Petition Closed
Petitioning Prefeito de Barretos-SP Guilherme Avila

Pela Implantação do Projeto Protetor Público de Animais em Barretos-SP


Sua assinatura é muito importante para convencer o prefeito de Barretos Guilherme Avila a implantar o Projeto Protetor Público de Animais em Barretos. O projeto visa solucionar ética e definitivamente a superpopulação canino-felina do município, principal vetor do abandono de animais, controlando os nascimentos, evitaremos o abandono.

Resumo do Projeto Protetor Público de Animais :

A - Objetivos. -  Instituir eficiente política pública municipal de proteção aos animais. Solucionar ética e definitivamente a superpopulação canino-felina do município, principal vetor do abandono de animais.

B - Como os objetivos serão alcançados.

1 - Instituição do ‘Protetor Público de Animais’.

a - Instituir  1  ‘Protetor Público de Animais’ para cada grupo de 10 mil habitantes humanos do município.

b – O ‘protetor público’ será necessariamente um atual funcionário da prefeitura, vocacionado para ser protetor e realocado para exercer a função de ‘protetor público de animais’.

c – Deverá, também necessariamente, residir na área geográfica delimitada para sua atuação.

d - A prefeitura deverá indicar um protetor de animais com iniciativa e liderança para exclusivamente exercer a função de coordenador, gerenciando a implantação e funcionamento deste projeto.

e - Inicialmente os ‘protetores públicos de animais ’, trabalhando em equipe única, devem dedicar-se exclusivamente no apoio integral para a realização do ‘mutirão inicial de ajuste’.

2 - Realização de “mutirão inicial de ajuste”. -

Equipe de veterinários contratada pela prefeitura, exclusivamente para realizar o ‘mutirão’, se instala em um bairro, na área delimitada para cada protetor publico, e só se desloca para outro após atingir o índice de 80 % de esterilizações gratuitas de fêmeas canino-felinas, até atingir a totalidade geográfica urbana e rural do município.

Após completar o ‘mutirão inicial de ajuste’ em todo município, inicia-se o trabalho normal do ‘protetor público de animais’, em sua área designada.

C - Por que a Prefeitura deve implantar o projeto “Protetor Público de Animais”.

1 - Economizar dinheiro do contribuinte - Animais abandonados exigem estrutura física e de pessoal para resgate, administração, veículos, tratamento e encaminhamento para adoção, etc. Reduzindo os resgates ao mínimo, haverá considerável diminuição de gastos e principalmente não haverá aumentos futuros, considerando as leis já existentes ou que serão em breve aprovadas em todo Brasil, proibindo os municípios matar os animais recolhidos. Redução de gastos com milhares de cães e gatos resgatados das ruas em situação de risco, mantidos por protetores autônomos em abrigos particulares Por lei os prefeitos devem pagar os gastos com ração, veterinários e medicamentos dos atuais abrigos mantidos por Ongs e protetores independentes. . Os canis municipais dos CCZs poderão ser fechados.

2 - Respeito as leis - A lei define o Prefeito como tutor legal dos animais abandonados do município, sendo legalmente responsável por suas vidas e bem estar. A esterilização planejada como proposto neste projeto, é o único meio eficaz para evitar a proliferação indesejada.  Autoridade legal respeita animal.

3 - Ética - O interminável sofrimento vivido pelos animais abandonados, frutos da crueldade de humanos sem coração nem ética, conduz o prefeito, tutor legal dos animais não domiciliados que vivem no município, a iniciativas visando minimizar tais atrocidades. A esterilização, regulando a natalidade, evita os abandonos.

Os atendimentos clínicos encaminhados amenizarão o sofrimento dos animais que adoecem e que de outra maneira não receberiam atendimento veterinário. Os maus tratos a animais deixarão de continuar impunes. Os programas de conscientização ajudarão a tornar nossa sociedade menos violenta. A dor é igual no homem e no animal.

4 - Evitar acidentes - Serão evitadas milhares de mortes de humanos, traumas incapacitantes, etc., resultados de acidentes com animais nas ruas e rodovias,  economizando fantásticas quantias de dinheiro público utilizados em despesas com atendimento médico/hospitalar, aposentadorias, pensões, auxílios, etc.

5 - Saúde Pública – Animal abandonado tem suas defesas imunológicas diminuídas pela fome, tristeza e solidão, sendo presa fácil para inúmeras doenças, que podem transmitir a  animais e aos humanos. Diminuindo o abandono a níveis mínimos, o projeto ‘Protetor Público de Animais’ reduz a quase zero de despesas médico/hospitalares para tratamento de zoonoses que podem ser transmitidas por animais abandonados e doentes, como leishmaniose, raiva, tuberculose, toxoplasmose, leptospirose, micoses, verminoses, entre muitas outras, economizando vultosas quantias dos investimentos públicos na saúde humana.
Implantar o projeto ‘Protetor Público de Animais’ torna a saúde dos cidadãos muito mais protegida, prioridade de todos os prefeitos.

