CONTRA OS TESTES DE TABACO EM ANIMAIS


CONTRA OS TESTES DE TABACO EM ANIMAIS
O problema
Você sabia que a maioria das marcas de cigarro até hoje fazem testes em animais?
Gatos, cães (principalmente Beagles), hamsters, porcos indianos, coelhos e macacos, são forçados a respirar o fumo do cigarro todos os dias, durante meses e até 3 anos.
Em resumo, vários métodos são usados para os experimentos:
1) Os animais são presos ou fechados em tubos e constantemente recebem fumaça de cigarro a ser "bombeado" para o nariz ou diretamente aos seus pulmões;
2) O alcatrão é aplicado diretamente na pele para induzir o crescimento de tumores cutâneos;
3) Tubos são implantados cirurgicamente para sujeitar fêmeas grávidas a um fluxo contínuo de nicotina nos últimos 4 meses de gravidez;
4) Após os testes estes animais serão mortos e dissecados a fim de determinar os efeitos da exposição à nicotina em seus corpos.
Exemplos específicos de experiências com cigarros incluem:
• 2011 – Num estudo para testar os efeitos da adição de ingredientes como mel, açúcar, sumo de ameixa, óleo de limão, chocolate, cacau e extracto de café aos cigarros, os pesquisadores da Philip Morris enfiaram milhares de ratos em pequenas latas que bombeavam o fumo do tabaco directamente no nariz, 6 horas por dia, durante 90 dias consecutivos;
– Dezenas de macacos fêmeas grávidas presas em pequenas gaiolas de metal tiveram tubos implantados cirurgicamente para sujeitá-los a um fluxo contínuo de nicotina nos últimos quatro meses de gravidez. Alguns dias antes do fim da gestação, os pesquisadores cortaram os fetos das mães, mataram e dissecaram os bebés prematuros, a fim de determinar os efeitos da exposição à nicotina.
• 2006 – Para testar os efeitos do uso de xarope de milho com alto teor de frutose para aromatizar os cigarros, os pesquisadores do RJ Reynolds espalharam alcatrão na pele de mais de 1.000 ratos e forçaram-nos a respirar o fumo de cigarro. Muitos dos ratos que haviam espalhado alcatrão na sua pele morreram durante o estudo. Outros ratos tiveram a sua pele descascada e desenvolveram tumores de pele. Todos os animais sobreviventes foram mortos e dissecados.
• 2005 – Os pesquisadores da Philip Morris submeteram 1.000 ratos a dois anos respirando o escape de motor a diesel ou o fumo passivo de cigarro durante seis horas por dia, sete dias por semana, apenas para comparar os efeitos da exposição nos pulmões.
Quais as alternativas a estes métodos?
Os fabricantes podem usar, efetivamente, a tecnologia in vitro (não animal), métodos de pesquisa com base em seres humanos e o vasto conjunto de conhecimento existente de estudos epidemiológicos e clínicos em humanos sobre os problemas de saúde associados ao tabagismo.
Os testes em animais são cruéis, e além disso, mostram-se irrelevantes para a saúde humana. Animais têm reações diferentes a toxinas, e os que vivem em laboratórios não são expostos ao fumo do cigarro da mesma maneira ou período de tempo que fumantes humanos. Portanto, além de torturar nossos fiéis amigos, os testes são ineficazes.
Fontes: OlharAnimal, Vista-se.
Abaixo a tortura, práticas crúeis e maus-tratos!
Assine, compartilhe e apoie a causa.

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O problema
Você sabia que a maioria das marcas de cigarro até hoje fazem testes em animais?
Gatos, cães (principalmente Beagles), hamsters, porcos indianos, coelhos e macacos, são forçados a respirar o fumo do cigarro todos os dias, durante meses e até 3 anos.
Em resumo, vários métodos são usados para os experimentos:
1) Os animais são presos ou fechados em tubos e constantemente recebem fumaça de cigarro a ser "bombeado" para o nariz ou diretamente aos seus pulmões;
2) O alcatrão é aplicado diretamente na pele para induzir o crescimento de tumores cutâneos;
3) Tubos são implantados cirurgicamente para sujeitar fêmeas grávidas a um fluxo contínuo de nicotina nos últimos 4 meses de gravidez;
4) Após os testes estes animais serão mortos e dissecados a fim de determinar os efeitos da exposição à nicotina em seus corpos.
Exemplos específicos de experiências com cigarros incluem:
• 2011 – Num estudo para testar os efeitos da adição de ingredientes como mel, açúcar, sumo de ameixa, óleo de limão, chocolate, cacau e extracto de café aos cigarros, os pesquisadores da Philip Morris enfiaram milhares de ratos em pequenas latas que bombeavam o fumo do tabaco directamente no nariz, 6 horas por dia, durante 90 dias consecutivos;
– Dezenas de macacos fêmeas grávidas presas em pequenas gaiolas de metal tiveram tubos implantados cirurgicamente para sujeitá-los a um fluxo contínuo de nicotina nos últimos quatro meses de gravidez. Alguns dias antes do fim da gestação, os pesquisadores cortaram os fetos das mães, mataram e dissecaram os bebés prematuros, a fim de determinar os efeitos da exposição à nicotina.
• 2006 – Para testar os efeitos do uso de xarope de milho com alto teor de frutose para aromatizar os cigarros, os pesquisadores do RJ Reynolds espalharam alcatrão na pele de mais de 1.000 ratos e forçaram-nos a respirar o fumo de cigarro. Muitos dos ratos que haviam espalhado alcatrão na sua pele morreram durante o estudo. Outros ratos tiveram a sua pele descascada e desenvolveram tumores de pele. Todos os animais sobreviventes foram mortos e dissecados.
• 2005 – Os pesquisadores da Philip Morris submeteram 1.000 ratos a dois anos respirando o escape de motor a diesel ou o fumo passivo de cigarro durante seis horas por dia, sete dias por semana, apenas para comparar os efeitos da exposição nos pulmões.
Quais as alternativas a estes métodos?
Os fabricantes podem usar, efetivamente, a tecnologia in vitro (não animal), métodos de pesquisa com base em seres humanos e o vasto conjunto de conhecimento existente de estudos epidemiológicos e clínicos em humanos sobre os problemas de saúde associados ao tabagismo.
Os testes em animais são cruéis, e além disso, mostram-se irrelevantes para a saúde humana. Animais têm reações diferentes a toxinas, e os que vivem em laboratórios não são expostos ao fumo do cigarro da mesma maneira ou período de tempo que fumantes humanos. Portanto, além de torturar nossos fiéis amigos, os testes são ineficazes.
Fontes: OlharAnimal, Vista-se.
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Abaixo-assinado criado em 15 de novembro de 2021