
Devemos continuar alertas, e pressionar a ALMG, para protegermos declaração da Unesco sobre cães de trabalho, pois o plenário pode a qualquer momento apreciar o veto parcial N 29/2025 do governador. Por isso devemos ficar atentos e pressionar os deputados, pois a lei é incosistente e generalizada, pois ela não sabe oque está de fato combatendo, pois ao mesmo tempo em que ela diz que está proibindo criação, procriação, aquisição e adoção de cães para guarda e proteção, sobre a justificativa de estar "combatendo os cães de guarda de aluguel", ela diz que "cães de guarda de aluguel não possuem dono e fixo e não desfrutam de contado familiar", mas existe a seguinte questão, a imensa maioria dos cães de guarda e proteção presentes hoje em casas e propriedades, não são cães de aluguel, e sim cães de donos fixos ou de famílias, cães que recebem todo carinho e cuidados necessários, e que são treinados de forma controlada para proteger essas famílias da ação de criminosos, sempre demostrando companheirismo e lealdade incodicional. E a maioria desses cães é adquirida desde filhotes por famílias através de criadores sérios e profissionais, cães que vão conviver a vida toda com essas famílias, e que receber carinho e que seram leais e protetores. Por isso devemos pressionar os deputados da AlMG, mandando mensagens, explicando sobre o trabalho dos criadores e treinadores sérios, e sobre a genética desses cães, que sempre tiveram temperamento próprio para esses trabalhos, e devemos também falar da importância deles na vida de muitas famílias. E também devemos citar a declaração da Unesco, que reconheceu os cães de trabalho e o treinamento deles, como patrimônio cultural e imaterial da humanidade, e que cães de guarda e proteção fazem parte desse grupo, e que essa declaração precisa ser respeitada. Vamos pressionado a ALMG!