D – Atribuições do coordenador

1 - Providenciará treinamento para a Guarda Municipal, fiscais da prefeitura e agentes policiais para “olhar” maus-tratos a animais  e combate eficiente para o tráfico de animais silvestres.

2 - Irá propor que o MP – Ministério Público, prefeitura, Polícia Militar (PM – BM - Bombeiros), Polícia Civil, ‘protetores públicos’ e Ongs  trabalhem em conjunto, estabelecendo funções e coordenação, para identificação e encaminhamento para efetiva punição dos maus-tratos a animais.

3 - Fará o cadastro de protetores voluntários e/ou conveniados, específicos para receber animais de grande porte, equinos e outros, que reabilitados serão encaminhados a fiéis depositários.

4 - Criar no facebook uma página, única para todo município, para postar fotos de animais perdidos, encontrados e para adoção, facilitando muito encontrar animais perdidos, ‘donos’ de animais, e adotantes. O coordenador receberá as fotos e dados dos animais e contatos, através dos ‘protetores públicos’, dos voluntários e da comunidade em geral. Encontrar animais perdidos poderá questão de horas... Solução de custo zero e enorme valor emocional.

5 - Participar ativamente nos programas governamentais de vacinação contra a raiva, etc.

6 - Planejar e implantar amplo programa de prevenção para saúde animal.

7 - Planejar, viabilizar, divulgar e gerenciar mensais ‘encontros de adoção’ com estrutura profissional, coordenando a efetiva participação de todos os ‘protetores públicos’ do município, estes incentivando e coordenando a participação efetiva dos voluntários cadastrados em sua respectiva área.

Os primeiros encontros municipais de adoção deverão se dedicar exclusivamente a adoções para todos os animais do canil municipal do CCZ. Os voluntários deverão ser muito incentivados para adotarem animais do CCZ, reabilitando e encaminhando para adoção definitiva.

O canil municipal poderá então ser fechado e demolido, em memória dos nossos melhores amigos, inocentes que sem dó nem piedade, ali foram cruel e barbaramente aprisionados.

O modelo atual de gestão, baseado no canil municipal do CC Z - Centro de Controle de Zoonoses é sórdido, degradante, caro e ineficiente. Está superado, tornou-se antiquado por usar técnicas medievais, como o bárbaro e deplorável aprisionamento de inocentes, absolutamente inaceitável em sociedades civilizadas.

Em todos os canis municipais - CCZs, o tratamento dispensado aos animais é cruel, injusto e antiético. O mais comum é serem mortos por ‘eutanásia’ ou deixados à própria sorte juntos a animais doentes, para também morrerem agonizando lentamente. Nos ‘melhores’ ficam prisioneiros amontoados em baias pequenas e/ou lotadas, idênticas a campos de  extermínio nazistas.

Implantar o projeto “Protetor Público de Animais”, iniciativa de baixíssimo custo, é imprescindível para o resgate inadiável da dívida ética que todos temos, com altivez e nobre dignidade, presentes nos Prefeitos que serão lembrados como estadistas libertadores.

E - Atribuições do ‘Protetor Público de Animais’ em sua área geográfica de atuação.

1 - Incentivar, organizar, cadastrar e operacionalizar voluntários protetores de animais. Cadastrar, fazer parcerias e auxiliar os atuais abrigos de animais abandonados existentes.

2 - Em parceria com os voluntários residentes em sua área de atuação conceberá e executará projetos de conscientização de proteção animal. Fará parcerias com escolas do bairro para o ensino de protecionismo na prática.

3 - O ‘Protetor Público de Animais’ fará o monitoramento permanente do número de animais abandonados em sua área de atuação, visando atingir e manter a meta de redução do abandono no município, se necessário incrementando esterilizações de controle, usando os dados obtidos no censo animal levantados na fase “mutirão inicial de ajuste”.

4 - Fará acompanhamento e resgate de animais abandonados em situação de risco, encaminhando-os na maioria dos casos para os voluntários protetores de animais cadastrados.

Terá programas de cooperação com protetores independentes e ONGs para resgate, reabilitação e adoção, incentivando, cadastrando e assistindo os atuais abrigos independentes, para receber animais resgatados que exijam atenção especial, com estadia paga pela prefeitura até que sejam adotados.

Os atuais abrigos, atualmente superlotados, são mantidos com descomunal dificuldade financeira e emocional por ‘anjos’ protetores que se vestem de humanos para nos ensinar amor e compaixão.

Em poucos anos após a implantação do projeto ‘Protetor Público de Animais’, a população destes santuários começará a diminuir, sendo possível dar atenção e dignidade aos que ali continuarão, por impossibilidade de encontrar adoção pela idade, deficiências, etc.

