

A fotografia revela um pilar metálico, já tomado pela ferrugem, que sustenta uma estrutura do pergolado metálico -onde a cobertura desapareceu- como se carregasse em sua pele a memória dos anos. No topo, onde a umidade se acumula, uma pequena planta surge como símbolo de resistência em meio ao desgaste do material. O contraste é marcante: de um lado, a força da natureza, representada pela árvore imponente e pelas folhagens ao redor; de outro, a vulnerabilidade da estrutura, marcada pela corrosão e pela falta de manutenção. O piso de pedras portuguesas e a área de terra exposta completam a cena de um espaço que, embora funcional, respira história, descuido e, ao mesmo tempo, grita por renovação!
Área externa da Biblioteca Anne Frank e Teatro Décio de Almeida Prado.
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