
Melhorias para o curso de Direito da PUCRS!
O problema
Colega,
Você já passou pela OAB. Já provou que domina o conteúdo e já está pronto para o mercado de trabalho, mas mesmo assim, a instituição quer te obrigar a esperar mais um semestre INTEIRO, só porque uma disciplina "base" precisa ser cursada antes de outra que você já tem plena capacidade de acompanhar.
Isso não é rigor acadêmico. É burocracia engessada tratando o nosso tempo como se não valesse nada. E, pior: essa burocracia é só a ponta do iceberg de uma gestão de curso que vem falhando com os alunos em vários frentes.
O atraso não é um detalhe administrativo.
• Meses a menos trabalhando na área que escolhemos e nos qualificamos.
• Honorários que deixamos de receber, indo para outros, por uma regra que não avalia nosso conhecimento real, apenas cumpre uma sequência engessada.
• Colação de grau adiada por um pré-requisito sem sentido.
Isso é desrespeito com quem estudou, se esforçou e já provou o que precisava provar. Não estamos pedindo facilidade — estamos pedindo coerência.
Mas o problema vai além dos pré-requisitos
Não dá pra falar em atraso na formação sem falar no motivo pelo qual tantos de nós precisamos recorrer a estudo extra para chegar preparados na OAB. Hoje, apenas cerca de 20% dos alunos de Direito da PUCRS são aprovados no exame. Esse número não é coincidência — é reflexo direto da qualidade de ensino que estamos recebendo. Professor fraco forma aluno mal preparado. Não tem como cobrar excelência do corpo discente quando parte do corpo docente não entrega o mínimo.
E os exemplos não faltam. Em Direito Penal, tivemos aula inteira de leitura de textos clássicos sem nenhuma discussão prática, aula inteira substituída por vídeo do YouTube, e ainda assim cobrança de empenho e postura dos alunos — enquanto professores delegavam a condução das aulas a mestrandos ou a docentes "tapa-buraco" despreparados, que enchiam três aulas com temas banais, sem aplicação prática, sem nem se dispor a escrever no quadro ou resolver problemas simples quando os slides falhavam.
O resultado é um curso que conta histórias, mas não prepara para a prática nem para a OAB. Isso nos obriga a compensar por conta própria — com cursinhos externos e material pago do próprio bolso — gerando um custo que não deveríamos ter, justamente porque esperávamos esse suporte da própria instituição, da própria marca PUC.
1. Quebra de pré-requisito para antecipação de disciplinas e até mesmo dispensa das mesmas, mediante análise de quais estão “retendo" o aluno por mais um semestre e deferimento de dispensa se tratando de só 1-3 disciplina— especialmente para quem já comprovou domínio do conteúdo, como os aprovados na OAB.
2. Aulas no contraturno às sextas-feiras também para disciplinas teóricas — não só prática jurídica — dando a quem quer se antecipar a chance real de puxar matérias.
3. Revisão da qualidade e do acompanhamento docente, com critérios mais rígidos para substituições e delegação de aulas a terceiros.
4. Alinhamento entre o conteúdo ensinado e o conteúdo cobrado, com foco real em preparação prática e para a OAB.
5. Análise séria e documentada dos pedidos de dispensa por resíduo de horas, com prazo e fundamentação compatíveis com a complexidade do pedido.
6. Abono das cobranças e acréscimos de mensalidades desproporcionais ao grau/qualidade do ensino ofertado; falta dele; matérias não devidas (em caso de análises incompatíveis).
7. Não contabilização de faltas em dias com alertas climáticos; motivos de força maior; chuvas intensas.
Por que isso importa agora.
Não é sobre querermos facilidades ou um capricho extra. É sobre uma instituição que deveria estar do lado do aluno, não em cima dele. Tempo de formatura adiado é tempo de carreira perdido, é renda perdida, é dinheiro gasto em dobro com cursinho e disciplinas repetidas — é vida adiada por falhas que a gestão do curso pode, e deve, corrigir.
Se cada um de nós que se sente prejudicado ficar calado esperando que "alguém resolva", nada muda. Mas se nos unirmos, com um abaixo-assinado forte, mostrando que isso não é pauta de poucos, e sim de uma turma, um curso, uma geração inteira que está sendo prejudicada, a instituição não vai ter como ignorar.
