Pelo direito à analgesia de parto nas maternidades brasileiras!

O problema

As mulheres são tratadas ainda hoje na maioria das maternidades brasileiras como há séculos: a tônica é a DOR e o MEDO!

Mas isso não precisava ser assim: bastasse que quando solicitada pela paciente, após uso de analgesia não medicamentosa, fosse empregada a ANALGESIA DE PARTO: procedimento realizado por médico anestesiologista, que utiliza baixa quantidade de anestésicos, por via peridural, raquididiana ou ainda a associação de ambas.

São muitas as vantagens do emprego da analgesia durante o trabalho de parto quando realizada por profissional experiente e adequadamente treinado: a parturiente consegue deambular sem dor, muitas vezes acelerando o parto. Também pode relaxar e curtir esse momento que deveria ser tão sublime!

Este conforto proporcionado pela analgesia pode diminuir o índice de cesarianas. Sabe-se que o parto normal é realmente o mais adequado e vantajoso para a mãe e para o bebê. Cesarianas são procedimentos de risco aumentado para hemorragias, infecções e outras complicações.

MAS a tabela do SUS não remunera as maternidades nem o corpo clínico no procedimento de Analgesia de Parto, inviabilizando que os médicos das maternidades destas o realizem . Mesmo nos convênios a analgesia não é feita, favorecendo com que o Brasil tenha o maior índice de cesareanas do mundo!

Por isso, através deste abaixo assinado, com esperança e determinação, convido a todos a apoiarem essa petição para construirmos uma obstetrícia mais humanizada. Nossos filhos e netos merecem nascer melhor!

Dr. Antônio Carlos Clarindo-CREMESC 11326

Médico Ginecologista/Obstetra e Anestesiologista

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Antônio Carlos ClarindoCriador do abaixo-assinadoMédico obstetra e anestesiologista envolvido na luta pela humanização da assistência ao nascimento.

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O problema

As mulheres são tratadas ainda hoje na maioria das maternidades brasileiras como há séculos: a tônica é a DOR e o MEDO!

Mas isso não precisava ser assim: bastasse que quando solicitada pela paciente, após uso de analgesia não medicamentosa, fosse empregada a ANALGESIA DE PARTO: procedimento realizado por médico anestesiologista, que utiliza baixa quantidade de anestésicos, por via peridural, raquididiana ou ainda a associação de ambas.

São muitas as vantagens do emprego da analgesia durante o trabalho de parto quando realizada por profissional experiente e adequadamente treinado: a parturiente consegue deambular sem dor, muitas vezes acelerando o parto. Também pode relaxar e curtir esse momento que deveria ser tão sublime!

Este conforto proporcionado pela analgesia pode diminuir o índice de cesarianas. Sabe-se que o parto normal é realmente o mais adequado e vantajoso para a mãe e para o bebê. Cesarianas são procedimentos de risco aumentado para hemorragias, infecções e outras complicações.

MAS a tabela do SUS não remunera as maternidades nem o corpo clínico no procedimento de Analgesia de Parto, inviabilizando que os médicos das maternidades destas o realizem . Mesmo nos convênios a analgesia não é feita, favorecendo com que o Brasil tenha o maior índice de cesareanas do mundo!

Por isso, através deste abaixo assinado, com esperança e determinação, convido a todos a apoiarem essa petição para construirmos uma obstetrícia mais humanizada. Nossos filhos e netos merecem nascer melhor!

Dr. Antônio Carlos Clarindo-CREMESC 11326

Médico Ginecologista/Obstetra e Anestesiologista

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Antônio Carlos ClarindoCriador do abaixo-assinadoMédico obstetra e anestesiologista envolvido na luta pela humanização da assistência ao nascimento.

Os tomadores de decisão

José Dias Toffolli
José Dias Toffolli
Presidente do Supremo Tribunal Federal
Presidente do Brasil, José Messias Bolsonaro
Presidente do Brasil, José Messias Bolsonaro
Presidência da República
Luiz Henrique Mandetta
Luiz Henrique Mandetta
Ministro da Saúde
Atualizações do abaixo-assinado
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Abaixo-assinado criado em 26 de maio de 2014