NOTA DE REPÚDIO

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Paulo Toyama e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

 


A forma como a Reitoria da Universidade de São Paulo conduz a distribuição de recursos institucionais, mais uma vez, evidencia uma política de valorização seletiva e excludente.


A proposta a ser votada no próximo dia 31/3 na reunião extraordinaria do Conselho Universitário, de criação da  Gratificação por Atividades Complementares Estratégicas (GACE), ao destinar valores significativos exclusivamente aos docentes, escancara uma escolha política: investir em um segmento específico da comunidade universitária, enquanto servidores técnico-administrativos seguem sendo sistematicamente relegados ao esquecimento.


Trata-se de uma reafirmação de um modelo de universidade que ignora o papel essencial dos funcionários na sustentação das atividades de ensino, pesquisa, e extensão. São esses trabalhadores que garantem o funcionamento cotidiano da instituição, muitas vezes sob condições de estagnação salarial, ausência de políticas estruturadas de valorização e sucessivas promessas não cumpridas pela Administração Central.


A criação de mecanismos de remuneração adicional para docentes, ainda que apresentados sob a forma de gratificação, reforça uma lógica de desigualdade interna, aprofundando o distanciamento entre categorias e consolidando uma política de reconhecimento que não contempla a totalidade da comunidade universitária.


Os processos eleitorais para a Reitoria têm reiterado um padrão no qual os compromissos assumidos com os servidores técnico-administrativos, pelos candidatos, não se materializam.


Diante desse cenário, torna-se urgente que a categoria se organize. Nenhuma mudança virá sem mobilização.


Todos os servidores técnico-administrativos da USP devem participar ativamente de reuniões em suas unidades, fortalecendo o debate, a construção coletiva e a articulação política para enfrentar esse quadro de desigualdade.


É fundamental organizar a construção de um ato unificado e, se necessário, a paralisação das atividades, a ser debatida e encaminhada com a chancela do SINTUSP.


Não aceitaremos mais promessas vazias, nem políticas que nos invisibilizam.


Valorização para todos já !


BASE INDEPENDENTE DE TRABALHADORES DA USP

625

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A forma como a Reitoria da Universidade de São Paulo conduz a distribuição de recursos institucionais, mais uma vez, evidencia uma política de valorização seletiva e excludente.


A proposta a ser votada no próximo dia 31/3 na reunião extraordinaria do Conselho Universitário, de criação da  Gratificação por Atividades Complementares Estratégicas (GACE), ao destinar valores significativos exclusivamente aos docentes, escancara uma escolha política: investir em um segmento específico da comunidade universitária, enquanto servidores técnico-administrativos seguem sendo sistematicamente relegados ao esquecimento.


Trata-se de uma reafirmação de um modelo de universidade que ignora o papel essencial dos funcionários na sustentação das atividades de ensino, pesquisa, e extensão. São esses trabalhadores que garantem o funcionamento cotidiano da instituição, muitas vezes sob condições de estagnação salarial, ausência de políticas estruturadas de valorização e sucessivas promessas não cumpridas pela Administração Central.


A criação de mecanismos de remuneração adicional para docentes, ainda que apresentados sob a forma de gratificação, reforça uma lógica de desigualdade interna, aprofundando o distanciamento entre categorias e consolidando uma política de reconhecimento que não contempla a totalidade da comunidade universitária.


Os processos eleitorais para a Reitoria têm reiterado um padrão no qual os compromissos assumidos com os servidores técnico-administrativos, pelos candidatos, não se materializam.


Diante desse cenário, torna-se urgente que a categoria se organize. Nenhuma mudança virá sem mobilização.


Todos os servidores técnico-administrativos da USP devem participar ativamente de reuniões em suas unidades, fortalecendo o debate, a construção coletiva e a articulação política para enfrentar esse quadro de desigualdade.


É fundamental organizar a construção de um ato unificado e, se necessário, a paralisação das atividades, a ser debatida e encaminhada com a chancela do SINTUSP.


Não aceitaremos mais promessas vazias, nem políticas que nos invisibilizam.


Valorização para todos já !


BASE INDEPENDENTE DE TRABALHADORES DA USP

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Abaixo-assinado criado em 26 de março de 2026