O Brasil NÃO quer Rodeio com animais!

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Nós cidadãos de bem, eleitores, preocupados com o futuro de nossas famílias e consequentemente com o futuro do nosso planeta e com todos os seres vivos que aqui habitam, manifestamos nossa repulsa por maus-tratos a animais e não queremos o uso de animais Rodeios no Brasil!!

A Festa do Rodeio não precisa deixar de existir, pode e deve continuar para alegrar as pessoas, mas nós não queremos Festas que exploram, humilham e torturam animais.

Somos seres em constante evolução e já esta na hora de livrar os animais da escravidão imposta a eles pelos humanos. RODEIO LEGAL É RODEIO SEM ANIMAL.
Podemos ter festas de rodeio com touros mecânicos. Inventa-se novas provas para divertir o mesmo público sem a presença de animais.

Todos sabemos da crueldade que é o uso de animais em rodeios,

Os animais utilizados nas práticas de rodeios sofrem flagrantes maus-tratos, podendo-se rebater facilmente qualquer argumentação contrária, tendo-se em vista que existem diversos laudos oficiais atestando o sofrimento e maus-tratos aos animais utilizados em variadas práticas, destacando-se os laudos emitidos pela Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP e do Instituto de Criminalística do Rio de Janeiro.

Nos rodeios são utilizados bovídeos, equinos e até mesmo caprinos, todos expostos à pretensa dominação do ser humano, que se utiliza de diversas artimanhas e apetrechos para fazer com que animais extremamente doceis, pareçam bravos e então sejam domados pelos valentes peões (ou será cowboys?).

“A realização de rodeio, em qualquer de suas modalidades, incluindo a vaquejada, fere frontalmente o art. 225, da Constituição da República, na medida em que permite, estimula e transforma em atividade tutelada, financiada e estimulada pelo poder público a prática de crueldade contra os animais, mais especificamente os bovinos, equinos e muares, porventura utilizados durante a atividade que se busca ver impugnada”

Dentre os instrumentos mais utilizados para que os animais corcoveiem, há alguns que são visíveis por todos os presentes na arena:

Sedém - que é uma espécie de cinta, de crina e pelo, que se amarra na virilha do animal e que faz com que ele pule. Momentos antes de o brete ser aberto para que o animal entre na arena, o sedém é puxado com força, comprimindo ainda mais a região dos vazios dos animais, provocando muita dor, já que nessa região existem órgãos, como parte dos intestinos, bem como a região do prepúcio, onde se aloja o pênis. Há, inclusive, diversos laudos comprovando os maus-tratos aos animais submetidos à utilização do sedém.

Sedém, como a própria definição denuncia, “é um cilício de sedas
ásperas e mortificadoras” ( Novo Dicionário da Língua Portuguesa, Aurélio Buarque
de Holanda Ferreira, Rio de Janeiro Nova Fronteira). E a mesma obra define
“cilício” como tortura, martírio, aflição, tormento.

Quer mais uma definição para a cinta da tortura?

O sedém é uma tira feita de crina, amarrada na virilha do animal onde comprime seus ureteres [canais que ligam os rins à bexiga], apertando o prepúcio, o pênis e a região escrotal dele. Ao abrirem a porteira, essa tira é solta e puxada fortemente fazendo o animal saltar furiosamente."

Tente imaginar a dor do animal!

Estudiosos do comportamento animal descobriram que vacas interagem de formas socialmente complexas, desenvolvem amizades ao longo do tempo e, por vezes, ressentimentos contra outras vacas que as tratam mal, atenção apenas ressentimento ... nunca agressividade.... são animais extremamente dóceis.

Estes gigantes gentis lamentam as mortes e até mesmo a separação daqueles que amam, derramando lágrimas sobre sua perda. O vínculo mãe-bezerro é particularmente forte, e há inúmeros relatos de vacas mães que continuam freneticamente a chamar e a procurar por seus bebês após os bezerros serem retirados e vendidos para fazendas de vitela ou carne.

Por natureza touros e bezerros são extremamente mansos. são conhecidos como os "gigantes gentis", são muito pacíficos, muito mais até do que cães e gatos.
Sob tortura, somos todos agressivos, ninguém mantem a calma, nem os humanos. Não se vê touros pulando sem motivo nos pastos, eles só pulam nas arenas e sob tortura.

Vamos lembrar que diferentemente do que dizem, não é durante apenas os 8 segundos de montaria que o sedém é comprimido no animal. Oito segundos é o tempo que o peão deve permanecer no dorso do animal, porém deve-se lembrar que o sedém e colocado e comprimido tempos antes do animal ser colocado na arena (ainda no brete) e também tempos depois da montaria. Além disso, há declarações de peões de que treinam de 6 a 8 horas diárias, portanto, todo este tempo o animal estará sendo maltratado.

