Pela criação do Parque Ariri: o grito da floresta urbana


Pela criação do Parque Ariri: o grito da floresta urbana
O problema
🌳 ASSINE AGORA: Pela Criação do Parque Ariri
Moradores do Território do Ariri e de toda Belém:
Enquanto você lê este texto, mais um pedaço da nossa floresta urbana desaparece — e com ele, a proteção que temos contra o caos climático que já bate à nossa porta. Belém já perdeu mais de 500 hectares de vegetação nas últimas duas décadas, tornando-se a quinta capital que mais destruiu áreas verdes do Brasil. O resultado? Temperaturas que chegam a 40°C no asfalto, enquanto bairros arborizados fazem 5°C a menos. Enchentes que destroem lares, porque o solo impermeável não absorve a água das chuvas intensas que ficam cada vez mais frequentes. Igarapés que viraram esgotos, espalhando doença por comunidades que já sofrem com a falta de saneamento.
Quem paga esse preço são as periferias. São as famílias dos 11 bairros do Território do Ariri — mais de 270 mil pessoas, majoritariamente negras e de baixa renda — que veem suas casas alagarem a cada estação chuvosa, seus móveis se perderem, suas vidas serem interrompidas. São mães e pais que trabalham o dia todo e voltam para lares sem infraestrutura básica, enquanto a cidade "formal" segue distante. A injustiça climática é real: quem menos contribuiu para o aquecimento global sofre primeiro e sofre mais.
O Território do Ariri ainda resiste com 31% de áreas verdes que funcionam como pulmão e esponja natural, retendo água, filtrando poluentes e amenizando o calor. Mas essa floresta está ameaçada. Sem proteção, será engolida pelo avanço desordenado do concreto, e perderemos nossa principal defesa contra os efeitos das mudanças climáticas que já sentimos na pele.
O Parque Ariri já existe no papel há 17 anos. Está previsto no Plano Diretor de Belém desde 2008. O que falta é vontade política para transformar lei em realidade. Enquanto isso, a cada verão, nossas comunidades pagam o preço da omissão com lares destruídos, saúde comprometida e futuro incerto.
Não queremos um parque de porteira fechada. Queremos um Território de Vida e Resiliência: onde a floresta proteja nossas casas das enchentes, onde crianças brinquem em segurança longe do calor extremo, onde famílias se encontrem e tradições amazônidas sejam celebradas — e onde quem sempre morou aqui tenha renda digna através do ecoturismo, da agroecologia e do artesanato. Queremos gestão participativa, construída com a sabedoria de quem conhece cada enchente, cada curva do rio, cada árvore que resiste.
Sua assinatura tem poder. Cada nome somado fortalece nossa voz para exigir que prefeituras de Belém e Ananindeua cumpram sua obrigação legal de proteger este território. Cada assinatura mostra que não aceitamos mais promessas vazias enquanto nossas casas alagam e nossos filhos sofrem com o calor — queremos ação climática agora, justa e popular.
Compartilhe com amigos, familiares, colegas. Publique nas suas redes. Marque vereadores, deputados, o prefeito. A pressão popular é nossa única garantia contra o esquecimento governamental.
O Rio Ariri ainda corre. A floresta ainda resiste. As comunidades ainda lutam.
Mas precisamos de você nessa luta climática.
Assine. Compartilhe. Mobilize.
Campanha pela Criação do Parque Ariri
Ao assinar, você autoriza o uso público do seu nome na lista de apoiadores da Campanha.

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Enquanto você lê este texto, mais um pedaço da nossa floresta urbana desaparece — e com ele, a proteção que temos contra o caos climático que já bate à nossa porta. Belém já perdeu mais de 500 hectares de vegetação nas últimas duas décadas, tornando-se a quinta capital que mais destruiu áreas verdes do Brasil. O resultado? Temperaturas que chegam a 40°C no asfalto, enquanto bairros arborizados fazem 5°C a menos. Enchentes que destroem lares, porque o solo impermeável não absorve a água das chuvas intensas que ficam cada vez mais frequentes. Igarapés que viraram esgotos, espalhando doença por comunidades que já sofrem com a falta de saneamento.
Quem paga esse preço são as periferias. São as famílias dos 11 bairros do Território do Ariri — mais de 270 mil pessoas, majoritariamente negras e de baixa renda — que veem suas casas alagarem a cada estação chuvosa, seus móveis se perderem, suas vidas serem interrompidas. São mães e pais que trabalham o dia todo e voltam para lares sem infraestrutura básica, enquanto a cidade "formal" segue distante. A injustiça climática é real: quem menos contribuiu para o aquecimento global sofre primeiro e sofre mais.
O Território do Ariri ainda resiste com 31% de áreas verdes que funcionam como pulmão e esponja natural, retendo água, filtrando poluentes e amenizando o calor. Mas essa floresta está ameaçada. Sem proteção, será engolida pelo avanço desordenado do concreto, e perderemos nossa principal defesa contra os efeitos das mudanças climáticas que já sentimos na pele.
O Parque Ariri já existe no papel há 17 anos. Está previsto no Plano Diretor de Belém desde 2008. O que falta é vontade política para transformar lei em realidade. Enquanto isso, a cada verão, nossas comunidades pagam o preço da omissão com lares destruídos, saúde comprometida e futuro incerto.
Não queremos um parque de porteira fechada. Queremos um Território de Vida e Resiliência: onde a floresta proteja nossas casas das enchentes, onde crianças brinquem em segurança longe do calor extremo, onde famílias se encontrem e tradições amazônidas sejam celebradas — e onde quem sempre morou aqui tenha renda digna através do ecoturismo, da agroecologia e do artesanato. Queremos gestão participativa, construída com a sabedoria de quem conhece cada enchente, cada curva do rio, cada árvore que resiste.
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Abaixo-assinado criado em 7 de abril de 2026