

NOVAS ELEIÇÕES NA MANGUEIRA JÁ! DEMOCRACIA SIM, GOLPE NÃO!
O problema
NAÇÃO MANGUEIRENSE — É HORA DE RESTAURAR A NOSSA DEMOCRACIA.
Os signatários deste abaixo-assinado, integrantes da Comunidade de Mangueira, associados, trabalhadores da cultura, pesquisadores, torcedores e cidadãos comprometidos com a história, a integridade institucional e o interesse público da Estação Primeira de Mangueira, vêm exigir a convocação de novas eleições gerais, livres, transparentes e estatutariamente regulares para a direção da agremiação.
Novas eleições é compromisso verdadeiro com a história e o legado da Estação Primeira de Mangueira. Há uma necessidade urgente de restaurar a democracia mangueirense, recompor a confiança interna da escola e devolver aos associados o direito de decidir, com liberdade e segurança, os rumos da instituição. A Mangueira não pertence a uma gestão, a uma família, a um grupo ou a interesses particulares. A Mangueira pertence à sua comunidade, à sua história, aos seus fundadores, aos seus componentes, à Nação Mangueirense, mas principalmente ao povo a Mangueira é a escola do povo.
Os documentos reunidos pelo COLETIVO TRANSPARÊNCIA MANGUEIRA através da plataforma Transferegov, ao SALIC e à Receita Federal do Brasil apontam, em tese, graves inconsistências na execução de recursos públicos federais, envolvendo processos de cotação de preços aparentemente simulados, utilização de empresas extintas ou vinculadas entre si, propostas sem elementos mínimos de validade, contratações sem comprovação adequada de capacidade técnica, ausência de instrumentos contratuais plenamente regulares e incompatibilidades com os planos de trabalho aprovados.
Também surgem indícios de concentração indevida de funções de gestão financeira, autorização e ordenação de despesas, esvaziando mecanismos básicos de controle interno; contratação de pessoas com vínculos pessoais ou familiares com a presidência; e possível utilização de documentos, fotografias e registros de projetos distintos para comprovar execuções perante órgãos federais de cultura. Esses fatos, se confirmados pelos órgãos competentes, revelam um quadro incompatível com a transparência, a moralidade administrativa e a responsabilidade exigida de uma entidade cultural que recebe recursos públicos e representa patrimônio histórico do samba brasileiro.
Diante desse cenário, a saída democrática não pode ser o silêncio, a intimidação ou a continuidade de um ambiente institucional marcado por dúvidas, suspeitas e perda de legitimidade. A resposta correta é devolver a palavra aos associados, mediante a realização de novas eleições, com regras claras, ampla publicidade, comissão eleitoral independente, respeito ao Estatuto Social, acesso isonômico às informações, fiscalização efetiva e garantia de participação de todos os segmentos da escola.
A restauração da democracia mangueirense exige que a Estação Primeira de Mangueira volte a ser conduzida por um processo legítimo, transparente e reconhecido pela comunidade. A grandeza da Mangueira sempre esteve em sua coletividade, em sua ancestralidade, em seu povo e em sua capacidade de se reinventar diante das crises. Por isso, convocar novas eleições não é enfraquecer a escola. Ao contrário, é protegê-la.
DAS IRREGULARIDADES APURADAS
As irregularidades até agora apuradas nos termos de fomento e projetos vinculados à Estação Primeira de Mangueira indicam, em tese, um padrão grave de fragilidade documental, baixa transparência, possível sobreposição de objetos, confusão de rubricas, inconsistência na comprovação da execução física e financeira, utilização de fornecedores e prestadores com vínculos internos ou cruzados, além de indícios de reaproveitamento de registros, fotografias, relatórios, camisas, certificados e documentos de um projeto para comprovar a execução de outro.
Esse quadro se torna ainda mais preocupante diante da possível confusão patrimonial e operacional entre o G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira e o Instituto Mangueira Esperança, especialmente quando projetos formalmente distintos, como os termos de fomento executados pela agremiação e o PRONAC nº 233873, vinculado ao Instituto, parecem compartilhar pessoas, estruturas, fornecedores, documentos, narrativas de execução e mecanismos de comprovação. Caso confirmados pelos órgãos competentes, tais elementos podem revelar não apenas falhas administrativas isoladas, mas um modelo de gestão incompatível com a separação patrimonial entre entidades, com a regular aplicação de recursos públicos, com a transparência exigida pelo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil e com a responsabilidade institucional de uma escola de samba que representa patrimônio histórico, cultural e comunitário do povo brasileiro.