5 - Encaminhamentos para esterilizações e consultas gratuitas, após o ‘mutirão inicial de ajuste’

a - Esterilizações gratuitas de fêmeas - Concluída a etapa do ‘mutirão inicial de ajuste’, a prefeitura fará convênios com clínicas veterinárias particulares do município para dar continuidade permanente a esterilizações de fêmeas canino-felinas. Os ‘protetores públicos’ fornecerão gratuita e permanentemente encaminhamento imediato, sem restrições, para todas as solicitações de esterilização de fêmeas canino - felinas. Sugere-se que no convite de convênio para as clínicas, a prefeitura informe o valor que deseja pagar por esterilização. Os tutores dos animais terão a liberdade de escolher entre as clínicas conveniadas.

b - Consultas veterinárias gratuitas - A prefeitura fará convênios com veterinários e/ou clínicas particulares do município para consultas veterinárias. Os ‘protetores públicos’ não oferecerão consultas ao público em geral.

Cada protetor poderá fazer hum encaminhamento de consulta por dia útil, exclusivamente para os voluntários cadastrados, que fazem resgates de animais, e para casos especiais verificados ‘in loco’ pelo ‘protetor público’. Consultas em caso de emergências e urgências não terão limites de encaminhamentos quando solicitadas pelos voluntários que fazem resgates.

6 - Atuar permanentemente na prevenção de maus-tratos a animais. Receber, verificar e encaminhar denúncias de maus-tratos a animais.

7 - Planejar, viabilizar, divulgar e gerenciar mensais ‘encontros de adoção’ em sua área de atuação, coordenando a efetiva participação dos voluntários cadastrados.

Os primeiros encontros de adoção, deverão se dedicar exclusivamente a adoções para todos os animais do canil municipal do CCZ, que poderá então ser fechado e demolido. Os voluntários deverão ser muito incentivados para adotarem animais do CCZ, reabilitando-os e encaminhando para adoção definitiva.

8 – Treinar os voluntários de sua área para especial ‘olhar’, visando coibir o tráfico de animais silvestres, Verificar e encaminhar ao coordenador dos protetores públicos do município as denúncias para efetiva punição.

9 - Os limites geográficos de atuação de cada ‘protetor público’ deverão ser claramente determinados. Toda área urbana e rural do município deverá ser atendida pelos protetores, que necessariamente devem residir em sua área de atuação.


Leia o projeto completo – Projeto “Protetor Público de Animais”


Letter to
Prefeito de Barretos-SP Guilherme Avila
Prezado Prefeito Guilherme Avila,
Solicito, em nome da ética e da compaixão que implante o projeto Posto de Proteto Público de Animais. O projeto visa solucionar ética e definitivamente a superpopulação canino-felina do município, principal vetor do abandono de animais.
Uma vez esterilizados, estes animais não mais procriarão e, a médio prazo, reduzir-se-ia (ou se extinguiria) o número de animais abandonados no município, sobretudo se simultaneamente a Prefeitura aderir a uma campanha de conscientização contra o abandono de animais, com a previsão de multas inclusive.
A implantação do Projeto Protetor Público de Animais, muito ao agrado da imensa maioria da população e eleitores, não tem um custo financeiro expressivo para a Prefeitura, mas resultará numa relação de harmonia entre a Prefeitura e a comunidade, hoje indignada com o tratamento e destino destes animais. Analogamente, o número de crimes relacionados a animais, certamente também será consideravelmente reduzido, o que mais uma vez se repercutirá em termos de harmonia social e menores custos para o judiciário.

Projeto Protetor Público de Animais:
A - Objetivos. - Instituir eficiente política pública municipal de proteção aos animais. Solucionar ética e definitivamente a superpopulação canino-felina do município, principal vetor do abandono de animais.





B - Como os objetivos serão alcançados.



1 - Instituição do ‘Protetor Público de Animais’.

a - Instituir 1 ‘Protetor Público de Animais’ para cada grupo de 10 mil habitantes humanos do município.

b – O ‘protetor público’ será necessariamente um atual funcionário da prefeitura, vocacionado para ser protetor e realocado para exercer a função de ‘protetor público de animais’.

c – Deverá, também necessariamente, residir na área geográfica delimitada para sua atuação.

d - A prefeitura deverá indicar um protetor de animais com iniciativa e liderança para exclusivamente exercer a função de coordenador, gerenciando a implantação e funcionamento deste projeto.

e - Inicialmente os ‘protetores públicos de animais ’, trabalhando em equipe única, devem dedicar-se exclusivamente no apoio integral para a realização do ‘mutirão inicial de ajuste’.





