Soutien à la candidature de Miguel Antonio Bernal à la présidence de Panama

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L’histoire de la tricherie électorale est longue et imaginative. Depuis quelques décennies, une nouvelle méthode caractérise des pays qui semblent s’être passé le mot en contrôlant l’offre électorale : le pouvoir en place y choisit les candidats. Par l’inéligibilité pour condamnation judiciaire ou par refus des parrainages, une commission électorale de magistrats nommés par le pouvoir et au fonctionnement opaque décide qui peut se présenter. Le candidat du parti au pouvoir est assuré d’être élu. Les démocrates doivent combattre au-delà de leurs frontières cette perversion qui prétend à la légitimité démocratique en feignant d’en jouer le jeu. Prochain pays à l’agenda : le Panama.
Des candidats indépendants pourront se présenter aux élections présidentielles du 5 mai 2019. Leur nombre a été arbitrairement limité à trois. La première manœuvre du gouvernement a été de promouvoir des candidats qui n’ont d’indépendants que le nom et qui sont en fait des membres du système en place. Pour se présenter, il faut obtenir 18 542 signatures de parrainage. Les trois candidats indépendants seront désignés par un Tribunal Electoral de Panama dont les membres ont été nommés par les gouvernants. Le scénario est dès lors connu. Les signatures des candidats sont acceptées ou non au gré des intentions de cette commission discrétionnaire. Aujourd’hui, le candidat Miguel Antonio Bernal voit la moitié des siennes rejetées sans autre forme de procès. Cet universitaire et avocat a le tort de s’être engagé toute sa vie contre la dictature de Noriega et d’avoir lutté contre la corruption qui frappe le Panama. Après les révélations des Panama papers, le pouvoir panaméen n’a fait que des concessions de forme sans toucher au système corruptif international qu’il a toujours protégé. On comprend dès lors sa volonté d’éliminer un candidat qui promet un grand nettoyage. Il est donc de la responsabilité des démocrates d’agir en faveur d’une candidature pour laisser au peuple panaméen le droit de choisir. Au Panama, l’élection présidentielle nous intéresse aussi comme citoyens.
Rejoignez le Comité de Soutien à la candidature à Miguel Antonio Bernal pour une démocratie affranchie.

Comitésoutienbernal@gmail.com

Por la candidatura de Miguel Antonio Bernal

La historia de la trampa electoral es extensa e imaginativa. Desde hace algunas décadas, un nuevo método caracteriza a los países que parecen haberse pasado la palabra controlando la oferta: el poder en ejercicio escoge los candidatos. Dada su ineligibilidad por condena judicial o por rechazo de apadrinamientos, una comisión de magistrados nombrados y de opaco funcionamiento, decide quien puede presentarse a la candidatura presidencial. Un candidato oficial está seguro de poder ser electo. Los demócratas debemos combatir más allá de nuestras fronteras esta perversión que evade la legitimidad democrática haciendo creer que juegan el juego. Próximo país en agenda: Panamá.
En principio, los candidatos independientes podrán presentarse a las elecciones presidenciales panameñas del 5 de mayo de 2019, pero el número de candidatos ha sido arbitrariamente limitado a los tres primeros que tengan la mayor cantidad de firmas aceptadas. Buscan impedir así a los ciudadanos panemeños, el derecho ciudadano y humano, a decidir libremente sin limitaciones o imposiciones.
La primera maniobra del gobierno ha sido la de promover candidatos que de independientes solo tienen el nombre. Para presentarse como candidato hay que obtener 18, 542 firmas de apoyo (el 1% del electorado en las últimas elecciones de 2014).
Los tres candidatos de libre postulación serán escogidos por el Tribunal Electoral de Panamá, cuyos tres integrantes han sido nombrados por los gobiernos y uno de ellos tiene 28 años de estar en el puesto. El escenario está montado: las firmas de apoyo son aceptadas o no de acuerdo a decisiones discrecionales de los 3 magistrados electorales, quienes se han encargado de tratar de impedir , a toda costa, la candidatura de Miguel Antonio Bernal: desde eliminar firmas a discreción hasta sufrir la intimidación injusta por parte de unidades de la Policía Nacional, mientras se recogían firmas de forma totalmente legítima,
El gobierno de Panamá no conoce límites con tal de evitar la participación de Bernal. Académico universitario, periodista y abogado que ha luchado toda su vida, contra la dictadura de los militares y Noriega, y contra la arrolladora corrupción que golpea a su país. Comprendemos entonces su voluntad de eliminar un candidato que promete una gran limpieza.
Es responsabilidad de los demócratas de accionar en favor de una candidatura para dejar al pueblo panemeño ejercer su derecho a escoger. La elección presidencial en Panamá nos interesa también como ciudadanos que somos.

Unete al Comité de Apoyo a la candidatura presidencial de Miguel Antonio Bernal, por una democracia participativa.

For the candidacy of Miguel Antonio Bernal

The history of electoral cheating is extensive and imaginative. For some decades now, a new method has characterized countries that seem to have shared how to control the offer: those exercising power choose the candidates. Given its ineligibility due to conviction or rejection by sponsors, a commission of appointed magistrates of opaque operation decides who can stand as candidate for the presidency. Only an official candidate can be elected. Those of us who believe in democracy must fight beyond our borders against this perversion of democratic legitimacy. The next country on this agenda against democracy: Panama.
 
