Metro no Jardim da Parada: Minimizar Impacto + Potenciar Oportunidades


Metro no Jardim da Parada: Minimizar Impacto + Potenciar Oportunidades
O problema
Estaleiro fora do jardim
Reduzir abate de árvores
Ampliação do Jardim da Parada
Criação de um ‘superquarteirão’
Espaços públicos alternativos
–––––––
Exmos Senhores:
Presidente da Junta de Freguesia de Campo de Ourique – Dr. Pedro Costa
Presidente da Câmara Municipal de Lisboa – Dr. Carlos Moedas
Presidente do Metropolitano de Lisboa – Eng. Vitor Domingos
Ministro do Ambiente e da Ação Climática – Dr. Duarte Cordeiro
Considerando que:
- A estação da linha vermelha em Campo de Ourique é fundamental para a melhoria da mobilidade do bairro e para a redução da dependência automóvel;
- Se quer preservar o Jardim da Parada pelo seu valor patrimonial, ambiental e social.
E tendo por pressupostos que:
- O local de implantação da estação foi escolhido com base na optimização de um conjunto de variáveis de ordem técnica e por servir maior número de utilizadores;
- Os riscos da localização prevista por baixo do Jardim não são passíveis de avaliação exata mas não evidenciam perigo concreto para as árvores classificadas uma vez que a estação se situa a 17 metros de profundidade.
Pretendemos, através da presente proposta:
- Minimizar o impacto do projecto e da respectiva obra no Jardim da Parada, tido como coração do bairro e seu único espaço verde.
- Transformar a obra e a futura estação do Metro numa oportunidade para a melhoria da qualidade de vida no bairro.
Em concreto, propomos:
- Estaleiro fora do jardim: Que se elimine a circulação rodoviária em torno do Jardim da Parada (excepto acesso a garagem), para que todo o estaleiro ocorra em espaço rodoviário – nos troços de rua que convergem no jardim ou naqueles que o delimitam.
- Reduzir abate de árvores:Que o poço de ataque coincida com a localização das actuais instalações sanitárias para evitar o abate de árvores, implicando a deslocação de estação prevista 6/7m para Poente.
- Mais espaço público durante a obra: Que os troços de rua em torno do jardim que não vierem a ser ocupados com estaleiro sejam utilizados para alargamento do espaço público, compensando-se o distúrbio que a obra irá causar.
- Ampliação do Jardim da Parada: Que, finda a obra, a supressão da circulação rodoviária em torno do jardim se torne definitiva, passando este a ocupar todo o espaço de fachada a fachada, o que representa um alargamento 5450m2 para 9700m2.
- Criação de um ‘superquarteirão’: Que os troços de rua que convergem no Jardim da Parada sejam transformados em zonas de coexistência, uma vez que se tornarão de acesso local, em consequência da supressão do tráfego em torno do jardim. Cria-se, assim, um ‘superquarteirão’, constituído pelo jardim e pelos 8 quarteirões envolventes.
- Espaços públicos alternativos:Que antes do início das obras a zona envolvente à igreja de Sto. Condestável e a Praça Afonso do Paço sejam transformadas em espaços públicos de lazer, com parque infantil em sombra.
- Estacionamento alternativo:Que os silos de estacionamento previstos para o Pátio das Sedas (cerca de 600 lugares) e Travessa Bahuto (cerca de 80 lugares) sejam inaugurados antes do início da obra.
- Cruzamentos sobrelevados e arborizados:Que no âmbito das melhorias a financiar pelo Metro, seja considerada a sobreelevação integral de alguns cruzamentos do bairro e a implementação de passeios contínuos, de modo a acalmar o tráfego e dar prioridade ao peão, potenciando microcentralidades.
- Requalificação da R. Prof. Gomes Teixeira:Que o impasse da Rua Prof. Gomes Teixeira (onde existirá o segundo poço de ventilação), seja transformado em espaço público / de prioridade ao peão quando terminar a obra.
- Controlo do ruído:Que se garanta que o sistema de minimização do ruído em fase de exploração seja o mais eficiente possível, independentemente do custo associado.
- Torre de ventilação:Que a futura torre de ventilação seja alvo de projecto cuidado, cabendo a escolha do projecto à JF, após consulta à população.
- Diálogo aberto:Que exista um canal de comunicação formal que permita aos moradores informar-se, participar e alertar para eventuais situações não conformes.
Os primeiros signatários,
Ana Cordovil, António Quintão, Ariana Simões de Almeida, Filipa Pinto da Silva, Filipe Alfaiate, Helena Skapinakis, Inês Costa Pereira, Jorge Farelo, Jorge Wemans, Leonor Serzedelo, Manuel Queiroz, Maria do Rosário Rodrigues, Maria Tavares de Almeida, Miguel Brito e Abreu, Rita Castel’ Branco, Rui Loureiro, Sofia Rodrigues, Teresa Júdice da Costa.

