Pelo fim da progressão de pena em crimes brutais — Justiça por Lorenzo e todas as vítimas!

O problema

“Quando a lei falha em punir à altura da barbárie, a vida perde valor diante da impunidade. Progressão de pena em crimes brutais é uma afronta à memória das vítimas, às suas famílias e ao direito à vida.”

A história de Lorenzo

Meu filho, Lorenzo Eduardo Terra Avelino, de apenas 19 anos, era um jovem cheio de sonhos e determinação. Em sua biografia no Instagram, escreveu: “Larguei TUDO pra viver meu sonho”. E realmente estava vivendo — até ser vítima de um crime bárbaro; ele iniciou um projeto no qual compartilhava sua rotina de vida e o desenvolvimento na carreira que tanto desejava: ser um bem-sucedido Dropshipper. Produziu sozinho mais de 50 vídeos no Instagram (@lorenzoo_ads), firmou parcerias e se afiliou à plataforma BRAIP. Jovens parceiros de negócios chegaram a dizer, após o crime, que ele já estava “decolando”  e essa prosperidade atraiu um perverso assassino.

Seu entusiasmo era contagiante: usava hashtags como #objetivo #sucesso #motivacao #pra cima! Esse jovem cheio de vida e fé foi brutalmente arrancado de nós. Um crime bárbaro e premeditado, cometido por alguém próximo, em quem Lorenzo confiava — que o trancou em seu escritório, o roubou e o golpeou na cabeça com um martelo, até deixá-lo sem vida. Um ato covarde, cruel e frio, típico de um psicopata, que não deu chance de defesa a um rapaz franzino.

O crime gravíssimo ocorreu  na cidade de Barra Mansa, interior do estado do Rio de Janeiro. O caso tem julgamento marcado para 5 de novembro de 2025. No entanto, em casos assim e com as leis que atualmente vigoram, um suspeito, se condenado, ainda contará com os benefícios da progressão de pena, que reduzem o tempo real de prisão e frequentemente devolvem criminosos cruéis ao convívio social. É por isso que tantos brasileiros, indignados, repetem a frase amarga:

“O pior é que daqui a pouco estarão nas ruas.”

 
A injustiça da progressão de pena

Hoje, no Brasil, mesmo criminosos que cometem assassinatos brutais, com requintes de crueldade, ainda podem receber a chamada progressão de pena — deixando a prisão anos antes do tempo estabelecido em sentença. Isso é injusto com as vítimas e perigoso para a sociedade. Como aceitar que alguém que agiu com tamanha frieza e perversidade volte ao convívio social, enquanto as vítimas jamais terão essa oportunidade?

➡️ Crimes bárbaros não podem ser tratados como crimes comuns.
➡️ Pessoas cruéis, frias e calculistas não devem ter direito a benefícios.

 

Casos que chocaram o Brasil e a América Latina

Não é apenas o caso do meu filho, Lorenzo Eduardo, que clama por justiça. Há inúmeros exemplos recentes e históricos de crimes que abalaram famílias e cidades inteiras:

Caso Maria Júlia Oliveira, Maju era uma menina linda, cheia de sonhos, de apenas 16 anos,  assassinada de forma brutal dentro da própria casa (RJ, Barra Mansa, 2019) – Veja reportagem: “Exame de DNA confirma participação do principal suspeito na morte de Maria Júlia” (G1)
Chacina em Sorriso (MT, 2023) – Mãe e "três" filhas assassinadas covardemente. Reportagens:
• CNN Brasil – O que se sabe sobre o caso
Caso Daniela Perez (RJ, 1992) – Atriz assassinada por Guilherme de Pádua e Paula Thomaz. Veja: Wikipedia – Assassinato de Daniella Perez
Caso Mércia Nakashima (SP, 2010) – Advogada assassinada brutalmente pelo ex-namorado. Foi afogada, trancada dentro do carro, na represa de Nazaré Paulista. Reportagem (UOL Notícias)

Caso da Grávida de Canelinhas, 2020. Mulher que matou grávida e arrancou bebê é condenada a 57 anos de prisão. Mas um crime brutal, a vítima e a criminosa eram "amigas". Mulher confessa morte de grávida que teve o bebê retirado da barriga” (R7).                           