DO GOLPE DAS ELEIÇÕES
O Golpe Eleitoral promovido por Guanayra Firmino deve ser compreendido, em tese, como a soma de atos que esvaziaram a liberdade real de disputa interna na Estação Primeira de Mangueira. Não se trata apenas da existência de chapa única, mas de um contexto mais grave: baixa publicidade do edital, dúvidas sobre a regular divulgação das regras eleitorais, disponibilização tardia ou insuficiente da lista de sócios aptos, ausência de prazo efetivo para impugnações, possível inclusão de associados inadimplentes, dificuldade de fiscalização pelas chapas opositoras e ambiente de intimidação no período decisivo do processo eleitoral. Esses elementos, indicam que a eleição pode ter sido formalmente realizada, mas materialmente controlada, sem igualdade de condições, sem transparência plena e sem garantia efetiva de participação dos associados.
A gravidade do episódio se intensifica diante dos relatos de coação envolvendo lideranças das chapas adversárias no dia da homologação da lista de votantes, em circunstâncias que teriam interferido diretamente na liberdade de organização da oposição e na vontade associativa. Nesse cenário, a reeleição de Guanayra Firmino não pode ser tratada como expressão legítima e pacífica da democracia interna sem apuração rigorosa. A ausência de concorrência não resultou de escolha livre da comunidade foi um processo marcado por controle informacional, pressão política, fragilidade estatutária e possível interferência coercitiva externa. Caso confirmada essa segunda hipótese, estar-se-á diante de uma ruptura material da democracia mangueirense, com aparência de legalidade, mas sem legitimidade substantiva.
O GUANAYRISMO
O Guanayrismo pode ser definido como uma forma de aparelhamento associativo, cultural e patrimonial da Estação Primeira de Mangueira, marcada pela tentativa de transformar uma instituição coletiva, histórica e comunitária em extensão política, administrativa e familiar de um grupo dirigente. Assim como o bolsonarismo, em sua dimensão de aparelhamento da máquina pública, busca-se subordinar diretorias, órgãos e departamentos aos interesses de permanência no poder, o Guanayrismo, em tese, opera pela captura dos mecanismos internos da escola: controle da informação, baixa transparência, fragilização dos órgãos de fiscalização, manipulação ou opacidade da lista de sócios aptos, condução eleitoral sob aparência formal de legalidade, concentração de decisões administrativas e financeiras, intimidação de opositores, confusão entre o interesse da comunidade e o interesse da gestão. E loteamento de cargos entre familiares, parentes e amigos sem critério técnico ou administrativo.
O Guanayrismo não é apenas uma gestão ruim ou uma divergência política interna. É um método de poder. Consiste na apropriação simbólica da Mangueira em nome da tradição, enquanto se esvazia a participação real da comunidade; na invocação do pavilhão, da ancestralidade e da história da escola para blindar práticas sem transparência; na confusão entre entidade, presidência, família, aliados, fornecedores e estruturas paralelas, como o Instituto Mangueira Esperança; e na utilização de projetos culturais, termos de fomento, documentos, fotografias, narrativas de execução e recursos públicos como instrumentos de sustentação política. Seu traço central é transformar patrimônio coletivo em ativo de grupo, convertendo a escola do povo em máquina de financiamento de pagamento de mensalidades a lideranças de grupos criminosos, que atuam como os mercenários de sua gestão.
MUITOS RECURSOS POUCAS ENTREGAS
Após a Porta Bandeira da Mangueira, Cinthya Santos, conquistar o seu segundo Estandarte de Ouro, prêmio do Jornal O Globo, para os melhores do ano, o outro foi em sua estreia, em 2023. A situação da principal personsagem do desfile da escola de samba, a Porta Bandeira da Mangueira, para completar a sua renda realiza faxinas durante a semana, já que o salário pago pela Mangueira não é sufiente.
Enquanto a Mangueira aluga 25 violões pelo valor de R$ 165 mil reais, em empresa vencedora da licitação de propriedade de sua prima Aurea Moreira. Ritmistas da Bateria da Mangueira, encontram-se em estado de insergurança alimentar, leve, moderada, e alta. Nos últimos 4 anos a Mangueira recebeu além do que é repassado pela LIESA, cerca de R$ 50 milhões de reais. E, a gestão Guanayra Firmino, não conseguiu efetivamente entregar nada para a Nação Mangueirense, a não ser um 5º lugar, em seu primeiro carnaval, no ano de 2026, quando a Mangueira, recebeu só do estado do Amapá R$ 10 milhões de reas ficou novamente no 6º lugar.
A Mangueira precisa discutir os seus problemas, planejar o futuro e construir os intrumentos de fortalecimento isntitucional, para que a mesma não seja capturada novmente, por grupos novivos a saúde institucional.
A Nação Mangueirense exige respeito. Exige transparência. Exige democracia. Exige novas eleições para que a Estação Primeira de Mangueira volte a caminhar de cabeça erguida, fiel à sua história, ao seu pavilhão e ao povo que a construiu.
Mangueira, Rio de Janeiro, 24 de abril de 2026.