2 - Realização de “mutirão inicial de ajuste”. - Equipe de veterinários contratada pela prefeitura, exclusivamente para realizar o ‘mutirão’, se instala em um bairro, na área delimitada para cada protetor publico, e só se desloca para outro após atingir o índice de 80 % de esterilizações gratuitas de fêmeas canino-felinas, até atingir a totalidade geográfica urbana e rural do município.

Após completar o ‘mutirão inicial de ajuste’ em todo município, inicia-se o trabalho normal do ‘protetor público de animais’, em sua área designada.





C - Por que a Prefeitura deve implantar o projeto “Protetor Público de Animais”.



1 - Economizar dinheiro do contribuinte - Animais abandonados exigem estrutura física e de pessoal para resgate, administração, veículos, tratamento e encaminhamento para adoção, etc. Reduzindo os resgates ao mínimo, haverá considerável diminuição de gastos e principalmente não haverá aumentos futuros, considerando as leis já existentes ou que serão em breve aprovadas em todo Brasil, proibindo os municípios matar os animais recolhidos. Redução de gastos com milhares de cães e gatos resgatados das ruas em situação de risco, mantidos por protetores autônomos em abrigos particulares Por lei os prefeitos devem pagar os gastos com ração, veterinários e medicamentos dos atuais abrigos mantidos por Ongs e protetores independentes. . Os canis municipais dos CCZs poderão ser fechados.





2 - Respeito as leis - A lei define o Prefeito como tutor legal dos animais abandonados do município, sendo legalmente responsável por suas vidas e bem estar. A esterilização planejada como proposto neste projeto, é o único meio eficaz para evitar a proliferação indesejada. Autoridade legal respeita animal.





3 - Ética - O interminável sofrimento vivido pelos animais abandonados, frutos da crueldade de humanos sem coração nem ética, conduz o prefeito, tutor legal dos animais não domiciliados que vivem no município, a iniciativas visando minimizar tais atrocidades. A esterilização, regulando a natalidade, evita os abandonos.

Os atendimentos clínicos encaminhados amenizarão o sofrimento dos animais que adoecem e que de outra maneira não receberiam atendimento veterinário. Os maus tratos a animais deixarão de continuar impunes. Os programas de conscientização ajudarão a tornar nossa sociedade menos violenta. A dor é igual no homem e no animal.





4 - Evitar acidentes - Serão evitadas milhares de mortes de humanos, traumas incapacitantes, etc., resultados de acidentes com animais nas ruas e rodovias, economizando fantásticas quantias de dinheiro público utilizados em despesas com atendimento médico/hospitalar, aposentadorias, pensões, auxílios, etc.





5 - Saúde Pública – Animal abandonado tem suas defesas imunológicas diminuídas pela fome, tristeza e solidão, sendo presa fácil para inúmeras doenças, que podem transmitir a animais e aos humanos. Diminuindo o abandono a níveis mínimos, o projeto ‘Protetor Público de Animais’ reduz a quase zero de despesas médico/hospitalares para tratamento de zoonoses que podem ser transmitidas por animais abandonados e doentes, como leishmaniose, raiva, tuberculose, toxoplasmose, leptospirose, micoses, verminoses, entre muitas outras, economizando vultosas quantias dos investimentos públicos na saúde humana.





Implantar o projeto ‘Protetor Público de Animais’ torna a saúde dos cidadãos muito mais protegida, prioridade de todos os prefeitos.





D – Atribuições do coordenador



1 - Providenciará treinamento para a Guarda Municipal, fiscais da prefeitura e agentes policiais para “olhar” maus-tratos a animais e combate eficiente para o tráfico de animais silvestres.





2 - Irá propor que o MP – Ministério Público, prefeitura, Polícia Militar (PM – BM - Bombeiros), Polícia Civil, ‘protetores públicos’ e Ongs trabalhem em conjunto, estabelecendo funções e coordenação, para identificação e encaminhamento para efetiva punição dos maus-tratos a animais.





3 - Fará o cadastro de protetores voluntários e/ou conveniados, específicos para receber animais de grande porte, equinos e outros, que reabilitados serão encaminhados a fiéis depositários.





4 - Criar no facebook uma página, única para todo município, para postar fotos de animais perdidos, encontrados e para adoção, facilitando muito encontrar animais perdidos, ‘donos’ de animais, e adotantes. O coordenador receberá as fotos e dados dos animais e contatos, através dos ‘protetores públicos’, dos voluntários e da comunidade em geral. Encontrar animais perdidos poderá questão de horas... Solução de custo zero e enorme valor emocional.





5 - Participar ativamente nos programas governamentais de vacinação contra a raiva, etc.





6 - Planejar e implantar amplo programa de prevenção para saúde animal.





7 - Planejar, viabilizar, divulgar e gerenciar mensais ‘encontros de adoção’ com estrutura profissional, coordenando a efetiva participação de todos os ‘protetores públicos’ do município, estes incentivando e coordenando a participação efetiva dos voluntários cadastrados em sua respectiva área.





