Em Defesa da Petrobras no Amazonas, DIGA NÃO À PRIVATIZAÇÃO!

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Sindipetro Amazonas criou este abaixo-assinado para pressionar Paulo Guedes e

A Petrobrás anunciou a venda de suas refinarias nas regiões Norte, Nordeste e Sul. Com esses desinvestimentos, a Petrobrás tem o objetivo de está concentrada na região Sudeste.

No Amazonas, a Petrobrás possui dois ativos: a Refinaria Isaac Sabbá - Reman, também conhecida como Refinaria de Manaus e o Polo de Urucu. Ambos tiveram a venda anunciada pela Petrobrás em setembro de 2019 e julho de 2020, respectivamente. 

O que a Petrobras e a Floresta Amazônica tem em comum? 

Estão passando a boiada nos maiores patrimônios do Brasil: a Petrobrás, uma das empresas que mais gera lucro para o Brasil, e a Floresta Amazônica, uma das maiores riquezas naturais do país.  

O Polo de Urucu e a Reman estão localizados no Amazonas e são responsáveis por atender o mercado da Região Norte com combustíveis derivados do petróleo como gasolina e diesel e também produtos como o gás de cozinha, por exemplo. O Polo de Urucu e a Reman estão interligados por meio do Gasoduto Coari-Manaus, um dos maiores avanços econômicos do Amazonas, após a Zona Franca de Manaus (ZFM).

A Petrobrás, devido os ativos no Amazonas, gera emprego e renda para mais de 3.000 trabalhadores e é uma das empresas que mais contribui para o ICMS no estado. Como consequência, a Petrobrás tem uma importante função nas áreas social e econômica.

Como empresa estatal, a Petrobrás também deve ter responsabilidade ambiental na Amazônia, pois ao realizar a exploração do Gás Natural para beneficiar a população amazônida com uma fonte de energia limpa, transporta do Polo de Urucu, em Coari até a Reman, em Manaus, o gás natural meio de tubos por mais de 600 km de distância. Esse processo é conhecido como Gasoduto Coari-Manaus. 

Com isso, a Petrobrás deve manter a preservação da floresta e não explorar os recursos naturais de forma destrutiva. A estatal não deve contribuir com a destruição da Amazônia, mas sim beneficiar a população com responsabilidade ambiental. E para isso ocorrer, a Petrobrás deve continuar como uma empresa do povo para que juntos possamos pressionar o governo. 

Petrobrás no Amazonas

O Polo de Urucu é praticamente uma cidade no meio da floresta Amazônica. Além de suas atividades técnicas, a Petrobrás realiza reflorestamento com resíduos orgânicos, o lixo é reciclado e transportado para que sejam reaproveitados, possui saneamento básico tratado e mantém uma série de medidas para manter a responsabilidade ambiental em sua ocupação territorial.

A Reman, localizada às margens do Rio Negro em Manaus - capital do Amazonas, e cerca de 650km distante do Polo de Urucu. É a única refinaria da região Norte e abastece cidades do Amazonas e também os estados do Acre, Amapá, Pará, Rondônia e Roraima. A Reman exerce uma atividade técnica complexo, mas basicamente realiza o refino do petróleo e transforma em derivados como gasolina e diesel. A Reman tem como principais produtos, o GLP, nafta petroquímica, querosene de aviação, óleo diesel, óleos combustíveis, óleo leve para turbina elétrica, óleo para geração de energia, asfalto e gás de cozinha.

O Polo de Urucu e a Reman estão interligados e são responsáveis por uma bacia industrial na Amazônia possível, com fonte de energia segura, não poluente e mais barata para atender a população e indústria do Amazonas e demais estados do norte - O GASODUTO COARI-MANAUS. 

O que ocorre se a Petrobrás sair do Amazonas? 

Com a privatização, todo esse processo da Reman e do Polo de Urucu está ameaçado, assim como os empregos, a fonte de incentivo para pesquisas científicas em benefício para a Amazônia e todo o recurso natural de fauna e flora. 

Em Coari, o ativo da Petrobrás existe há mais de 30 anos, investiu em pesquisas científicas, financiou projetos socioambientais na floresta para atender demandas das comunidades próximas e nunca registrou acidentes ambientais, como ocorreu com empresas já privatizadas. Não queremos que exista mais tragédias como ocorreu em Brumadinho, um crime ambiental e que poderia ser evitado se tivesse um fiscalização responsável. 