Exitem diversos instrumentos de tortura usados contra os animais pelos "valentes Cowboys" :

Esporas - as esporas são objetos pontiagudos ou não, acoplados às botas dos peões, servindo para golpear o animal (na cabeça,pescoço e baixo-ventre), fazendo, em conjunto com o sedém e outros instrumentos, com que o animal corcoveie de forma intensa. Além disso, quanto maior o número de golpes com as esporas, mais pontos são contados na montaria. Sem fundamento o argumento de que as esporas rombas (não pontiagudas) não causam danos físicos nos animais, pois ocorre a má utilização destes instrumentos, e como dito acima, visa-se golpear o animal e, portanto, com ou sem pontas, as esporas machucam o animal, normalmente provocando cortes na região cutânea e perfuração no globo ocular.

Peiteira - Consiste em outra corda ou faixa de couro amarrada e retesada ao redor do corpo do animal, logo atrás da axila. A forte pressão que este instrumento exerce no animal acaba causando-lhe ferimentos e muita dor também.


Polaco (sinos) - Na peiteira são colocados sinos, os quais produzem um barulho altamente irritante ao animal, o qual fica ainda mais intenso a cada pulo seu.

Aliás, ressaltemos que a irritação que o polaco causa aos touros é inclusive reconhecida pelos próprios apreciadores e praticantes de rodeios, já que é definido em sites do gênero como: “sinos de metal colocados no touro para irritá-lo”.

Existem ainda alguns apetrechos e métodos utilizados para colaborar com as “acrobacias” dos animais que são utilizados nos bastidores de rodeios, além da situação estressante que os animais são submetidos nos momentos que antecedem sua entrada nas arenas, como ex:;


Objetos pontiagudos: Pregos, pedras, alfinetes e arames em forma de anzol

Choque elétricos e mecânicos: Aplicados nas partes sensíveis do animal antes da entrada à arena

Terebintina, pimenta e outras substâncias abrasivas: Introdução destes no corpo do animal antes que sejam colocados na arena, para que fiquem enfurecidos e saltem. As substâncias abrasivas em contato com cortes e outros ferimentos no corpo do animal causa uma sensação de ardor insuportável.

Golpes e marretadas: Atingindo a cabeça do animal, seguido de choque elétrico, costumam produzir convulsões no animal e são os métodos mais usados quando o animal já está velho ou cansado, com a finalidade de provocar sua morte.

Descorna: O chifre dos bovídeos, para a realização de determinadas provas, é “aparado” com a utilização de um serrote,sem anestésico, e causando sangramentos e dor aos animais;...
dentre muitos outros métodos terríveis de tortura a que os animais são submetidos....


Não se pode alegar nem que seja cultura brasileira, por 2 motivos:
1 - Crueldade e escravidão não são cultura;
2 - Foram importadas as modalidades das provas dos rodeios, dos Estados Unidos.

As diversas modalidades compreendidas no “circuito completo” - é por demais sabido - foram há não muito, foram importadas da "cultura" Estadunidense.

Peço atenção quanto aos nomes das provas. Quando se fala em rodeios, vêm à mente, em regra, imagens de sua forma mais conhecida e tradicional, qual seja, a montaria. No entanto, diversas outras práticas têm sido utilizadas.

Cruéis modalidades da Federação nacional do Rodeio Completo:


Bareback: montaria em cavalo, em que o peão se coloca em posição quase
horizontal, devendo “marcar o animal” logo no primeiro pulo ,ou seja, posicionar as
duas esporas no pescoço do cavalo.


Saddle Bronc ( sela americana ): montaria em cavalo em que é preciso”
marcar o animal”, posicionando as esporas no pescoço do animal, logo no primeiro
pulo. No segundo pulo, o peão puxa as esporas seguindo uma angulação que sai da paleta, passa pela barriga e chega até o final da sela, na traseira do cavalo. Quanto maior a angulação, maior será a nota.


Cutiano: montaria em cavalo, em que o peão fica apoiado unicamente em
duas cordas que são amarradas à peiteira, fazendo com que o animal sofra ainda mais a compressão causada por esse instrumento. No primeiro pulo, o peão posiciona as 12 esporas entre o pescoço e a paleta. A partir do segundo pulo, as esporas devem ser puxadas em direção à cava da paleta. Quanto mais esporeadas forem dadas, maiores as chances de se conquistar notas altas. É um estilo de montaria praticado só no Brasil.


Bull Riding: montaria em touro; o animal é esporeado, principalmente, na
região do baixo-ventre.


Calf Roping ( Laço do Bezerro): é a mais cruel das provas, pois são
utilizados bezerros de apenas quarenta dias de vida, já que o animal não pode
ultrapassar 120 quilos. O bezerro é perseguido pelo laçador, que, maneando o laço e com outra corda presa na boca, joga o laço no pescoço do bezerro, fazendo-o estancar abruptamente, tracionando-o para trás, em sentido contrário ao que corria. O laçador desce do cavalo e, segurando-o pelas patas, ou até mesmo pela prega cutânea, ergue o bezerro do solo até a altura da cintura do laçador, que o atira violentamente ao chão, sendo três de suas patas amarradas juntas. Enquanto isso, o cavalo puxa fortemente a corda presa ao pescoço do bezerro para não deixar nenhuma folga. Com o animal imobilizado, está terminada a prova, que não pode ultrapassar os 120 segundos.