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O problema
Colega,
Você já passou pela OAB. Já provou que domina o conteúdo e já está pronto para o mercado de trabalho, mas mesmo assim, a instituição quer te obrigar a esperar mais um semestre INTEIRO, só porque uma disciplina "base" precisa ser cursada antes de outra que você já tem plena capacidade de acompanhar.
Isso não é rigor acadêmico. É burocracia engessada tratando o nosso tempo como se não valesse nada. E, pior: essa burocracia é só a ponta do iceberg de uma gestão de curso que vem falhando com os alunos em vários frentes.
O atraso não é um detalhe administrativo.
• Meses a menos trabalhando na área que escolhemos e nos qualificamos.
• Honorários que deixamos de receber, indo para outros, por uma regra que não avalia nosso conhecimento real, apenas cumpre uma sequência engessada.
• Colação de grau adiada por um pré-requisito sem sentido.
Isso é desrespeito com quem estudou, se esforçou e já provou o que precisava provar. Não estamos pedindo facilidade — estamos pedindo coerência.
Mas o problema vai além dos pré-requisitos
Não dá pra falar em atraso na formação sem falar no motivo pelo qual tantos de nós precisamos recorrer a estudo extra para chegar preparados na OAB. Hoje, apenas cerca de 20% dos alunos de Direito da PUCRS são aprovados no exame. Esse número não é coincidência — é reflexo direto da qualidade de ensino que estamos recebendo. Professor fraco forma aluno mal preparado. Não tem como cobrar excelência do corpo discente quando parte do corpo docente não entrega o mínimo.
E os exemplos não faltam. Em Direito Penal, tivemos aula inteira de leitura de textos clássicos sem nenhuma discussão prática, aula inteira substituída por vídeo do YouTube, e ainda assim cobrança de empenho e postura dos alunos — enquanto professores delegavam a condução das aulas a mestrandos ou a docentes "tapa-buraco" despreparados, que enchiam três aulas com temas banais, sem aplicação prática, sem nem se dispor a escrever no quadro ou resolver problemas simples quando os slides falhavam.
O resultado é um curso que conta histórias, mas não prepara para a prática nem para a OAB. Isso nos obriga a compensar por conta própria — com cursinhos externos e material pago do próprio bolso — gerando um custo que não deveríamos ter, justamente porque esperávamos esse suporte da própria instituição, da própria marca PUC.
1. Quebra de pré-requisito para antecipação de disciplinas e até mesmo dispensa das mesmas, mediante análise de quais estão “retendo" o aluno por mais um semestre e deferimento de dispensa se tratando de só 1-3 disciplina— especialmente para quem já comprovou domínio do conteúdo, como os aprovados na OAB.
2. Aulas no contraturno às sextas-feiras também para disciplinas teóricas — não só prática jurídica — dando a quem quer se antecipar a chance real de puxar matérias.
3. Revisão da qualidade e do acompanhamento docente, com critérios mais rígidos para substituições e delegação de aulas a terceiros.
4. Alinhamento entre o conteúdo ensinado e o conteúdo cobrado, com foco real em preparação prática e para a OAB.
5. Análise séria e documentada dos pedidos de dispensa por resíduo de horas, com prazo e fundamentação compatíveis com a complexidade do pedido.
6. Abono das cobranças e acréscimos de mensalidades desproporcionais ao grau/qualidade do ensino ofertado; falta dele; matérias não devidas (em caso de análises incompatíveis).
7. Não contabilização de faltas em dias com alertas climáticos; motivos de força maior; chuvas intensas.
Por que isso importa agora.
Não é sobre querermos facilidades ou um capricho extra. É sobre uma instituição que deveria estar do lado do aluno, não em cima dele. Tempo de formatura adiado é tempo de carreira perdido, é renda perdida, é dinheiro gasto em dobro com cursinho e disciplinas repetidas — é vida adiada por falhas que a gestão do curso pode, e deve, corrigir.
Se cada um de nós que se sente prejudicado ficar calado esperando que "alguém resolva", nada muda. Mas se nos unirmos, com um abaixo-assinado forte, mostrando que isso não é pauta de poucos, e sim de uma turma, um curso, uma geração inteira que está sendo prejudicada, a instituição não vai ter como ignorar.
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Abaixo-assinado criado em 29 de setembro de 2026