

O Estádio Bruno José Daniel pertence ao povo de Santo André!
O problema
A prefeitura de Santo André, na gestão do prefeito Paulo Serra (PSDB), pretende realizar a concessão do Estádio Municipal Bruno José Daniel, popularmente conhecido como Brunão, para a iniciativa privada.
O Estádio, que é público, foi construído em 1969 para uso de práticas esportivas da população, do futebol amador, do atletismo, boxe, rugby, futebol americano e principalmente pelo Esporte Clube Santo André, que representa a cidade nos mais importantes campeonatos de futebol profissional do Brasil e que realizou a partida de estreia do estádio. Desde então esta é a casa do Ramalhão.
Para oficializar sua representação da cidade, em 1975 o até então chamado Santo André Futebol Clube (fundado em 1967) se transformou Esporte Clube Santo André, adotando em seu uniforme o brasão e as cores do município, sacramentando assim sua união com Santo André. Até 2011 o clube detinha o direito de manutenção do estádio, o que foi revogado pelo ex-prefeito Aidan Ravin, por motivos políticos.
Desde sua fundação o clube conquistou cinco campeonatos da Série A2, a Copinha (2003), Copa Paulista (2003 e 2014) e a Copa do Brasil (2004). Também foi vice-paulista (2010) participou da Libertadores (2005) e participo de todas as divisões do Campeonato Brasileiro. Atualmente está na primeira divisão de São Paulo e na Série D do Campeonato Brasileiro.
Desde 2012 até 2022, as reformas do estádio - que nesta última fase pós-pandemia só ficaram prontas em dezembro de 2021 (estava previsto para dezembro de 2020) - utilizaram aproximadamente R$ 20 milhões de verba pública dos munícipes da cidade.
Agora com o estádio remodelado e com gramado sintético de primeira qualidade, o prefeito Paulo Serra pretende entregá-lo para a iniciativa privada e de forma apressada. E a pergunta que fica é: Qual o motivo?
Recentemente foi fundado um novo clube na cidade, o Santo André Futebol Clube, e muitas perguntas sobre este tema estão sem respostas:
- Quem está por trás do novo time da cidade?
- Por que há apoio da prefeitura nos materiais de divulgação de peneiras do novo clube?
- Se o novo clube, que é uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF), ganha a concessão, como fica a situação do ECSA? Aonde o Ramalhão passa a jogar?
- Existem interesses pessoais e/ou políticos por trás desta concessão?
- Por que tanto interesse em realizar a concessão logo após uma reforma milionária que levou anos para ficar pronta?
- Quais garantias o Esporte Clube Santo André terá para utilização do Estádio?
- Por que a reforma foi entregue com 1 ano de atraso, somente após cobranças públicas e logo após a liberação de público?
- Por que a primeira-dama da cidade e atual pré-candidata a deputada estadual, Ana Carolina Barreto Serra, utilizou o momento da reinauguração para discursar em palanque armado no gramado se ela não participou ativamente da obra?
- Por que o prefeito se negou a falar sobre a concessão em live realizada nas redes sociais com munícipes da cidade que também são torcedores do Santo André por conta dos atrasos nas obras?
Nós, torcedores e torcedoras do Ramalhão pedimos apoio da nossa cidade para a realização de um debate amplo, público e com possibilidade de participação da população de Santo André.
Acreditamos que este seja o mínimo possível entender as motivações para tal concessão, já que as informações sobre este processo são muito obscuras e desencontradas.
Se você é morador(a) de Santo André, torcedor(a) do Santo André ou frequenta o estádio e também quer respostas, por favor nos dê o seu apoio!
#ORamalhãoÉGigante #OBrunãoÉdoPovo #EstádioBrunoDaniel #SantoAndré #ECSA #Ramalhão

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O problema
A prefeitura de Santo André, na gestão do prefeito Paulo Serra (PSDB), pretende realizar a concessão do Estádio Municipal Bruno José Daniel, popularmente conhecido como Brunão, para a iniciativa privada.
O Estádio, que é público, foi construído em 1969 para uso de práticas esportivas da população, do futebol amador, do atletismo, boxe, rugby, futebol americano e principalmente pelo Esporte Clube Santo André, que representa a cidade nos mais importantes campeonatos de futebol profissional do Brasil e que realizou a partida de estreia do estádio. Desde então esta é a casa do Ramalhão.
Para oficializar sua representação da cidade, em 1975 o até então chamado Santo André Futebol Clube (fundado em 1967) se transformou Esporte Clube Santo André, adotando em seu uniforme o brasão e as cores do município, sacramentando assim sua união com Santo André. Até 2011 o clube detinha o direito de manutenção do estádio, o que foi revogado pelo ex-prefeito Aidan Ravin, por motivos políticos.
Desde sua fundação o clube conquistou cinco campeonatos da Série A2, a Copinha (2003), Copa Paulista (2003 e 2014) e a Copa do Brasil (2004). Também foi vice-paulista (2010) participou da Libertadores (2005) e participo de todas as divisões do Campeonato Brasileiro. Atualmente está na primeira divisão de São Paulo e na Série D do Campeonato Brasileiro.
Desde 2012 até 2022, as reformas do estádio - que nesta última fase pós-pandemia só ficaram prontas em dezembro de 2021 (estava previsto para dezembro de 2020) - utilizaram aproximadamente R$ 20 milhões de verba pública dos munícipes da cidade.
Agora com o estádio remodelado e com gramado sintético de primeira qualidade, o prefeito Paulo Serra pretende entregá-lo para a iniciativa privada e de forma apressada. E a pergunta que fica é: Qual o motivo?
Recentemente foi fundado um novo clube na cidade, o Santo André Futebol Clube, e muitas perguntas sobre este tema estão sem respostas:
- Quem está por trás do novo time da cidade?
- Por que há apoio da prefeitura nos materiais de divulgação de peneiras do novo clube?
- Se o novo clube, que é uma Sociedade Anônima do Futebol (SAF), ganha a concessão, como fica a situação do ECSA? Aonde o Ramalhão passa a jogar?
- Existem interesses pessoais e/ou políticos por trás desta concessão?
- Por que tanto interesse em realizar a concessão logo após uma reforma milionária que levou anos para ficar pronta?
- Quais garantias o Esporte Clube Santo André terá para utilização do Estádio?
- Por que a reforma foi entregue com 1 ano de atraso, somente após cobranças públicas e logo após a liberação de público?
- Por que a primeira-dama da cidade e atual pré-candidata a deputada estadual, Ana Carolina Barreto Serra, utilizou o momento da reinauguração para discursar em palanque armado no gramado se ela não participou ativamente da obra?
- Por que o prefeito se negou a falar sobre a concessão em live realizada nas redes sociais com munícipes da cidade que também são torcedores do Santo André por conta dos atrasos nas obras?
Nós, torcedores e torcedoras do Ramalhão pedimos apoio da nossa cidade para a realização de um debate amplo, público e com possibilidade de participação da população de Santo André.
Acreditamos que este seja o mínimo possível entender as motivações para tal concessão, já que as informações sobre este processo são muito obscuras e desencontradas.
Se você é morador(a) de Santo André, torcedor(a) do Santo André ou frequenta o estádio e também quer respostas, por favor nos dê o seu apoio!
#ORamalhãoÉGigante #OBrunãoÉdoPovo #EstádioBrunoDaniel #SantoAndré #ECSA #Ramalhão

Os tomadores de decisão
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Abaixo-assinado criado em 20 de abril de 2022