Pela construção de Hemocentro e Oncocentro federais na Região Metropolitana de Sorocaba


Pela construção de Hemocentro e Oncocentro federais na Região Metropolitana de Sorocaba
O problema
Excelentíssima Senhora
Luciana Barbosa de Oliveira Santos
Ministra de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação
Excelentíssimo Senhor
Dr. Alexandre Rocha Santos Padilha
Ministro de Estado da Saúde
Considerando:
1. A população numerosa da Região Metropolitana de Sorocaba (RMS), SP, estimada em 2,1 milhões de pessoas, correspondendo a 5% da população paulista;
2. A inexistência de um Oncocentro de referência do SUS na RMS, obrigando o deslocamento de pacientes da maioria dos seus 27 municípios para quimioterapia, radioterapia e cirurgias oncológicas em São Paulo, Campinas ou Jaú.
Observação: usuários do SUS em quimioterapia comumente dependem de transporte municipal em vans para percorrerem mais de 180 km de seu município na RMS até o Hospital Amaral Carvalho, em Jaú. Saem às 2h e retornam apenas às 21h. Apesar da existência de casas de apoio custeadas pelos municípios em Jaú, o desgaste físico e emocional da viagem impacta negativamente no tratamento dessas pessoas e na saúde de seus acompanhantes;
3. A existência de hospitais filantrópicos, da Faculdade de Medicina da PUC-SP e do campus da UFSCar em Sorocaba, do Parque Tecnológico de Sorocaba, de inúmeras escolas técnicas de enfermagem e de campi dos Institutos Federais na região;
4. A existência de um posto de coleta de sangue, atualmente gerenciado pela Colsan, albergado em instalações físicas antiquadas no Conjunto Hospitalar de Sorocaba, as quais não atendem às necessidades atuais dos serviços de saúde da RMS em termos de: acolhimento de doadores, conforto dos profissionais, dimensões do espaço físico e acessibilidade arquitetônica hospitalar;
5. A existência do Centro Industrial Nuclear de Aramar em Iperó, integrante do Programa Nuclear da Marinha do Brasil. Nele, está instalado o projeto do Reator Multipropósito Brasileiro, capaz de dar ao Brasil a independência tecnológica na produção de radioisótopos para a Saúde.
Nota relevante: a qualificada equipe técnico-científica da Marinha em Aramar, em cooperação com pesquisadores da Escola Politécnica da USP produziu, durante a pandemia de COVID-19, ventiladores mecânicos para UTIs do SUS em tempo recorde - duas horas. Demonstrou a capacidade extraordinária de desenvolvimento científico e tecnológico da Força com fins pacíficos, em cooperação próxima com civis da área acadêmica, nas demandas urgentes de grave risco à saúde planetária;
respeitosamente, requeremos a Vossas Excelências que encaminhem aos assessores técnicos competentes, tanto dos Ministérios da Saúde, da Ciência, Tecnologia e Inovação e da Marinha do Brasil, uma demanda para estudo técnico de viabilidade de implantar um novo Hemocentro e de um Oncocentro com padrão de referência internacional na RMS, em cooperação entre os Ministérios, universidades públicas, Institutos Federais, Centro Industrial Nuclear Aramar, startups brasileiras, hospitais filantrópicos, BNDES e o New Development Bank.
Essas conquistas seriam um marco histórico para a Saúde, e não apenas para cidadãs, cidadãos e profissionais de saúde do SUS na RMS, mas também para toda a América Latina e demais membros do bloco BRICS.
Certos de contar com a sensibilidade e a iniciativa arrojada de Vossas Excelências, nós, abaixo-assinados, apresentamos nossas
Saudações respeitosas.
Aracy Pereira Silveira Balbani
médica otorrinolaringologista
Doutora em Medicina pela Faculdade de Medicina da USP
Médica especialista atuante exclusivamente na área assistencial do SUS na RMS
CRM-SP 81725 RQE 20933