Team Roping ( Laço em Dupla ): Um peão laça a cabeça de um garrote,
enquanto outro laça as pernas traseiras; em seguida, os peões o esticam entre si,
resultando em sérios danos à coluna vertebral e lesões orgânicas.
Bulldogging: Um boi deve ser derrubado pelos chifres o mais rápido
possível; o peão desmonta de seu cavalo, em pleno galope em cima da cabeça do boi, agarrando-o pelos chifres e torcendo violentamente seu pescoço para que ele caia ao chão. Vence quem derrubar o animal no menor tempo.

Nos eventos brasileiros onde o clima é quente, os peões ostentam vestimentas que nada têm que ver com as tradições do campo brasileiro, apresentando-se com jaquetas de couro com franjas (incompatíveis até com o tropical clima do Brasil), e cintos de enormes fivelas (em regra, com inscrições em Inglês), em visual assemelhado ao dos cowboys do “Velho Oeste” americano, popularizados nos filmes (também americanos) ditos “western” – e nada parecido com o do legítimo sertanejo ou caipira brasileiro. Aliás, diga-se de passagem, o “espetáculo” se desenvolve ao som de musica country (também norte-americana). E tem político insistindo em cultura brasileira....
A par disso, as “demonstrações” que têm vez e lugar na arena de rodeio passam distante – e muito –das práticas rurais do Brasil.
Não faz parte do cotidiano do homem do campo brasileiro a realização de montarias voltadas, única e exclusivamente, a aferir o desempenho de um humano em se manter sobre animal que corcoveia ao ter um sedém contraindo a virilha e esporas cravadas na região do pescoço.

Também não faz parte do cotidiano deste homem do campo a prática de laçadas de bezerros de poucos dias de vida. Em caso de necessidade de imobilização (para a cura de ferimentos ou aplicação de vacinas), os animais são “tocados” até currais (esta sim, tradição “boiadeira”, arraigada na cultura nacional) e conduzidos a “seringas”, corredores estreitos que permitem a imobilização necessária.

Tampouco faz parte do referido cotidiano a derrubada de animais ao solo (muito menos por peão que sobre ele salte, de cima de eqüino), ou a laçada em que tal animal é “esticado” (como no “team roping”), posto que tais práticas colocam em risco a incolumidade física e a vida dos animais - algo nada desejado por quem retira seu sustento da comercialização daqueles.

Aliás, e ainda que por hipótese se constate que em pontos isolados do ambiente rural se utilizem tais técnicas catastróficas de lida com animais, forçoso reconhecer que se tratam de práticas inadequadas. E, de qualquer forma, tais práticas (isoladas), bem como outras não menos cruéis (como castrações sem aplicação de anestésicos), se ocorrem, não podem permitir a justificação de espetáculo, no qual se explora a dor animal. É dizer, não pode uma prática cruel ser utilizada para justificar outra.


Enfim,


A Festa em si, sem os animais, do Rodeio não precisa deixar de existir, pode e deve continuar para alegrar as pessoas, mas nós não queremos Festas que usam, exploram, humilham e torturam animais.

Somos seres em constante evolução e já esta na hora de livrar os animais da escravidão imposta a eles pelos humanos. RODEIO LEGAL É RODEIO SEM ANIMAL.

Quando as pessoas são questionadas do porque elas vão aos rodeios, elas respondem que vão pela diversão, pelo passeio, pela comida, pelos shows, e NUNCA PELOS ANIMAIS DENTRO DA ARENA, o que demonstra que o uso de animais em uma festa é totalmente desnecessário, exceto do ponto de vista dos exploradores.


RODEIO LEGAL É RODEIO SEM ANIMAL.
Podemos ter festas de rodeio com diversas atividades como touros mecânicos, cavalo mecânico, gincanas e competições apenas com pessoas que queiram participar, ou seja, Inventa-se novas provas para divertir o mesmo público sem a presença de animais.
Uma mudança desse nível evolutivo, levara a um aumento no publico que frequenta esse tipo de festas, pois um grande e cada vez mais crescente, numero de pessoas que é contra barbáries com animais, deixará de boicotar e sem a exploração de outros seres passará inclusive a investir no comercio local gerando mais renda para os municípios.... Tudo é uma questão de visão lógica e evolutiva. A Evolução esta no caminho de todos, faz -se necessário participar dela de uma maneira mais civilizada.
Nos ajude a libertar os animais da escravidão! Por favor, assine e compartilhe!
Junte-se a nós nessa luta!



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