Pedido de AJUDA a TODOS caminhoneiros, pela volta da #VaiDeCOCO no Ecopátio..


Pedido de AJUDA a TODOS caminhoneiros, pela volta da #VaiDeCOCO no Ecopátio..
O problema
Ecorodovias X Barraquinha de pastel #VaiDeCOCO.
Peço a TODOS caminhoneiros do Brasil que me ajudem assinando este baixo assinado!!!
Alguém DESTES CONTATOS (ja pedi ajuda a diversas autoridades) me ajudam, PELO AMOR DE DEUS?
Preciso novamente de um pequeno espaço dentro do Ecopátio, área pública administrada pelo grupo Ecorodovias. Estou com a corda no pescoço e preciso de faturamento para pagar acordos de processos trabalhistas e dívidas oriundas de condutas dolosas dos próprios gestores do Grupo Ecorodovias, que me notificaram de despejo e apresentaram valores superfaturados através de cobrança vexatória, expondo-me a funcionários, demais locatários e clientes. Tenho tentado contato pedindo ajuda, mas estou sendo AMEAÇADO pelos advogados do Grupo Ecorodovias, como podem ver no print deste e-mail de ameaças em anexo.
Para estes gestores (pessoas de má índole), milionários mesquinhos e arrogantes, o pedido de AJUDA de um pasteleiro é visto como perseguição! Falta apenas me colocarem na justiça e pedirem indenização — é o fim do mundo! Um grupo bilionário pedindo indenização a um falido vendedor de caldo de cana por pedir ajuda! Eu não duvido da mesquinhez e da maldade deles, me sinto sozinho e acuado, como em uma cova de leões.
Pode um grupo tão forte e poderoso pesar tanto a mão contra um vendedor de pastel e caldo de cana? É justo isso neste país? Alguma autoridade pode me ajudar e, assim, ajudar os demais trabalhadores que precisam receber seus acordos trabalhistas? Porque o grupo Ecorodovias dá as costas para isso; para eles só interessam os ganhos dos investidores.
As reportagens atuais são:
“Brasil não pode ser quintal de ninguém” – Hadad.
“Investir em SOBERANIA é gerar riquezas ao povo brasileiro” – Alckmin.
“Tarifa de Trump pode reduzir PIB de São Paulo em até 2,7%” – Tarcísio.
“Lula afirma que SOBERANIA NACIONAL está acima de partidos e tendências políticas.”
Peço aos senhores que leiam com bastante atenção este e-mail até o final. Não é justo que um grupo tão privilegiado pelo poder público seja tão enérgico e maldoso com um pequeno vendedor de pastel. Sou um ex-prestador de serviços no Ecopátio Cubatão (grupo Ecorodovias), fornecendo pastéis, caldo de cana, água de coco e suco de milho em rede fast-food 24h aos caminhoneiros, desde 2018, sempre muito elogiado por todos, com zero reclamações.
Me chamo José Antonio Lopez, tenho 48 anos, sou casado, pai de dois filhos, pequeno empresário, sirvo a Deus na Congregação Cristã no Brasil, e meus filhos servem a Deus como músicos na igreja.
Fiz primeiramente contato com pedido de AJUDA aos diretores do Ecoporto, Luis e Ricardo, a fim de me cederem novamente um pequeno espaço para vender pastel e caldo de cana e pagar acordos de dívidas trabalhistas causadas por estes senhores após o episódio de cobrança e despejo vexatório. Depois, fiz o mesmo pedido ao CEO da Ecorodovias, Marcelo Guidotti, e posteriormente a todos os conselheiros e investidores do grupo. TODOS me ignoraram, por eu ser um SIMPLES VENDEDOR DE PASTEL, cuja vida foi prejudicada e empresa levada à falência pelo comportamento de cobrança vexatória dos diretores do grupo Ecorodovias, que além de não repararem o próprio erro (não pedi dinheiro, apenas espaço), ainda enviaram a advogada Ana Lúcia de Freitas para me ameaçar, na tentativa de me calar. Pode um grupo tão forte e poderoso agir de forma tão pesada contra os pequenos
Estamos em tempos de discursos sobre SOBERANIA e DEFESA DAS EMPRESAS NACIONAIS, contra o poder de cartéis de grupos estrangeiros em solo nacional, e como uma microempresa 100% brasileira, peço SOCORRO!
