Fim da eutanásia de animais saudáveis nos CCZ’s no país

Fim da eutanásia de animais saudáveis nos CCZ’s no país

O problema

Porque as mortes chocam quem delas toma conhecimento principalmente, porque são animais que normalmente são considerados muito próximos do seres humanos seja os de companhia ou mesmo os domesticados, a matança de um a grande número de gatos, cães e mesmo de certo número de cavalos, por exemplo, vai contra o senso público de decência. São dispendiosas em contraste com a esterilizarão e promovem risco de ocorrência de maus tratos no cuidado com os animais e no método de eutanásia envolvido (ex: Santa Cruz do Ararí, PA - morte por afogamento no rio)É necessário inibir a política de extermínio indiscriminado de animais saudáveis e a rotina de maus tratos a que são submetidos nos CCZ’s de todo o pais. Estas ocorrências, denunciadas rotineiramente na mídia e por entidades de proteção animal, decorrem basicamente da superlotação dos CCZ’s que não foram concebidos para este fim, mas que resolvem este problema de maneira equivocada. Por um lado a eutanásia praticada em animais saudáveis não reclamados pelos donos ou adotados é mais cara do que a esterilizarão – no caso de animais eutanasiados imediatamente como método de contenção de superpopulação - e no caso de já terem sido esterilizados, é um desperdício. Da mesma forma, tanto a eutanásia como a permanência dos animais nas dependências do CCz por não serem adotados, pode propiciar atos de maus tratos no cuidado dos mesmos, e/ou a aplicação de métodos de eutanásia não permitidos por lei por causar sofrimento ( ex: Santa Cruz do Ararí, PA - morte por afogamento no rio.).

Desta forma, nós abaixo assinados, pedimos:
- que esta prática seja coibida por meio de vigilância da autoridade competente
- que estas práticas sejam investigadas e punidas
- que a eutanásia seja abolida por lei estadual nos Estados em que ainda é permitida, sendo que diversos Estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná já possuem tais leis e em vários outros Estados já existem projetos de lei neste sentido, como Alagoas e Pernambuco.
- que os Projetos de Lei de outros Estados prevendo o fim da eutanásia indiscriminada recebam apoio e aprovação.
- que a questão da superpopulação seja resolvida por meio da castração, que de responsabilidade clara do CCZ, o que terá clara repercussão na futura superlotação das dependências do CCZ.
- que a superpopulação das dependências do CCZ seja resolvido pelo incentivo a políticas de adoção/doação para ONGs e protetores locais,caso tenham recursos próprios. De modo que arquem com os custos de manutenção e busca de adotantes para os animais. (Como ocorre com a ONG LOBO em Barreiras, e o Projeto Segunda Chance em SP).
- que sejam criadas Leis Estaduais que tornem atribuição do CCZ ações de adoção/doação, recebendo recursos para tal, uma vez que seria a única maneira de cumprir sua função de controle de zoonoses e ao mesmo tempo cumprir a lei que proíbe o abate de animais sadios e castrados e a lei que proíbe o abandono (soltura dos animais).

 

Este abaixo-assinado conseguiu 1.687 apoiadores!

O problema

Porque as mortes chocam quem delas toma conhecimento principalmente, porque são animais que normalmente são considerados muito próximos do seres humanos seja os de companhia ou mesmo os domesticados, a matança de um a grande número de gatos, cães e mesmo de certo número de cavalos, por exemplo, vai contra o senso público de decência. São dispendiosas em contraste com a esterilizarão e promovem risco de ocorrência de maus tratos no cuidado com os animais e no método de eutanásia envolvido (ex: Santa Cruz do Ararí, PA - morte por afogamento no rio)É necessário inibir a política de extermínio indiscriminado de animais saudáveis e a rotina de maus tratos a que são submetidos nos CCZ’s de todo o pais. Estas ocorrências, denunciadas rotineiramente na mídia e por entidades de proteção animal, decorrem basicamente da superlotação dos CCZ’s que não foram concebidos para este fim, mas que resolvem este problema de maneira equivocada. Por um lado a eutanásia praticada em animais saudáveis não reclamados pelos donos ou adotados é mais cara do que a esterilizarão – no caso de animais eutanasiados imediatamente como método de contenção de superpopulação - e no caso de já terem sido esterilizados, é um desperdício. Da mesma forma, tanto a eutanásia como a permanência dos animais nas dependências do CCz por não serem adotados, pode propiciar atos de maus tratos no cuidado dos mesmos, e/ou a aplicação de métodos de eutanásia não permitidos por lei por causar sofrimento ( ex: Santa Cruz do Ararí, PA - morte por afogamento no rio.).

Desta forma, nós abaixo assinados, pedimos:
- que esta prática seja coibida por meio de vigilância da autoridade competente
- que estas práticas sejam investigadas e punidas
- que a eutanásia seja abolida por lei estadual nos Estados em que ainda é permitida, sendo que diversos Estados como Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná já possuem tais leis e em vários outros Estados já existem projetos de lei neste sentido, como Alagoas e Pernambuco.
- que os Projetos de Lei de outros Estados prevendo o fim da eutanásia indiscriminada recebam apoio e aprovação.
- que a questão da superpopulação seja resolvida por meio da castração, que de responsabilidade clara do CCZ, o que terá clara repercussão na futura superlotação das dependências do CCZ.
- que a superpopulação das dependências do CCZ seja resolvido pelo incentivo a políticas de adoção/doação para ONGs e protetores locais,caso tenham recursos próprios. De modo que arquem com os custos de manutenção e busca de adotantes para os animais. (Como ocorre com a ONG LOBO em Barreiras, e o Projeto Segunda Chance em SP).
- que sejam criadas Leis Estaduais que tornem atribuição do CCZ ações de adoção/doação, recebendo recursos para tal, uma vez que seria a única maneira de cumprir sua função de controle de zoonoses e ao mesmo tempo cumprir a lei que proíbe o abate de animais sadios e castrados e a lei que proíbe o abandono (soltura dos animais).

 

Atualizações do abaixo-assinado

Compartilhar este abaixo-assinado

Abaixo-assinado criado em 2 de agosto de 2013