Pela Revisão da RPVAR na Telemedicina Veterinária – Saúde Animal Também é Urgente!


Pela Revisão da RPVAR na Telemedicina Veterinária – Saúde Animal Também é Urgente!
O problema
Nós, tutores de animais e defensores da saúde animal, pedimos a revisão urgente da obrigatoriedade da Relação Prévia Veterinário-Animal e Responsável (RPVAR), prevista na Resolução CFMV nº 1.465/2022, que impede a realização da primeira consulta veterinária de forma remota no Brasil.
Essa exigência:
- Impede atendimentos emergenciais: em casos como envenenamentos, onde a orientação imediata de um veterinário para procedimentos como indução de vômito pode salvar a vida do pet;
- Prejudica tutores idosos, imunossuprimidos e moradores de áreas rurais, que enfrentam grandes dificuldades para levar seus animais a atendimentos presenciais;
- Impacta negativamente animais de suporte emocional, pois o deslocamento desses pets para consultas presenciais gera enorme sofrimento tanto para os animais quanto para seus tutores, que lidam com fobias, ansiedade severa e dependência emocional;
- Restringe o acesso a atendimentos preventivos e simples, que poderiam ser realizados de forma segura via telemedicina, conforme avaliação profissional;
- Desincentiva a inovação e o crescimento do setor veterinário, limitando o uso ético e responsável da tecnologia.
📜 A medicina humana já permite a primeira consulta remota, conforme a Resolução CFM nº 2.314/2022. O mesmo princípio de responsabilidade profissional deveria valer para a medicina veterinária.
Reivindicamos que o veterinário, como profissional habilitado, tenha autonomia para decidir — com responsabilidade ética — se o atendimento remoto é viável ou não, sempre com consentimento do tutor.
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O problema
Nós, tutores de animais e defensores da saúde animal, pedimos a revisão urgente da obrigatoriedade da Relação Prévia Veterinário-Animal e Responsável (RPVAR), prevista na Resolução CFMV nº 1.465/2022, que impede a realização da primeira consulta veterinária de forma remota no Brasil.
Essa exigência:
- Impede atendimentos emergenciais: em casos como envenenamentos, onde a orientação imediata de um veterinário para procedimentos como indução de vômito pode salvar a vida do pet;
- Prejudica tutores idosos, imunossuprimidos e moradores de áreas rurais, que enfrentam grandes dificuldades para levar seus animais a atendimentos presenciais;
- Impacta negativamente animais de suporte emocional, pois o deslocamento desses pets para consultas presenciais gera enorme sofrimento tanto para os animais quanto para seus tutores, que lidam com fobias, ansiedade severa e dependência emocional;
- Restringe o acesso a atendimentos preventivos e simples, que poderiam ser realizados de forma segura via telemedicina, conforme avaliação profissional;
- Desincentiva a inovação e o crescimento do setor veterinário, limitando o uso ético e responsável da tecnologia.
📜 A medicina humana já permite a primeira consulta remota, conforme a Resolução CFM nº 2.314/2022. O mesmo princípio de responsabilidade profissional deveria valer para a medicina veterinária.
Reivindicamos que o veterinário, como profissional habilitado, tenha autonomia para decidir — com responsabilidade ética — se o atendimento remoto é viável ou não, sempre com consentimento do tutor.
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Abaixo-assinado criado em 28 de abril de 2025