Eu deveria ser visto como “parceiro” pelo grupo Ecorodovias, mas fui tratado como espólio, e minha empresa foi levada à FALÊNCIA pelo comportamento maldoso de seus diretores do Ecoporto, Luis Cláudio e Ricardo Tanabi, com conduta criminosa, enviando cartas de cobrança e despejo através de funcionários.
Venho tentando solucionar meu pedido de AJUDA através desses diretores e também comuniquei o pedido ao CEO Marcello Guidotti, mas todos se comportam de maneira omissa, relativizando o problema e me ignorando por eu ser um SIMPLES VENDEDOR DE PASTEL, enquanto eles constituem um grupo tão rico e poderoso no Brasil, com o maior privilégio de concessões de ÁREAS PÚBLICAS DE TODO O PAÍS — mais de 5.000.000.000 m² de terras pertencentes à União, captando lucro para investidores estrangeiros, mas que não conseguem ceder 3 m² para um vendedor de pastel e caldo de cana.
Acredito ser o grupo mais PRIVILEGIADO que menos contribui para nossas empresas, fazendo bilhões diariamente e enviando grande parte desse lucro ao exterior, administrando mais de 5.000 km de estradas em diversos estados, presente em toda a mídia e citado em escândalos de corrupção como a Lava Jato. Usam boa parte do maior porto da América Latina (Santos), obtendo lucros exorbitantes, presentes em diversos espaços públicos nacionais, enviando bilhões de dólares ao exterior através de acionistas italianos (Grupo Gavio, Grupo CR de Almeida) e espanhóis.
Venho pedindo a este grupo bilionário que me ajude a resolver um problema de apenas 4 m², para que eu possa pagar dívidas trabalhistas de trabalhadores brasileiros, que foram duramente afetados pela má gestão de seus diretores. Minha vida financeira foi dilacerada pela conduta dolosa desses gestores, agindo dentro do Ecopátio, o maior pátio regulador de caminhões da América Latina.
E para onde estão indo os bilionários lucros das concessões da Ecorodovias, que encarecem DEMAIS toda exportação brasileira: estradas, portos e pátios reguladores? Por que esses senhores não têm a obrigação de ajudar o país nesta hora, mas, ao contrário, destroem vidas, levando uma microempresa à falência por um atraso de apenas dois meses de aluguel? Isso é JUSTO? Este grupo se importa com o país ou apenas em arrendar áreas públicas para lucros bilionários de investidores estrangeiros?
Minha empresa, #VaiDeCOCO, é especializada em atender caminhoneiros com alimentação rápida. Devido à conduta desses gestores, fomos obrigados a demitir 48 colaboradores e fechar todas as lojas.
Com projeto em andamento, agora interrompido no KM40 da Anchieta, que estava em fase avançada no grupo Ecorodovias, eu pretendia alimentar caminhoneiros que há décadas estacionam seus caminhões para descansar e não têm nenhum tipo de alimentação. Diversas vezes procurei o grupo Ecorodovias, mas novamente demonstraram desinteresse pelas vidas dos usuários brasileiros; este projeto também foi duramente afetado.
Devido a um erro administrativo, uma loja de outro pátio, de alto custo de implantação, foi desativada, acarretando 20 rescisões, comprometendo meu fluxo de caixa, o que resultou em atraso de apenas 2 meses de aluguel no Ecopátio (área pública em concessão realocada).
Os diretores Luis Cláudio e Ricardo Tanabi, que NUNCA se apresentaram ou visitaram minha empresa, não conhecem o trabalho realizado, a dedicação, compromisso e seriedade. Se escondem e agem covardemente atrás de um computador, julgando apenas por um pequeno atraso de aluguel. Tiveram a INFELIZ ideia, como dizem no mundo do crime, de “PEGAR PARA EXEMPLO”, usando todo o poder econômico do grupo Ecorodovias para enviar uma carta de despejo com cobrança de dívida e valores superfaturados, PROPOSITALMENTE enviada por FUNCIONÁRIOS a outro FUNCIONÁRIO, para que se espalhassem comentários a todos os locatários
Essa atitude, além de antiética e desproporcional, tipifica crime em vários artigos. Um boletim de ocorrência foi confeccionado, podendo ser representado formalmente. Até o momento, busquei uma solução amigável, pacífica e solidária, pedindo apenas um espaço para trabalhar e pagar as dívidas causadas por essa conduta.
