

Não existe rodeio sem crueldade. A cidade de Araçatuba, no interior de São Paulo, tem tradição de rodeios "oficiais" e CLANDESTINOS. Somos amantes dos animais e RODEIO NÃO É CULTURA, É CRUELDADE. cidoserio@uol.com.br, cidoserio.gp@aracatuba.sp.gov.br
O problema
Aqui no Brasil, diferentemente do que dito por muitos, a prática do rodeio nada tem de cultural, tratando-se de uma cópia do modelo norte-americano.
Sinônimo de atraso de um povo, o rodeio, como tantas outras barbáries humanas, persiste, em pleno século XXI, remetendo-nos à brutalidade praticada nas arenas romanas.
Em tempos de clamor mundial pela salvação de nosso Planeta e do despertar quanto à senciência dos animais não humanos, nossa espécie ainda diverte-se, apraz-se, tira proveito da tortura, do pânico, da agonia, do desespero, da crueldade enfim, dos animais não humanos.
Ironicamente, os peões clamam à Nossa Senhora Aparecida para que os proteja, ignorando que ela, certamente, chora pelo sofrimento dos cavalos, bois, bezerros, garrotes e, pasmem, CARNEIROS para a prática de rodeio por crianças.
O sofrimento animal:
- Os animais usados em “provas” de rodeios são submetidos ao sofrimento através de diversos instrumentos, para provocar que os animais corcoveiem ou dêm pinotes, dos quais dependem os graus de dificuldade para a pontuação dos competidores.
Os principais instrumentos usados para provocar a dor ou que causa o sofrimento aos animais são:
Sedém (ou sedenho): O sedém é um artefato de couro ou crina que é amarrado ao redor do corpo do animal (sobre pênis ou saco escrotal) e que é puxado com força no momento em que o animal sai à arena. Além do estímulo doloroso pode também provocar rupturas viscerais, fraturas ósseas, hemorragias subcutâneas, viscerais e internas e dependendo do tipo de manobra e do tempo em que o animal fique exposto a tais fatores, pode-se evoluir até o óbito.
Peiteira e sino: A peiteira consiste em outra corda ou faixa de couro amarrada e retesada ao redor do corpo, logo atrás da axila. O sino é pendurado na peiteira,constitui-se em mais um fator estressante pelo barulho que produz à medida em que o animal pula.
Esporas: As esporas são objetos pontiagudos acoplados às botas dos peões, servindo para golpear o animal na cabeça, pescoço e baixo-ventre, que podem também provocar lesões profundas e perfuração do globo ocular.
Aparelhos de eletrochoques: Choques elétricos são aplicados ao animal, antes de ser solto à arena, em geral, em suas partes mais sensíveis, para tornar o animal agressivo e, assim, mais “competitivo”. Os aparelhos de choques utilizados são os de uso manual (de uso de defesa pessoal) ou os aparelhos para o manuseio de gado.
Golpes, chutes e pancadas: Assim como os choques elétricos, golpes, chutes e pancadas também costumam ser aplicadas, também com a finalidade de tornar o animal mais agressivo para a competição. Quando desferidos na cabeça, chegam a produzir convulsões no animal.
Objetos perfurantes: Objetos pontiagudos e perfurantes, como pregos, alfinetes e arames em forma de anzol são muitas vezes também colocados sob os sedenhos ou sob a sela do animal.
Substâncias abrasivas: Substâncias abrasivas, como a terebentina ou a pimenta, são introduzidas no corpo do animal, também com a finalidade de irritá-lo.
Laços: Os laços são usados na modalidade do ‘calf roping’, ‘team roping’ e ‘bull dogging’, entre outras, e causam a queda do animal, provocando luxações e fraturas.
Descorna: Para uma maior proteção dos competidores, antes de derem “treinados”, os animais têm as pontas dos chifres “aparados”, isto é, serrados com a utilização de um serrote ou serra, sem anestésico, e causando sangramentos e dor.
Transporte, confinamento e ruídos do evento: Toda a forma como os animais são manuseados e ficam expostos acumulam o estresse do animal.
- Inúmeros laudos técnicos de diferentes e conceituados profissionais atestam as gravidades dos ferimentos sofridos pelos animais pelo processo que envolve todo o conjunto dos eventos, como também, individualmente cada instrumento.
- Uma outra confirmação de que a realização dos eventos depende da dor imposta aos animais é a de que, em localidades onde a Justiça proíbe u uso dos tais apetrechos, as organizações dos rodeios alega impossibilidade da execução das exibições.
- Em geral, os movimentos constantes e violentos que o animal faz a fim de livrar-se da dor provocada, os expõem ao alto risco de lesão, principalmente nas patas, com o rompimento do tendão.
- Além disso, problemas na coluna, lesões expostas ou, em casos extremos, mesmo à morte, pelo esforço exagerado.
- Animais que chegam a serem usados nas competições são animais que já sofreram o processo de “treinamento”, para testarem suas resistências físicas. Muitos outros animais perecem antes mesmo de passarem por esses “treinos”. Ainda assim, mesmo animais mais resistentes já morreram em plena arena.