Caso María Soledad Morales (Argentina, 1990) – Jovem brutalmente assassinada, que levou a uma mobilização histórica no país e resultou em mudanças na lei. Esse exemplo inspirou a série O Fim do Silêncio (Netflix) e mostra que a "sociedade unida pode transformar a justiça".


O silêncio da sociedade e a urgência da mudança

A sociedade brasileira, infelizmente, vem normalizando crimes bárbaros contra crianças, jovens e famílias inteiras, a vida segue como se nada pudesse ser feito. Essa passividade só fortalece a impunidade. Existe, sim, um caminho legislativo: o PL 1112/2023, que trata do fim da progressão de pena em crimes bárbaros. Esse projeto está parado, aguardando apreciação pelo Senado Federal. Mas deveria ser tratado como questão de extrema urgência nacional!

O Brasil é, vergonhosamente, o "líder" mundial em homicídios em números absolutos.
Mesmo sendo apenas o 7º país mais populoso do planeta (com pouco mais de 210 milhões de habitantes), está à frente de nações muito mais populosas: Índia — mais de 1,4 bilhão de habitantes, China — mais de 1,4 bilhão de habitantes
Isso é inaceitável. Isso é vergonhoso. E isso mostra que algo precisa mudar agora.

O que pedimos

Exigimos que o Congresso Nacional  e o Senado Federal aprove com urgência o fim da progressão de pena em crimes bárbaros, garantindo que assassinos cruéis cumpram integralmente suas penas, sem reduções ou atalhos.

Essa mudança é fundamental para:

Valorizar a vida das vítimas.
Garantir justiça real para as famílias.
Proteger a sociedade de criminosos perigosos e reincidentes.
 Este abaixo-assinado é pela memória de Lorenzo Eduardo Terra Avelino, e de todas as vítimas que perderam suas vidas de forma injusta pela ação de homens cruéis.
É pela justiça que o Brasil precisa.
É pela proteção das futuras gerações.

Milhares de vidas seriam poupadas se houvesse punições exemplares.

A pergunta que fica é: onde estão os que regem as leis no Brasil? A Câmara dos Deputados? O Senado Federal?

👉 Assine e compartilhe. Juntos podemos pressionar deputados e senadores para mudar a lei e acabar com a progressão de pena em crimes bárbaros.

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O problema

“Quando a lei falha em punir à altura da barbárie, a vida perde valor diante da impunidade. Progressão de pena em crimes brutais é uma afronta à memória das vítimas, às suas famílias e ao direito à vida.”

A história de Lorenzo

Meu filho, Lorenzo Eduardo Terra Avelino, de apenas 19 anos, era um jovem cheio de sonhos e determinação. Em sua biografia no Instagram, escreveu: “Larguei TUDO pra viver meu sonho”. E realmente estava vivendo — até ser vítima de um crime bárbaro; ele iniciou um projeto no qual compartilhava sua rotina de vida e o desenvolvimento na carreira que tanto desejava: ser um bem-sucedido Dropshipper. Produziu sozinho mais de 50 vídeos no Instagram (@lorenzoo_ads), firmou parcerias e se afiliou à plataforma BRAIP. Jovens parceiros de negócios chegaram a dizer, após o crime, que ele já estava “decolando”  e essa prosperidade atraiu um perverso assassino.

Seu entusiasmo era contagiante: usava hashtags como #objetivo #sucesso #motivacao #pra cima! Esse jovem cheio de vida e fé foi brutalmente arrancado de nós. Um crime bárbaro e premeditado, cometido por alguém próximo, em quem Lorenzo confiava — que o trancou em seu escritório, o roubou e o golpeou na cabeça com um martelo, até deixá-lo sem vida. Um ato covarde, cruel e frio, típico de um psicopata, que não deu chance de defesa a um rapaz franzino.

O crime gravíssimo ocorreu  na cidade de Barra Mansa, interior do estado do Rio de Janeiro. O caso tem julgamento marcado para 5 de novembro de 2025. No entanto, em casos assim e com as leis que atualmente vigoram, um suspeito, se condenado, ainda contará com os benefícios da progressão de pena, que reduzem o tempo real de prisão e frequentemente devolvem criminosos cruéis ao convívio social. É por isso que tantos brasileiros, indignados, repetem a frase amarga:

“O pior é que daqui a pouco estarão nas ruas.”