A “bendita” carta recebida por minha funcionária (que também entrou com ação trabalhista) foi imediatamente replicada em grupos de WhatsApp da empresa, chegando a fornecedores, caminhoneiros, concorrentes e parceiros de locação.
Resumindo, além de toda vergonha, humilhação e constrangimento, isso resultou em uma série de demissões, rescisões e processos trabalhistas, acarretando o fechamento de todas as lojas e a falência da empresa em milhões de reais. Perdi todos os meus bens e tive que voltar para a casa dos meus pais com minha família, que já é idosa e com câncer.
Cheguei a tentar suicídio três vezes e fiquei longos períodos sem sair do quarto, com medo de tudo que acontecia. Houve abandono da loja do Ecopátio, pois não conseguia trabalhar e sair à rua. Os mesmos diretores deram entrada em ação judicial de despejo, da qual nem sequer fui citado, e retirei meus equipamentos. Essa atitude dolosa de constrangimento e prejuízo enquadra-se nas leis abaixo:
Art. 139 do Código Penal
Art. 138 e 139 do Código Penal
Art. 71 do Código de Defesa do Consumidor
Lei nº 12.529/2011, Código Civil
Lei nº 8.137/1990, Código Civil
Lei nº 10.406/2002, Código Civil
Art. 186 e 927 do Código Civil
Art. 163 do Código Civil
Consequências:
Criminal → responder por crime contra a honra e crime previsto no CDC (art. 71).
Cível → pagar indenização por danos morais e materiais.
Administrativo → ser multado pelo Procon, Banco Central ou outros órgãos reguladores.
O STJ já decidiu que cobrança com exposição vexatória gera dano moral presumido (não é preciso provar sofrimento), e neste caso tenho abundantes provas de sofrimento.
Segue número de processos trabalhistas em acordos e abertos para tratativas:
2ª Vara do Trabalho de Cubatão:
1000460-37.2025.5.02.0252 | 1000583-35.2025.5.02.0252
4ª Vara do Trabalho de Cubatão:
1000469-90.2025.5.02.0254 | 1000934-36.2024.5.02.0254 | 1001067-78.2024.5.02.0254
5ª Vara do Trabalho de Cubatão:
1000139-27.2024.5.02.0255 | 1000312-51.2024.5.02.0255 | 1000530-45.2025.5.02.0255 | 1000807-95.2024.5.02.0255 | 1000971-60.2024.5.02.0255
Cejusc Baixada Santista:
1001023-59.2024.5.02.0254
Civil:
1003465-39.2025.8.26.0223
Felizmente, existem empresas cujos diretores têm comportamento oposto ao do grupo Ecorodovias (salvo a conduta ética, ilibada e exemplar da diretora Barbara Wojtyga), com quem sempre mantive tratativas honrosas de cooperação mútua.
O proprietário de outro grupo, ético e familiar, me chamou para reunião pessoal, disponibilizou advogados, e com auxílio financeiro reabrimos uma loja há quatro semanas. Juntos aos advogados, conseguimos iniciar o pagamento das dívidas trabalhistas.
O problema é que uma única loja não comporta o pagamento de dezenas de acordos e ações judiciais que transitou em valores absurdos. Alguns juízes da Justiça Trabalhista não homologam integralmente os pagamentos, sob a narrativa de que, se eu não quitar, empresas fortes têm condições para isso. A advogada do grupo Ecorodovias acompanhou algumas audiências e comprova o que estou relatando.
Voltei a entrar em contato com o grupo Ecorodovias, pedindo que me ajudem com uma porta para venda de pastel e caldo de cana no Ecopátio, onde eu e uma colaboradora trabalharíamos para aumentar o faturamento, quitar acordos e pagar os aluguéis pendentes ao grupo Ecorodovias.
Além de falarem em indenizações e retratação que supostamente seriam devidas, estes senhores AINDA estão COBRANDO, e o pior: com valores superfaturados, fazendo questão de receber sem considerar os danos causados!
Acredito que não é possível que uma pequena pastelaria inserida em um grupo tão poderoso e privilegiado pelos brasileiros possa falir dessa maneira, sem apoio da gestão, e ainda precise recorrer ao poder público para se restabelecer e corrigir erros de conduta dos próprios gestores do grupo Ecorodovias.
