Pelotas exige coerência: pela revisão da presidência da Comissão de Proteção Animal

O problema

As protetoras organizadas, protetoras independentes e cidadãos de Pelotas manifestam, por meio deste abaixo-assinado, indignação e preocupação com a nomeação do vereador Cauê Fuhro Souto para a presidência da Comissão de Proteção Animal da Câmara Municipal de Pelotas, ocorrida em 03 de fevereiro de 2026.

A Comissão de Proteção Animal deve existir para defender, fortalecer e fiscalizar políticas públicas em favor dos animais. No entanto, a trajetória recente do parlamentar nomeado demonstra incompatibilidade prática, política e ética com os objetivos da Comissão.

Por que essa nomeação é incoerente?


🔹 Ausência de diálogo com quem atua na causa.
O vereador não mantém interlocução com protetoras organizadas nem com protetoras independentes, que sustentam diariamente a política pública de proteção animal no município.

🔹 Tentativa de cerceamento da atuação na causa animal (nov/2025).
Foi signatário de proposta que buscava impedir a vereadora Marisa de divulgar animais em sofrimento.

A iniciativa: apresentou vícios de tramitação, foi derrubada por decisão judicial,
e, enquanto vigorou informalmente, prejudicou resgates, denúncias e mobilização pública.


🔹 Desinformação sobre orçamento da causa animal
Utilizou redes sociais para questionar, sem embasamento técnico, o orçamento destinado à proteção animal para 2026, enfraquecendo a confiança pública nas políticas da área.

🔹 Votos contrários a medidas básicas de bem-estar animal (dez/2025)
Votou contra:

  • emenda para alimentação de cavalos acolhidos
  • emenda para aquisição de prancha e cintos de segurança para resgates humanizados de animais de grande porte, perpetuando práticas reconhecidamente cruéis.

 

A presidência da Comissão não é cargo simbólico. Ela:

 

  • define pautas,
  • convoca audiências públicas,
  • media diálogo com a sociedade,
  • influencia diretamente políticas públicas.

Quando alguém que atua contra a causa assume esse espaço, cria-se um vazio de representatividade.

O que pedimos:
✔ Revisão da nomeação da presidência da Comissão de Proteção Animal
✔ Escolha de representante com histórico, diálogo e compromisso real com a causa
✔ Respeito às protetoras, aos animais e à população de Pelotas

Uma Comissão que não representa quem está na ponta não representa ninguém.

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Marina MarchiCriador do abaixo-assinado

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O problema

As protetoras organizadas, protetoras independentes e cidadãos de Pelotas manifestam, por meio deste abaixo-assinado, indignação e preocupação com a nomeação do vereador Cauê Fuhro Souto para a presidência da Comissão de Proteção Animal da Câmara Municipal de Pelotas, ocorrida em 03 de fevereiro de 2026.

A Comissão de Proteção Animal deve existir para defender, fortalecer e fiscalizar políticas públicas em favor dos animais. No entanto, a trajetória recente do parlamentar nomeado demonstra incompatibilidade prática, política e ética com os objetivos da Comissão.

Por que essa nomeação é incoerente?


🔹 Ausência de diálogo com quem atua na causa.
O vereador não mantém interlocução com protetoras organizadas nem com protetoras independentes, que sustentam diariamente a política pública de proteção animal no município.

🔹 Tentativa de cerceamento da atuação na causa animal (nov/2025).
Foi signatário de proposta que buscava impedir a vereadora Marisa de divulgar animais em sofrimento.

A iniciativa: apresentou vícios de tramitação, foi derrubada por decisão judicial,
e, enquanto vigorou informalmente, prejudicou resgates, denúncias e mobilização pública.


🔹 Desinformação sobre orçamento da causa animal
Utilizou redes sociais para questionar, sem embasamento técnico, o orçamento destinado à proteção animal para 2026, enfraquecendo a confiança pública nas políticas da área.

🔹 Votos contrários a medidas básicas de bem-estar animal (dez/2025)
Votou contra:

  • emenda para alimentação de cavalos acolhidos
  • emenda para aquisição de prancha e cintos de segurança para resgates humanizados de animais de grande porte, perpetuando práticas reconhecidamente cruéis.

 

A presidência da Comissão não é cargo simbólico. Ela:

 

  • define pautas,
  • convoca audiências públicas,
  • media diálogo com a sociedade,
  • influencia diretamente políticas públicas.

Quando alguém que atua contra a causa assume esse espaço, cria-se um vazio de representatividade.

O que pedimos:
✔ Revisão da nomeação da presidência da Comissão de Proteção Animal
✔ Escolha de representante com histórico, diálogo e compromisso real com a causa
✔ Respeito às protetoras, aos animais e à população de Pelotas

Uma Comissão que não representa quem está na ponta não representa ninguém.

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