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contato: transparenciamangueira@gmail.com
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O problema
NAÇÃO MANGUEIRENSE — É HORA DE RESTAURAR A NOSSA DEMOCRACIA.
Os signatários deste abaixo-assinado, integrantes da Comunidade de Mangueira, associados, trabalhadores da cultura, pesquisadores, torcedores e cidadãos comprometidos com a história, a integridade institucional e o interesse público da Estação Primeira de Mangueira, vêm exigir a convocação de novas eleições gerais, livres, transparentes e estatutariamente regulares para a direção da agremiação.
Novas eleições é compromisso verdadeiro com a história e o legado da Estação Primeira de Mangueira. Há uma necessidade urgente de restaurar a democracia mangueirense, recompor a confiança interna da escola e devolver aos associados o direito de decidir, com liberdade e segurança, os rumos da instituição. A Mangueira não pertence a uma gestão, a uma família, a um grupo ou a interesses particulares. A Mangueira pertence à sua comunidade, à sua história, aos seus fundadores, aos seus componentes, à Nação Mangueirense, mas principalmente ao povo a Mangueira é a escola do povo.
Os documentos reunidos pelo COLETIVO TRANSPARÊNCIA MANGUEIRA através da plataforma Transferegov, ao SALIC e à Receita Federal do Brasil apontam, em tese, graves inconsistências na execução de recursos públicos federais, envolvendo processos de cotação de preços aparentemente simulados, utilização de empresas extintas ou vinculadas entre si, propostas sem elementos mínimos de validade, contratações sem comprovação adequada de capacidade técnica, ausência de instrumentos contratuais plenamente regulares e incompatibilidades com os planos de trabalho aprovados.
Também surgem indícios de concentração indevida de funções de gestão financeira, autorização e ordenação de despesas, esvaziando mecanismos básicos de controle interno; contratação de pessoas com vínculos pessoais ou familiares com a presidência; e possível utilização de documentos, fotografias e registros de projetos distintos para comprovar execuções perante órgãos federais de cultura. Esses fatos, se confirmados pelos órgãos competentes, revelam um quadro incompatível com a transparência, a moralidade administrativa e a responsabilidade exigida de uma entidade cultural que recebe recursos públicos e representa patrimônio histórico do samba brasileiro.
Diante desse cenário, a saída democrática não pode ser o silêncio, a intimidação ou a continuidade de um ambiente institucional marcado por dúvidas, suspeitas e perda de legitimidade. A resposta correta é devolver a palavra aos associados, mediante a realização de novas eleições, com regras claras, ampla publicidade, comissão eleitoral independente, respeito ao Estatuto Social, acesso isonômico às informações, fiscalização efetiva e garantia de participação de todos os segmentos da escola.
A restauração da democracia mangueirense exige que a Estação Primeira de Mangueira volte a ser conduzida por um processo legítimo, transparente e reconhecido pela comunidade. A grandeza da Mangueira sempre esteve em sua coletividade, em sua ancestralidade, em seu povo e em sua capacidade de se reinventar diante das crises. Por isso, convocar novas eleições não é enfraquecer a escola. Ao contrário, é protegê-la.
DAS IRREGULARIDADES APURADAS
As irregularidades até agora apuradas nos termos de fomento e projetos vinculados à Estação Primeira de Mangueira indicam, em tese, um padrão grave de fragilidade documental, baixa transparência, possível sobreposição de objetos, confusão de rubricas, inconsistência na comprovação da execução física e financeira, utilização de fornecedores e prestadores com vínculos internos ou cruzados, além de indícios de reaproveitamento de registros, fotografias, relatórios, camisas, certificados e documentos de um projeto para comprovar a execução de outro.
Esse quadro se torna ainda mais preocupante diante da possível confusão patrimonial e operacional entre o G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira e o Instituto Mangueira Esperança, especialmente quando projetos formalmente distintos, como os termos de fomento executados pela agremiação e o PRONAC nº 233873, vinculado ao Instituto, parecem compartilhar pessoas, estruturas, fornecedores, documentos, narrativas de execução e mecanismos de comprovação. Caso confirmados pelos órgãos competentes, tais elementos podem revelar não apenas falhas administrativas isoladas, mas um modelo de gestão incompatível com a separação patrimonial entre entidades, com a regular aplicação de recursos públicos, com a transparência exigida pelo Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil e com a responsabilidade institucional de uma escola de samba que representa patrimônio histórico, cultural e comunitário do povo brasileiro.
