

PELA INSTALAÇÃO DA DELEGACIA DA MULHER NA RESTINGA JÁ!
O problema
A Restinga é a maior periferia de Porto Alegre e o bairro mais populoso do Rio Grande do Sul, com mais de 62 mil habitantes sendo cerca de 33 mil mulheres. Mesmo sendo maior do que a maioria dos municípios do Estado o bairro não possui uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), obrigando vítimas de violência a percorrerem longas distâncias para buscar proteção.
Os dados mostram a urgência dessa demanda. A Restinga lidera o ranking de bairros com maior número de registros de lesão corporal, violência psicológica, descumprimento de medidas protetivas, perseguição, estupro e estupro de vulnerável em Porto Alegre. Enquanto isso, o Rio Grande do Sul segue registrando índices alarmantes de violência de gênero e feminicídios, muitos deles envolvendo mulheres que nunca conseguiram registrar ocorrência ou acessar medidas protetivas. Cada quilômetro de distância representa mais uma barreira para denunciar, pedir ajuda e salvar vidas.
Garantir uma Delegacia da Mulher na Restinga é garantir acesso à justiça, acolhimento, proteção e atendimento especializado para milhares de mulheres da região.
Por isso, nós, abaixo-assinados, solicitamos às autoridades competentes a implantação imediata de uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher na Restinga. Não se trata de um privilégio, mas do cumprimento de um direito fundamental: proteger a vida das mulheres.
Delegacia da Mulher na Restinga já. Porque nenhuma mulher deveria perder a vida por falta de acesso à proteção.

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O problema
A Restinga é a maior periferia de Porto Alegre e o bairro mais populoso do Rio Grande do Sul, com mais de 62 mil habitantes sendo cerca de 33 mil mulheres. Mesmo sendo maior do que a maioria dos municípios do Estado o bairro não possui uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM), obrigando vítimas de violência a percorrerem longas distâncias para buscar proteção.
Os dados mostram a urgência dessa demanda. A Restinga lidera o ranking de bairros com maior número de registros de lesão corporal, violência psicológica, descumprimento de medidas protetivas, perseguição, estupro e estupro de vulnerável em Porto Alegre. Enquanto isso, o Rio Grande do Sul segue registrando índices alarmantes de violência de gênero e feminicídios, muitos deles envolvendo mulheres que nunca conseguiram registrar ocorrência ou acessar medidas protetivas. Cada quilômetro de distância representa mais uma barreira para denunciar, pedir ajuda e salvar vidas.
Garantir uma Delegacia da Mulher na Restinga é garantir acesso à justiça, acolhimento, proteção e atendimento especializado para milhares de mulheres da região.
Por isso, nós, abaixo-assinados, solicitamos às autoridades competentes a implantação imediata de uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher na Restinga. Não se trata de um privilégio, mas do cumprimento de um direito fundamental: proteger a vida das mulheres.
Delegacia da Mulher na Restinga já. Porque nenhuma mulher deveria perder a vida por falta de acesso à proteção.

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Abaixo-assinado criado em 7 de julho de 2026