Pela Reabertura do Hospital Psiquiátrico de Maringá e Apoio ao Tratamento de Nossos Filhos

O problema

Eu, Maria Helena, mãe do Diogo, um jovem que necessita de tratamento, estou escrevendo este abaixo-assinado com o coração pesado e cheio de preocupação. Venho até vocês como uma voz desesperada de uma mãe que enfrentou, e ainda enfrenta, os desafios de ter um filho lutando contra transtornos mentais e a terrível realidade da dependência química. Posso contar com a sua ajuda assinando este pedido de socorro? 

Meu querido Diogo, ao longo de anos, tem travado uma batalha interna contra suas próprias emoções e desafios psicológicos, além de estar preso em uma luta contra a dependência química. Vi meu filho, que deveria estar vivendo uma juventude cheia de esperança e sonhos, ser consumido por dificuldades mentais e químicas que parecem insuperáveis.

Há tempos, o Hospital Psiquiátrico de Maringá foi uma tábua de salvação para muitas famílias, incluindo a minha. Ele oferecia tratamento especializado e atenção necessária para nossos filhos em momentos de extrema fragilidade. No entanto, agora me encontro em uma situação angustiante. O hospital está fechado, e as portas da esperança foram seladas para tantos jovens que precisam desesperadamente de ajuda.

Para mim, as noites são intermináveis, pois sei que quando Diogo está em suas crises, ele sai de casa e fica na rua, como uma pessoa desamparada, sem celular ou meios de comunicação. Minha preocupação pela vida e saúde dele é constante e avassaladora.

É inegável que a saúde mental e a luta contra a  de nossos filhos são prioridades urgentes. É nosso dever enquanto sociedade garantir que aqueles que enfrentam transtornos mentais e a armadilha da  recebam a assistência necessária para se recuperar e viver vidas saudáveis e produtivas. A falta do Hospital Psiquiátrico de Maringá tem deixado um vazio em nossas vidas e uma lacuna na rede de cuidados de saúde mental.

Peço a VOCÊ e a todos os cidadãos de Maringá para se unirem a nós nessa causa! Nós podemos mostrar aos nossos representantes a grande importância do Hospital Psiquiátrico de Maringá para a comunidade. Cada assinatura representa uma voz que clama por mudança, uma voz que busca soluções e oferece esperança. Através deste abaixo-assinado, estamos não apenas compartilhando nossas histórias pessoais, mas também demonstrando a força de uma comunidade unida.

Nossos filhos, nossos jovens, merecem mais do que as dificuldades que estão enfrentando. Eles merecem um sistema de saúde que os apoie, um sistema que ofereça o tratamento e os cuidados necessários para que possam superar os desafios que enfrentam diariamente. A diferença em criar um futuro melhor para nossos filhos e para toda a cidade está em nossas mãos também!

Nós, mães e pais, familiares e amigos, estamos unidos neste apelo. Pedimos não apenas pela reabertura do Hospital Psiquiátrico de Maringá, mas também por um compromisso real com o financiamento contínuo e sustentável desta instituição vital. O custo da inação é alto demais, e não podemos permitir que nossos filhos continuem sofrendo em silêncio.

Assim, eu Maria Helena, como mãe de um jovem que necessita de tratamento e em nome de todos aqueles que compartilham desta mesma dor e luta, peço a gentileza de ouvir nosso chamado. Por favor, reabram as portas da esperança, reacendam a luz da cura e mostrem que Maringá está comprometida em cuidar de seus cidadãos, especialmente aqueles que precisam de ajuda mental.

Com respeito e esperança,

Maria Helena

#MaringaPedeSocorro

37.183

O problema

Eu, Maria Helena, mãe do Diogo, um jovem que necessita de tratamento, estou escrevendo este abaixo-assinado com o coração pesado e cheio de preocupação. Venho até vocês como uma voz desesperada de uma mãe que enfrentou, e ainda enfrenta, os desafios de ter um filho lutando contra transtornos mentais e a terrível realidade da dependência química. Posso contar com a sua ajuda assinando este pedido de socorro? 

Meu querido Diogo, ao longo de anos, tem travado uma batalha interna contra suas próprias emoções e desafios psicológicos, além de estar preso em uma luta contra a dependência química. Vi meu filho, que deveria estar vivendo uma juventude cheia de esperança e sonhos, ser consumido por dificuldades mentais e químicas que parecem insuperáveis.

