
É hora de ficarmos vigilantes a atentos, pois temos que defender a declaração da Unesco sobre cães de trabalho, Pois a AlMG pode a qualquer momento analisar o veto parcial Nº 29/2025 do governador, que é referente ao PL 2.085/2020, pois a lei é completamente generalizada e também inconsistente em vários pontos, pois enquanto que ela quer proibir de maneira generalizada a criação, procriação, aquisição e adoção de cães destinados para guarda e proteção, sobre a justificativa de acabar com os "Cães de guarda de aluguel", ela diz que "Cães de guarda de aluguel não tem dono fixo e nem contando familiar", mas aí tem a seguinte questão, a maioria dos cães de guarda provenientes de criadores, são destinados a donos fixos e a famílias, cães que vão ser bem cuidados por essas famílias, e vão ser treinados para proteger essas famílias da ação de criminosos, sempre com lealdade e companheirismo incodicional. Por isso temos que pressionar os deputados da AlMG, e explicar a eles sobre o trabalho de criadores e treinadores sérios, e sobre a genética desses cães, que sempre foi própria para esses trabalhos, e também o como esses cães são melhores amigos e muitas famílias, e também protetores leais. E devemos também falar aos deputados sobre a declaração da Unesco, que reconheceu os cães de trabalho e o treinamento deles, como um patrimônio cultural e imaterial da humanidade, e cães de guarda e proteção, fazem parte desse grupo, e que essa declaração precisa ser respeitada.