Com a privatização, a população corre o risco de não ter mais acesso aos produtos disponibilizados pela Reman e pelo Polo de Urucu, por isso a região Norte pode sofrer desabastecimento. Também pode ocorrer um monopólio privado, deixando o consumidor refém do preço internacional do petróleo e das oscilações regionais. Ou seja, se o dólar aumentar o valor da gasolina, do diesel e do gás de cozinha aumentam também e toda a cadeia de uso pode ter consequência. Por exemplo, se o diesel tiver o valor elevado pode contribui e afetar a logística dos caminhoneiros e das empresas do transporte coletivo que tendem a aumentar valores nas tarifas para que possam abastecer os ônibus em atividades. 

A Reman e o Polo de Urucu tiveram redução na capacidade de produção para que seja utilizado como justificativa de venda, com apoio político. Ao serem comprados por empresas privadas, os grandes empresários não irão abrir mão da lucratividade da Reman e do Polo de Urucu e não irão deixar que outras empresas lucrem tanto quanto eles. Ou seja, não irá haver livre mercado.  

Por lei, a Petrobrás não mantém o monopólio do petróleo no Brasil e qualquer empresa pode construir sua refinaria nos estados, como já acontece nas regiões Sul e Sudeste. Então, por que vender a Petrobrás e abrir mão de sua alta lucratividade?

E na Amazônia, especificamente, como serão realizadas essas novas explorações? As empresas irão respeitar a bioma Amazônico? Irão preservar ou destruir as riquezas? Como já dizemos antes, como estatal devemos fiscalizar e pressionar a Petrobrás em suas atividades.

E se os ativos da Petrobrás no Amazonas forem vendidos para empresas estrangeiras, as empresas irão lucrar com patrimônio brasileiro para beneficiar os países de origem. 

As empresas que comprarem a Reman e o Polo de Urucu irão visar lucro. Alguns serviços serão terceirizados, como já vem ocorrendo, aumentando o perigo durante o trabalho realizado dentro desses lugares. A Reman e o Polo de Urucu demandam manutenção e que sejam seguidos critérios rígidos, o que apresentam custos elevados. Atualmente, funcionários da Petrobrás são exclusivamente capacitados e exercem tais critérios de segurança para evitar tragédias e amenizar riscos durante os processos complexos e com alta periculosidade (trabalhos que apresentam grandes riscos e perigo a vida do trabalhador). 

Desinvestimentos colocam em risco a floresta 

A privatização faz parte do plano econômico do Governo Federal, o que significa vender para empresas privadas as empresas estatais, que possuem o compromisso em realizar serviço de qualidade e menor custo para os brasileiros.

Querem vender para empresas privadas o que é do brasileiro, por direito. 

A saída da Petrobrás da Amazônia irá gerar um forte impacto negativo para a região, principalmente para o Amazonas.

Economicamente, serão mais de 3 mil empregos perdidos e que irá impactar indiretamente a economia do estado, pois serão 3 mil pessoas desempregadas deixando de fomentar outros setores, como alimentação e vestuário, por exemplo.

Privatização da Petrobrás

Para entendermos melhor como pode ser o processo de venda na região Norte, podemos analisar o modelo de venda e desinvestimentos já aplicados pela Petrobrás nas demais regiões do Brasil. 

A venda de ativos da Petrobrás na região Sudeste, onde está localizado o Pré-Sal, está sendo realizada em sites de leilões de sucatas e SEM LICITAÇÃO. Estão entregando o patrimônio nacional de forma ILEGAL. E após a decisão liminar do Supremo Tribunal Federal (STF) em setembro de 2020, em que autoriza a venda das refinarias pela Petrobrás sem autorização pública, a situação tende a piorar. 

Precisamos impedir a venda das refinarias no Brasil e a privatização da Petrobrás. Vamos exigir que providências sejam tomadas com urgência. 

Os danos dessa situação são interligados e inumeráveis! Vamos impedir a saída da Petrobrás do Amazonas. REMAN E POLO DE URUCU NÃO ESTÃO A VENDA. 

Ajude, assinando este abaixo-assinado para que possamos ter visibilidade nacional e da própria cúpula executiva e impedir a venda da REMAN e do Polo de Urucu. ASSINE JÁ!

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