PAGUE O QUE DEVE - MOBILIZAÇÃO EM PRÓL AOS EX FUNCIONÁRIOS DO GRUPO GARRIDO/FACOL

O problema

Você conhece ou já ouviu falar das famílias afetadas por conta das dívidas trabalhistas que o Colégio Francisco Garrido deve?

  • Quem trabalhou na empresa Garrido/Facol sabe que em 2015 a cesta básica/vale alimentação foi cortado;
  • Em 2018 os salários começaram atrasar, recebemos por 3 meses somente 70% do pagamento, ficamos sem 13º. No final de 2018 a Instituição perdeu o sistema apostilado por falta de pagamento, mas os pais haviam pago, no entanto, a escola não fez o repasse ao sistema de ensino;
  • Neste momento, um grupo de professores resolveram criar uma cooperativa para assumir a instituição, mas não sabemos ao certo o que aconteceu no início de 2019.
    Não recebemos explicações se foi feita uma fusão, venda ou associação. Foi uma verdadeira confusão, onde a instituição passou para outras mãos. Descartando assim o grupo de professores;
  • Nesta “nova administração" os salários continuaram atrasados, com a empresa afirmando que não iria pagar nada. Aos poucos os funcionários e professores foram se desligando e para a surpresa dos trabalhadores, além de não receberem nada, descobriram que mesmo tendo os descontos nos holerites de FGTS e INSS, o fundo de garantia estava zerado e não havia contribuição na previdência;
  • Já com o processo na justiça do trabalho, foi solicitado por duas vezes o leilão do prédio, mas a prefeitura conseguiu na justiça a suspensão, algo que não foi explicado aos envolvidos por nenhum representando municipal. Nem prefeito, vice, ou advogado da prefeitura;
  • Agora o prédio irá a leilão não pela justiça do trabalho e sim pela justiça civil, e provavelmente irá acontecer, pois o credor não são os ex-funcionários e sim um grande empresário;
  • Seria justo? deixar pais e mães de família sem o dinheiro suado e trabalhado, onde por anos e anos se dedicaram à educação e formação de cidadãos de bem para o nosso município, sem o que lhes é de direito?
  • Para fugir de seu dever, a "nova" administração fechou o antigo CNPJ para abrir um novo, fora do grupo de credito do "antigo" para que assim não tenha que arcar com as antigas dívidas, deixando os ex-funcionários à mercê;
  • Para lutar pelos direitos dos ex-funcionários estamos nos mobilizando de maneira coletiva em busca de fazer com que a justiça seja feita.
  •  OS EX-FUNCIONÁRIOS DESEJAM APENAS RECEBER PELOS TRBALHOS PRESTADOS DURANTE ANOS DE DEDICAÇÃO Á INSTITUIÇÃO.
  • CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O LINK E CONTE SEU RELATO ANONIMAMENTE, IREMOS PUBLICAR!!

Assine este abaixo assinado e nos ajude a receber o que eles devem e o que é nosso por direito!
                                                    #PAGUEoquedeve

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O problema

Você conhece ou já ouviu falar das famílias afetadas por conta das dívidas trabalhistas que o Colégio Francisco Garrido deve?

  • Quem trabalhou na empresa Garrido/Facol sabe que em 2015 a cesta básica/vale alimentação foi cortado;
  • Em 2018 os salários começaram atrasar, recebemos por 3 meses somente 70% do pagamento, ficamos sem 13º. No final de 2018 a Instituição perdeu o sistema apostilado por falta de pagamento, mas os pais haviam pago, no entanto, a escola não fez o repasse ao sistema de ensino;
  • Neste momento, um grupo de professores resolveram criar uma cooperativa para assumir a instituição, mas não sabemos ao certo o que aconteceu no início de 2019.
    Não recebemos explicações se foi feita uma fusão, venda ou associação. Foi uma verdadeira confusão, onde a instituição passou para outras mãos. Descartando assim o grupo de professores;
  • Nesta “nova administração" os salários continuaram atrasados, com a empresa afirmando que não iria pagar nada. Aos poucos os funcionários e professores foram se desligando e para a surpresa dos trabalhadores, além de não receberem nada, descobriram que mesmo tendo os descontos nos holerites de FGTS e INSS, o fundo de garantia estava zerado e não havia contribuição na previdência;
  • Já com o processo na justiça do trabalho, foi solicitado por duas vezes o leilão do prédio, mas a prefeitura conseguiu na justiça a suspensão, algo que não foi explicado aos envolvidos por nenhum representando municipal. Nem prefeito, vice, ou advogado da prefeitura;
  • Agora o prédio irá a leilão não pela justiça do trabalho e sim pela justiça civil, e provavelmente irá acontecer, pois o credor não são os ex-funcionários e sim um grande empresário;
  • Seria justo? deixar pais e mães de família sem o dinheiro suado e trabalhado, onde por anos e anos se dedicaram à educação e formação de cidadãos de bem para o nosso município, sem o que lhes é de direito?
  • Para fugir de seu dever, a "nova" administração fechou o antigo CNPJ para abrir um novo, fora do grupo de credito do "antigo" para que assim não tenha que arcar com as antigas dívidas, deixando os ex-funcionários à mercê;
  • Para lutar pelos direitos dos ex-funcionários estamos nos mobilizando de maneira coletiva em busca de fazer com que a justiça seja feita.
  •  OS EX-FUNCIONÁRIOS DESEJAM APENAS RECEBER PELOS TRBALHOS PRESTADOS DURANTE ANOS DE DEDICAÇÃO Á INSTITUIÇÃO.
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Os tomadores de decisão

Anderson Prado
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Prefeito
Ouvidoria
Ouvidoria
Ouvidoria
André Paccola Sasso
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Damião Augusto Xavier de Oliveira
Damião Augusto Xavier de Oliveira
Vereador
Professora Diusa Furlan
Professora Diusa Furlan
Vereadora

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Abaixo-assinado criado em 9 de dezembro de 2020