Os primeiros encontros municipais de adoção deverão se dedicar exclusivamente a adoções para todos os animais do canil municipal do CCZ. Os voluntários deverão ser muito incentivados para adotarem animais do CCZ, reabilitando e encaminhando para adoção definitiva.





O canil municipal poderá então ser fechado e demolido, em memória dos nossos melhores amigos, inocentes que sem dó nem piedade, ali foram cruel e barbaramente aprisionados.





O modelo atual de gestão, baseado no canil municipal do CC Z - Centro de Controle de Zoonoses é sórdido, degradante, caro e ineficiente. Está superado, tornou-se antiquado por usar técnicas medievais, como o bárbaro e deplorável aprisionamento de inocentes, absolutamente inaceitável em sociedades civilizadas.





Em todos os canis municipais - CCZs, o tratamento dispensado aos animais é cruel, injusto e antiético. O mais comum é serem mortos por ‘eutanásia’ ou deixados à própria sorte juntos a animais doentes, para também morrerem agonizando lentamente. Nos ‘melhores’ ficam prisioneiros amontoados em baias pequenas e/ou lotadas, idênticas a campos de extermínio nazistas.





Implantar o projeto “Protetor Público de Animais”, iniciativa de baixíssimo custo, é imprescindível para o resgate inadiável da dívida ética que todos temos, com altivez e nobre dignidade, presentes nos Prefeitos que serão lembrados como estadistas libertadores.





E - Atribuições do ‘Protetor Público de Animais’ em sua área geográfica de atuação.





1 - Incentivar, organizar, cadastrar e operacionalizar voluntários protetores de animais, alguns ou até dezenas de voluntários em torno de cada ‘protetor público’, para ações de resgate/reabilitação/adoção de animais abandonados, para eficaz identificação e combate aos maus-tratos a animais em geral e muitas outras iniciativas criativas.





2 - Em parceria com os voluntários residentes em sua área de atuação conceberá e executará projetos de conscientização de proteção animal. Fará parcerias com escolas do bairro para o ensino de protecionismo na prática.





3 - O ‘Protetor Público de Animais’ fará o monitoramento permanente do número de animais abandonados em sua área de atuação, visando atingir e manter a meta de redução do abandono no município, se necessário incrementando esterilizações de controle, usando os dados obtidos no censo animal levantados na fase “mutirão inicial de ajuste”.





4 - Fará acompanhamento e resgate de animais abandonados em situação de risco, encaminhando-os na maioria dos casos para os voluntários protetores de animais cadastrados.







5 - Cadastrar, fazer parcerias e auxiliar os atuais abrigos de animais abandonados mantidos por protetores independentes e ONGs.





6 - Viabilizará programas de cooperação com protetores independentes e ONGs para resgate, reabilitação e adoção, incentivando, cadastrando e assistindo os atuais abrigos independentes, para receber animais resgatados que exijam atenção especial, com estadia paga pela prefeitura até que sejam adotados.





Os atuais abrigos, atualmente superlotados, são mantidos com descomunal dificuldade financeira e emocional por ‘anjos’ protetores que se vestem de humanos para nos ensinar amor e compaixão.





Em poucos anos após a implantação do projeto ‘Protetor Público de Animais’, a população destes santuários começará a diminuir, sendo possível dar atenção e dignidade aos que ali continuarão, por impossibilidade de encontrar adoção pela idade, deficiências, etc.





7 - Encaminhamentos para esterilizações e consultas gratuitas, após o ‘mutirão inicial de ajuste’





a - Esterilizações gratuitas de fêmeas - Concluída a etapa do ‘mutirão inicial de ajuste’, a prefeitura fará convênios com clínicas veterinárias particulares do município para dar continuidade permanente a esterilizações de fêmeas canino-felinas. Os ‘protetores públicos’ fornecerão gratuita e permanentemente encaminhamento imediato, sem restrições, para todas as solicitações de esterilização de fêmeas canino - felinas. Sugere-se que no convite de convênio para as clínicas, a prefeitura informe o valor que deseja pagar por esterilização. Os tutores dos animais terão a liberdade de escolher entre as clínicas conveniadas.





b - Consultas veterinárias gratuitas - A prefeitura fará convênios com veterinários e/ou clínicas particulares do município para consultas veterinárias. Os ‘protetores públicos’ não oferecerão consultas ao público em geral. Cada protetor poderá fazer hum encaminhamento de consulta por dia útil, exclusivamente para os voluntários cadastrados, que fazem resgates de animais, e para casos especiais verificados ‘in loco’ pelo ‘protetor público’.

Consultas em caso de emergências e urgências não terão limites de encaminhamentos quando solicitadas pelos voluntários que fazem resgates.