Peço aos senhores que intervenham para me ajudar, pois duvido que exista virtude suficiente nos diretores do grupo Ecorodovias, que ainda me ameaçam na tentativa de me calar. Da mesma forma, o CEO Marcello Guidotti (italiano) mantém completa omissão. Assim como tive intervenção do CEO de um grupo familiar, acredito que, com a ajuda de TODO O CONSELHO E INVESTIDORES DO GRUPO ECORODOVIAS, da opinião pública e do poder público, minha pastelaria poderá voltar a ser próspera, como sempre foi, recebendo elogios pelo bom atendimento aos clientes. Esses sofridos caminhoneiros chegaram a falar em até organizar um abaixo-assinado para que retornássemos ao Ecopátio, pois necessitam de alimentação adequada 24 horas.
Os senhores são pessoas capacitadas e têm todas as condições para reparar e ajudar um pequeno empresário cuja vida, família e saúde foram profundamente afetadas pela má gestão desses diretores.
Um grupo tão privilegiado PELOS BRASILEIROS tem obrigação moral de suprir as necessidades nacionais e, sobretudo, RESPEITAR empresas brasileiras.
“GRUPO ECORODOVIAS, QUE UTILIZA ÁREAS PÚBLICAS EM TODO O BRASIL EM CONCESSÕES, o maior entre todos, está praticamente tomando conta do país sem trazer benefícios à população. SEGUNDO NOTICIÁRIOS, SÃO PRIVILEGIADOS EM ATRASOS DE BILHÕES E ACORDOS DE LENIÊNCIA DA LAVA JATO, ATRASOS NO PAGAMENTO DE EMPRÉSTIMOS VIA BNDES! MAS HUMILHAM, DENIGREM E NÃO ADMITEM PEQUENOS ATRASOS DE UMA PEQUENA BARRAQUINHA DE PASTEL, LEVANDO-A À FALÊNCIA EM ATITUDE DOLOSA.”
A área explorada pelo grupo Ecorodovias tem dimensões de pequenos países. Quanto dinheiro do trabalhador brasileiro, que paga pedágios caríssimos, está sustentando vidas luxuosas de estrangeiros?
Aliás, é o grupo de concessionária com a cobrança mais cara entre todos: pedágios altíssimos, pátios reguladores e tarifas portuárias, aumentando os pesados custos de exportação de nossos produtos, que poderiam ser zerados neste momento de “tarifaço” para fortalecer nossas indústrias. Ainda utilizam espaços realocados pertencentes à União, com empréstimos bilionários do Banco Nacional de Desenvolvimento.
O Brasil precisa saber e a imprensa tem o papel de informar. Falam em ética, mas estão em processos no Ministério Público por corrupção e formação de cartéis. Falam em sustentabilidade, mas não reciclam uma folha de papel.
As estradas não apresentam melhorias de segurança para os caminhoneiros, não criam áreas de descanso e as antigas não fornecem nem ao menos espaço para alimentação e abastecimento desses profissionais do transporte.
São mais de 14 CNPJs abrindo e fechando somente no Ecoporto em poucos anos. Por que isso? O CNPJ é alterado em contrato social, mas há apenas três endereços diferentes:
04149454000180
02390435000700
13969897000299
53730495000332
18884182000176
02390435000115
02390435000468
02390435000549
02390435000204
18884182000176
53730495000413
02390435000387
02390435000620
53730495000170
Até quando teremos que suportar grupos estrangeiros nos humilhando, explorando e levando nossas famílias e empresas à fome, enviando nossas riquezas para o exterior? O CEO italiano e o grupo de acionistas, majoritariamente italianos, esbanjam riquezas em marinas italianas com iates bilionários, aviões, helicópteros, mansões e todo tipo de luxo e avareza, oriundos de recursos brasileiros (Estaleiro Bagietto, Itália), enquanto eu e minha família passamos necessidades e respondemos a processos trabalhistas altíssimos, devido ao comportamento de cobrança vexatória do grupo, que administra bilhões e vive no luxo. Isso é justo?
Somos mesmo um país soberano que defende nossa população? Ou ainda estamos na colonização, enviando nossas riquezas para a Europa, dobrando os joelhos enquanto nos usam e nos humilham?
Posso contar com os senhores? Peço urgência, pois os acordos da justiça trabalhista estão vigentes e o atraso acarreta multas altíssimas!
Fico agradecido, esperançoso e disponível para reuniões com todos em anexo deste e-mail.
Como vemos em anexo, o pau que dá em Chico não é o mesmo que dá em Franscisco quando o assunto é Ecorodovias!!!
