia do caso ocorrido em Leitões (N234).
A autarquia limitou-se a pedir os meus contactos pessoais, mas não respondeu sobre:

A ultrapassagem tangente em traço contínuo (tentativa de homicídio rodoviário).
As grelhas de águas pluviais em desconformidade, verdadeiras ratoeiras para ciclistas.
Além das grelhas de águas pluviais em desconformidade, os lancis elevados dos passeios constituem uma armadilha objetiva para ciclistas.
Em situações de aperto lateral (ultrapassagem tangente ou condução hostil), o ciclista é encurralado contra o lancil, sem rota de escape, aumentando exponencialmente o risco de queda e esmagamento.
Este problema não é abstrato: já fui alvo dessa situação no mesmo local (Vilarinho, N334), num episódio de perseguição rodoviária que poderia ter resultado em homicídio.
A combinação de lancis altos, grelhas perigosas e ultrapassagens ilegais cria um cenário de risco letal por omissão das entidades gestoras.

 
Deixamos claro: não aceitamos que estas situações sejam tratadas como meras infrações administrativas.
Estamos a falar de crimes de perigo comum e de falhas graves na infraestrutura rodoviária.

A Câmara é responsável direta pela segurança da via. A sua omissão poderá ser enquadrada como negligência grave com consequências criminais.

Enquanto isso, a Infraestruturas de Portugal confirmou já a receção da participação, e a Câmara de Anadia mantém-se em silêncio absoluto relativamente a duas ocorrências ainda mais graves, também já comunicadas.

Em nome da segurança rodoviária e da prevenção de novos acidentes, exigimos atuação imediata.

                                 

                                     🚨 Atualização – 19 Agosto 2025

🚨 ANSR, IP e PGR: Documentos, Contradições e Três Novos Casos de Terrorismo Rodoviário em Anadia

Conteúdo:

No seguimento da participação apresentada a 21 de julho de 2025 (Luso), recebemos resposta da ANSR, onde, mais uma vez, a entidade se limitou a reencaminhar a denúncia para terceiros — assumindo na prática o papel de mero “balcão de correios”.

Paralelamente, recordamos que a Infraestruturas de Portugal (IP) possui uma Política de Segurança Rodoviária (em anexo) onde se compromete a prevenir acidentes, corrigir infraestruturas perigosas e garantir a segurança dos utilizadores da rede viária. Contudo, na realidade:

continuam a existir vias sem sinalização horizontal;
infrações graves permanecem sem atuação direta da IP;
a própria ANSR confirma omissões, mas remete responsabilidades.
Ainda mais grave: a Procuradoria-Geral da República (PGR) permanece em silêncio, apesar de ter recebido todos os elementos que demonstram risco objetivo para a vida humana.

📍 No dia 17 de agosto de 2025, registaram-se três novas tentativas de homicídio rodoviário em Anadia (duas) e Leitões — Cantanhede (uma). Estes episódios, documentados em detalhe com imagens, provam que não se trata de casos isolados, mas sim de um padrão de omissão institucional que alimenta a impunidade.

👉 Esta petição não é apenas sobre estradas em Anadia: é sobre a credibilidade do Estado português.
Não basta ter “políticas de segurança” em PDF — é preciso cumprir na prática.

                                  🚨 Atualização – 14 Agosto 2025

13-08-2025, Resposta da Infraestruturas de Portugal à denúncia sobre a N234 (Luso) – e as contradições com a Visão Zero 2030
No dia 13-08-2025, a Infraestruturas de Portugal (IP) respondeu à participação formal que apresentámos sobre a perigosidade da N234 (Luso). Esta via, que é de responsabilidade direta da IP, combina tráfego intenso, velocidades elevadas e ausência de medidas preventivas para proteger ciclistas e outros utilizadores vulneráveis.

A resposta da IP encontra-se disponível neste link: PDF – Resposta da IP.
A nossa contra-resposta, enviada no mesmo dia, pode ser lida aqui: PDF – Resposta do Promotor da Petição.

O que a IP disse – e o que isso significa na prática
A IP invoca que a partilha da via por diferentes utilizadores já está “regulamentada” e que a N234 cumpre a legislação em vigor. No entanto, o facto de algo estar “regulamentado” não implica que esteja salvaguardado na prática.
A regulamentação nacional prevê a partilha da via, mas a inexistência de sinalização preventiva e de medidas dissuasoras numa estrada com histórico de tráfego intenso e velocidades elevadas agrava objetivamente o risco, sobretudo num país onde a ausência de bom senso e de fiscalização eficaz se traduz diariamente em mortes e feridos graves.

