Parar despejo dos agregados do Hospital Dr. Arnaldo Pezzuti Cavalcanti


Parar despejo dos agregados do Hospital Dr. Arnaldo Pezzuti Cavalcanti
O problema
A internação compulsória de pessoas com hanseníase foi uma política do Estado brasileiro que vigorou de 1924 a 1986. A colônia de Santo Ângelo foi criada para ser uma mini cidade independente e permitir uma “vida normal” aos internos, até porque não havia perspectiva de que saíssem dali. Além dos pavilhões separados por sexo, havia casas destinadas a casais que se formassem ali e a quem mais pudesse pagar. Ou seja, os pacientes trabalhavam dentro da colônia e PAGAVAM por suas casas. Essas mesmas casas que existem até hoje no complexo do hospital Dr. Arnaldo Pezzuti Cavalcanti em Mogi das Cruzes.
O Estado de São Paulo está despejando os agregados, que são familiares de pacientes que foram forçados a viver no local. Incluem viúvas, filhos e parentes próximos que nasceram no local e não têm alternativa nem meios de viver em outro local. Essas pessoas não são invasoras, mas sim vítimas de políticas públicas inadequadas. Esses agregados cuidam e zelam pelos pacientes que moram no local, já idosos e debilitados.
Ou seja, despejar os agregados, além de ser uma injustiça com eles, é também uma violência contra os pacientes que dependem dessas pessoas.
Os agregados já começaram a receber as intimações de despejo, as quais determinam que eles tem 15 dias pra sair "voluntariamente", após isso será utilizado o uso da força policial pra retirá-los de suas casas.
Precisamos pressionar o Estado para manter essas pessoas em suas casas ou pelo menos oferecer uma indenização ou alternativa digna, o que não foi oferecido a eles. Essas pessoas serão expulsas do lugar que viveram suas vidas inteiras, sem nenhum tipo de auxílio para reintegração. Faça a diferença em suas vidas!
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O problema
A internação compulsória de pessoas com hanseníase foi uma política do Estado brasileiro que vigorou de 1924 a 1986. A colônia de Santo Ângelo foi criada para ser uma mini cidade independente e permitir uma “vida normal” aos internos, até porque não havia perspectiva de que saíssem dali. Além dos pavilhões separados por sexo, havia casas destinadas a casais que se formassem ali e a quem mais pudesse pagar. Ou seja, os pacientes trabalhavam dentro da colônia e PAGAVAM por suas casas. Essas mesmas casas que existem até hoje no complexo do hospital Dr. Arnaldo Pezzuti Cavalcanti em Mogi das Cruzes.
O Estado de São Paulo está despejando os agregados, que são familiares de pacientes que foram forçados a viver no local. Incluem viúvas, filhos e parentes próximos que nasceram no local e não têm alternativa nem meios de viver em outro local. Essas pessoas não são invasoras, mas sim vítimas de políticas públicas inadequadas. Esses agregados cuidam e zelam pelos pacientes que moram no local, já idosos e debilitados.
Ou seja, despejar os agregados, além de ser uma injustiça com eles, é também uma violência contra os pacientes que dependem dessas pessoas.
Os agregados já começaram a receber as intimações de despejo, as quais determinam que eles tem 15 dias pra sair "voluntariamente", após isso será utilizado o uso da força policial pra retirá-los de suas casas.
Precisamos pressionar o Estado para manter essas pessoas em suas casas ou pelo menos oferecer uma indenização ou alternativa digna, o que não foi oferecido a eles. Essas pessoas serão expulsas do lugar que viveram suas vidas inteiras, sem nenhum tipo de auxílio para reintegração. Faça a diferença em suas vidas!
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Abaixo-assinado criado em 2 de fevereiro de 2025