"PELO FIM DA IMPUNIDADE NO VALORANT BR: CPF OBRIGATÓRIO CONTRA O CRIME E A TRAPAÇA"

O problema

 

 

Vimos, por meio deste documento, exigir a implementação imediata da vinculação obrigatória do Cadastro de Pessoa Física (CPF) para contas que atingem os elos mais altos (Ascendente e superiores) no servidor brasileiro. Esta medida é fundamental para reduzir drasticamente a incidência de trapaceiros (cheaters), condutas racistas, práticas de win trade, smurfs e stream snipers que comprometem a integridade da comunidade e do jogo.
O Brasil é reconhecidamente uma das melhores regiões em formação de talentos, mas enfrenta um cenário crítico de toxicidade e desonestidade. Dados do ano passado indicam que cerca de 15% das partidas em janeiro contaram com o uso de trapaças — estatística corroborada por gráficos da própria Riot. Em contrapartida, na Coreia do Sul, onde a vinculação de documento de identidade é obrigatória, esse índice é de apenas 0,1%.
Atualmente, a qualidade das partidas em elos como Imortal e Radiante está gravemente abaixo do esperado. O cenário está saturado de jogadores que utilizam contas compradas ou impulsionadas (boosted) por meio de hacks. Apenas este mês, foram identificadas dezenas de contas em redes sociais comercializando abertamente métodos de win trade e ferramentas ilícitas.
A ausência de barreiras rígidas de identificação causa um declínio no nível competitivo e frustra jogadores legítimos. Prova disso é a redução drástica no número de jogadores no elo Imortal, que caiu de aproximadamente 10 mil para menos de 5 mil ativos. Além disso, indivíduos que utilizam métodos desonestos chegam a ocupar vagas em times do circuito desafiante (VCB), lucrando indevidamente e prejudicando o ecossistema profissional.
A vinculação do CPF trará os seguintes benefícios necessários:
Responsabilização Real: Identificação direta de infratores em casos de racismo, homofobia e machismo, permitindo que as sanções transcendam o jogo e alcancem o âmbito jurídico.
Integridade Competitiva: Elevação do nível técnico da região, permitindo que o Brasil retorne ao topo do cenário mundial (VCT).
Combate ao Mercado Negro: Desestímulo imediato à venda de contas e ao uso de softwares de trapaça.
Nossa região necessita de auxílio e de medidas severas. A exigência do CPF é o caminho para garantir um ambiente honesto, seguro e de alto nível para todos.

 

grafico de cheats de janeiro 2025

 

O "Caso de Sucesso" da Coreia do Sul
Na Coreia do Sul, o acesso a jogos online é vinculado ao Número de Registro de Residente (KSSN). De acordo com dados da equipe de anti-cheat da Riot Games, essa medida permite banir infratores no "nível da alma" (soul level). Como a conta está atada à identidade civil do cidadão, um banimento por trapaça significa que o indivíduo está tecnicamente impedido de criar novas contas no jogo para sempre, a menos que cometa falsidade ideológica. 
Este sistema resultou em índices de trapaça drasticamente baixos (aprox. 0,1%), enquanto no Brasil, a facilidade de criar contas gratuitas levou o servidor a atingir picos de 10% a 15% de partidas com cheaters em períodos críticos, como em todo início de ano. 

 
A Necessidade de Responsabilização no Brasil
Atualmente, no servidor brasileiro, a punição por condutas graves como racismo, xenofobia e machismo muitas vezes termina em um banimento de conta que pode ser contornado em minutos com a criação de um novo perfil. A implementação da vinculação obrigatória do CPF para elos altos (onde o impacto competitivo é maior) traria:
Fim da Impunidade: Ao vincular o CPF, o jogador entende que suas ações no ambiente digital têm consequências no mundo real. Casos de injúria racial e discurso de ódio poderiam ser rastreados com maior eficácia pelas autoridades competentes através da identificação fornecida à plataforma.
Barreira ao Mercado Negro: O uso de pixelbots e colorbots (comuns no Brasil) é alimentado pela reciclagem de contas. Exigir um documento oficial torna o "custo da trapaça" proibitivo, pois o jogador arrisca perder permanentemente seu acesso ao ecossistema competitivo.
Conformidade com Novos Padrões: O Brasil já exige o CPF para compras e, mais recentemente, para o VALORANT Premier. Expandir essa exigência para os elos competitivos de elite é um passo natural para proteger a integridade do esporte. 
O gráfico comparativo mencionado, que circula em relatórios técnicos da Riot (como os divulgados por Phillip Koskina, do time de anti-cheat), ilustra claramente que a tecnologia (Vanguard) sozinha não resolve o problema cultural da reincidência; é necessária uma barreira de identidade para que as punições sejam definitivas. 

 

avatar of the starter
Lunaticco LCriador do abaixo-assinadoSou streamer, profissional em fps, e sempre luto pelo certo..

