

MOVIMENTO — CHEGA DE CELULAR ROUBADO
O problema
São Paulo não vive apenas uma onda de roubos e furtos de celulares.
Vive um verdadeiro tsunami de crimes.
Todos os dias, milhares de paulistanos saem de casa sabendo que um simples ato de olhar o celular na rua, esperar um Uber, responder uma mensagem ou atender uma ligação, pode transformar uma rotina comum em prejuízo, violência e medo.
O celular deixou de ser apenas um objeto.
Hoje, o celular é um verdadeiro bem existencial.
Ele concentra:
• contas bancárias;
• documentos;
• fotos;
• trabalho;
• memória;
• identidade digital;
• acesso à própria vida.
Quando um celular é roubado, muitas vítimas não perdem apenas um aparelho.
Perdem dinheiro, paz, segurança, privacidade e dignidade.
E, em alguns casos, até a própria vida é perdida.
Enquanto isso, quadrilhas especializadas atuam de forma organizada:
• furtos em metrôs;
• roubos em semáforos;
• ataques em parques;
• golpes financeiros;
• receptação;
• desbloqueio ilegal de aparelhos.
E a população sente que está sozinha.
Não podemos normalizar viver com medo de mexer no celular em uma das maiores cidades do mundo.
Por isso, defendemos medidas concretas e imediatas:
• criação de uma Delegacia Especializada em Roubo e Furto de Celulares;
• combate efetivo à receptação;
• investigação de quadrilhas especializadas;
• rastreamento rápido de aparelhos roubados;
• fortalecimento da inteligência policial;
• mais segurança em áreas críticas, transporte público e parques.
Este movimento nasce da realidade das ruas de São Paulo.
Nasce das vítimas.
Nasce dos relatos.
Nasce de quem está cansado de viver com medo.
Chega de normalizar o absurdo.
Assine.
Compartilhe.
Envie seu relato.
Porque hoje, em São Paulo, celular na mão virou convite para o ladrão.
CELULAR NA MÃO
VIROU CONVITE PARA O LADRÃO.

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O problema
São Paulo não vive apenas uma onda de roubos e furtos de celulares.
Vive um verdadeiro tsunami de crimes.
Todos os dias, milhares de paulistanos saem de casa sabendo que um simples ato de olhar o celular na rua, esperar um Uber, responder uma mensagem ou atender uma ligação, pode transformar uma rotina comum em prejuízo, violência e medo.
O celular deixou de ser apenas um objeto.
Hoje, o celular é um verdadeiro bem existencial.
Ele concentra:
• contas bancárias;
• documentos;
• fotos;
• trabalho;
• memória;
• identidade digital;
• acesso à própria vida.
Quando um celular é roubado, muitas vítimas não perdem apenas um aparelho.
Perdem dinheiro, paz, segurança, privacidade e dignidade.
E, em alguns casos, até a própria vida é perdida.
Enquanto isso, quadrilhas especializadas atuam de forma organizada:
• furtos em metrôs;
• roubos em semáforos;
• ataques em parques;
• golpes financeiros;
• receptação;
• desbloqueio ilegal de aparelhos.
E a população sente que está sozinha.
Não podemos normalizar viver com medo de mexer no celular em uma das maiores cidades do mundo.
Por isso, defendemos medidas concretas e imediatas:
• criação de uma Delegacia Especializada em Roubo e Furto de Celulares;
• combate efetivo à receptação;
• investigação de quadrilhas especializadas;
• rastreamento rápido de aparelhos roubados;
• fortalecimento da inteligência policial;
• mais segurança em áreas críticas, transporte público e parques.
Este movimento nasce da realidade das ruas de São Paulo.
Nasce das vítimas.
Nasce dos relatos.
Nasce de quem está cansado de viver com medo.
Chega de normalizar o absurdo.
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Porque hoje, em São Paulo, celular na mão virou convite para o ladrão.
CELULAR NA MÃO
VIROU CONVITE PARA O LADRÃO.

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Abaixo-assinado criado em 24 de maio de 2026