Moradores do Campeche exigem transparência quanto ao binário da Av Pequeno Príncipe

Moradores do Campeche exigem transparência quanto ao binário da Av Pequeno Príncipe

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CRISTINA GARCIA e outras 19 pessoas assinaram recentemente.

O problema

ABAIXO-ASSINADO
PELA PRESERVAÇÃO DO CAMPECHE, CONTRA O DESMATAMENTO E PELA TRANSPARÊNCIA SOBRE O PROJETO VIÁRIO DA AV. PEQUENO PRÍNCIPE

Nós, moradores do Campeche e cidadãos comprometidos com a preservação ambiental, a qualidade de vida e o futuro sustentável do Sul da Ilha, manifestamos nossa profunda indignação diante do desmatamento e das intervenções realizadas em uma área verde localizada na Rua Huberto Rohden, habitat de espécies protegidas e patrimônio ambiental da comunidade.

Segundo relatos dos moradores, dois grandes terrenos foram recentemente vendidos para loteamento na Rua Huberto Rohden. Desde então, máquinas passaram a atuar no local, promovendo derrubada de árvores, supressão de vegetação nativa e intensa movimentação de solo. A comunidade denuncia que a autorização existente seria apenas para corte de árvores isoladas, não contemplando a destruição ambiental ampla que vem sendo executada.

A área abriga corujas-buraqueiras, ninhos de aves e diversas espécies da fauna silvestre protegidas pela Lei Federal nº 9.605/1998. O descumprimento da legislação ambiental configura crime sujeito a multa e detenção.

Moradores denunciam que máquinas chegaram a passar sobre áreas de tocas dessas aves, destruindo habitats naturais e colocando em risco espécies que vivem há anos na região.

“Passaram patrola numa área onde existem tocas de corujas-buraqueiras. Essas corujas vivem aqui há anos e são protegidas por lei”, relata uma moradora.

Além da fauna silvestre, a vegetação local desempenha papel essencial na drenagem natural do solo, no equilíbrio climático, na preservação da biodiversidade e na manutenção da qualidade de vida do bairro. O avanço do desmatamento ameaça não apenas árvores e animais, mas todo o equilíbrio ambiental do Campeche.

A preocupação da comunidade aumentou ainda mais após surgirem informações sobre um possível projeto de binário ligado à Avenida Pequeno Príncipe, que poderá alterar completamente a dinâmica do bairro e transformar ruas residenciais e tranquilas em corredores de trânsito intenso.

Os moradores EXIGEM transparência imediata sobre qualquer projeto viário, urbanístico ou de mobilidade previsto para a região. Até o momento, a população não recebeu informações claras, estudos de impacto, audiências públicas amplas ou garantias de preservação ambiental e qualidade de vida.

A comunidade teme que o projeto esteja diretamente ligado ao avanço da especulação imobiliária desenfreada no Campeche, favorecendo interesses econômicos em detrimento dos moradores, da natureza e da identidade do bairro.

“A gente mora aqui pela paz. Lutamos há anos por drenagem e melhorias básicas. Agora aparece um projeto que pode jogar todo o trânsito da praia para dentro da nossa rua”, desabafa outra moradora.

Os residentes alertam para os riscos do crescimento urbano desordenado, da verticalização excessiva, da perda acelerada de áreas verdes e da descaracterização do Campeche como comunidade residencial, sustentável e integrada à natureza.

Reforçamos que, mesmo em terrenos privados, é obrigatória a adoção de medidas de manejo e proteção da fauna antes de qualquer intervenção ambiental.

“Fomos demarcar os ninhos e fomos expulsos. Tiraram a placa que colocamos em via pública para sinalizar os ninhos!”, denuncia uma moradora.

Diante disso, nós, abaixo assinados, EXIGIMOS:

• A suspensão imediata das intervenções e desmatamentos na área;
• Fiscalização urgente e rigorosa dos órgãos ambientais competentes;
• A proteção das corujas-buraqueiras, demarcação dos ninhos e preservação da fauna silvestre local;
• Transparência total sobre qualquer projeto de binário, alteração viária ou planejamento urbanístico envolvendo a Av. Pequeno Príncipe e ruas adjacentes;
• A realização de estudos ambientais e audiências públicas com ampla participação da comunidade;
• Medidas concretas contra o avanço da especulação imobiliária e do crescimento desordenado no Campeche;
• A preservação das áreas verdes, da flora nativa, da biodiversidade e da qualidade de vida dos moradores;
• O respeito às características residenciais, ambientais e culturais do Campeche.