In principle, independent candidates may stand for the Panamanian presidential elections on May 5, 2019, but the number of candidates has been arbitrarily limited to the top three with the most accepted signatures. They seek to impede the citizens of Panama, their civic and human right to decide freely without limitations or impositions.
The first maneuver of the government has been to promote candidates that are only independent in name. To apply as a candidate you must obtain 18,542 supporting signatures (1% of the electorate in the last elections, in 2014).
 
The three write-in candidates will be chosen by the Electoral Tribunal of Panama, whose three magistrates have been appointed by the government and one of them has been in office for 28 years. The scenario is rigged: supporting signatures are accepted or not according to discretionary decisions of the three electoral magistrates. They are charged with trying to prevent, at all costs, the candidacy of Miguel Antonio Bernal: from eliminating signatures at will, to having the National Police unfairly intimidate legitimate signature collecting drives.
The government of Panama knows no limits in order to prevent Bernal's participation. Academic, journalist and lawyer, he has fought his whole life against military dictatorships including that of Noriega, and against the overwhelming corruption that affects his country. We see then, where this willingness to eliminate a candidate who promises a great cleanup comes from.
It is the responsibility of those committed to democracy to act in favor this candidacy and let the people of Panama freely exercise their right to choose. The presidential election in Panama interests us all, as citizens.
 
Join the Support Committee for Miguel Antonio Bernal’s presidential candidacy; support participatory democracy.

 

As fraudes eleitorais são comuns em numerosos países e se concretizam através de dispositivos diversos.
Há várias décadas, um novo método começou a ser amplamente utilizado em certos países que se inspiram uns dos outros.
O poder em exercício escolhe os candidatos. Quando uma pessoa não é eligível por causa de uma condenação judiciária ou porque não obteve apoio efetivo de autoridades, uma comissão de magistrados constituída de maneira opaca decide da pessoa que poderá se apresentar a candidatura presidencial.

Um candidato oficial passa ter a garantia de ser eleito.

As pessoas de convição e defensoras da democracia devem combater, incluse fora de seus países, esses procedimentos perversos que comprometem gravemente a legitimidade democrática.
Não denunciá-los é uma forma de cumplicidade implícida na medida em que isso exprimiria um crença ingénua no desenrolar legal dos processos eleitorais que são claramente fraudulentos e que comprometem completamente as regras e os parâmentos das democracias.

Atualmente, o Panamá está perigosamente exposto a fraudes que se anunciam para as próximas eleições. 
Em princípio, os candidatos independentes poderão se apresentar às eleições presidenciais de 05 de maio de 2019.
Mas o número de candidatos foi limitado, de maneira totalmente arbitrária, aos três primeiros que tenham a maior quantidade de assinaturas aceitas. Uma tentativa estratégica autoritária que visa a retirar dos cidadãos panamenhos os direitos humanos e legais de decidir livremente sem limitações et imposições arbitrárias.

A manobra do governo consiste em promover candidatos que não são realmente independentes mas comprometidos com o poder atual.
Para se apresentar como candidato, é necessário obter 18542 assinaturas de apoio, o que representa 1% do eleitoradonas últimas eleições de 2014. 
Os três candidatos independentes serão escolhidos pelo Tribunal Eleitoral do Panamá do qual três integrantes foram nomeados pelos governos e um dentre eles ocupa o cargo há 28 anos.

Uma estratégia com um desenrolar totalmente calculado já que as assinaturas de apoio são aceitas, ou não, em função das decisões arbitrárias dos três magistrados eleitorais que querem impedir a candidatura de Miguel Antonio Bernal recorrendo a procedimentos ilegais e completamente fraudulentos : eliminação de assinaturas e intimidações injustas feitas por setores da Polícia Nacional em situações em que buscavam assinaturas de maneira totalmente legítima.

O governo do Panamá recorre sem escrúpulos a todas as formas possíveis para boicotar a candidatura de Miguel Antonio Bernal que, além de uma carreira acadêmica brilhante, tem uma atuação muito percutante como jornalista e advogado que sempre se opôs a Noriega, lutando ativamente contra as ditaduras dos militares e a corrupção enorme que assola o Panamá.
Assim, se explica essa perseverança em usar todos os métodos para aniquilar um candidato que se compromete a agir no sentido de desmantelar o poder das ditaduras e a lutar contra corrupção de todos os setores da vida politica e econômica.

Os democratas devem assumir a responsabilidade de apoiar a candidatura de Miguel Antonio Bernal para permitir que o povo panamenho possa exercer plenamente o direito de escolher um candidato e eleger o presidente sem pressões.

As eleições no Panamá deveriam nos interessar. Como cidadãos democrátas deveríamos acompanhar e nos investir para favorecer o desenrolar das eleições panamenhas dentro do respeito das regras da democracia.
Participe do Comitê de Apoio a Candidatura Presidencial de Miguel Antonio Bernal, para uma democracia participativa.

 

 



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