Obter um reajuste salarial adequado para a Família Militar brasileira

O problema

Tendo em vista que a Familia Militar, composta por praças, graduados, veteranos e suas pensionistas encontra-se desde 2015 sem reajuste e que o reajuste dado pelo atual governo, de 9% em duas parcelas não atende sequer à inflação deste período.
Viemos propor esse abaixo assinado no sentido de sensibilizar a Comissão Mista que analisa tal projeto a melhorar tal percentual E a acatar as emendas que modifiquem a Medida Provisória em tela.
É sabido pela sociedade que o último reajuste à família militar foi pago de 2016 a 2019, mas referente à inflação de 2015. 
A inflação acumulada entre 2016 e 2025 é aproximadamente 61,5%. Ao conceder 9% em duas parcelas, ainda teríamos que calcular a inflação cheia de 2025 e a de 2026. O que demonstra que tal valor é insatisfatório para as despesas da vida na sociedade. 
É sabido que houve uma reestruturação no governo anterior, que concedeu apenas ao topo um valor muito próximo ao das perdas inflacionárias, mas gerou até decréscimo salarial para a base da Familia Militar. Na ocasião foi dito que não se tratava de um reajuste. Logo o reajuste, com a correção das perdas deveria vir em um outro momento. 
Tal atitude de descaso com a base foi um grande erro e certamente contribuiu com a perda do governo anterior nas últimas eleições. Já que os praças, graduados e pensionistas correspondem a 80% do efetivo e todos, à exceção dos recrutas, são eleitores.
O atual governo sem interpretar corretamente à situação, concedeu um reajuste pífio para os mais prejudicados com a reestruturação do governo anterior, e tende a perder, também, tal apoio nas eleições próximas. 
È de suma importância que o reajuste corresponda no mínimo às perdas inflacionárias de 2016 a 2026, e ou que as emendas sejam aprovadas, para que a Família militar possa viver dignamente e tenha o seu reconhecimento diante da dedicação e do dever cumprido.   
   

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Emanuel MeirellesCriador do abaixo-assinado

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O problema

Tendo em vista que a Familia Militar, composta por praças, graduados, veteranos e suas pensionistas encontra-se desde 2015 sem reajuste e que o reajuste dado pelo atual governo, de 9% em duas parcelas não atende sequer à inflação deste período.
Viemos propor esse abaixo assinado no sentido de sensibilizar a Comissão Mista que analisa tal projeto a melhorar tal percentual E a acatar as emendas que modifiquem a Medida Provisória em tela.
É sabido pela sociedade que o último reajuste à família militar foi pago de 2016 a 2019, mas referente à inflação de 2015. 
A inflação acumulada entre 2016 e 2025 é aproximadamente 61,5%. Ao conceder 9% em duas parcelas, ainda teríamos que calcular a inflação cheia de 2025 e a de 2026. O que demonstra que tal valor é insatisfatório para as despesas da vida na sociedade. 
É sabido que houve uma reestruturação no governo anterior, que concedeu apenas ao topo um valor muito próximo ao das perdas inflacionárias, mas gerou até decréscimo salarial para a base da Familia Militar. Na ocasião foi dito que não se tratava de um reajuste. Logo o reajuste, com a correção das perdas deveria vir em um outro momento. 
Tal atitude de descaso com a base foi um grande erro e certamente contribuiu com a perda do governo anterior nas últimas eleições. Já que os praças, graduados e pensionistas correspondem a 80% do efetivo e todos, à exceção dos recrutas, são eleitores.
O atual governo sem interpretar corretamente à situação, concedeu um reajuste pífio para os mais prejudicados com a reestruturação do governo anterior, e tende a perder, também, tal apoio nas eleições próximas. 
È de suma importância que o reajuste corresponda no mínimo às perdas inflacionárias de 2016 a 2026, e ou que as emendas sejam aprovadas, para que a Família militar possa viver dignamente e tenha o seu reconhecimento diante da dedicação e do dever cumprido.   
   

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Emanuel MeirellesCriador do abaixo-assinado
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Abaixo-assinado criado em 2 de maio de 2025