A contradição com a Visão Zero 2030
A Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), entidade com a qual a IP colabora, assume no seu plano estratégico a Visão Zero 2030, que tem como objetivo “zero mortes e feridos graves” até 2030.
Manter estradas como a N234 sem medidas de acalmia de tráfego, sem sinalização clara e sem infraestruturas de proteção para ciclistas e pessoas a pé não é compatível com esse objetivo.
Se o compromisso é genuíno, estas contradições precisam de ser corrigidas – não justificadas com frases feitas.

O silêncio do Ministério Público
A nossa resposta foi igualmente enviada à Procuradoria-Geral da República (PGR), para que houvesse conhecimento oficial das falhas de segurança relatadas. Até à data, não houve qualquer resposta.
O registo público desta comunicação garante que, caso a sinistralidade continue, ficará documentado que as autoridades competentes foram formalmente notificadas.

📎 Anexos e registos públicos,

Pasta com [ Resposta da IP – PDF e Resposta do Promotor da Petição – PDF ]  Publicação no X sobre o assunto

                                                         **

Como se cometem crimes rodoviários em Portugal — e ninguém investiga.
No seguimento das participações formais enviadas às autoridades competentes, vimos tornar público mais um capítulo do que só pode ser descrito como negligência institucional deliberada.

Em julho e agosto de 2025, documentámos várias infrações gravíssimas no concelho de Anadia — ultrapassagens à queima-roupa, curva cega com lomba e traço contínuo, veículos em velocidade excessiva dentro do perímetro urbano, matrículas ocultas e risco de colisão frontal iminente.

As situações foram reportadas com:

Identificação dos veículos e respetivas matrículas;
Imagens e vídeos com data, hora e localização;
Sinais manuais ignorados por condutores;
Descrição factual dos riscos e enquadramento legal.
📁 Toda a documentação encontra-se disponível nesta pasta segura:
🔗 Dossier_ANSR_IP_PGR_Anadia_Infrações_Graves_2025

📬 Respostas (ou a ausência delas)
ANSR: No caso do veículo tipo buggy sem matrícula visível e em velocidade perigosa (18/07/2025, zona urbana de Anadia), foi enviada imagem clara do condutor e vídeo da infração.
➤ Resposta da ANSR: “Não foi possível identificar a matrícula”.
❗ Ignoram o condutor visível. Ignoram o risco. Ignoram o dever de agir.
IP (Infraestruturas de Portugal): Respondeu a uma denúncia séria com um e-mail automático a sugerir que usemos o formulário de "elogios e sugestões".
➤ O que está em causa é segurança rodoviária, não relações públicas.
📌 O que está em causa?
Esta omissão sistemática levanta dúvidas sérias sobre:

Cumprimento do Artigo 66.º da Constituição da República Portuguesa (Direito à segurança e mobilidade);
Violação do Artigo 34.º do Código da Estrada (Dever de prevenir e fiscalizar);
Eventual dolo institucional ou cumplicidade por omissão, no agravamento do risco rodoviário.

🪧 "Anadia Primeiro"?
Só se forem os tachos.
Enquanto as entidades ignoram os nossos alertas, surgem outdoors eleitorais nas rotundas de Anadia, com rostos sorridentes e promessas recicladas.
Os mesmos candidatos que saltaram de partido em partido — MIAP, PS, PSD — agora voltam a surgir como se nada fosse.
O vice-presidente da Câmara, que também ignorou os nossos e-mails, alinha com o novo slogan:

“Anadia Primeiro”.
Sim, claro:
📉 Primeiro nos acidentes ignorados.
🛑 Primeiro na omissão.
🚧 Últimos na segurança de quem vive e circula em Anadia.

A verdade é simples: as pessoas não contam. O que conta é o lugar, o poder, o cargo, a fotografia, o tacho.
Os partidos podem mudar — os vícios não.