José Antonio Lopez #VaiDeCOCO
Cmtelopez@gmail.com

O problema
Ecorodovias X Barraquinha de pastel #VaiDeCOCO.
Peço a TODOS caminhoneiros do Brasil que me ajudem assinando este baixo assinado!!!
Alguém DESTES CONTATOS (ja pedi ajuda a diversas autoridades) me ajudam, PELO AMOR DE DEUS?
Preciso novamente de um pequeno espaço dentro do Ecopátio, área pública administrada pelo grupo Ecorodovias. Estou com a corda no pescoço e preciso de faturamento para pagar acordos de processos trabalhistas e dívidas oriundas de condutas dolosas dos próprios gestores do Grupo Ecorodovias, que me notificaram de despejo e apresentaram valores superfaturados através de cobrança vexatória, expondo-me a funcionários, demais locatários e clientes. Tenho tentado contato pedindo ajuda, mas estou sendo AMEAÇADO pelos advogados do Grupo Ecorodovias, como podem ver no print deste e-mail de ameaças em anexo.
Para estes gestores (pessoas de má índole), milionários mesquinhos e arrogantes, o pedido de AJUDA de um pasteleiro é visto como perseguição! Falta apenas me colocarem na justiça e pedirem indenização — é o fim do mundo! Um grupo bilionário pedindo indenização a um falido vendedor de caldo de cana por pedir ajuda! Eu não duvido da mesquinhez e da maldade deles, me sinto sozinho e acuado, como em uma cova de leões.
Pode um grupo tão forte e poderoso pesar tanto a mão contra um vendedor de pastel e caldo de cana? É justo isso neste país? Alguma autoridade pode me ajudar e, assim, ajudar os demais trabalhadores que precisam receber seus acordos trabalhistas? Porque o grupo Ecorodovias dá as costas para isso; para eles só interessam os ganhos dos investidores.
As reportagens atuais são:
“Brasil não pode ser quintal de ninguém” – Hadad.
“Investir em SOBERANIA é gerar riquezas ao povo brasileiro” – Alckmin.
“Tarifa de Trump pode reduzir PIB de São Paulo em até 2,7%” – Tarcísio.
“Lula afirma que SOBERANIA NACIONAL está acima de partidos e tendências políticas.”
Peço aos senhores que leiam com bastante atenção este e-mail até o final. Não é justo que um grupo tão privilegiado pelo poder público seja tão enérgico e maldoso com um pequeno vendedor de pastel. Sou um ex-prestador de serviços no Ecopátio Cubatão (grupo Ecorodovias), fornecendo pastéis, caldo de cana, água de coco e suco de milho em rede fast-food 24h aos caminhoneiros, desde 2018, sempre muito elogiado por todos, com zero reclamações.
Me chamo José Antonio Lopez, tenho 48 anos, sou casado, pai de dois filhos, pequeno empresário, sirvo a Deus na Congregação Cristã no Brasil, e meus filhos servem a Deus como músicos na igreja.
Fiz primeiramente contato com pedido de AJUDA aos diretores do Ecoporto, Luis e Ricardo, a fim de me cederem novamente um pequeno espaço para vender pastel e caldo de cana e pagar acordos de dívidas trabalhistas causadas por estes senhores após o episódio de cobrança e despejo vexatório. Depois, fiz o mesmo pedido ao CEO da Ecorodovias, Marcelo Guidotti, e posteriormente a todos os conselheiros e investidores do grupo. TODOS me ignoraram, por eu ser um SIMPLES VENDEDOR DE PASTEL, cuja vida foi prejudicada e empresa levada à falência pelo comportamento de cobrança vexatória dos diretores do grupo Ecorodovias, que além de não repararem o próprio erro (não pedi dinheiro, apenas espaço), ainda enviaram a advogada Ana Lúcia de Freitas para me ameaçar, na tentativa de me calar. Pode um grupo tão forte e poderoso agir de forma tão pesada contra os pequenos
Estamos em tempos de discursos sobre SOBERANIA e DEFESA DAS EMPRESAS NACIONAIS, contra o poder de cartéis de grupos estrangeiros em solo nacional, e como uma microempresa 100% brasileira, peço SOCORRO!
Eu deveria ser visto como “parceiro” pelo grupo Ecorodovias, mas fui tratado como espólio, e minha empresa foi levada à FALÊNCIA pelo comportamento maldoso de seus diretores do Ecoporto, Luis Cláudio e Ricardo Tanabi, com conduta criminosa, enviando cartas de cobrança e despejo através de funcionários.