- Na modalidade da ‘Laçada de Bezerro’ e ‘Laço Em Dupla’, são usados novilhos de até 40 dias de vida, laçados em corrida, cujas quedas provocam luxações e fraturas.
- Os bezerros têm seus pescoços tracionados para trás pelo laço, geralmente resultando em injúrias no pescoço e costas, contusões, ossos quebrados e hemorragias internas, além de suas traquéias ficarem parcialmente ou totalmente machucadas.
- Não raro, animais ficam paralíticos, devido à lesão de coluna vertebral e então são sacrificados. Em certos casos, vão à óbito, devido aos ferimentos.
- Com raríssimas exceções, nenhum animal selecionado para as competições tem um destino digno. Seja por se lesionarem, por deixarem de ser competitivos ou por velhice, o destino dos animais é ser vendido como carne barata para um matadouro qualquer.
“O espetáculo do rodeio nada mais é do que uma farsa, pois numa simulação de doma, os peões fazem crer ao público que estão montando animais xucros e bravios, quando, na verdade, trata-se de animais mansos e domesticados que corcoveiam em desespero por causa dos instrumentos que neles são colocados.”
Por isso encaminhamos às ONGs de Proteção Animal e Protetores Independentes esse abaixo-assinado para exigir que rodeios sejam proibidos em nossa cidade. Não queremos acabar com os shows e a “cultura country”, mas sim pedir o fim do espetáculo de crueldade.
Montar um cavalo, boi ou outro bicho utilizando instrumentos cortantes ou contundentes causa dor, é considerado maus-tratos contra o animal e, portanto, é uma infração à lei.
O uso de esporas, peiteiras e choques elétricos é comum nas montarias para deixar o animal assustado e nervoso. Na vaquejada, ao cercar um bezerro em fuga, os peões tracionam e torcem a cauda do animal - que pode até ser arrancada - até que ele tombe, causando fraturas e comprometimento da medula espinhal.
Esses são exemplos de crueldade contra animais comuns em rodeios. Não é da natureza do animal pular desesperadamente querendo tirar uma pessoa de seus lombos. Eles são induzidos a fazer isso por métodos cruéis.
É isso que queremos em nosso município? Com certeza não! Assine a petição e nos ajude a evitar esse espetáculo da crueldade.
Prefeito: cidoserio@uol.com.br, cidoserio.gp@aracatuba.sp.gov.br
Câmara: cidosaraiva@camaraaracatuba.com.br
OAB: aracatuba@oabsp.org.br
Ministério Público Estadual: aracatuba@mpsp.mp.br

O problema
Aqui no Brasil, diferentemente do que dito por muitos, a prática do rodeio nada tem de cultural, tratando-se de uma cópia do modelo norte-americano.
Sinônimo de atraso de um povo, o rodeio, como tantas outras barbáries humanas, persiste, em pleno século XXI, remetendo-nos à brutalidade praticada nas arenas romanas.
Em tempos de clamor mundial pela salvação de nosso Planeta e do despertar quanto à senciência dos animais não humanos, nossa espécie ainda diverte-se, apraz-se, tira proveito da tortura, do pânico, da agonia, do desespero, da crueldade enfim, dos animais não humanos.
Ironicamente, os peões clamam à Nossa Senhora Aparecida para que os proteja, ignorando que ela, certamente, chora pelo sofrimento dos cavalos, bois, bezerros, garrotes e, pasmem, CARNEIROS para a prática de rodeio por crianças.
O sofrimento animal:
- Os animais usados em “provas” de rodeios são submetidos ao sofrimento através de diversos instrumentos, para provocar que os animais corcoveiem ou dêm pinotes, dos quais dependem os graus de dificuldade para a pontuação dos competidores.
Os principais instrumentos usados para provocar a dor ou que causa o sofrimento aos animais são:
Sedém (ou sedenho): O sedém é um artefato de couro ou crina que é amarrado ao redor do corpo do animal (sobre pênis ou saco escrotal) e que é puxado com força no momento em que o animal sai à arena. Além do estímulo doloroso pode também provocar rupturas viscerais, fraturas ósseas, hemorragias subcutâneas, viscerais e internas e dependendo do tipo de manobra e do tempo em que o animal fique exposto a tais fatores, pode-se evoluir até o óbito.
Peiteira e sino: A peiteira consiste em outra corda ou faixa de couro amarrada e retesada ao redor do corpo, logo atrás da axila. O sino é pendurado na peiteira,constitui-se em mais um fator estressante pelo barulho que produz à medida em que o animal pula.
Esporas: As esporas são objetos pontiagudos acoplados às botas dos peões, servindo para golpear o animal na cabeça, pescoço e baixo-ventre, que podem também provocar lesões profundas e perfuração do globo ocular.
Aparelhos de eletrochoques: Choques elétricos são aplicados ao animal, antes de ser solto à arena, em geral, em suas partes mais sensíveis, para tornar o animal agressivo e, assim, mais “competitivo”. Os aparelhos de choques utilizados são os de uso manual (de uso de defesa pessoal) ou os aparelhos para o manuseio de gado.