🛑 Esta petição continua a ser ignorada por:
Câmara Municipal de Anadia, notificada com propostas técnicas desde 2024 — nunca respondeu.
ANSR, com provas em vídeo e relatórios detalhados — sem autos, sem ação.
Ministério das Infraestruturas, que remeteu os pedidos para silêncio administrativo.
Infraestruturas de Portugal, que responde com chavões e formulários sem consequência.
Partidos políticos com representação local e nacional, que se dizem “defensores do povo”, mas ignoram o povo quando este lhes aponta o sangue na estrada.
Tribunal de Anadia, com denúncias entregues e documentadas — não prestou qualquer esclarecimento, ignorando também os pedidos de acesso a estatísticas de sinistralidade rodoviária e processos judiciais envolvendo seguradoras.
DIAP de Aveiro, com processo enviado sobre as Caves S. Domingos e a promoção abusiva de álcool no desporto — silêncio absoluto.
📌 Todos estes organismos são ocupados por nomeação política. Não investigam, não respondem, não resolvem. Esperam que o tempo varra as mortes para debaixo do tapete.

🗂 Esta omissão sistemática constitui negligência institucional com possível relevância penal e constitucional, à luz dos artigos 2.º, 13.º e 66.º da Constituição da República Portuguesa.

⚠️ Mas a verdade não será silenciada.
📣 Mas não esqueceremos. E continuaremos a expor — imagem a imagem, placa a placa, cadáver a cadáver.

Esta denúncia será enviada à Procuradoria-Geral da República, e continuará a ser exposta nas redes sociais e nos canais adequados.
Porque quando o Estado falha, a cidadania tem de resistir.

🔗 Petição: https://chng.it/PSRF6FZ52Z
🔗 Fios no X: https://x.com/EstradasAnadia
✉️ Contacto: sepolv@proton.me

                                                           ⚠️

 📝 A petição Estradas Seguras e Mobilidade Sustentável em Anadia continua a crescer.
Já estamos no X a expor o silêncio institucional com provas e documentos.
Assina. Partilha. Participa.
📎 Petição: https://www.change.org/seguranca-rodoviaria-anadia
🚴‍♂️ X: @EstradasSegurasPT

11junho 2025, 📢 Feira do Vinho, da Cerveja – e as Estradas da Vergonha

17Julho 2025, 

🕯️ Em memória de José Gomes Simões Ferraz — mais uma vida ceifada na Estrada Nacional 1
No dia 16-07-2025, José Gomes Simões Ferraz perdeu a vida na N1, zona da Malaposta, concelho de Anadia.
Atravessava a estrada com a bicicleta quando foi violentamente atropelado.
Limite de velocidade? 50 km/h.
Velocidade real? Mais de 100 km/h, segundo testemunhos.

Foi mais do que um atropelamento.
Foi mais um assassinato silencioso — como tantos outros — numa estrada onde a vida não vale nada, onde os excessos são regra e a fiscalização é ficção.

Nenhuma entidade local reagiu. Nenhuma autoridade explicou. Nenhum autarca prestou contas.
A GNR esteve presente, mas o problema da velocidade, da reincidência e da ausência de medidas estruturais continua intocado.

José Gomes Simões Ferraz era um cidadão, um vizinho, um ser humano.
Mas neste país, quem morre na berma — ou sobre duas rodas — é enterrado com silêncio e esquecimento.

Esta petição por estradas seguras e mobilidade digna em Anadia nasceu para evitar exatamente isto.
Mas os nossos apelos foram ignorados por todos os níveis de poder:
– Câmara Municipal de Anadia
– ANSR
– Ministério da Administração Interna
– Governo PSD

Todas receberam esta petição. Nenhuma respondeu com ações.
A única coisa que continua a acontecer são mortes.

 Pedimos a todos que partilhem.
Pedimos que assinem.
Pedimos que exijam responsabilidade pública.

Porque o Sr. Simões merecia viver.
E amanhã poderá ser o vosso pai, o vosso irmão, o vosso nome.

✍️ Assine: https://chng.it/dwNdNHGXqf
📨 Denunciamos. Documentamos. Resistimos.

#JustiçaParaSimões #Anadia #EstradasSeguras #MobilidadeHumana #SinistralidadeRodoviária

 📌 Manual_Sobrevivencia_Civica_PT.pdf


                                                            **

23/07/2025,

     🚨 Atualização – Participação Ignorada pela Câmara da Mealhada 🚨
No seguimento da nossa participação enviada à ANSR, à Infraestruturas de Portugal (IP) e à Câmara Municipal da Mealhada, relativa ao ataque a um ciclista ocorrido a 21 de julho de 2025, na estrada N234 (zona do Luso), recebemos finalmente resposta da Câmara.