Venho tentando solucionar meu pedido de AJUDA através desses diretores e também comuniquei o pedido ao CEO Marcello Guidotti, mas todos se comportam de maneira omissa, relativizando o problema e me ignorando por eu ser um SIMPLES VENDEDOR DE PASTEL, enquanto eles constituem um grupo tão rico e poderoso no Brasil, com o maior privilégio de concessões de ÁREAS PÚBLICAS DE TODO O PAÍS — mais de 5.000.000.000 m² de terras pertencentes à União, captando lucro para investidores estrangeiros, mas que não conseguem ceder 3 m² para um vendedor de pastel e caldo de cana.
Acredito ser o grupo mais PRIVILEGIADO que menos contribui para nossas empresas, fazendo bilhões diariamente e enviando grande parte desse lucro ao exterior, administrando mais de 5.000 km de estradas em diversos estados, presente em toda a mídia e citado em escândalos de corrupção como a Lava Jato. Usam boa parte do maior porto da América Latina (Santos), obtendo lucros exorbitantes, presentes em diversos espaços públicos nacionais, enviando bilhões de dólares ao exterior através de acionistas italianos (Grupo Gavio, Grupo CR de Almeida) e espanhóis.
Venho pedindo a este grupo bilionário que me ajude a resolver um problema de apenas 4 m², para que eu possa pagar dívidas trabalhistas de trabalhadores brasileiros, que foram duramente afetados pela má gestão de seus diretores. Minha vida financeira foi dilacerada pela conduta dolosa desses gestores, agindo dentro do Ecopátio, o maior pátio regulador de caminhões da América Latina.
E para onde estão indo os bilionários lucros das concessões da Ecorodovias, que encarecem DEMAIS toda exportação brasileira: estradas, portos e pátios reguladores? Por que esses senhores não têm a obrigação de ajudar o país nesta hora, mas, ao contrário, destroem vidas, levando uma microempresa à falência por um atraso de apenas dois meses de aluguel? Isso é JUSTO? Este grupo se importa com o país ou apenas em arrendar áreas públicas para lucros bilionários de investidores estrangeiros?
Minha empresa, #VaiDeCOCO, é especializada em atender caminhoneiros com alimentação rápida. Devido à conduta desses gestores, fomos obrigados a demitir 48 colaboradores e fechar todas as lojas.
Com projeto em andamento, agora interrompido no KM40 da Anchieta, que estava em fase avançada no grupo Ecorodovias, eu pretendia alimentar caminhoneiros que há décadas estacionam seus caminhões para descansar e não têm nenhum tipo de alimentação. Diversas vezes procurei o grupo Ecorodovias, mas novamente demonstraram desinteresse pelas vidas dos usuários brasileiros; este projeto também foi duramente afetado.
Devido a um erro administrativo, uma loja de outro pátio, de alto custo de implantação, foi desativada, acarretando 20 rescisões, comprometendo meu fluxo de caixa, o que resultou em atraso de apenas 2 meses de aluguel no Ecopátio (área pública em concessão realocada).
Os diretores Luis Cláudio e Ricardo Tanabi, que NUNCA se apresentaram ou visitaram minha empresa, não conhecem o trabalho realizado, a dedicação, compromisso e seriedade. Se escondem e agem covardemente atrás de um computador, julgando apenas por um pequeno atraso de aluguel. Tiveram a INFELIZ ideia, como dizem no mundo do crime, de “PEGAR PARA EXEMPLO”, usando todo o poder econômico do grupo Ecorodovias para enviar uma carta de despejo com cobrança de dívida e valores superfaturados, PROPOSITALMENTE enviada por FUNCIONÁRIOS a outro FUNCIONÁRIO, para que se espalhassem comentários a todos os locatários
Essa atitude, além de antiética e desproporcional, tipifica crime em vários artigos. Um boletim de ocorrência foi confeccionado, podendo ser representado formalmente. Até o momento, busquei uma solução amigável, pacífica e solidária, pedindo apenas um espaço para trabalhar e pagar as dívidas causadas por essa conduta.
A “bendita” carta recebida por minha funcionária (que também entrou com ação trabalhista) foi imediatamente replicada em grupos de WhatsApp da empresa, chegando a fornecedores, caminhoneiros, concorrentes e parceiros de locação.
