"Nova" Raposo, Não! Queremos transparência e participação popular no projeto!


"Nova" Raposo, Não! Queremos transparência e participação popular no projeto!
O problema
No dia 9 de abril, milhares de pessoas que moram em bairros e cidades no entorno da Rodovia Raposo Tavares foram surpreendidas pela notícia — no jornal O Estado de S. Paulo — de que o governador pretende implementar um projeto intitulado Nova Raposo.
O projeto amplia as pistas da rodovia, instala seis pontos de pedágio e implanta viadutos, túneis e valas viárias. Desde o Alto de Pinheiros até Cotia, residências e estabelecimentos poderão ser desapropriados, e vastas áreas permeáveis, de contenção de enchentes, vão sumir do mapa. Na região do Butantã, milhares de árvores cinquentenárias podem ser derrubadas. O valor previsto da obra é de R$ 9,7 bilhões.
Contrariando todas as tendências mundiais em sustentabilidade, que preconizam o transporte público de massa, a preservação das áreas verdes, ciclovias e uma série de soluções para reduzir a emissão de carbono e a temperatura, o governador Tarcísio almeja o progresso rodoviarista ultrapassado dos anos 1960.
Num momento de grave crise climática, a obra não atende a maioria dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, da qual o Brasil, o estado e a cidade de São Paulo são signatários.
Apenas duas audiências públicas foram feitas, com divulgação restrita ao Diário Oficial, uma em Vargem Grande e outra no DER, com menos de dez pessoas. Isso não é participação popular.
Não vamos permitir que esse trator passe por cima da nossa cidadania, de nossas casas e nossas árvores. Exigimos o respeito à Lei e à Constituição, com ampla divulgação de audiências públicas e um profundo debate sobre o projeto, envolvendo moradores, sociedade civil organizada e especialistas em mobilidade e urbanismo. Queremos a suspensão imediata do andamento do projeto.
Mais de 80 entidades já aderiram ao Movimento “Nova” Raposo, Não.
Assine, compartilhe e siga nosso instagram: @novaraposonao.
Crédito da Foto: Bruno Santos/Folhapress

37.710
O problema
No dia 9 de abril, milhares de pessoas que moram em bairros e cidades no entorno da Rodovia Raposo Tavares foram surpreendidas pela notícia — no jornal O Estado de S. Paulo — de que o governador pretende implementar um projeto intitulado Nova Raposo.
O projeto amplia as pistas da rodovia, instala seis pontos de pedágio e implanta viadutos, túneis e valas viárias. Desde o Alto de Pinheiros até Cotia, residências e estabelecimentos poderão ser desapropriados, e vastas áreas permeáveis, de contenção de enchentes, vão sumir do mapa. Na região do Butantã, milhares de árvores cinquentenárias podem ser derrubadas. O valor previsto da obra é de R$ 9,7 bilhões.
Contrariando todas as tendências mundiais em sustentabilidade, que preconizam o transporte público de massa, a preservação das áreas verdes, ciclovias e uma série de soluções para reduzir a emissão de carbono e a temperatura, o governador Tarcísio almeja o progresso rodoviarista ultrapassado dos anos 1960.
Num momento de grave crise climática, a obra não atende a maioria dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU, da qual o Brasil, o estado e a cidade de São Paulo são signatários.
Apenas duas audiências públicas foram feitas, com divulgação restrita ao Diário Oficial, uma em Vargem Grande e outra no DER, com menos de dez pessoas. Isso não é participação popular.
Não vamos permitir que esse trator passe por cima da nossa cidadania, de nossas casas e nossas árvores. Exigimos o respeito à Lei e à Constituição, com ampla divulgação de audiências públicas e um profundo debate sobre o projeto, envolvendo moradores, sociedade civil organizada e especialistas em mobilidade e urbanismo. Queremos a suspensão imediata do andamento do projeto.
Mais de 80 entidades já aderiram ao Movimento “Nova” Raposo, Não.
Assine, compartilhe e siga nosso instagram: @novaraposonao.
Crédito da Foto: Bruno Santos/Folhapress

37.710
Mensagens de apoiadores
Abaixo-assinado criado em 25 de abril de 2024