

Pela quebra da patente da tirzepatida (Mounjaro) e ampliação do acesso ao tratamento
O problema
A obesidade é uma doença crônica grave, associada ao diabetes tipo 2, às doenças cardiovasculares, à insuficiência renal e a inúmeras outras complicações que adoecem e matam brasileiros todos os anos. Apesar da importância da tirzepatida no tratamento dessas condições, seu preço elevado torna o medicamento inacessível para grande parte da população.
Essa falta de acesso já se transformou em um grave problema de saúde pública. Muitas pessoas estão recorrendo ao mercado paralelo, adquirindo medicamentos em outros países ou de fornecedores sem procedência segura. Sem controle sanitário adequado, elas não sabem exatamente o que estão aplicando no próprio corpo, ficando expostas a produtos falsificados, adulterados, contaminados ou armazenados de maneira incorreta.
A saúde é direito de todos e dever do Estado. No entanto, a manutenção exclusiva da patente, nas atuais condições, restringe o acesso ao tratamento regular e acaba empurrando milhares de pessoas para práticas que colocam sua saúde e sua vida em risco.
Por isso, pedimos ao Governo Federal, à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal a adoção do licenciamento compulsório da tirzepatida, com a efetiva quebra da patente da medicação, permitindo sua produção e comercialização por outros laboratórios, com fiscalização da Anvisa, preços mais acessíveis e garantia de qualidade.
O Brasil já utilizou o licenciamento compulsório para ampliar o acesso a medicamentos essenciais. A saúde pública e a vida da população devem prevalecer sobre o monopólio econômico. Quebrar a patente da tirzepatida é garantir acesso seguro, tratamento regular e proteção à vida.

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O problema
A obesidade é uma doença crônica grave, associada ao diabetes tipo 2, às doenças cardiovasculares, à insuficiência renal e a inúmeras outras complicações que adoecem e matam brasileiros todos os anos. Apesar da importância da tirzepatida no tratamento dessas condições, seu preço elevado torna o medicamento inacessível para grande parte da população.
Essa falta de acesso já se transformou em um grave problema de saúde pública. Muitas pessoas estão recorrendo ao mercado paralelo, adquirindo medicamentos em outros países ou de fornecedores sem procedência segura. Sem controle sanitário adequado, elas não sabem exatamente o que estão aplicando no próprio corpo, ficando expostas a produtos falsificados, adulterados, contaminados ou armazenados de maneira incorreta.
A saúde é direito de todos e dever do Estado. No entanto, a manutenção exclusiva da patente, nas atuais condições, restringe o acesso ao tratamento regular e acaba empurrando milhares de pessoas para práticas que colocam sua saúde e sua vida em risco.
Por isso, pedimos ao Governo Federal, à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal a adoção do licenciamento compulsório da tirzepatida, com a efetiva quebra da patente da medicação, permitindo sua produção e comercialização por outros laboratórios, com fiscalização da Anvisa, preços mais acessíveis e garantia de qualidade.
O Brasil já utilizou o licenciamento compulsório para ampliar o acesso a medicamentos essenciais. A saúde pública e a vida da população devem prevalecer sobre o monopólio econômico. Quebrar a patente da tirzepatida é garantir acesso seguro, tratamento regular e proteção à vida.

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Abaixo-assinado criado em 16 de julho de 2026