 
A injustiça da progressão de pena

Hoje, no Brasil, mesmo criminosos que cometem assassinatos brutais, com requintes de crueldade, ainda podem receber a chamada progressão de pena — deixando a prisão anos antes do tempo estabelecido em sentença. Isso é injusto com as vítimas e perigoso para a sociedade. Como aceitar que alguém que agiu com tamanha frieza e perversidade volte ao convívio social, enquanto as vítimas jamais terão essa oportunidade?

➡️ Crimes bárbaros não podem ser tratados como crimes comuns.
➡️ Pessoas cruéis, frias e calculistas não devem ter direito a benefícios.

 

Casos que chocaram o Brasil e a América Latina

Não é apenas o caso do meu filho, Lorenzo Eduardo, que clama por justiça. Há inúmeros exemplos recentes e históricos de crimes que abalaram famílias e cidades inteiras:

Caso Maria Júlia Oliveira, Maju era uma menina linda, cheia de sonhos, de apenas 16 anos,  assassinada de forma brutal dentro da própria casa (RJ, Barra Mansa, 2019) – Veja reportagem: “Exame de DNA confirma participação do principal suspeito na morte de Maria Júlia” (G1)
Chacina em Sorriso (MT, 2023) – Mãe e "três" filhas assassinadas covardemente. Reportagens:
• CNN Brasil – O que se sabe sobre o caso
Caso Daniela Perez (RJ, 1992) – Atriz assassinada por Guilherme de Pádua e Paula Thomaz. Veja: Wikipedia – Assassinato de Daniella Perez
Caso Mércia Nakashima (SP, 2010) – Advogada assassinada brutalmente pelo ex-namorado. Foi afogada, trancada dentro do carro, na represa de Nazaré Paulista. Reportagem (UOL Notícias)

Caso da Grávida de Canelinhas, 2020. Mulher que matou grávida e arrancou bebê é condenada a 57 anos de prisão. Mas um crime brutal, a vítima e a criminosa eram "amigas". Mulher confessa morte de grávida que teve o bebê retirado da barriga” (R7).                           

Caso María Soledad Morales (Argentina, 1990) – Jovem brutalmente assassinada, que levou a uma mobilização histórica no país e resultou em mudanças na lei. Esse exemplo inspirou a série O Fim do Silêncio (Netflix) e mostra que a "sociedade unida pode transformar a justiça".


O silêncio da sociedade e a urgência da mudança

A sociedade brasileira, infelizmente, vem normalizando crimes bárbaros contra crianças, jovens e famílias inteiras, a vida segue como se nada pudesse ser feito. Essa passividade só fortalece a impunidade. Existe, sim, um caminho legislativo: o PL 1112/2023, que trata do fim da progressão de pena em crimes bárbaros. Esse projeto está parado, aguardando apreciação pelo Senado Federal. Mas deveria ser tratado como questão de extrema urgência nacional!

O Brasil é, vergonhosamente, o "líder" mundial em homicídios em números absolutos.
Mesmo sendo apenas o 7º país mais populoso do planeta (com pouco mais de 210 milhões de habitantes), está à frente de nações muito mais populosas: Índia — mais de 1,4 bilhão de habitantes, China — mais de 1,4 bilhão de habitantes
Isso é inaceitável. Isso é vergonhoso. E isso mostra que algo precisa mudar agora.

O que pedimos

Exigimos que o Congresso Nacional  e o Senado Federal aprove com urgência o fim da progressão de pena em crimes bárbaros, garantindo que assassinos cruéis cumpram integralmente suas penas, sem reduções ou atalhos.

Essa mudança é fundamental para:

Valorizar a vida das vítimas.
Garantir justiça real para as famílias.
Proteger a sociedade de criminosos perigosos e reincidentes.
 Este abaixo-assinado é pela memória de Lorenzo Eduardo Terra Avelino, e de todas as vítimas que perderam suas vidas de forma injusta pela ação de homens cruéis.
É pela justiça que o Brasil precisa.
É pela proteção das futuras gerações.

Milhares de vidas seriam poupadas se houvesse punições exemplares.

A pergunta que fica é: onde estão os que regem as leis no Brasil? A Câmara dos Deputados? O Senado Federal?

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