Mas a resposta não responde.
Ignora por completo os factos relatados, não menciona o vídeo, a matrícula da viatura (38-10-ZX), a hora (18h21), o local (frente à empresa TechnicDoor), nem a nossa solicitação muito concreta:
👉 Que a estrada N234 seja sinalizada como via partilhada com ciclistas e que o limite de velocidade seja reduzido para 50 km/h, dada a perigosidade da zona.

Em vez disso, a Câmara da Mealhada remete para a proteção de dados pessoais (?!), como desculpa para não agir perante um crime rodoviário testemunhado e documentado.

🔴 Relembramos:
A exposição não solicita tratamento de dados pessoais. O que está em causa é a proteção de vidas humanas. Quantos têm de morrer até que alguém se digne a agir?

📌 Esta participação e a resposta (ou falta dela) foram tornadas públicas na nossa página no X:
➡️ https://x.com/EstradasAnadia

🚲 O vídeo do episódio está também disponível, de forma segura, através do link Proton Drive para autoridades e cidadãos que o queiram ver com seriedade. https://drive.proton.me/urls/03WSKDTRH8#AjXSjo9G1jod

❗ Conclusão:
Quando uma Câmara se recusa a agir mesmo com provas em vídeo de tentativa de homicídio rodoviário, está a naturalizar a violência e a tornar-se cúmplice do perigo.

Esta petição não é um pedido simpático.
É um grito coletivo contra a impunidade nas estradas e o silêncio institucional.

Se não acordarmos agora, acordaremos com sangue no asfalto.

                                                            **

🟥 Promoção de álcool em provas de ciclismo: a ignomínia institucional
No dia 5 de junho de 2025, durante o final do Grande Prémio Abimota em Anadia, foi publicada no Jornal da Bairrada uma fotografia que deveria celebrar o desportista vencedor e o ciclismo — mas que o reduziu a fantoche publicitário de uma marca de vinho. O rótulo da garrafa das Caves São Domingos foi estrategicamente colocado em primeiro plano, transformando uma vitória atlética num outdoor de álcool. Esta imagem não só viola a Lei n.º 32/2016 (publicidade a bebidas alcoólicas em eventos desportivos), como constitui uma humilhação pública do atleta (Art. 162.º do Código Penal). A denúncia já foi entregue ao Ministério Público e à Procuradoria-Geral da República, mas como habitual… silêncio.

📌 O tweet fixado com esta denúncia encontra-se em:
🔗 https://x.com/EstradasAnadia/status/1934274429632024595

 

🚴 Segurança Rodoviária em Anadia:      

Factos, Contradições e Urgência de Mudança
Esta petição tem como objetivo pressionar a Câmara Municipal de Anadia a adotar medidas concretas para melhorar a segurança rodoviária. O concelho promove-se como um destino para o ciclismo, mas a realidade das suas infraestruturas conta outra história.

📌 O que está em jogo?
Ciclistas enfrentam riscos diários devido à falta de ciclovias seguras e vias partilhadas adequadas.
Passeios estreitos, irregulares e mal projetados obrigam crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida a caminhar na faixa de rodagem.
Excesso de velocidade e infrações rodoviárias são comuns, sem fiscalização eficaz por parte da GNR.
As autoridades ignoram propostas concretas, mantendo um discurso promocional vazio sobre segurança rodoviária.
🚧 A Hipocrisia das Entidades Públicas
A Câmara de Anadia e a GNR aparecem associadas a campanhas institucionais da ANSR, mas falham em traduzir esse compromisso em ações locais. Um exemplo gritante foi a remoção rápida de pequenos autocolantes com o QR Code desta petição, que haviam sido colocados junto a paragens de autocarro frequentadas por estudantes. Enquanto promovem uma imagem de segurança rodoviária, qualquer iniciativa independente que exija mudanças reais é prontamente censurada.

📢 Apoio e Crescimento da Petição
Esta petição já conta com 224 assinaturas no primeiro livro físico, 53 no segundo, 19 no iPetitions, 29 no Change.org e 105 no terceiro livro. Além disso, já acumulou mais de 3216 visualizações e tem sido partilhada por 67 ações e 4 promotores. Estes números demonstram um crescente apoio da população e reforçam a necessidade de mudanças urgentes. Cada assinatura e partilha fazem a diferença!

🔎 O Que Exigimos?
1️⃣ Infraestruturas seguras e acessíveis: ciclovias, passeios adequados e zonas partilhadas que protejam todos os utilizadores da via pública.