146
O problema
Excelentíssima Senhora
Luciana Barbosa de Oliveira Santos
Ministra de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação
Excelentíssimo Senhor
Dr. Alexandre Rocha Santos Padilha
Ministro de Estado da Saúde
Considerando:
1. A população numerosa da Região Metropolitana de Sorocaba (RMS), SP, estimada em 2,1 milhões de pessoas, correspondendo a 5% da população paulista;
2. A inexistência de um Oncocentro de referência do SUS na RMS, obrigando o deslocamento de pacientes da maioria dos seus 27 municípios para quimioterapia, radioterapia e cirurgias oncológicas em São Paulo, Campinas ou Jaú.
Observação: usuários do SUS em quimioterapia comumente dependem de transporte municipal em vans para percorrerem mais de 180 km de seu município na RMS até o Hospital Amaral Carvalho, em Jaú. Saem às 2h e retornam apenas às 21h. Apesar da existência de casas de apoio custeadas pelos municípios em Jaú, o desgaste físico e emocional da viagem impacta negativamente no tratamento dessas pessoas e na saúde de seus acompanhantes;
3. A existência de hospitais filantrópicos, da Faculdade de Medicina da PUC-SP e do campus da UFSCar em Sorocaba, do Parque Tecnológico de Sorocaba, de inúmeras escolas técnicas de enfermagem e de campi dos Institutos Federais na região;
4. A existência de um posto de coleta de sangue, atualmente gerenciado pela Colsan, albergado em instalações físicas antiquadas no Conjunto Hospitalar de Sorocaba, as quais não atendem às necessidades atuais dos serviços de saúde da RMS em termos de: acolhimento de doadores, conforto dos profissionais, dimensões do espaço físico e acessibilidade arquitetônica hospitalar;
5. A existência do Centro Industrial Nuclear de Aramar em Iperó, integrante do Programa Nuclear da Marinha do Brasil. Nele, está instalado o projeto do Reator Multipropósito Brasileiro, capaz de dar ao Brasil a independência tecnológica na produção de radioisótopos para a Saúde.
Nota relevante: a qualificada equipe técnico-científica da Marinha em Aramar, em cooperação com pesquisadores da Escola Politécnica da USP produziu, durante a pandemia de COVID-19, ventiladores mecânicos para UTIs do SUS em tempo recorde - duas horas. Demonstrou a capacidade extraordinária de desenvolvimento científico e tecnológico da Força com fins pacíficos, em cooperação próxima com civis da área acadêmica, nas demandas urgentes de grave risco à saúde planetária;
respeitosamente, requeremos a Vossas Excelências que encaminhem aos assessores técnicos competentes, tanto dos Ministérios da Saúde, da Ciência, Tecnologia e Inovação e da Marinha do Brasil, uma demanda para estudo técnico de viabilidade de implantar um novo Hemocentro e de um Oncocentro com padrão de referência internacional na RMS, em cooperação entre os Ministérios, universidades públicas, Institutos Federais, Centro Industrial Nuclear Aramar, startups brasileiras, hospitais filantrópicos, BNDES e o New Development Bank.
Essas conquistas seriam um marco histórico para a Saúde, e não apenas para cidadãs, cidadãos e profissionais de saúde do SUS na RMS, mas também para toda a América Latina e demais membros do bloco BRICS.
Certos de contar com a sensibilidade e a iniciativa arrojada de Vossas Excelências, nós, abaixo-assinados, apresentamos nossas
Saudações respeitosas.
Aracy Pereira Silveira Balbani
médica otorrinolaringologista
Doutora em Medicina pela Faculdade de Medicina da USP
Médica especialista atuante exclusivamente na área assistencial do SUS na RMS
CRM-SP 81725 RQE 20933

146
Os tomadores de decisão

Mensagens de apoiadores
Atualizações do abaixo-assinado
Compartilhar este abaixo-assinado
Abaixo-assinado criado em 8 de novembro de 2025
