MOVIMENTO RIO LIVRE DE HELICÓPTEROS SEM LEI

Assinantes recentes:
marcia hasler de medeiros alves e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

Ao
Exmo. Sr. Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro
Dr. Eduardo da Costa Paes

Em 2023, a cidade do Rio de Janeiro teve, como em anos anteriores, um grande volume de voos de helicópteros de turismo. Esses voos, embora tenham apelo para uma pequena parte dos turistas que frequentam a cidade, causam diversos transtornos.

A decolagem e aterrissagem de helicópteros nos helipontos do Morro da Urca, construído em Unidade de Conservação e área tombada pelo IPHAN e IRPH, e no da Lagoa, também em área tombada e vizinha a um parque infantil, causam impacto sobre a fauna e flora locais, além de provocar contaminação pela queima de combustível em locais de proteção ambiental.

Os visitantes que procuram esses sítios, para usufruírem em paz da maravilhosa paisagem, acabam por se depararem com uma espécie de batalha estrondosa nos ares.

Os voos panorâmicos de helicópteros também prejudicam as atividades de desportistas, como escaladores, trilheiros e praticantes de voo livre, contrariando o que vem sendo estimulado no mundo inteiro: o turismo ecológico. O Rio de Janeiro proporciona excelentes opções para a prática de esportes ao ar livre, o que atrai muitos visitantes que também sofrem as consequências dos sobrevoos turísticos de helicópteros.

Os voos sobre o Parque Nacional da Tijuca têm igualmente impacto sobre a fauna e flora locais.

A qualidade de vida dos moradores de diversos bairros também é muito prejudicada pois, frequentemente, passam grande parte de seus dias sob considerável ruído de helicópteros de turismo. Muitas vezes há duas, três ou até mais dessas aeronaves voando e pairando simultaneamente em volta do monumento do Cristo Redentor.

Há ainda aqueles que partem do aeródromo de Jacarepaguá e do outros helipontos no Recreio, passando em voos rasantes por prédios da Barra da Tijuca e sobrevoando casas da Joatinga e do Joá, utilizando-as como atração turística, com um nível de ruído insuportável para os moradores dessa região estritamente residencial.

Além dessas questões, não podemos nos esquecer que, mesmo seguindo todas as normas de segurança, o que nem sempre acontece, existem riscos de acidentes nesses voos.

Os helicópteros são um equipamento de grande importância para transporte, salvamento e segurança pública, mas seu uso em voos de turismo sobre zonas densamente povoadas e sobre áreas de proteção ambiental apresenta um risco desnecessário.

O Rio de Janeiro, com seu belíssimo relevo, tem montanhas que proporcionam aos visitantes e moradores encantamento singular, com destaque para o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar. O visitante que deseja apreciar a vista da cidade pode visitar esses monumentos com segurança e conforto, sem provocar ruído e consumo desnecessário de combustível.

Finalmente, apesar de trazerem ganho econômico para as empresas e para os trabalhadores dessa atividade, tal ganho é irrisório se comparado com o faturamento de hotéis, restaurantes e outras atividades associadas ao turismo. A atração para alguns poucos turistas e as receitas obtidas nos voos não compensam os inegáveis transtornos que causam para moradores e para a maioria dos visitantes.

Em vista desses argumentos, solicitamos ao Prefeito do Rio de Janeiro e demais autoridades competentes que tomem medidas urgentes para a interrupção dos voos turísticos de helicóptero sobre áreas residenciais e de proteção ambiental, limitando-os às rotas sobre o mar, procedimento já adotado em diversas cidades no mundo.

Associações, Movimentos e Entidades que apoiam essa petição:

Associação de Moradores do Alto Humaitá – AMAH
Associação de Moradores do Alto Jardim Botânico – Alto JB
Associação de Moradores e Amigos de Botafogo – AMAB
Associação de Moradores e Amigos da Gávea - AMAGÁVEA
Associação de Moradores e Amigos do Humaitá - AMAHU
Associação de Moradores de Ipanema – AMIPANEMA
Associação dos Moradores e Defensores do Jardim de Alah – AMDJA
Associação de Moradores e Amigos do Jardim Botânico – AMAJB
Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa – AMAST
Associação de Moradores da Lauro Müller, Ramon Castilla, Xavier Sigaud e Adjacências - ALMA
Associação de Moradores da Urca - AMOUR
Associação Viva Cosme Velho
VIVAAssociação Alto Joá
Associação de Moradores do Santa Marta
Confederação Brasileira de Voo Livre – CBVL
Grupo de Ação Ecológica – GAE
Instituto Ecoflora de Atividades Ambientais – ECOFLORA
Movimento Pão de Açúcar Sem Tirolesa
Movimento O Rio Não Está à Venda

#RiodeJaneiro #EduardoPaes #HelicopterosSemLeiRJ

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Ao
Exmo. Sr. Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro
Dr. Eduardo da Costa Paes

Em 2023, a cidade do Rio de Janeiro teve, como em anos anteriores, um grande volume de voos de helicópteros de turismo. Esses voos, embora tenham apelo para uma pequena parte dos turistas que frequentam a cidade, causam diversos transtornos.