Há tempos, o Hospital Psiquiátrico de Maringá foi uma tábua de salvação para muitas famílias, incluindo a minha. Ele oferecia tratamento especializado e atenção necessária para nossos filhos em momentos de extrema fragilidade. No entanto, agora me encontro em uma situação angustiante. O hospital está fechado, e as portas da esperança foram seladas para tantos jovens que precisam desesperadamente de ajuda.

Para mim, as noites são intermináveis, pois sei que quando Diogo está em suas crises, ele sai de casa e fica na rua, como uma pessoa desamparada, sem celular ou meios de comunicação. Minha preocupação pela vida e saúde dele é constante e avassaladora.

É inegável que a saúde mental e a luta contra a  de nossos filhos são prioridades urgentes. É nosso dever enquanto sociedade garantir que aqueles que enfrentam transtornos mentais e a armadilha da  recebam a assistência necessária para se recuperar e viver vidas saudáveis e produtivas. A falta do Hospital Psiquiátrico de Maringá tem deixado um vazio em nossas vidas e uma lacuna na rede de cuidados de saúde mental.

Peço a VOCÊ e a todos os cidadãos de Maringá para se unirem a nós nessa causa! Nós podemos mostrar aos nossos representantes a grande importância do Hospital Psiquiátrico de Maringá para a comunidade. Cada assinatura representa uma voz que clama por mudança, uma voz que busca soluções e oferece esperança. Através deste abaixo-assinado, estamos não apenas compartilhando nossas histórias pessoais, mas também demonstrando a força de uma comunidade unida.

Nossos filhos, nossos jovens, merecem mais do que as dificuldades que estão enfrentando. Eles merecem um sistema de saúde que os apoie, um sistema que ofereça o tratamento e os cuidados necessários para que possam superar os desafios que enfrentam diariamente. A diferença em criar um futuro melhor para nossos filhos e para toda a cidade está em nossas mãos também!

Nós, mães e pais, familiares e amigos, estamos unidos neste apelo. Pedimos não apenas pela reabertura do Hospital Psiquiátrico de Maringá, mas também por um compromisso real com o financiamento contínuo e sustentável desta instituição vital. O custo da inação é alto demais, e não podemos permitir que nossos filhos continuem sofrendo em silêncio.

Assim, eu Maria Helena, como mãe de um jovem que necessita de tratamento e em nome de todos aqueles que compartilham desta mesma dor e luta, peço a gentileza de ouvir nosso chamado. Por favor, reabram as portas da esperança, reacendam a luz da cura e mostrem que Maringá está comprometida em cuidar de seus cidadãos, especialmente aqueles que precisam de ajuda mental.