8 - Atuar permanentemente na prevenção de maus-tratos a animais. Receber, verificar e encaminhar denúncias de maus-tratos a animais.





9 - Planejar, viabilizar, divulgar e gerenciar mensais ‘encontros de adoção’ em sua área de atuação, coordenando a efetiva participação dos voluntários cadastrados.





Os primeiros encontros de adoção, deverão se dedicar exclusivamente a adoções para todos os animais do canil municipal do CCZ, que poderá então ser fechado e demolido. Os voluntários deverão ser muito incentivados para adotarem animais do CCZ, reabilitando-os e encaminhando para adoção definitiva.





10 – Treinar os voluntários de sua área para especial ‘olhar’, visando coibir o tráfico de animais silvestres, Verificar e encaminhar ao coordenador dos protetores públicos do município as denúncias para efetiva punição.





11 - Os limites geográficos de atuação de cada ‘protetor público’ deverão ser claramente determinados. Toda área urbana e rural do município deverá ser atendida pelos protetores, que necessariamente devem residir em sua área de atuação.







F - Por que é imprescindível realizar o “mutirão inicial de ajuste”.



1 - Ineficácia dos métodos tradicionais - Não se têm conhecimento de nenhuma cidade do Brasil que tenha solucionado o abandono de animais com os inúmeros programas de esterilização existentes. Esterilizações em CCZs, mutirões de iniciativas de ONGs, etc., se mostram incapazes de solucionar definitivamente o controle da natalidade.

Em todas as cidades, mesmo as que têm projetos convencionais de esterilização, os canis dos CCZs estão sem vagas, com animais vivendo aprisionados em cruel sofrimento. Da mesma maneira, os abrigos particulares e protetores independentes em todo Brasil estão lotados e sem dinheiro, incapazes de acolher novos animais que padecem nas ruas. Urge que se tomem iniciativas eficazes e definitivas.





2 - Controle efetivo - O projeto ”Protetor Público de Animais” prevê que durante a pré-execução do “mutirão inicial de ajuste” se fará o levantamento efetivo do número de animais abandonados. Anual e perenemente, após o término do ‘mutirão inicial de ajuste’ deverá ocorrer o rigoroso monitoramento com a realização de levantamento estatístico, que indicará a necessidade ou não, de incrementar o número das esterilizações convencionais normalmente encaminhadas pelos “protetores públicos”. Neste caso deverão ser feitas buscas ativas de fêmeas canino felinas não esterilizadas.





Necessariamente o abandono será reduzido ao mínimo, sendo absorvido pela comunidade por adoções, sem necessidade de aprisionar e/ou matar os animais.





G - Como o “Mutirão inicial de ajuste” será realizado.



1 - Controle pré-execução -



Os ‘protetores públicos’ farão levantamento pré-execução, visitando todos os imóveis em sua área de trabalho, usando minucioso planejamento por quarteirões numerados sequencialmente, anotando em ficha individual para cada imóvel, o número de cães/gatos, sexo, etc., fazendo as inscrições assinadas pelos moradores para as esterilizações das fêmeas canino/felinas.





Entregarão cartilha com explicações sobre os benefícios da esterilização, cuidados com animais, guarda responsável, prevenção de maus-tratos e cuidados pré-operatórios, anexada ao impresso com data, horário e local que o morador deverá levar o animal. Se autorizado pelo tutor, poderá dar vermífugo para todos os animais no local visitado.





Anotarão todos os animais errantes, não domiciliados, inserindo informações de possível futura localização. Anotarão eventual dificuldade do morador para levar o animal no posto, e todas as informações que julgar relevantes, inclusive imóveis com potenciais maus-tratos de animais, etc. Para as fêmeas que estiverem no cio será anotada data após o final do mesmo.

Nestas visitas poderão ser sugeridas medidas de guarda responsável, resolução de eventuais maus-tratos, sugestão de encaminhamento de animais visivelmente doentes a veterinários particulares, etc. Cópia dos agendamentos para a semana poderá ser fornecida a protetores voluntários e ongs, para que auxiliem na logística, etc.





2 - Execução -





a - Com os dados coletados e as cirurgias da semana agendadas, a equipe de veterinários se instala em uma escola do bairro, todo sábado e domingo, até atingir o número de esterilizações necessárias para atingir o percentual de 80 % das fêmeas cadastradas na pré-execução. Alternativas operacionais poderão ser buscadas pela prefeitura para agilizar e potencializar o ‘mutirão inicial de ajuste’. Cada equipe com quatro veterinários faz em média 250 esterilizações a cada final de semana.





A comunidade, através dos voluntários, deverá trazer todas as fêmeas canino/felinas que vivem nas ruas para serem esterilizadas.