A decolagem e aterrissagem de helicópteros nos helipontos do Morro da Urca, construído em Unidade de Conservação e área tombada pelo IPHAN e IRPH, e no da Lagoa, também em área tombada e vizinha a um parque infantil, causam impacto sobre a fauna e flora locais, além de provocar contaminação pela queima de combustível em locais de proteção ambiental.

Os visitantes que procuram esses sítios, para usufruírem em paz da maravilhosa paisagem, acabam por se depararem com uma espécie de batalha estrondosa nos ares.

Os voos panorâmicos de helicópteros também prejudicam as atividades de desportistas, como escaladores, trilheiros e praticantes de voo livre, contrariando o que vem sendo estimulado no mundo inteiro: o turismo ecológico. O Rio de Janeiro proporciona excelentes opções para a prática de esportes ao ar livre, o que atrai muitos visitantes que também sofrem as consequências dos sobrevoos turísticos de helicópteros.

Os voos sobre o Parque Nacional da Tijuca têm igualmente impacto sobre a fauna e flora locais.

A qualidade de vida dos moradores de diversos bairros também é muito prejudicada pois, frequentemente, passam grande parte de seus dias sob considerável ruído de helicópteros de turismo. Muitas vezes há duas, três ou até mais dessas aeronaves voando e pairando simultaneamente em volta do monumento do Cristo Redentor.

Há ainda aqueles que partem do aeródromo de Jacarepaguá e do outros helipontos no Recreio, passando em voos rasantes por prédios da Barra da Tijuca e sobrevoando casas da Joatinga e do Joá, utilizando-as como atração turística, com um nível de ruído insuportável para os moradores dessa região estritamente residencial.

Além dessas questões, não podemos nos esquecer que, mesmo seguindo todas as normas de segurança, o que nem sempre acontece, existem riscos de acidentes nesses voos.

Os helicópteros são um equipamento de grande importância para transporte, salvamento e segurança pública, mas seu uso em voos de turismo sobre zonas densamente povoadas e sobre áreas de proteção ambiental apresenta um risco desnecessário.

O Rio de Janeiro, com seu belíssimo relevo, tem montanhas que proporcionam aos visitantes e moradores encantamento singular, com destaque para o Cristo Redentor e o Pão de Açúcar. O visitante que deseja apreciar a vista da cidade pode visitar esses monumentos com segurança e conforto, sem provocar ruído e consumo desnecessário de combustível.

Finalmente, apesar de trazerem ganho econômico para as empresas e para os trabalhadores dessa atividade, tal ganho é irrisório se comparado com o faturamento de hotéis, restaurantes e outras atividades associadas ao turismo. A atração para alguns poucos turistas e as receitas obtidas nos voos não compensam os inegáveis transtornos que causam para moradores e para a maioria dos visitantes.

Em vista desses argumentos, solicitamos ao Prefeito do Rio de Janeiro e demais autoridades competentes que tomem medidas urgentes para a interrupção dos voos turísticos de helicóptero sobre áreas residenciais e de proteção ambiental, limitando-os às rotas sobre o mar, procedimento já adotado em diversas cidades no mundo.

Associações, Movimentos e Entidades que apoiam essa petição:

Associação de Moradores do Alto Humaitá – AMAH
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Associação de Moradores e Amigos do Jardim Botânico – AMAJB
Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa – AMAST
Associação de Moradores da Lauro Müller, Ramon Castilla, Xavier Sigaud e Adjacências - ALMA
Associação de Moradores da Urca - AMOUR
Associação Viva Cosme Velho
VIVAAssociação Alto Joá
Associação de Moradores do Santa Marta
Confederação Brasileira de Voo Livre – CBVL
Grupo de Ação Ecológica – GAE
Instituto Ecoflora de Atividades Ambientais – ECOFLORA
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Abaixo-assinado criado em 6 de fevereiro de 2024