Golpes, chutes e pancadas: Assim como os choques elétricos, golpes, chutes e pancadas também costumam ser aplicadas, também com a finalidade de tornar o animal mais agressivo para a competição. Quando desferidos na cabeça, chegam a produzir convulsões no animal.
Objetos perfurantes: Objetos pontiagudos e perfurantes, como pregos, alfinetes e arames em forma de anzol são muitas vezes também colocados sob os sedenhos ou sob a sela do animal.
Substâncias abrasivas: Substâncias abrasivas, como a terebentina ou a pimenta, são introduzidas no corpo do animal, também com a finalidade de irritá-lo.
Laços: Os laços são usados na modalidade do ‘calf roping’, ‘team roping’ e ‘bull dogging’, entre outras, e causam a queda do animal, provocando luxações e fraturas.
Descorna: Para uma maior proteção dos competidores, antes de derem “treinados”, os animais têm as pontas dos chifres “aparados”, isto é, serrados com a utilização de um serrote ou serra, sem anestésico, e causando sangramentos e dor.
Transporte, confinamento e ruídos do evento: Toda a forma como os animais são manuseados e ficam expostos acumulam o estresse do animal.
- Inúmeros laudos técnicos de diferentes e conceituados profissionais atestam as gravidades dos ferimentos sofridos pelos animais pelo processo que envolve todo o conjunto dos eventos, como também, individualmente cada instrumento.
- Uma outra confirmação de que a realização dos eventos depende da dor imposta aos animais é a de que, em localidades onde a Justiça proíbe u uso dos tais apetrechos, as organizações dos rodeios alega impossibilidade da execução das exibições.
- Em geral, os movimentos constantes e violentos que o animal faz a fim de livrar-se da dor provocada, os expõem ao alto risco de lesão, principalmente nas patas, com o rompimento do tendão.
- Além disso, problemas na coluna, lesões expostas ou, em casos extremos, mesmo à morte, pelo esforço exagerado.
- Animais que chegam a serem usados nas competições são animais que já sofreram o processo de “treinamento”, para testarem suas resistências físicas. Muitos outros animais perecem antes mesmo de passarem por esses “treinos”. Ainda assim, mesmo animais mais resistentes já morreram em plena arena.
- Na modalidade da ‘Laçada de Bezerro’ e ‘Laço Em Dupla’, são usados novilhos de até 40 dias de vida, laçados em corrida, cujas quedas provocam luxações e fraturas.
- Os bezerros têm seus pescoços tracionados para trás pelo laço, geralmente resultando em injúrias no pescoço e costas, contusões, ossos quebrados e hemorragias internas, além de suas traquéias ficarem parcialmente ou totalmente machucadas.
- Não raro, animais ficam paralíticos, devido à lesão de coluna vertebral e então são sacrificados. Em certos casos, vão à óbito, devido aos ferimentos.
- Com raríssimas exceções, nenhum animal selecionado para as competições tem um destino digno. Seja por se lesionarem, por deixarem de ser competitivos ou por velhice, o destino dos animais é ser vendido como carne barata para um matadouro qualquer.
“O espetáculo do rodeio nada mais é do que uma farsa, pois numa simulação de doma, os peões fazem crer ao público que estão montando animais xucros e bravios, quando, na verdade, trata-se de animais mansos e domesticados que corcoveiam em desespero por causa dos instrumentos que neles são colocados.”
Por isso encaminhamos às ONGs de Proteção Animal e Protetores Independentes esse abaixo-assinado para exigir que rodeios sejam proibidos em nossa cidade. Não queremos acabar com os shows e a “cultura country”, mas sim pedir o fim do espetáculo de crueldade.
Montar um cavalo, boi ou outro bicho utilizando instrumentos cortantes ou contundentes causa dor, é considerado maus-tratos contra o animal e, portanto, é uma infração à lei.
O uso de esporas, peiteiras e choques elétricos é comum nas montarias para deixar o animal assustado e nervoso. Na vaquejada, ao cercar um bezerro em fuga, os peões tracionam e torcem a cauda do animal - que pode até ser arrancada - até que ele tombe, causando fraturas e comprometimento da medula espinhal.
Esses são exemplos de crueldade contra animais comuns em rodeios. Não é da natureza do animal pular desesperadamente querendo tirar uma pessoa de seus lombos. Eles são induzidos a fazer isso por métodos cruéis.
É isso que queremos em nosso município? Com certeza não! Assine a petição e nos ajude a evitar esse espetáculo da crueldade.
Prefeito: cidoserio@uol.com.br, cidoserio.gp@aracatuba.sp.gov.br
Câmara: cidosaraiva@camaraaracatuba.com.br
OAB: aracatuba@oabsp.org.br
Ministério Público Estadual: aracatuba@mpsp.mp.br

Os tomadores de decisão
Atualizações do abaixo-assinado
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Abaixo-assinado criado em 19 de dezembro de 2014