

PELO DIREITO DE DIVULGAR NAS LIVES: MAIS VISIBILIDADE PARA A MÚSICA QUE FORMOU GERAÇÕES


PELO DIREITO DE DIVULGAR NAS LIVES: MAIS VISIBILIDADE PARA A MÚSICA QUE FORMOU GERAÇÕES
O problema
O rock, o hard rock e o heavy metal ajudaram a moldar a cultura de diversas gerações. Bandas e artistas criaram obras que influenciaram milhões de pessoas ao redor do mundo e continuam sendo uma parte fundamental da história da música.
No entanto, criadores de conteúdo, educadores, jornalistas, músicos e fãs enfrentam cada vez mais dificuldades para apresentar essas obras a novos públicos em transmissões ao vivo. Mesmo quando o objetivo é comentar, analisar, ensinar ou recomendar músicas, o uso de pequenos trechos frequentemente resulta em bloqueios, interrupções ou punições automáticas.
Como consequência, muitos criadores deixam de falar sobre bandas clássicas e contemporâneas, reduzindo a exposição do gênero para as novas gerações. Em uma época em que a atenção do público é disputada por inúmeras plataformas e tendências, limitar completamente o uso de pequenos trechos musicais dificulta a descoberta de artistas e enfraquece a divulgação cultural.
Por isso, solicitamos ao YouTube, às gravadoras, editoras musicais e às bandas de rock, hard rock e heavy metal que estudem formas de permitir o uso de pequenos trechos de músicas em transmissões ao vivo voltadas para:
Análise musical;
Educação e ensino;
Jornalismo cultural;
Crítica e comentários;
Divulgação de artistas e obras;
Discussões sobre história da música.
Não defendemos a distribuição gratuita de músicas completas nem a violação de direitos autorais. Defendemos apenas regras mais equilibradas que permitam o uso limitado e contextualizado de trechos musicais para fins de divulgação, educação e preservação cultural.
O rock continua vivo graças aos fãs que compartilham conhecimento, contam histórias e apresentam essas obras para novos ouvintes. Facilitar esse processo é investir no futuro da música e garantir que novas gerações possam descobrir artistas que marcaram a história.
Assine esta campanha e ajude a ampliar o alcance do rock para o público de amanhã.

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O problema
O rock, o hard rock e o heavy metal ajudaram a moldar a cultura de diversas gerações. Bandas e artistas criaram obras que influenciaram milhões de pessoas ao redor do mundo e continuam sendo uma parte fundamental da história da música.
No entanto, criadores de conteúdo, educadores, jornalistas, músicos e fãs enfrentam cada vez mais dificuldades para apresentar essas obras a novos públicos em transmissões ao vivo. Mesmo quando o objetivo é comentar, analisar, ensinar ou recomendar músicas, o uso de pequenos trechos frequentemente resulta em bloqueios, interrupções ou punições automáticas.
Como consequência, muitos criadores deixam de falar sobre bandas clássicas e contemporâneas, reduzindo a exposição do gênero para as novas gerações. Em uma época em que a atenção do público é disputada por inúmeras plataformas e tendências, limitar completamente o uso de pequenos trechos musicais dificulta a descoberta de artistas e enfraquece a divulgação cultural.
Por isso, solicitamos ao YouTube, às gravadoras, editoras musicais e às bandas de rock, hard rock e heavy metal que estudem formas de permitir o uso de pequenos trechos de músicas em transmissões ao vivo voltadas para:
Análise musical;
Educação e ensino;
Jornalismo cultural;
Crítica e comentários;
Divulgação de artistas e obras;
Discussões sobre história da música.
Não defendemos a distribuição gratuita de músicas completas nem a violação de direitos autorais. Defendemos apenas regras mais equilibradas que permitam o uso limitado e contextualizado de trechos musicais para fins de divulgação, educação e preservação cultural.
O rock continua vivo graças aos fãs que compartilham conhecimento, contam histórias e apresentam essas obras para novos ouvintes. Facilitar esse processo é investir no futuro da música e garantir que novas gerações possam descobrir artistas que marcaram a história.
Assine esta campanha e ajude a ampliar o alcance do rock para o público de amanhã.

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Abaixo-assinado criado em 16 de junho de 2026