NOTA DE REPÚDIO


NOTA DE REPÚDIO
O problema
As SINDICALIZADAS e SINDICALIZADOS do SINPRFRJ, e os APOIADORES da causa abaixo assinados vêm a público manifestar seu mais profundo e veemente repúdio à nota de pesar publicada pelo sindicato referido em decorrência do falecimento do autor de um feminicídio recente.
Nossa indignação fundamenta-se nos seguintes pontos:
* A nota oficial ignora a dor irreparável das famílias e amigos dilacerados por uma ação contundente, premeditada e cruel. Ao focar no agressor, o sindicato silencia o sofrimento da vítima direta e de todas as mulheres que lutam diariamente pela vida.
* O conteúdo da nota não nos representa, pois colide frontalmente com os valores de combate à violência de gênero. Humanizar um ato injustificável, torpe e de extrema frieza é revitimizar a mulher que teve sua dignidade e futuro ceifados.
* Utilizar o mesmo cerimonial e palavras de condolências dedicados aos policiais dignos e honrados, que tombaram no estrito cumprimento do dever, é um ato de extrema insensibilidade e desrespeito à memória dos nossos verdadeiros heróis.
* Exaltar a memória de um feminicida que tirou a própria vida após o crime transmite a mensagem equivocada de que o autoextermínio apaga ou ameniza a atrocidade cometida. A morte do agressor não é um salvo-conduto para o esquecimento de sua culpa.
A função social do sindicalismo aliado a sua essência de movimento social da categoria PRF é proteger a vida e garantir a justiça. Não aceitaremos que nossa representação seja utilizada para validar, direta ou indiretamente, a cultura da violência contra a mulher sob o pretexto de um protecionismo equivocado.
Pelo fim da violência contra a mulher.
Pelo respeito à dignidade das vítimas.

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O problema
As SINDICALIZADAS e SINDICALIZADOS do SINPRFRJ, e os APOIADORES da causa abaixo assinados vêm a público manifestar seu mais profundo e veemente repúdio à nota de pesar publicada pelo sindicato referido em decorrência do falecimento do autor de um feminicídio recente.
Nossa indignação fundamenta-se nos seguintes pontos:
* A nota oficial ignora a dor irreparável das famílias e amigos dilacerados por uma ação contundente, premeditada e cruel. Ao focar no agressor, o sindicato silencia o sofrimento da vítima direta e de todas as mulheres que lutam diariamente pela vida.
* O conteúdo da nota não nos representa, pois colide frontalmente com os valores de combate à violência de gênero. Humanizar um ato injustificável, torpe e de extrema frieza é revitimizar a mulher que teve sua dignidade e futuro ceifados.
* Utilizar o mesmo cerimonial e palavras de condolências dedicados aos policiais dignos e honrados, que tombaram no estrito cumprimento do dever, é um ato de extrema insensibilidade e desrespeito à memória dos nossos verdadeiros heróis.
* Exaltar a memória de um feminicida que tirou a própria vida após o crime transmite a mensagem equivocada de que o autoextermínio apaga ou ameniza a atrocidade cometida. A morte do agressor não é um salvo-conduto para o esquecimento de sua culpa.
A função social do sindicalismo aliado a sua essência de movimento social da categoria PRF é proteger a vida e garantir a justiça. Não aceitaremos que nossa representação seja utilizada para validar, direta ou indiretamente, a cultura da violência contra a mulher sob o pretexto de um protecionismo equivocado.
Pelo fim da violência contra a mulher.
Pelo respeito à dignidade das vítimas.

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Abaixo-assinado criado em 25 de março de 2026