Pela preservação do sítio arqueológico Saracura no futuro metrô e do povo negro no Bixiga

Assinantes recentes:
Iasmim Eger Sasso e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

À Promotoria do Patrimônio Público do MPSP,
À Promotoria Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, 
À Prefeitura da Cidade de São Paulo,
Ao Governo do Estado de São Paulo, 

Desde junho de 2022, nós, moradores, ativistas, sambistas, pesquisadores, temos nos reunido no Movimento Mobiliza Saracura Vai-Vai em prol da preservação do sítio arqueológico encontrado nas obras do metrô da Linha 6-Laranja no local da histórica quadra da escola de samba Vai-Vai, onde no século XIX havia o Quilombo do Saracura, e em prol da permanência da população negra e de baixa renda no bairro diante da chegada da estação. Refletir sobre a memória para projetar o futuro do povo negro que construiu o bairro é fundamental na nossa luta. 

Entre nossas conquistas, conseguimos mudar o registro do sítio arqueológico no Iphan, reconhecido como área quilombola, e mudar seu nome de Saracura/14 Bis para Saracura/Vai-Vai; pressionamos para incluir no Plano Diretor da cidade a manutenção do perfil racial do bairro nos novos empreendimentos, ou seja, a população negra tem que ocupar esses prédios; ainda na revisão do Plano Diretor, reforçamos a responsabilidade do Estado com áreas tombadas e sítios quilombolas da União; e, por fim, conseguimos sentar com o poder público em uma comissão para cobrar a preservação do sítio

Seguimos lutando: 
• pela mudança do nome da estação de 14 Bis para Saracura/Vai-Vai;
• pela construção de um memorial no metrô lembrando o Quilombo do Saracura;
• pela criação de um museu com os vestígios arqueológicos no bairro;
• por um novo espaço para a escola de samba Vai-Vai no território, pois sua presença é fundamental para o Bixiga.

Reforçamos a necessidade de redução dos impactos da obra ao patrimônio e aos moradores do entorno, que sofrem especialmente com as enchentes que se agravaram com a construção

Não somos contra o metrô, mas a estação deve ser construída respeitando a história e é possível manter as estruturas encontradas nas escavações, como ocorre em muitos lugares do mundo. Somos contra o apagamento racista de uma história importante para a cidade de São Paulo. 

9.869

Assinantes recentes:
Iasmim Eger Sasso e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

À Promotoria do Patrimônio Público do MPSP,
À Promotoria Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, 
À Prefeitura da Cidade de São Paulo,
Ao Governo do Estado de São Paulo, 

Desde junho de 2022, nós, moradores, ativistas, sambistas, pesquisadores, temos nos reunido no Movimento Mobiliza Saracura Vai-Vai em prol da preservação do sítio arqueológico encontrado nas obras do metrô da Linha 6-Laranja no local da histórica quadra da escola de samba Vai-Vai, onde no século XIX havia o Quilombo do Saracura, e em prol da permanência da população negra e de baixa renda no bairro diante da chegada da estação. Refletir sobre a memória para projetar o futuro do povo negro que construiu o bairro é fundamental na nossa luta. 

Entre nossas conquistas, conseguimos mudar o registro do sítio arqueológico no Iphan, reconhecido como área quilombola, e mudar seu nome de Saracura/14 Bis para Saracura/Vai-Vai; pressionamos para incluir no Plano Diretor da cidade a manutenção do perfil racial do bairro nos novos empreendimentos, ou seja, a população negra tem que ocupar esses prédios; ainda na revisão do Plano Diretor, reforçamos a responsabilidade do Estado com áreas tombadas e sítios quilombolas da União; e, por fim, conseguimos sentar com o poder público em uma comissão para cobrar a preservação do sítio

Seguimos lutando: 
• pela mudança do nome da estação de 14 Bis para Saracura/Vai-Vai;
• pela construção de um memorial no metrô lembrando o Quilombo do Saracura;
• pela criação de um museu com os vestígios arqueológicos no bairro;
• por um novo espaço para a escola de samba Vai-Vai no território, pois sua presença é fundamental para o Bixiga.

Reforçamos a necessidade de redução dos impactos da obra ao patrimônio e aos moradores do entorno, que sofrem especialmente com as enchentes que se agravaram com a construção

Não somos contra o metrô, mas a estação deve ser construída respeitando a história e é possível manter as estruturas encontradas nas escavações, como ocorre em muitos lugares do mundo. Somos contra o apagamento racista de uma história importante para a cidade de São Paulo. 

Os tomadores de decisão

Promotoria Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão
Promotoria Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão
Promotoria do Patrimônio Público do MPSP
Promotoria do Patrimônio Público do MPSP

Atualizações do abaixo-assinado