DO GOLPE DAS ELEIÇÕES
O Golpe Eleitoral promovido por Guanayra Firmino deve ser compreendido, em tese, como a soma de atos que esvaziaram a liberdade real de disputa interna na Estação Primeira de Mangueira. Não se trata apenas da existência de chapa única, mas de um contexto mais grave: baixa publicidade do edital, dúvidas sobre a regular divulgação das regras eleitorais, disponibilização tardia ou insuficiente da lista de sócios aptos, ausência de prazo efetivo para impugnações, possível inclusão de associados inadimplentes, dificuldade de fiscalização pelas chapas opositoras e ambiente de intimidação no período decisivo do processo eleitoral. Esses elementos, indicam que a eleição pode ter sido formalmente realizada, mas materialmente controlada, sem igualdade de condições, sem transparência plena e sem garantia efetiva de participação dos associados.
A gravidade do episódio se intensifica diante dos relatos de coação envolvendo lideranças das chapas adversárias no dia da homologação da lista de votantes, em circunstâncias que teriam interferido diretamente na liberdade de organização da oposição e na vontade associativa. Nesse cenário, a reeleição de Guanayra Firmino não pode ser tratada como expressão legítima e pacífica da democracia interna sem apuração rigorosa. A ausência de concorrência não resultou de escolha livre da comunidade foi um processo marcado por controle informacional, pressão política, fragilidade estatutária e possível interferência coercitiva externa. Caso confirmada essa segunda hipótese, estar-se-á diante de uma ruptura material da democracia mangueirense, com aparência de legalidade, mas sem legitimidade substantiva.
O GUANAYRISMO
O Guanayrismo pode ser definido como uma forma de aparelhamento associativo, cultural e patrimonial da Estação Primeira de Mangueira, marcada pela tentativa de transformar uma instituição coletiva, histórica e comunitária em extensão política, administrativa e familiar de um grupo dirigente. Assim como o bolsonarismo, em sua dimensão de aparelhamento da máquina pública, busca-se subordinar diretorias, órgãos e departamentos aos interesses de permanência no poder, o Guanayrismo, em tese, opera pela captura dos mecanismos internos da escola: controle da informação, baixa transparência, fragilização dos órgãos de fiscalização, manipulação ou opacidade da lista de sócios aptos, condução eleitoral sob aparência formal de legalidade, concentração de decisões administrativas e financeiras, intimidação de opositores, confusão entre o interesse da comunidade e o interesse da gestão. E loteamento de cargos entre familiares, parentes e amigos sem critério técnico ou administrativo.
O Guanayrismo não é apenas uma gestão ruim ou uma divergência política interna. É um método de poder. Consiste na apropriação simbólica da Mangueira em nome da tradição, enquanto se esvazia a participação real da comunidade; na invocação do pavilhão, da ancestralidade e da história da escola para blindar práticas sem transparência; na confusão entre entidade, presidência, família, aliados, fornecedores e estruturas paralelas, como o Instituto Mangueira Esperança; e na utilização de projetos culturais, termos de fomento, documentos, fotografias, narrativas de execução e recursos públicos como instrumentos de sustentação política. Seu traço central é transformar patrimônio coletivo em ativo de grupo, convertendo a escola do povo em máquina de financiamento de pagamento de mensalidades a lideranças de grupos criminosos, que atuam como os mercenários de sua gestão.
MUITOS RECURSOS POUCAS ENTREGAS
Após a Porta Bandeira da Mangueira, Cinthya Santos, conquistar o seu segundo Estandarte de Ouro, prêmio do Jornal O Globo, para os melhores do ano, o outro foi em sua estreia, em 2023. A situação da principal personsagem do desfile da escola de samba, a Porta Bandeira da Mangueira, para completar a sua renda realiza faxinas durante a semana, já que o salário pago pela Mangueira não é sufiente.
Enquanto a Mangueira aluga 25 violões pelo valor de R$ 165 mil reais, em empresa vencedora da licitação de propriedade de sua prima Aurea Moreira. Ritmistas da Bateria da Mangueira, encontram-se em estado de insergurança alimentar, leve, moderada, e alta. Nos últimos 4 anos a Mangueira recebeu além do que é repassado pela LIESA, cerca de R$ 50 milhões de reais. E, a gestão Guanayra Firmino, não conseguiu efetivamente entregar nada para a Nação Mangueirense, a não ser um 5º lugar, em seu primeiro carnaval, no ano de 2026, quando a Mangueira, recebeu só do estado do Amapá R$ 10 milhões de reas ficou novamente no 6º lugar.
A Mangueira precisa discutir os seus problemas, planejar o futuro e construir os intrumentos de fortalecimento isntitucional, para que a mesma não seja capturada novmente, por grupos novivos a saúde institucional.
A Nação Mangueirense exige respeito. Exige transparência. Exige democracia. Exige novas eleições para que a Estação Primeira de Mangueira volte a caminhar de cabeça erguida, fiel à sua história, ao seu pavilhão e ao povo que a construiu.
Mangueira, Rio de Janeiro, 24 de abril de 2026.
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Abaixo-assinado criado em 22 de dezembro de 2025