Resumindo, além de toda vergonha, humilhação e constrangimento, isso resultou em uma série de demissões, rescisões e processos trabalhistas, acarretando o fechamento de todas as lojas e a falência da empresa em milhões de reais. Perdi todos os meus bens e tive que voltar para a casa dos meus pais com minha família, que já é idosa e com câncer.
Cheguei a tentar suicídio três vezes e fiquei longos períodos sem sair do quarto, com medo de tudo que acontecia. Houve abandono da loja do Ecopátio, pois não conseguia trabalhar e sair à rua. Os mesmos diretores deram entrada em ação judicial de despejo, da qual nem sequer fui citado, e retirei meus equipamentos. Essa atitude dolosa de constrangimento e prejuízo enquadra-se nas leis abaixo:
Art. 139 do Código Penal
Art. 138 e 139 do Código Penal
Art. 71 do Código de Defesa do Consumidor
Lei nº 12.529/2011, Código Civil
Lei nº 8.137/1990, Código Civil
Lei nº 10.406/2002, Código Civil
Art. 186 e 927 do Código Civil
Art. 163 do Código Civil
Consequências:
Criminal → responder por crime contra a honra e crime previsto no CDC (art. 71).
Cível → pagar indenização por danos morais e materiais.
Administrativo → ser multado pelo Procon, Banco Central ou outros órgãos reguladores.
O STJ já decidiu que cobrança com exposição vexatória gera dano moral presumido (não é preciso provar sofrimento), e neste caso tenho abundantes provas de sofrimento.
Segue número de processos trabalhistas em acordos e abertos para tratativas:
2ª Vara do Trabalho de Cubatão:
1000460-37.2025.5.02.0252 | 1000583-35.2025.5.02.0252
4ª Vara do Trabalho de Cubatão:
1000469-90.2025.5.02.0254 | 1000934-36.2024.5.02.0254 | 1001067-78.2024.5.02.0254
5ª Vara do Trabalho de Cubatão:
1000139-27.2024.5.02.0255 | 1000312-51.2024.5.02.0255 | 1000530-45.2025.5.02.0255 | 1000807-95.2024.5.02.0255 | 1000971-60.2024.5.02.0255
Cejusc Baixada Santista:
1001023-59.2024.5.02.0254
Civil:
1003465-39.2025.8.26.0223
Felizmente, existem empresas cujos diretores têm comportamento oposto ao do grupo Ecorodovias (salvo a conduta ética, ilibada e exemplar da diretora Barbara Wojtyga), com quem sempre mantive tratativas honrosas de cooperação mútua.
O proprietário de outro grupo, ético e familiar, me chamou para reunião pessoal, disponibilizou advogados, e com auxílio financeiro reabrimos uma loja há quatro semanas. Juntos aos advogados, conseguimos iniciar o pagamento das dívidas trabalhistas.
O problema é que uma única loja não comporta o pagamento de dezenas de acordos e ações judiciais que transitou em valores absurdos. Alguns juízes da Justiça Trabalhista não homologam integralmente os pagamentos, sob a narrativa de que, se eu não quitar, empresas fortes têm condições para isso. A advogada do grupo Ecorodovias acompanhou algumas audiências e comprova o que estou relatando.
Voltei a entrar em contato com o grupo Ecorodovias, pedindo que me ajudem com uma porta para venda de pastel e caldo de cana no Ecopátio, onde eu e uma colaboradora trabalharíamos para aumentar o faturamento, quitar acordos e pagar os aluguéis pendentes ao grupo Ecorodovias.
Além de falarem em indenizações e retratação que supostamente seriam devidas, estes senhores AINDA estão COBRANDO, e o pior: com valores superfaturados, fazendo questão de receber sem considerar os danos causados!
Acredito que não é possível que uma pequena pastelaria inserida em um grupo tão poderoso e privilegiado pelos brasileiros possa falir dessa maneira, sem apoio da gestão, e ainda precise recorrer ao poder público para se restabelecer e corrigir erros de conduta dos próprios gestores do grupo Ecorodovias.
Peço aos senhores que intervenham para me ajudar, pois duvido que exista virtude suficiente nos diretores do grupo Ecorodovias, que ainda me ameaçam na tentativa de me calar. Da mesma forma, o CEO Marcello Guidotti (italiano) mantém completa omissão. Assim como tive intervenção do CEO de um grupo familiar, acredito que, com a ajuda de TODO O CONSELHO E INVESTIDORES DO GRUPO ECORODOVIAS, da opinião pública e do poder público, minha pastelaria poderá voltar a ser próspera, como sempre foi, recebendo elogios pelo bom atendimento aos clientes. Esses sofridos caminhoneiros chegaram a falar em até organizar um abaixo-assinado para que retornássemos ao Ecopátio, pois necessitam de alimentação adequada 24 horas.
