NOTA DE REPÚDIO À VIOLÊNCIA POLICIAL CONTRA O MOVIMENTO NACIONAL DA POPULAÇÃO DE RUA


NOTA DE REPÚDIO À VIOLÊNCIA POLICIAL CONTRA O MOVIMENTO NACIONAL DA POPULAÇÃO DE RUA
O problema
Parem de nos agredir! Nosso corpo não é público.
Viemos a público repudiar a violência policial sofrida por membros do Movimento Nacional da População em Situação de Rua durante a iniciativa do movimento em sair com um bloco carnavalesco pelas ruas da cidade no bairro de Jaraguá em Maceió, Alagoas. Durante o festejo carnavalesco no sábado, dia 22 de fevereiro de 2025, que deveria ser de alegria e folia de Carnaval, a coordenadora do Movimento Nacional da População de Rua em Alagoas foi brutalmente agredida por policiais que diziam conhecê-la, mesmo assim, isso não impedia as agressões físicas sofridas por ela.
É inconcebível que em pleno século XXI tenhamos uma polícia militar que ainda reproduz violência em moldes medievais, distribuindo com sua violência a crueldade da misoginia, do machismo, do higienismo social, da aporofobia, do machismo e da lgbtfobia. A coordenadora do Movimento Nacional da População de Rua em Maceió e no Brasil é conhecida sim! Conhecida pela luta que trava diariamente contra violências e violações de direitos que degradam a dignidade humana daqueles que sofrem, mas também daqueles que perpetram tais violências.
Como sociedade civil organizada solicitamos aos órgãos públicos competentes investigação do caso, amplamente divulgado nas redes sociais e nos programas de televisão local. Ao agredir física, moral e psicologicamente uma de nós, a corporação agrediu toda uma sociedade que luta por equidade e justiça social. Não é de hoje que essas violências ocorrem, mas também não é de agora que o Movimento Nacional da População de Rua busca construir aproximações com a Polícia Militar, Civil e mesmo a Guarda Municipal, de modo a produzir processos que busquem humanizar abordagens policiais com a população em situação de rua. Por isso mesmo, essa ação violenta é, no mínimo, destoante daquilo que temos construído junto às polícias e à guarda municipal de Maceió-AL na última década.
Conhecemos Rafaelly Machado! Conhecemos sua força e a luta que lutamos, lutamos juntas/os/es! Apenas uma resposta coletiva e sistemática é capaz de sanar a dor, o sofrimento e a vexação infligida a Rafaelly, mas também a todas/os/es nós que lutamos, como e com ela, por uma sociedade com justiça social.
Mexeu com uma, mexeu com todas/os/es nós!
Movimento Nacional da População de Rua

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O problema
Parem de nos agredir! Nosso corpo não é público.
Viemos a público repudiar a violência policial sofrida por membros do Movimento Nacional da População em Situação de Rua durante a iniciativa do movimento em sair com um bloco carnavalesco pelas ruas da cidade no bairro de Jaraguá em Maceió, Alagoas. Durante o festejo carnavalesco no sábado, dia 22 de fevereiro de 2025, que deveria ser de alegria e folia de Carnaval, a coordenadora do Movimento Nacional da População de Rua em Alagoas foi brutalmente agredida por policiais que diziam conhecê-la, mesmo assim, isso não impedia as agressões físicas sofridas por ela.
É inconcebível que em pleno século XXI tenhamos uma polícia militar que ainda reproduz violência em moldes medievais, distribuindo com sua violência a crueldade da misoginia, do machismo, do higienismo social, da aporofobia, do machismo e da lgbtfobia. A coordenadora do Movimento Nacional da População de Rua em Maceió e no Brasil é conhecida sim! Conhecida pela luta que trava diariamente contra violências e violações de direitos que degradam a dignidade humana daqueles que sofrem, mas também daqueles que perpetram tais violências.
Como sociedade civil organizada solicitamos aos órgãos públicos competentes investigação do caso, amplamente divulgado nas redes sociais e nos programas de televisão local. Ao agredir física, moral e psicologicamente uma de nós, a corporação agrediu toda uma sociedade que luta por equidade e justiça social. Não é de hoje que essas violências ocorrem, mas também não é de agora que o Movimento Nacional da População de Rua busca construir aproximações com a Polícia Militar, Civil e mesmo a Guarda Municipal, de modo a produzir processos que busquem humanizar abordagens policiais com a população em situação de rua. Por isso mesmo, essa ação violenta é, no mínimo, destoante daquilo que temos construído junto às polícias e à guarda municipal de Maceió-AL na última década.
Conhecemos Rafaelly Machado! Conhecemos sua força e a luta que lutamos, lutamos juntas/os/es! Apenas uma resposta coletiva e sistemática é capaz de sanar a dor, o sofrimento e a vexação infligida a Rafaelly, mas também a todas/os/es nós que lutamos, como e com ela, por uma sociedade com justiça social.
Mexeu com uma, mexeu com todas/os/es nós!
Movimento Nacional da População de Rua

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Abaixo-assinado criado em 27 de fevereiro de 2025