Com respeito e esperança,

Maria Helena

#MaringaPedeSocorro

Apoie já

37.183


Os tomadores de decisão

Beto Preto - Secretário de Saúde do Estado do Paraná
"Não podemos perder esses leitos, queremos que o hospital reabra e acredito que vamos ter essa notícia positiva em breve" disse o secretário em entrevista à Rádio Pinga Fogo FM. "Onde a gente pode abrir novos leitos de saúde mental a gente abre. Porque isso ajuda a desafogar a Upa, ajuda a atender melhor as pessoas. Um hospital como esse em Maringá não poderia ter sido fechado" Fonte: https://www.pingafogo.com.br/noticias/2012-o-hospital-psiquiatrico-nao-poderia-ter-sido-fechado-defende-secretario-de-estado-da-saude
Prefeitura de Maringá
A Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Saúde, informa que o Hospital Psiquiátrico foi interditado em outubro do ano passado pelo não cumprimento da legislação sanitária. Conforme já informado aos proprietários e advogados da instituição, a interdição é definitiva e não cabe solicitação de renovação de licença sanitária, como aponta a legislação. Para retomada das atividades, a instituição deverá solicitar reabertura como nova atividade, o que não ocorreu. O município reforça que ampliou o número de leitos nas unidades de atendimento em saúde mental da rede municipal. De janeiro a junho deste ano, foram realizadas mais de 4,5 mil consultas na Emergência Psiquiátrica do Hospital Municipal, o que corresponde a uma média de 25 consultas por dia. No Centro de Atenção Psicossocial (Caps) III, que conta com plantão psiquiátrico 24h desde 2017, são realizadas em média 30 consultas psiquiátricas diárias. O município também oferece atendimento psiquiátrico e multiprofissional no Caps II, CapsAd e Capsi, além de atendimento psiquiátrico na Atenção Básica e por meio do Consórcio Cisamusep. Entre os diversos profissionais que atuam na rede de saúde mental do município estão 34 médicos e 64 psicólogos. Os profissionais atuam no Hospital Municipal, nos quatro Caps e há psicólogos nas 34 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), que realizam atendimentos individuais e em grupo. Fonte: https://gmconline.com.br/noticias/cidade/abaixo-assinado-para-reabertura-do-hospital-psiquiatrico-de-maringa-tem-mais-de-30-mil-assinaturas/
Maurício Parisotto, vice-presidente do Hospital Psiquiátrico de Maringá
Em resposta à declaração recente da Prefeitura de Maringá, o Hospital Psiquiátrico de Maringá gostaria de fornecer esclarecimentos adicionais sobre a situação atual e reforçar nosso compromisso com a comunidade em relação à saúde mental. Primeiramente, gostaríamos de esclarecer que o Hospital Psiquiátrico de Maringá é uma associação sem fins lucrativos que atende 100% ao SUS e cumpre os critérios mais rigorosos para ser considerado uma entidade beneficente de assistência social. Nossa instituição é responsável por 252 leitos de internação psiquiátrica hospitalar, representando um aumento expressivo de 700% em relação à capacidade de internação hospitalar do município. Além disso, é relevante destacar que respondemos por uma significativa parcela de 55% dos leitos de internamento psiquiátrico disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS) na Macrorregião Noroeste de Saúde. A ausência dos nossos leitos teve um impacto negativo significativo na oferta de leitos psiquiátricos em toda a Macrorregião de Saúde, como mencionado pelo Secretário de Estado de Saúde do Paraná, Beto Preto. Acreditamos firmemente que a reabertura do Hospital Psiquiátrico de Maringá não apenas atenderá às necessidades locais, mas também contribuirá para suprir a demanda da região, aliviando a pressão sobre outras unidades de saúde. Ressaltamos que a interdição definitiva é em âmbito administrativo, o que denota a falta de sensibilidade da Prefeitura com as necessidades de sua população e com instituições filantrópicas. Discordamos veementemente dessa posição política e administrativa da Prefeitura. É por isso que buscamos a justiça para resolver a situação - fator que a Prefeitura de Maringá segue ignorando. Se a Prefeitura detém o trânsito em julgado de decisão judicial, comprovando a culpa do hospital, que apresente. Caso contrário, que respeite nossas instituições e garanta o devido processo legal. Entendemos os esforços da Prefeitura em aumentar o número de consultas e serviços nas unidades de atendimento em saúde mental da rede municipal. No entanto, é fundamental destacar que esses números estão muito aquém não apenas das necessidades municipais em relação à saúde mental, mas também das diretrizes mais recentes e das recomendações da literatura médica e científica para um atendimento adequado, o que se torna ainda mais evidente quando consideramos as demandas da região como um todo. Isso ocorre especialmente quando lembramos do amplo espectro de atendimento que o Hospital Psiquiátrico de Maringá historicamente ofereceu à nossa comunidade. Estamos comprometidos em buscar uma solução para a reabertura do hospital, observando todas as regulamentações sanitárias necessárias. Nesse sentido, aguardamos ansiosamente a oportunidade de nos reunirmos com as autoridades públicas municipais para discutir como podemos trabalhar juntos para viabilizar essa reabertura, com compromissos concretos. Precisamos contar com a sensibilidade da Prefeitura e seu compromisso para garantir a saúde mental de nossa comunidade e de toda a Macrorregião de Saúde. Estamos à disposição da imprensa e da comunidade para discutir mais detalhes sobre nossa missão e a importância da saúde mental em nossa região.
Vereador Mário Verri - 1º vice presidente da Câmara Municipal de Maringá
Vereador Mário Verri - 1º vice presidente da Câmara Municipal de Maringá
CÂMARA MUNICIPAL DE MARINGÁ
CÂMARA MUNICIPAL DE MARINGÁ

Mensagens de apoiadores

Atualizações do abaixo-assinado

Compartilhar este abaixo-assinado

Abaixo-assinado criado em 25 de agosto de 2023