 2️⃣ Redução efetiva da velocidade em áreas urbanas e implementação de sinalização que proíba ultrapassagens perigosas a ciclistas.

3️⃣ Reestruturação do trânsito pesado, afastando camiões das zonas residenciais e escolares.

4️⃣ Campanhas reais de sensibilização e fiscalização rigorosa, para que a legislação de segurança rodoviária seja cumprida.

5️⃣ Atualização dos outdoors da Câmara Municipal, incluindo mensagens educativas sobre respeito aos ciclistas e limites de velocidade.

⏳ Por que agir agora?
O silêncio das autoridades locais reflete uma postura negligente e perigosa. Enquanto a Presidência da República reconheceu a importância da causa e encaminhou as propostas para a edilidade, a resposta da Câmara continua a ser a inação.

Divulgação de E-mails e Documentação de Interesse Público,

Para garantir total transparência nesta iniciativa, irei divulgar e-mails enviados e respostas recebidas ao longo deste processo. Isso permitirá que todos acompanhem o progresso da petição, bem como as dificuldades e obstáculos encontrados. A informação será disponibilizada de forma acessível para que qualquer cidadão possa avaliar o comprometimento (ou falta dele) das entidades envolvidas.

A mobilidade segura não pode ser apenas um conceito publicitário. É um direito básico dos cidadãos. Assine e partilhe esta petição para exigir um compromisso real com a segurança rodoviária em Anadia.

Obrigado pelo seu apoio!

Propostas de segurança e mobilidade: https://cutt.ly/Re86jhcu

Propostas para homologação de sinalética: https://cutt.ly/Ze86khPT

Notas de Apoio:

# Reflexão após a publicação no Jornal de Anadia 

#  Da Presidência da República 19-12-2024:  https://cutt.ly/Ee86xZQw

# of. 7262-resposta Administração Interna-proteção civil 21-11-2024

É com grande orgulho que partilhamos a nota de solidariedade da Climáximo, uma organização comprometida com a luta por sistemas de mobilidade seguros, justos e sustentáveis.

# Apoio do Climáximo: https://cutt.ly/Le86s5Hc

# Governo Reconhece Emergência em Anadia, mas Câmara Mantém Silêncio Mortal -  Hoje, recebemos uma resposta formal do Gabinete do Primeiro-Ministro (Of. 1145/2025) ao nosso apelo por estradas seguras. O Governo reconhece a gravidade da crise de segurança rodoviária em Anadia, mas a Câmara Municipal continua surda, cega e muda.

 # 4-04-205  Resposta do Gabinete do Primeiro-Ministro (2/04/2025) 

Nota de Agradecimento – Apoio à Petição Física

# Nota Pública — Prova de Ciclismo de Estrada Masters em Anadia 

Atualização:

Temos o prazer de anunciar que a página NaBicicleta, conhecida pelo seu compromisso com a mobilidade sustentável e a segurança rodoviária, partilhou recentemente o nosso e-mail e destacou a nossa iniciativa no artigo "Estradas Seguras para Todas as Pessoas".

Agradecemos imenso à equipa do Na Bicicleta por ajudar a dar voz a esta luta, e convidamos todos a visitar a publicação e a continuar a partilhar a petição. Juntos, podemos fazer a diferença!

Reflexões:

11-Junho de 2025, 🚸 Crianças em bicicleta — quando o passeio exige escolta motorizada

🚴‍♂️ Reflexões da Berma, segue o  Fio |   Reflexões da Berma – especial "Desafio Revolucionário" Porque pedalar em Portugal é mais do que desporto — é um ato de resistência civil.  

Progresso da Iniciativa pela Segurança Rodoviária em Anadia:  https://cutt.ly/Ye86cR26

Reflexão para a Petição: A Apatia Institucional e a Luta pela Segurança Rodoviária: https://cutt.ly/ve4QzHNX

# Nota Crítica-Uma Reflexão Sobre os Impactos da Negligência Sistémica: https://cutt.ly/He6gnoMQ

# Doutoramento em mobilidade sustentável: https://cutt.ly/5e6VLf64

# Reflexão sobre a Inação Política na Sinistralidade Rodoviária em Portugal

# Caminhamos ou apenas damos voltas?

10. Divulgação de E-mails e Documentação de Interesse Público: 

               O que está por trás do terrorismo rodoviário
A sinistralidade rodoviária não é fruto do acaso. Existem fatores sistémicos que perpetuam esta realidade e que precisam de ser expostos:

# Nota de Protesto Contra o Silêncio da Câmara Municipal de Anadia:

e-mails: https://cutt.ly/ZrwmqTf6

Atualização: A Presidente da Câmara responde, mas ainda sem soluções concretas:​  Pasta-Emails 

Pedimos à ANSR dados sobre acidentes rodoviários em Anadia. Silêncio total. O que não querem que saibamos? A segurança rodoviária é um direito de todos! https://cutt.ly/ye40Cbaf   e-mail: https://cutt.ly/ze41jm2y 

#Vergonha Administrativa: O Fraco Compromisso da ANSR com a Segurança Rodoviária 

# Emails enviados ao MP e Tribunal de Anadia: https://cutt.ly/Ore4af8G

 # 10-03-2025 - Email a MP e Tribunal de Anadia - URGENTE – Solicitação de Dados e Ação Judicial Sobre Segurança Rodoviária em Anadia Ref Petição 300+ Assinaturas.pdf  

# MANIFESTO: O QUE ALIMENTA O TERRORISMO RODOVIÁRIO EM PORTUGAL

# Anadia em Transição, Sarrabulho político: https://cutt.ly/0rrTEKj7

# Nota Atualizada: Urgência na Melhoria da Segurança Rodoviária e Ambiental em Anadia – Inação e Práticas Perigosas

# Nova Atualização – Pedido de Avaliação à Procuradoria-Geral da República: 

# Caves S. Domingos – Um Compromisso com o Ciclismo? Ou Apenas com a Imagem?

📢 Atualização — Resposta da ANSR (14/04/2025)

📎 Contradições na atuação da ANSR – A verdade dos factos

Estratégia e Exposição: Quem realmente deu xeque-mate?: https://cutt.ly/re86BQoI

# Reflexão Alargada: "Estradas Seguras em Anadia – A Luta Contra a Opacidade e o Lucro Sobre Vidas" 10-03-2025

# ANADIA NÃO PODE SER A CAPITAL DA IMPUNIDADE NO TRÂNSITO! https://cutt.ly/je7L7suR

# Abel Coentrão, LPP (créditos de)  8 breves notas sobre a morte de mais um ciclista em Portugal 

# Reflexão sobre o Impacto dos Camiões Articulados com Atrelado. Um Perigo Diário nas Estradas: https://cutt.ly/2e6hXQTR

# Ficção ou Realidade? : https://cutt.ly/0e6WjlXc 

# Vigilância e Inação, Nota: os links neste texto de momento não se encontram disponíveis:  https://cutt.ly/me6Wxmmn

# Justiça ou Impunidade? 

11 Falta de fiscalização:

# A insegurança rodoviária em Anadia continua fora de controlo - https://cutt.ly/oe7IYvSS

# Exposição sobre perigos das ultrapassagens a ciclistas na EN334.pdf

As imagens: Pasta com os prints

# 2-Exposição sobre perigos das ultrapassagens a ciclistas na EN334

Atualização – Floriano Mendes, brutalmente derrubado na estrada e deixado para trás: 

Floriano Mendes

# Corridas na Avenida Eng. Cancela de Abreu (N235), em Anadia – 13 de março de 2025, às 12:19:22​   imagens: 

# As tampas degradadas tornaram-se um símbolo do desleixo da autarquia. Pequena Vitoria.  Ultrapassagem a menos de meio metro, viatura da empresa Lumarca Hyundai BA78SV

# Segurança Rodoviária: Quando a Vida Vale Menos que um Jacarandá

  ATUALIZAÇÃO: Compromisso da Lumarca com a Segurança Rodoviária

# Estradas Intransitáveis – Lama e Pedras na M608-1, Um Perigo Ignorado!

O trabalho está longe de terminar.

Publicação contínua de atualizações:

O diário de bordo será constantemente atualizado com novas informações, reflexões e ações.

 

 

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João MartinsCriador do abaixo-assinadoSou um cidadão comprometido com a segurança rodoviária Como ciclista, vivi de perto os riscos diários nas estradas devido à falta de infraestruturas e à negligência das autoridades. Esta petição expõe o "terrorismo rodoviário" que enfrentamos diariamente.

Os tomadores de decisão

Jorge Sampaio
Jorge Sampaio
Presidente da Câmara Municipal de Anadia

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Abaixo-assinado criado em 25 de janeiro de 2025