Se verificada doenças haverá sugestão por escrito de encaminhamento a veterinário particular. Será entregue por escrito as recomendações do pós-operatório. Os veterinários poderão aceitar nos procedimentos não médicos, trabalho voluntário de protetores de animais e Ongs.





O procedimento de controle pré-execução e de execução se repetirá a cada semana, até o final da sequência numérica dos quarteirões e eventual área rural.





b - Os “protetores públicos” darão total apoio para a equipe do mutirão. A prefeitura não medirá esforços, com as várias secretarias municipais agilizando medidas no sentido de resultados eficientes. Os voluntários serão mobilizados e incentivados a participar efetivamente, facilitando atingir a meta percentual de esterilizações.





c - Pós-cirurgia dos animais de rua - Usando a moderna técnica do gancho nas cirurgias, em poucas horas animal está totalmente apto para ser conduzido ao local onde foi encontrado. Recomenda-se que os animais de rua sejam esterilizados na parte da manhã. Os organizadores poderão aceitar ajuda de protetores voluntários nos cuidados pós-operatórios.





d - Calcula-se o número de cirurgias previstas para atingir o objetivo em 6% do número de habitantes humanos no município. O ‘mutirão inicial de ajuste’ deve ser planejado para conclusão em seis meses, não devendo ultrapassar 1 ano.





e - Método de esterilização - Cirurgia das fêmeas com idade a partir de dois meses de idade, usando a moderna técnica do gancho, minimamente invasiva, recuperação rápida e segura, em poucas horas após a cirurgia os animais estão plenamente restabelecidos e aptos ao convívio. Para eventual futura verificação de esterilização, será tatuado um pequeno ponto nas fêmeas errantes. Sugere-se que no convite ou licitação a prefeitura solicite preço único por esterilização, independente do porte ou espécie do animal.





f - Se não for alcançada a meta de esterilizar 80% de todas as fêmeas canino-felinas da área geográfica de cada ‘protetor público’, deverão ser revisitados os endereços de fêmeas cadastradas e não esterilizadas, para nova sugestão e marcada nova data para a cirurgia, com os ‘protetores públicos’ e voluntários fazendo esforço especial para facilitar o transporte dos animais, etc. Completada a fase de revisitas, se dará por finalizado o ‘mutirão’ naquela área, independente do percentual de esterilizações atingido.





O imprescindível controle anual e permanente pós-execução previsto neste projeto determinará a necessidade ou não de eventuais ajustes pontuais nas esterilizações futuras, incrementando as esterilizações gratuitas normalmente encaminhadas pelos ‘protetores públicos’ na fase de funcionamento normal, após o ‘mutirão inicial de ajuste’.





3 - Controle pós-execução





Após a execução do ‘mutirão inicial de ajuste’, os ‘protetores públicos’ deverão realizar anual e permanentemente levantamento do número de animais abandonados que vivem nas ruas, elaborar planilhas estatísticas precisas do número de resgates, óbitos e adoções realizadas pelos voluntários e abrigos de animais cadastrados. Analisados, permitirão fazer ajustes pontuais, com eventual incremento nas esterilizações gratuitas de fêmeas, reforçando as que normal e permanentemente serão encaminhadas pelos ‘protetores públicos’, fazendo visitas incentivadoras, facilitadoras, aos imóveis onde existam fêmeas cadastradas no censo animal realizado na pré-execução e não esterilizadas no ‘mutirão inicial de ajuste’.





Este acompanhamento é determinante e evitará a volta do abandono. Cada ‘protetor público’ manterá cadastro preciso dos resgates e adoções realizados pelos voluntários e abrigos existentes na sua área.





Em poucos anos estará solucionado o abandono de animais. Não havendo excesso de nascimentos, os poucos abandonados serão adotados na própria comunidade, ficando com os voluntários e Ongs os raros casos mais graves.





H - Quanto custa implantar integralmente o projeto ”Protetor Público de Animais”.



Com a implantação do projeto “Protetor Público de Animais” o monitoramento eficiente do número de animais abandonados estará assegurado, as metas de redução do abandono serão necessariamente alcançadas. Além da vigilância eficaz para que o abandono não volte, após o término do ‘mutirão inicial de ajuste’, cada ‘protetor’ continuará encaminhando esterilizações gratuitas de fêmeas e consultas veterinárias, além de inúmeras ações de proteção efetivas aos animais.





1 - Custo do ‘mutirão inicial de ajuste’ - A priori, calcula-se o número necessário de esterilizações de fêmeas canino/felinas em 6% do total de habitantes humanos do município. Valor médio por esterilização em mutirões R$ 60.





Exemplo - Município com cem mil habitantes - 6.000 x 60 = R$ 360 mil. O número de esterilizações e o valor por esterilização variará em função de condições específicas em cada município.





