Pela Representatividade Feminina na Presidência da Comissão da Mulher


Pela Representatividade Feminina na Presidência da Comissão da Mulher
O problema
1. Introdução
Nós, cidadãos e cidadãs manifestamos nossa discordância em relação à escolha da Deputada Erika Hilton para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CMULHER) da Câmara dos Deputados.
2. Justificativa
A Comissão da Mulher é um espaço institucional conquistado para o debate de pautas específicas que afetam as mulheres biológicas em sua realidade social, laboral e de saúde. A nossa oposição baseia-se nos seguintes pontos:
Divergência de Pautas: Defendemos que a presidência da Comissão seja ocupada por uma parlamentar cujas bandeiras e histórico de atuação estejam estritamente alinhados com a defesa das prerrogativas das mulheres baseadas na distinção de sexo, conforme as demandas históricas do movimento de mulheres.
Prioridade Temática: A condução dos trabalhos deve priorizar temas como saúde da mulher, combate à violência doméstica e representação política feminina sob uma perspectiva que não dilua a identidade biológica da mulher.
Equilíbrio de Representação: A escolha de perfis que representem as maiorias e as tradições do eleitorado feminino são fundamentais para a legitimidade das decisões tomadas neste colegiado.
Existência de Espaços Específicos: Ressaltamos ainda que já existem, no âmbito institucional e parlamentar, comissões, frentes e espaços destinados especificamente ao debate e à promoção das pautas relacionadas à população LGBTQIA+. Dessa forma, a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher deve permanecer focada nas demandas próprias das mulheres enquanto categoria biológica e social cientificamente reconhecida.
3. Pedido
Diante do exposto, solicitamos aos líderes partidários e ao Presidente da Câmara que pressionem contra essa escolha absurda que fere os direitos das mulheres

388.831
O problema
1. Introdução
Nós, cidadãos e cidadãs manifestamos nossa discordância em relação à escolha da Deputada Erika Hilton para a presidência da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher (CMULHER) da Câmara dos Deputados.
2. Justificativa
A Comissão da Mulher é um espaço institucional conquistado para o debate de pautas específicas que afetam as mulheres biológicas em sua realidade social, laboral e de saúde. A nossa oposição baseia-se nos seguintes pontos:
Divergência de Pautas: Defendemos que a presidência da Comissão seja ocupada por uma parlamentar cujas bandeiras e histórico de atuação estejam estritamente alinhados com a defesa das prerrogativas das mulheres baseadas na distinção de sexo, conforme as demandas históricas do movimento de mulheres.
Prioridade Temática: A condução dos trabalhos deve priorizar temas como saúde da mulher, combate à violência doméstica e representação política feminina sob uma perspectiva que não dilua a identidade biológica da mulher.
Equilíbrio de Representação: A escolha de perfis que representem as maiorias e as tradições do eleitorado feminino são fundamentais para a legitimidade das decisões tomadas neste colegiado.
Existência de Espaços Específicos: Ressaltamos ainda que já existem, no âmbito institucional e parlamentar, comissões, frentes e espaços destinados especificamente ao debate e à promoção das pautas relacionadas à população LGBTQIA+. Dessa forma, a Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher deve permanecer focada nas demandas próprias das mulheres enquanto categoria biológica e social cientificamente reconhecida.
3. Pedido
Diante do exposto, solicitamos aos líderes partidários e ao Presidente da Câmara que pressionem contra essa escolha absurda que fere os direitos das mulheres

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Abaixo-assinado criado em 9 de março de 2026