

Pelo fim do sistema binário no SUS (Inclusão de Homens Trans e Pessoas Não-Binárias)
O problema
Pelo fim da transfobia sistêmica no SUS: Adaptação imediata do SISCAN para homens trans e pessoas não-binárias
Ao Ministério da Saúde e à Ouvidoria Geral do SUS,
Recentemente, ao tentar realizar exames de rotina e preventivo de colo de útero em um Centro de Testagem e Acolhimento (CTA), um homem trans teve sua receita emitida com o sexo alterado para "F" (feminino) pela equipe médica. Ao cobrarmos a direção da unidade, descobrimos uma barreira sistêmica inaceitável: o sistema do Ministério da Saúde (SISCAN) é 100% binário.
Para que um profissional de saúde consiga solicitar exames preventivos essenciais para homens trans e pessoas com útero, o sistema obriga a alteração manual do sexo do paciente para "feminino" no cadastro. Isso gera um constrangimento bizarro e diário em farmácias e consultas, além de um profundo sofrimento psicológico e desrespeito à identidade de gênero garantida por lei.
A saúde da população trans não pode continuar sendo tratada com improvisos que violam nossa dignidade.
Exigimos:
- A atualização imediata do sistema SISCAN e demais plataformas do SUS para que permitam a solicitação de exames ginecológicos e preventivos sem a necessidade de alterar o gênero cadastrado do paciente.
- O fim do sistema binário de saúde, garantindo um atendimento digno, respeitoso e livre de constrangimentos para homens trans, pessoas transmasculinas e não-binárias em todo o Brasil.
Assine e compartilhe para que o Ministério da Saúde nos enxergue e mude esse sistema ultrapassado!

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O problema
Pelo fim da transfobia sistêmica no SUS: Adaptação imediata do SISCAN para homens trans e pessoas não-binárias
Ao Ministério da Saúde e à Ouvidoria Geral do SUS,
Recentemente, ao tentar realizar exames de rotina e preventivo de colo de útero em um Centro de Testagem e Acolhimento (CTA), um homem trans teve sua receita emitida com o sexo alterado para "F" (feminino) pela equipe médica. Ao cobrarmos a direção da unidade, descobrimos uma barreira sistêmica inaceitável: o sistema do Ministério da Saúde (SISCAN) é 100% binário.
Para que um profissional de saúde consiga solicitar exames preventivos essenciais para homens trans e pessoas com útero, o sistema obriga a alteração manual do sexo do paciente para "feminino" no cadastro. Isso gera um constrangimento bizarro e diário em farmácias e consultas, além de um profundo sofrimento psicológico e desrespeito à identidade de gênero garantida por lei.
A saúde da população trans não pode continuar sendo tratada com improvisos que violam nossa dignidade.
Exigimos:
- A atualização imediata do sistema SISCAN e demais plataformas do SUS para que permitam a solicitação de exames ginecológicos e preventivos sem a necessidade de alterar o gênero cadastrado do paciente.
- O fim do sistema binário de saúde, garantindo um atendimento digno, respeitoso e livre de constrangimentos para homens trans, pessoas transmasculinas e não-binárias em todo o Brasil.
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Abaixo-assinado criado em 14 de julho de 2026