Vote para manter os financiamentos em pesquisas. Ciência e saúde salvam vidas!


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O problema
A crise causada pela pandemia de coronavírus chama a atenção para a importância da ciência desenvolvida no País e para o necessário fortalecimento de políticas públicas de apoio à construção de conhecimento científico. Nos EUA, só para pesquisas envolvendo a Covid-19 foram destinados mais de 6 bilhões de dólares. No Brasil, apenas US $100 milhões.
Os países que mais investem em pesquisa estão na frente em inovação. Eles são Coreia do Sul e Alemanha, que investem quase 4% em pesquisa; e Japão e Estados Unidos, que repassam cerca de 3%. No Brasil, esse montante é um pouco maior que 1%.
A regra é bastante simples: quanto maior for o investimento em políticas de prevenção e em metodologias que permitam o diagnóstico de uma determinada doença de forma mais rápida e precisa, maiores são as chances de que o paciente seja totalmente curado e com menos esforço.
Ainda de acordo com os dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), boa parte desse valor investido pelos brasileiros é pago pelos próprios usuários, ou seja, os planos de saúde particulares. Se esse percentual dependesse apenas dos investimentos do governo, infelizmente, teríamos números ainda piores.
Outro problema grave é o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), principal fonte de recursos para pesquisa e desenvolvimento (P&D), ao longo de décadas, que teve entre os anos de 2006 e 2020 cerca de R$ 25 bilhões contingenciados e atualmente está com mais de 90% de seus recursos presos na reserva de contingência.
O problema
A crise causada pela pandemia de coronavírus chama a atenção para a importância da ciência desenvolvida no País e para o necessário fortalecimento de políticas públicas de apoio à construção de conhecimento científico. Nos EUA, só para pesquisas envolvendo a Covid-19 foram destinados mais de 6 bilhões de dólares. No Brasil, apenas US $100 milhões.
Os países que mais investem em pesquisa estão na frente em inovação. Eles são Coreia do Sul e Alemanha, que investem quase 4% em pesquisa; e Japão e Estados Unidos, que repassam cerca de 3%. No Brasil, esse montante é um pouco maior que 1%.
A regra é bastante simples: quanto maior for o investimento em políticas de prevenção e em metodologias que permitam o diagnóstico de uma determinada doença de forma mais rápida e precisa, maiores são as chances de que o paciente seja totalmente curado e com menos esforço.
Ainda de acordo com os dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), boa parte desse valor investido pelos brasileiros é pago pelos próprios usuários, ou seja, os planos de saúde particulares. Se esse percentual dependesse apenas dos investimentos do governo, infelizmente, teríamos números ainda piores.
Outro problema grave é o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT), principal fonte de recursos para pesquisa e desenvolvimento (P&D), ao longo de décadas, que teve entre os anos de 2006 e 2020 cerca de R$ 25 bilhões contingenciados e atualmente está com mais de 90% de seus recursos presos na reserva de contingência.
Abaixo-assinado encerrado
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Abaixo-assinado criado em 14 de julho de 2021