O Campeche não pode ser tratado apenas como alvo de expansão imobiliária. O meio ambiente, a fauna silvestre, a flora nativa e a paz da comunidade precisam ser respeitados.

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PELA PRESERVAÇÃO DO CAMPECHE, CONTRA O DESMATAMENTO E PELA TRANSPARÊNCIA SOBRE O PROJETO VIÁRIO DA AV. PEQUENO PRÍNCIPE

Nós, moradores do Campeche e cidadãos comprometidos com a preservação ambiental, a qualidade de vida e o futuro sustentável do Sul da Ilha, manifestamos nossa profunda indignação diante do desmatamento e das intervenções realizadas em uma área verde localizada na Rua Huberto Rohden, habitat de espécies protegidas e patrimônio ambiental da comunidade.

Segundo relatos dos moradores, dois grandes terrenos foram recentemente vendidos para loteamento na Rua Huberto Rohden. Desde então, máquinas passaram a atuar no local, promovendo derrubada de árvores, supressão de vegetação nativa e intensa movimentação de solo. A comunidade denuncia que a autorização existente seria apenas para corte de árvores isoladas, não contemplando a destruição ambiental ampla que vem sendo executada.

A área abriga corujas-buraqueiras, ninhos de aves e diversas espécies da fauna silvestre protegidas pela Lei Federal nº 9.605/1998. O descumprimento da legislação ambiental configura crime sujeito a multa e detenção.

Moradores denunciam que máquinas chegaram a passar sobre áreas de tocas dessas aves, destruindo habitats naturais e colocando em risco espécies que vivem há anos na região.

“Passaram patrola numa área onde existem tocas de corujas-buraqueiras. Essas corujas vivem aqui há anos e são protegidas por lei”, relata uma moradora.

Além da fauna silvestre, a vegetação local desempenha papel essencial na drenagem natural do solo, no equilíbrio climático, na preservação da biodiversidade e na manutenção da qualidade de vida do bairro. O avanço do desmatamento ameaça não apenas árvores e animais, mas todo o equilíbrio ambiental do Campeche.

A preocupação da comunidade aumentou ainda mais após surgirem informações sobre um possível projeto de binário ligado à Avenida Pequeno Príncipe, que poderá alterar completamente a dinâmica do bairro e transformar ruas residenciais e tranquilas em corredores de trânsito intenso.

Os moradores EXIGEM transparência imediata sobre qualquer projeto viário, urbanístico ou de mobilidade previsto para a região. Até o momento, a população não recebeu informações claras, estudos de impacto, audiências públicas amplas ou garantias de preservação ambiental e qualidade de vida.

A comunidade teme que o projeto esteja diretamente ligado ao avanço da especulação imobiliária desenfreada no Campeche, favorecendo interesses econômicos em detrimento dos moradores, da natureza e da identidade do bairro.

“A gente mora aqui pela paz. Lutamos há anos por drenagem e melhorias básicas. Agora aparece um projeto que pode jogar todo o trânsito da praia para dentro da nossa rua”, desabafa outra moradora.

Os residentes alertam para os riscos do crescimento urbano desordenado, da verticalização excessiva, da perda acelerada de áreas verdes e da descaracterização do Campeche como comunidade residencial, sustentável e integrada à natureza.

Reforçamos que, mesmo em terrenos privados, é obrigatória a adoção de medidas de manejo e proteção da fauna antes de qualquer intervenção ambiental.

“Fomos demarcar os ninhos e fomos expulsos. Tiraram a placa que colocamos em via pública para sinalizar os ninhos!”, denuncia uma moradora.

Diante disso, nós, abaixo assinados, EXIGIMOS:

• A suspensão imediata das intervenções e desmatamentos na área;
• Fiscalização urgente e rigorosa dos órgãos ambientais competentes;
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• Transparência total sobre qualquer projeto de binário, alteração viária ou planejamento urbanístico envolvendo a Av. Pequeno Príncipe e ruas adjacentes;
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• A preservação das áreas verdes, da flora nativa, da biodiversidade e da qualidade de vida dos moradores;
• O respeito às características residenciais, ambientais e culturais do Campeche.

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Abaixo-assinado criado em 22 de maio de 2026