

Oposição a Corrida em Ambiente de Montanha na Serra do Ibitiraquire em 27/04/2025


Oposição a Corrida em Ambiente de Montanha na Serra do Ibitiraquire em 27/04/2025
O problema
Pelo diálogo sobre o evento de corrida de montanha na região do Camapuã, Tucum e Cerro Verde, a ser realizado em 27/04/2025.
Diante da relevância ambiental da área e dos impactos que um evento desse porte pode causar, gostaríamos de manifestar nossa preocupação e reinvidicar aos órgãos competentes a não realização do evento.
As trilhas dessa região já apresentam sinais de degradação devido à visitação frequente, e os topos das montanhas são cobertos por campos de altitude – um ecossistema sensível, de lenta regeneração e altamente vulnerável ao pisoteio e compactação do solo. Experiências anteriores em áreas semelhantes demonstram que a realização de eventos de grande porte pode acelerar a erosão, comprometer a vegetação nativa e afetar o equilíbrio ecológico desses ambientes.
Além disso, há relatos sobre a cobrança de acesso às trilhas por parte de proprietários de terras privadas na região. Essa prática, além de gerar questionamentos sobre a legalidade da gestão do uso público do território, pode dificultar o controle ambiental e a fiscalização de atividades potencialmente danosas. A realização de uma corrida nesse contexto pode agravar a pressão sobre o local e dificultar a aplicação de medidas de conservação adequadas.
Diante desses aspectos, reforçamos a necessidade de uma avaliação técnica criteriosa antes de qualquer aprovação para esse tipo de atividade na região. A realização da corrida deve ser analisada considerando os impactos ambientais e a legislação vigente, levando em consideração o posicionamento da comunidade de montanhistas e especialistas que acompanham as condições dessas áreas naturais.

O problema
Pelo diálogo sobre o evento de corrida de montanha na região do Camapuã, Tucum e Cerro Verde, a ser realizado em 27/04/2025.
Diante da relevância ambiental da área e dos impactos que um evento desse porte pode causar, gostaríamos de manifestar nossa preocupação e reinvidicar aos órgãos competentes a não realização do evento.
As trilhas dessa região já apresentam sinais de degradação devido à visitação frequente, e os topos das montanhas são cobertos por campos de altitude – um ecossistema sensível, de lenta regeneração e altamente vulnerável ao pisoteio e compactação do solo. Experiências anteriores em áreas semelhantes demonstram que a realização de eventos de grande porte pode acelerar a erosão, comprometer a vegetação nativa e afetar o equilíbrio ecológico desses ambientes.
Além disso, há relatos sobre a cobrança de acesso às trilhas por parte de proprietários de terras privadas na região. Essa prática, além de gerar questionamentos sobre a legalidade da gestão do uso público do território, pode dificultar o controle ambiental e a fiscalização de atividades potencialmente danosas. A realização de uma corrida nesse contexto pode agravar a pressão sobre o local e dificultar a aplicação de medidas de conservação adequadas.
Diante desses aspectos, reforçamos a necessidade de uma avaliação técnica criteriosa antes de qualquer aprovação para esse tipo de atividade na região. A realização da corrida deve ser analisada considerando os impactos ambientais e a legislação vigente, levando em consideração o posicionamento da comunidade de montanhistas e especialistas que acompanham as condições dessas áreas naturais.

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Abaixo-assinado criado em 9 de março de 2025