Abaixo-assinado encerrado

Pela proibição da venda de cobras como animais de estimação.

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O lugar de cobra é na natureza e não em aquários em residências.

Não são poucos os relatos de filhotes de cães e gatos que são falsamente adotados em feiras de adoções ou pegos em casa de ração, por pessoas de má índole para alimentar suas cobras a baixo custo. Estas pessoas são sádicas e muitas vezes filmam para rever e se divertir com o sofrimento, enquanto o filhote é covardemente servido vivo para a cobra, como foi o caso de Diego Pereira da Silva, que "adotou" um gato, enganando seu protetor, apenas para se divertir filmando o desespero do filhote ao ser trucidado por sua cobra.

Coelhos, ratazanas, camundongos e outros pequenos animais são muitas vezes vendidos como "comida viva", para que estas pessoas os joguem vivos em um aquário, sem a menor chance de defesa, para alimentar suas cobras de estimação.

 Não entrando no mérito do cardápio da alimentação da cobra na natureza, isto é sem duvida alguma ,uma indústria covarde e cruel.

Na natureza os animais têm a chance de se defender e fugir o que lhes é negado pelos praticantes deste "hobbie", como gostam de ser chamados.

Pelo fim desta indústria cruel. Pelo direito a vida de todos os pequenos animais que nascem apenas para alimentar este "hobbie", por todos os animais que foram resgatados das ruas por pessoas de bom coração, cuidados, castrados, vacinados e depois, ao invés de terem seu direito a um novo lar respeitado, acaba sendo jogados vivos para serem trucidados por cobras.Pelo fim  do alarmante numero de animais silvestres que vem sendo abandonados em áreas publicas,colocando em risco também a fauna local.

Comprar uma cobra, mesmo legalmente, estimula o tráfico. Acredita-se que o comércio ilegal de animais movimente cerca de 10 bilhões de dólares por ano em todo o mundo. Só o tráfico de drogas e armas é maior. Todos os anos, mais de 38 milhões de animais silvestres são retirados ilegalmente de seus habitat no Brasil, sendo 40% exportados, segundo relatório da Polícia Federal. Segundo a ONG Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais (RENCTAS) os bichos saem, principalmente, da Bahia, Piauí, Pernambuco, Maranhão, Paraíba e Ceará. E são enviados para  Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Dos animais traficados, para cada 10 só sobrevive 1 (9 morrem durante a captura e o transporte). As cobras, para o transporte, são sedadas e colocadas em meias de nylon.(fonte:  ANDA)

 



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