Os senhores são pessoas capacitadas e têm todas as condições para reparar e ajudar um pequeno empresário cuja vida, família e saúde foram profundamente afetadas pela má gestão desses diretores.
Um grupo tão privilegiado PELOS BRASILEIROS tem obrigação moral de suprir as necessidades nacionais e, sobretudo, RESPEITAR empresas brasileiras.
“GRUPO ECORODOVIAS, QUE UTILIZA ÁREAS PÚBLICAS EM TODO O BRASIL EM CONCESSÕES, o maior entre todos, está praticamente tomando conta do país sem trazer benefícios à população. SEGUNDO NOTICIÁRIOS, SÃO PRIVILEGIADOS EM ATRASOS DE BILHÕES E ACORDOS DE LENIÊNCIA DA LAVA JATO, ATRASOS NO PAGAMENTO DE EMPRÉSTIMOS VIA BNDES! MAS HUMILHAM, DENIGREM E NÃO ADMITEM PEQUENOS ATRASOS DE UMA PEQUENA BARRAQUINHA DE PASTEL, LEVANDO-A À FALÊNCIA EM ATITUDE DOLOSA.”
A área explorada pelo grupo Ecorodovias tem dimensões de pequenos países. Quanto dinheiro do trabalhador brasileiro, que paga pedágios caríssimos, está sustentando vidas luxuosas de estrangeiros?
Aliás, é o grupo de concessionária com a cobrança mais cara entre todos: pedágios altíssimos, pátios reguladores e tarifas portuárias, aumentando os pesados custos de exportação de nossos produtos, que poderiam ser zerados neste momento de “tarifaço” para fortalecer nossas indústrias. Ainda utilizam espaços realocados pertencentes à União, com empréstimos bilionários do Banco Nacional de Desenvolvimento.
O Brasil precisa saber e a imprensa tem o papel de informar. Falam em ética, mas estão em processos no Ministério Público por corrupção e formação de cartéis. Falam em sustentabilidade, mas não reciclam uma folha de papel.
As estradas não apresentam melhorias de segurança para os caminhoneiros, não criam áreas de descanso e as antigas não fornecem nem ao menos espaço para alimentação e abastecimento desses profissionais do transporte.
São mais de 14 CNPJs abrindo e fechando somente no Ecoporto em poucos anos. Por que isso? O CNPJ é alterado em contrato social, mas há apenas três endereços diferentes:
04149454000180
02390435000700
13969897000299
53730495000332
18884182000176
02390435000115
02390435000468
02390435000549
02390435000204
18884182000176
53730495000413
02390435000387
02390435000620
53730495000170
Até quando teremos que suportar grupos estrangeiros nos humilhando, explorando e levando nossas famílias e empresas à fome, enviando nossas riquezas para o exterior? O CEO italiano e o grupo de acionistas, majoritariamente italianos, esbanjam riquezas em marinas italianas com iates bilionários, aviões, helicópteros, mansões e todo tipo de luxo e avareza, oriundos de recursos brasileiros (Estaleiro Bagietto, Itália), enquanto eu e minha família passamos necessidades e respondemos a processos trabalhistas altíssimos, devido ao comportamento de cobrança vexatória do grupo, que administra bilhões e vive no luxo. Isso é justo?
Somos mesmo um país soberano que defende nossa população? Ou ainda estamos na colonização, enviando nossas riquezas para a Europa, dobrando os joelhos enquanto nos usam e nos humilham?
Posso contar com os senhores? Peço urgência, pois os acordos da justiça trabalhista estão vigentes e o atraso acarreta multas altíssimas!
Fico agradecido, esperançoso e disponível para reuniões com todos em anexo deste e-mail.
Como vemos em anexo, o pau que dá em Chico não é o mesmo que dá em Franscisco quando o assunto é Ecorodovias!!!
José Antonio Lopez #VaiDeCOCO
Cmtelopez@gmail.com

Vitória
Compartilhe este abaixo-assinado
Mensagens de apoiadores
Abaixo-assinado criado em 30 de agosto de 2025