2 - Custos de implantação por ‘Protetor Público de Animais’





a - A prefeitura selecionará os ‘protetores públicos’ realocando servidores municipais que tenham vocação para atuar como protetores de animais. O ‘protetor’ selecionado, deverá necessariamente residir na área geográfica de sua atuação.





b – Os protetores públicos de animais não terão base fixa, devendo estar regularmente em rondas e atendimentos em sua área de atuação. Usarão como instrumento de trabalho um Smartphone com acesso a internet, para rápida, eficaz e permanente comunicação via celular e facebook com o coordenador municipal dos protetores públicos, com os voluntários e com a população em geral.





c - Custo médio total dos equipamentos - Aquisição de um Smartphone - R$ 500,00





3 - Custos de funcionamento por ‘protetor público de animais’





a - Encaminhamento de esterilizações gratuitas de fêmeas canino-felinas, convênio com clínicas veterinárias. Calcula-se que serão encaminhadas 10 esterilizações/mês, ao custo médio unitário de R$ 100 - Total R$ 1 mil/mês por unidade. O custo real variará em função de condições específicas em cada município.





b - Encaminhamento de 20 consultas/mês, convênio com clínicas veterinárias, custo médio por consulta R$ 50 - Total R$ 1 mil/mês por unidade. O custo real variará em função de condições específicas em cada município.





I - Quem será beneficiado





1 - Benefícios para os animais - As esterilizações diminuem muito os riscos de doenças uterinas, do sistema reprodutor e câncer de mama, etc. O cruel e bárbaro abandono será minimizado. As consultas aliviarão o sofrimento dos doentes, que atualmente não são atendidos por veterinários, padecendo sem nenhum atendimento. Os maus tratos a animais serão desestimulados pelo encaminhamento as autoridades competentes dos casos verificados.





2 - Benefícios para os Veterinários - Abertura de imensa área de trabalho para veterinários para a realização dos ‘mutirões iniciais de ajuste’. Com a distribuição da cartilha sobre esterilização e guarda responsável, mais os programas de conscientização, aumentará o número de consultas nas clínicas particulares. Serão feitas sugestões de encaminhamento a veterinários particulares se identificadas doenças durante o “mutirão inicial de ajuste”, e principalmente, terão a consciência tranquila por saber que a crueldade vivida pelos animais abandonados, a quem dedicam atenção incondicional, estará minimizada.





3 - Benefícios para a Prefeitura - Economias com resgate, alojamento, tratamento e encaminhamento para adoção dos animais. Grande economia com o fechamento de toda estrutura física e administrativa do canil municipal do CCZ - Centro de controle de Zoonoses. Gastos com a manutenção de milhares de animais nos abrigos particulares irá diminuir. Cidade mais limpa. População com menos riscos a doenças contagiosas. Visitantes voltam e recomendam cidade que trata bem o animal.





4 - Benefícios para o Prefeito - Aumento da credibilidade na opinião pública. Deixar marca histórica na administração. Evitar desgastes judiciais desnecessários. Consciência tranquila por saber que fez o possível para minimizar a crueldade vivida pelos animais abandonados. A população reconhece o exercício prático da ética.





4 - Benefícios para os Protetores de animais - O sonho mais acalentado por todos protetores é ver o fim do abandono. Será possível dar atenção digna aos abrigados. Não irão mais chorar, com o coração apertado pela compaixão e preocupação, ao resgatar mais um, mesmo sabendo que não existem mais espaço nem dinheiro em suas casas.





5 - Benefícios para todos - Menos violência, a crueldade com animais é incentivadora de padrões violentos. Mais saúde, com o efetivo controle de agentes que podem ser transmissores de doenças. Mais dignidade, o valor de uma cidade pode ser medido pela maneira como trata seus animais.





J - Anotações Gerais



1 - Dia da proteção animal na escola - Em todas as escolas do bairro onde estiverem sendo realizado o ‘mutirão inicial de ajuste’, deverá ser sugerido e incentivado aos diretores e professores o ‘dia da proteção animal’, dedicado exclusivamente a matérias e atividades relacionadas à proteção animal, com ênfase na relação abandono/esterilização, na prevenção a maus tratos, usando a cartilha da fase pré-execução como base. Todos os alunos receberão a cartilha. Recomendar para que incentivem os pais a levar os animais para serem esterilizados nos mutirões de esterilização.





2 - Projeto formatado para todos os municípios - O projeto “Posto de Proteção Animal” é genérico e pode ser implantado em todos os municípios.



4 - Projeto não pode ser desmembrado - Alcançar o objetivo de reduzir o abandono ao mínimo, será possível com base no tripé -





a - Instituir os ‘protetores públicos’.

b - Realizar o ‘mutirão inicial de ajuste’, esterilizando 80% de todas as fêmeas canino-felinas do município, com planejamento geográfico minucioso.

c - Participação efetiva e cooperativa dos voluntários.