Doença Cardiovascular Mata! 90 mortes por segundo no BR! Não faça parte desta estatística!


Doença Cardiovascular Mata! 90 mortes por segundo no BR! Não faça parte desta estatística!
O problema
Doença Cardiovascular Mata!
1.100 mortes por dia no Brasil
46 mortes por hora
1 morte a cada 90 segundos
Não faça parte desta estatística!
Assine esse Manifesto e ajude chamar atenção para o Risco Cardiovascular.
As doenças do coração têm como principais fatores de risco a dislipidemia (colesterol), hipertensão, o diabetes, o tabagismo e o sedentarismo.
Apesar do altíssimo número de mortes, não estamos falando de Coronavírus.
Precisamos chamar a atenção do Governo para o alto número de mortes causadas pelas doenças cardiovasculares. Estima-se 400 mil óbitos por doenças cardiovasculares em 2021, o que corresponde a uma vida perdida a cada 90 segundos.
A população precisa conhecer seu risco cardiovascular por meio do Teste de Risco Cardiovascular e os médicos precisam educar a população para realização de exames e busca de diagnósticos.
O Ministério da Saúde deve acender um alerta vermelho e melhorar as políticas públicas, os planos de ações, as iniciativas em saúde, além da implementação de diretrizes e linhas de cuidado que atendam à necessidade do paciente, proporcionando melhor conduta e decisões no manejo da doença pelos profissionais de saúde.
As doenças cardiovasculares (DCV) são a principal causa de morte no Brasil e no mundo. Estima-se que, globalmente, cerca de 18 milhões de pessoas tenham morrido de causa cardiovascular no ano de 2017, sendo que a doença isquêmica cardíaca e as doenças cerebrovasculares foram responsáveis por 85% destes óbitos e de modo alarmante, 75% destas mortes ocorram em países de renda média e baixa.
No Brasil não é diferente, dados do Global Burden of Disease (GBD) apontam 396.282 mortes em 2017, superando 30% das mortes no país que, por sua vez, lidera o ranking dos países da América do Sul. A doença não aniquila apenas a população, mas o sistema de saúde, devido aos custos. No ano de 2015 foram gastos R$ 37,1 bilhões de reais com DCVs. O custo é elevado e crescente, verifica-se um aumento percentual de 17% no período de 2010 a 2015. O impacto na população produtiva e na previdência social é fato, os custos por morte prematura por DCV representam 61% do total de custo por DCV e perda da produtividade relacionados à doença comprometem 15% do total. A menor fatia, 22%, é destinada ao manejo da doença, representada pelos custos diretos com internações e consultas. Os gastos com saúde no Brasil são estimados em 9,5% do PIB e o custo médio das DCV foi estimado em 0,7% do PIB. (SIQUEIRA et al.; 2017)
O colesterol (LDL-C) elevado é um dos principais fatores de risco modificável e pouco falado e contemplado em políticas públicas e programas de prevenção e promoção à saúde cardiovascular.
A diminuição do colesterol ruim (LDL-C) reduz consideravelmente a mortalidade por infarto cardíaco. Segundo informações da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, o excesso de LDL-C, na parede interna das artérias e gradualmente vai formando uma placa chamada ateroma. Estes ateromas vão obstruindo gradualmente as artérias e podem causar infarto agudo do miocárdio e AVC”.
O diabetes é outro fator de risco para a doença cardiovascular. O açúcar em excesso no sangue causa danos aos vasos sanguíneos, especialmente às grandes artérias que irrigam o coração. A doença cardiovascular são três vezes mais frequentes nas pessoas com diabetes e é a causa de morte de 75% dos indivíduos com diabetes.
Vamos chamar a atenção do Governo para acender o alerta vermelho do coração!
Enquanto você lê esse manifesto, uma pessoa morre de doença cardiovascular no Brasil. Mude essa realidade!
Salve vidas e assine esse manifesto! Ajude a mudar o cenário de controle do Colesterol e Diabetes no Brasil.
O problema
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1.100 mortes por dia no Brasil
46 mortes por hora
1 morte a cada 90 segundos
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As doenças do coração têm como principais fatores de risco a dislipidemia (colesterol), hipertensão, o diabetes, o tabagismo e o sedentarismo.
Apesar do altíssimo número de mortes, não estamos falando de Coronavírus.
Precisamos chamar a atenção do Governo para o alto número de mortes causadas pelas doenças cardiovasculares. Estima-se 400 mil óbitos por doenças cardiovasculares em 2021, o que corresponde a uma vida perdida a cada 90 segundos.
A população precisa conhecer seu risco cardiovascular por meio do Teste de Risco Cardiovascular e os médicos precisam educar a população para realização de exames e busca de diagnósticos.
O Ministério da Saúde deve acender um alerta vermelho e melhorar as políticas públicas, os planos de ações, as iniciativas em saúde, além da implementação de diretrizes e linhas de cuidado que atendam à necessidade do paciente, proporcionando melhor conduta e decisões no manejo da doença pelos profissionais de saúde.
As doenças cardiovasculares (DCV) são a principal causa de morte no Brasil e no mundo. Estima-se que, globalmente, cerca de 18 milhões de pessoas tenham morrido de causa cardiovascular no ano de 2017, sendo que a doença isquêmica cardíaca e as doenças cerebrovasculares foram responsáveis por 85% destes óbitos e de modo alarmante, 75% destas mortes ocorram em países de renda média e baixa.
No Brasil não é diferente, dados do Global Burden of Disease (GBD) apontam 396.282 mortes em 2017, superando 30% das mortes no país que, por sua vez, lidera o ranking dos países da América do Sul. A doença não aniquila apenas a população, mas o sistema de saúde, devido aos custos. No ano de 2015 foram gastos R$ 37,1 bilhões de reais com DCVs. O custo é elevado e crescente, verifica-se um aumento percentual de 17% no período de 2010 a 2015. O impacto na população produtiva e na previdência social é fato, os custos por morte prematura por DCV representam 61% do total de custo por DCV e perda da produtividade relacionados à doença comprometem 15% do total. A menor fatia, 22%, é destinada ao manejo da doença, representada pelos custos diretos com internações e consultas. Os gastos com saúde no Brasil são estimados em 9,5% do PIB e o custo médio das DCV foi estimado em 0,7% do PIB. (SIQUEIRA et al.; 2017)
O colesterol (LDL-C) elevado é um dos principais fatores de risco modificável e pouco falado e contemplado em políticas públicas e programas de prevenção e promoção à saúde cardiovascular.
A diminuição do colesterol ruim (LDL-C) reduz consideravelmente a mortalidade por infarto cardíaco. Segundo informações da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, o excesso de LDL-C, na parede interna das artérias e gradualmente vai formando uma placa chamada ateroma. Estes ateromas vão obstruindo gradualmente as artérias e podem causar infarto agudo do miocárdio e AVC”.
O diabetes é outro fator de risco para a doença cardiovascular. O açúcar em excesso no sangue causa danos aos vasos sanguíneos, especialmente às grandes artérias que irrigam o coração. A doença cardiovascular são três vezes mais frequentes nas pessoas com diabetes e é a causa de morte de 75% dos indivíduos com diabetes.
Vamos chamar a atenção do Governo para acender o alerta vermelho do coração!
Enquanto você lê esse manifesto, uma pessoa morre de doença cardiovascular no Brasil. Mude essa realidade!
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Abaixo-assinado encerrado
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Abaixo-assinado criado em 28 de setembro de 2021