2

O problema

 

 

Vimos, por meio deste documento, exigir a implementação imediata da vinculação obrigatória do Cadastro de Pessoa Física (CPF) para contas que atingem os elos mais altos (Ascendente e superiores) no servidor brasileiro. Esta medida é fundamental para reduzir drasticamente a incidência de trapaceiros (cheaters), condutas racistas, práticas de win trade, smurfs e stream snipers que comprometem a integridade da comunidade e do jogo.
O Brasil é reconhecidamente uma das melhores regiões em formação de talentos, mas enfrenta um cenário crítico de toxicidade e desonestidade. Dados do ano passado indicam que cerca de 15% das partidas em janeiro contaram com o uso de trapaças — estatística corroborada por gráficos da própria Riot. Em contrapartida, na Coreia do Sul, onde a vinculação de documento de identidade é obrigatória, esse índice é de apenas 0,1%.
Atualmente, a qualidade das partidas em elos como Imortal e Radiante está gravemente abaixo do esperado. O cenário está saturado de jogadores que utilizam contas compradas ou impulsionadas (boosted) por meio de hacks. Apenas este mês, foram identificadas dezenas de contas em redes sociais comercializando abertamente métodos de win trade e ferramentas ilícitas.
A ausência de barreiras rígidas de identificação causa um declínio no nível competitivo e frustra jogadores legítimos. Prova disso é a redução drástica no número de jogadores no elo Imortal, que caiu de aproximadamente 10 mil para menos de 5 mil ativos. Além disso, indivíduos que utilizam métodos desonestos chegam a ocupar vagas em times do circuito desafiante (VCB), lucrando indevidamente e prejudicando o ecossistema profissional.
A vinculação do CPF trará os seguintes benefícios necessários:
Responsabilização Real: Identificação direta de infratores em casos de racismo, homofobia e machismo, permitindo que as sanções transcendam o jogo e alcancem o âmbito jurídico.
Integridade Competitiva: Elevação do nível técnico da região, permitindo que o Brasil retorne ao topo do cenário mundial (VCT).
Combate ao Mercado Negro: Desestímulo imediato à venda de contas e ao uso de softwares de trapaça.
Nossa região necessita de auxílio e de medidas severas. A exigência do CPF é o caminho para garantir um ambiente honesto, seguro e de alto nível para todos.

 

grafico de cheats de janeiro 2025

 

O "Caso de Sucesso" da Coreia do Sul
Na Coreia do Sul, o acesso a jogos online é vinculado ao Número de Registro de Residente (KSSN). De acordo com dados da equipe de anti-cheat da Riot Games, essa medida permite banir infratores no "nível da alma" (soul level). Como a conta está atada à identidade civil do cidadão, um banimento por trapaça significa que o indivíduo está tecnicamente impedido de criar novas contas no jogo para sempre, a menos que cometa falsidade ideológica. 
Este sistema resultou em índices de trapaça drasticamente baixos (aprox. 0,1%), enquanto no Brasil, a facilidade de criar contas gratuitas levou o servidor a atingir picos de 10% a 15% de partidas com cheaters em períodos críticos, como em todo início de ano. 

 
A Necessidade de Responsabilização no Brasil
Atualmente, no servidor brasileiro, a punição por condutas graves como racismo, xenofobia e machismo muitas vezes termina em um banimento de conta que pode ser contornado em minutos com a criação de um novo perfil. A implementação da vinculação obrigatória do CPF para elos altos (onde o impacto competitivo é maior) traria:
Fim da Impunidade: Ao vincular o CPF, o jogador entende que suas ações no ambiente digital têm consequências no mundo real. Casos de injúria racial e discurso de ódio poderiam ser rastreados com maior eficácia pelas autoridades competentes através da identificação fornecida à plataforma.
Barreira ao Mercado Negro: O uso de pixelbots e colorbots (comuns no Brasil) é alimentado pela reciclagem de contas. Exigir um documento oficial torna o "custo da trapaça" proibitivo, pois o jogador arrisca perder permanentemente seu acesso ao ecossistema competitivo.
Conformidade com Novos Padrões: O Brasil já exige o CPF para compras e, mais recentemente, para o VALORANT Premier. Expandir essa exigência para os elos competitivos de elite é um passo natural para proteger a integridade do esporte. 
O gráfico comparativo mencionado, que circula em relatórios técnicos da Riot (como os divulgados por Phillip Koskina, do time de anti-cheat), ilustra claramente que a tecnologia (Vanguard) sozinha não resolve o problema cultural da reincidência; é necessária uma barreira de identidade para que as punições sejam definitivas. 

 

avatar of the starter
Lunaticco LCriador do abaixo-assinadoSou streamer, profissional em fps, e sempre luto pelo certo..

Os tomadores de decisão

Mensagens de apoiadores

Atualizações do abaixo-assinado
Compartilhar este abaixo-assinado
Abaixo-assinado criado em 2 de fevereiro de 2026