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O problema
Estaleiro fora do jardim
Reduzir abate de árvores
Ampliação do Jardim da Parada
Criação de um ‘superquarteirão’
Espaços públicos alternativos
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Exmos Senhores:
Presidente da Junta de Freguesia de Campo de Ourique – Dr. Pedro Costa
Presidente da Câmara Municipal de Lisboa – Dr. Carlos Moedas
Presidente do Metropolitano de Lisboa – Eng. Vitor Domingos
Ministro do Ambiente e da Ação Climática – Dr. Duarte Cordeiro
Considerando que:
- A estação da linha vermelha em Campo de Ourique é fundamental para a melhoria da mobilidade do bairro e para a redução da dependência automóvel;
- Se quer preservar o Jardim da Parada pelo seu valor patrimonial, ambiental e social.
E tendo por pressupostos que:
- O local de implantação da estação foi escolhido com base na optimização de um conjunto de variáveis de ordem técnica e por servir maior número de utilizadores;
- Os riscos da localização prevista por baixo do Jardim não são passíveis de avaliação exata mas não evidenciam perigo concreto para as árvores classificadas uma vez que a estação se situa a 17 metros de profundidade.
Pretendemos, através da presente proposta:
- Minimizar o impacto do projecto e da respectiva obra no Jardim da Parada, tido como coração do bairro e seu único espaço verde.
- Transformar a obra e a futura estação do Metro numa oportunidade para a melhoria da qualidade de vida no bairro.
Em concreto, propomos:
- Estaleiro fora do jardim: Que se elimine a circulação rodoviária em torno do Jardim da Parada (excepto acesso a garagem), para que todo o estaleiro ocorra em espaço rodoviário – nos troços de rua que convergem no jardim ou naqueles que o delimitam.
- Reduzir abate de árvores:Que o poço de ataque coincida com a localização das actuais instalações sanitárias para evitar o abate de árvores, implicando a deslocação de estação prevista 6/7m para Poente.
- Mais espaço público durante a obra: Que os troços de rua em torno do jardim que não vierem a ser ocupados com estaleiro sejam utilizados para alargamento do espaço público, compensando-se o distúrbio que a obra irá causar.
- Ampliação do Jardim da Parada: Que, finda a obra, a supressão da circulação rodoviária em torno do jardim se torne definitiva, passando este a ocupar todo o espaço de fachada a fachada, o que representa um alargamento 5450m2 para 9700m2.
- Criação de um ‘superquarteirão’: Que os troços de rua que convergem no Jardim da Parada sejam transformados em zonas de coexistência, uma vez que se tornarão de acesso local, em consequência da supressão do tráfego em torno do jardim. Cria-se, assim, um ‘superquarteirão’, constituído pelo jardim e pelos 8 quarteirões envolventes.
- Espaços públicos alternativos:Que antes do início das obras a zona envolvente à igreja de Sto. Condestável e a Praça Afonso do Paço sejam transformadas em espaços públicos de lazer, com parque infantil em sombra.
- Estacionamento alternativo:Que os silos de estacionamento previstos para o Pátio das Sedas (cerca de 600 lugares) e Travessa Bahuto (cerca de 80 lugares) sejam inaugurados antes do início da obra.
- Cruzamentos sobrelevados e arborizados:Que no âmbito das melhorias a financiar pelo Metro, seja considerada a sobreelevação integral de alguns cruzamentos do bairro e a implementação de passeios contínuos, de modo a acalmar o tráfego e dar prioridade ao peão, potenciando microcentralidades.
- Requalificação da R. Prof. Gomes Teixeira:Que o impasse da Rua Prof. Gomes Teixeira (onde existirá o segundo poço de ventilação), seja transformado em espaço público / de prioridade ao peão quando terminar a obra.
- Controlo do ruído:Que se garanta que o sistema de minimização do ruído em fase de exploração seja o mais eficiente possível, independentemente do custo associado.
- Torre de ventilação:Que a futura torre de ventilação seja alvo de projecto cuidado, cabendo a escolha do projecto à JF, após consulta à população.
- Diálogo aberto:Que exista um canal de comunicação formal que permita aos moradores informar-se, participar e alertar para eventuais situações não conformes.
Os primeiros signatários,
Ana Cordovil, António Quintão, Ariana Simões de Almeida, Filipa Pinto da Silva, Filipe Alfaiate, Helena Skapinakis, Inês Costa Pereira, Jorge Farelo, Jorge Wemans, Leonor Serzedelo, Manuel Queiroz, Maria do Rosário Rodrigues, Maria Tavares de Almeida, Miguel Brito e Abreu, Rita Castel’ Branco, Rui Loureiro, Sofia Rodrigues, Teresa Júdice da Costa.

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Abaixo-assinado criado em 22 de setembro de 2022