Pela inclusão das Bibliotecas no novo programa de alfabetização do Governo Federal

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Lucimery Florentino Leite e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

 

Chega de menosprezar as Bibliotecas e os Bibliotecários!

As Bibliotecas ficaram, mais uma vez, fora do radar do Ministério da Educação, especificamente no “Programa de Formação Continuada Leitura e Escrita na Educação Infantil” (Pro-LEEI), que não apresenta em lugar algum uma menção ao dispositivo cultural-educacional. Este programa é pautado pelo “Compromisso Nacional Criança Alfabetizada”, instituído em 2023, que similarmente deixa de fora as bibliotecas, apesar de insinuar a "instalação de espaços de incentivo a práticas de leitura" sem nomear quais seriam estes espaços e quais profissionais deveriam trabalhar naquele espaço.

 

O Pro-LEEI, que declara ter como princípio, entre outras coisas, o desenvolvimento das práticas de oralidade, leitura, escrita, análise e reflexão, tem como objetivos: assegurar a oferta de formação continuada para fortalecimento de práticas pedagógicas destinadas ao desenvolvimento da linguagem; incentivar e fomentar a cooperação técnica, com foco na formação continuada de profissionais da educação infantil; e promover a assistência técnica e financeira aos entes federados para a realização de ações de formação continuada na educação infantil no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. 


Uma vez que o Compromisso, documento base, exclui as bibliotecas e seus profissionais, o novo programa estava fadado a repetir seus erros. O repetido “esquecimento” das Bibliotecas é inaceitável, e reflete um imaginário político baseado em um modelo antiquado desta instituição. As bibliotecas são por excelência o espaço da linguagem, coração das Escolas e das Universidades, e os bibliotecários devem ser, assim como os professores, incentivados a habilitar-se na área Educativa.


 Desta forma, pleiteamos:


I) A inclusão das bibliotecas como espaços essenciais para o desenvolvimento do Pro-LEEI.
II) A nomeação de bibliotecários ou biblioeducadores na equipe técnica do programa, reconhecendo sua expertise na gestão de acervos e mediação de leitura.
II) O reconhecimento das bibliotecas como ambientes ativos de aprendizagem, fóruns de diálogo, e não como meros depósitos de livros.


Convocamos o Ministério da Educação e o Governo Federal para corrigirem este repetido erro, reconhecendo a importância dos Bibliotecários enquanto profissionais com Educação Superior e importantes atores no processo de alfabetização e promoção da Leitura, Escrita e Oralidade.

 

 

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O problema

 

Chega de menosprezar as Bibliotecas e os Bibliotecários!

As Bibliotecas ficaram, mais uma vez, fora do radar do Ministério da Educação, especificamente no “Programa de Formação Continuada Leitura e Escrita na Educação Infantil” (Pro-LEEI), que não apresenta em lugar algum uma menção ao dispositivo cultural-educacional. Este programa é pautado pelo “Compromisso Nacional Criança Alfabetizada”, instituído em 2023, que similarmente deixa de fora as bibliotecas, apesar de insinuar a "instalação de espaços de incentivo a práticas de leitura" sem nomear quais seriam estes espaços e quais profissionais deveriam trabalhar naquele espaço.

 

O Pro-LEEI, que declara ter como princípio, entre outras coisas, o desenvolvimento das práticas de oralidade, leitura, escrita, análise e reflexão, tem como objetivos: assegurar a oferta de formação continuada para fortalecimento de práticas pedagógicas destinadas ao desenvolvimento da linguagem; incentivar e fomentar a cooperação técnica, com foco na formação continuada de profissionais da educação infantil; e promover a assistência técnica e financeira aos entes federados para a realização de ações de formação continuada na educação infantil no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. 


Uma vez que o Compromisso, documento base, exclui as bibliotecas e seus profissionais, o novo programa estava fadado a repetir seus erros. O repetido “esquecimento” das Bibliotecas é inaceitável, e reflete um imaginário político baseado em um modelo antiquado desta instituição. As bibliotecas são por excelência o espaço da linguagem, coração das Escolas e das Universidades, e os bibliotecários devem ser, assim como os professores, incentivados a habilitar-se na área Educativa.


 Desta forma, pleiteamos:


I) A inclusão das bibliotecas como espaços essenciais para o desenvolvimento do Pro-LEEI.
II) A nomeação de bibliotecários ou biblioeducadores na equipe técnica do programa, reconhecendo sua expertise na gestão de acervos e mediação de leitura.
II) O reconhecimento das bibliotecas como ambientes ativos de aprendizagem, fóruns de diálogo, e não como meros depósitos de livros.


Convocamos o Ministério da Educação e o Governo Federal para corrigirem este repetido erro, reconhecendo a importância dos Bibliotecários enquanto profissionais com Educação Superior e importantes atores no processo de alfabetização e promoção da Leitura, Escrita e Oralidade.

 

 

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Abaixo-assinado criado em 10 de fevereiro de 2025